Nana Fazolin e a história de sucesso da Angelo Vertti

A empresária Ana Claudia Fazolin, mais conhecida como Nana Fazolin teve sua primeira loja com apenas 17 anos de idade. Começou no mercado de trabalho com 14 anos e passou por todas as funções dentro de um negócio, de caixa ao setor financeiro, e essa trajetória a levou a ter seu negócio muito cedo. Atualmente, é responsável por todo o processo criativo, desenvolvimento de produtos e marketing da Angelo Vertti, que possui lojas em Indaiatuba, Americana e Sumaré.

Nana cursou Psicologia, mas o mundo dos negócios e varejo foi mais forte em sua vida. “Retornei ao ramo de moda por fazer parte da minha família. A empresa existe há 32 anos e vivo dentro dela desde pequena. Foi mais forte a vocação para esta atuação”, explica.       

Nana em sua loja em Indaiatuba

Sua rotina divide-se entre os serviços internos da empresa e visitação de lojas em várias cidades. “Eu fico no escritório às segundas, quartas e sextas-feiras. Às terças e quintas, eu visito as lojas. É um trabalho bem intenso, mas além disso, eu ainda pratico yoga e meditação e, aos finais de semana, procuro descontrair, ver amigos, passear, namorar e, claro, descansar”, revela, afinal, ninguém é de ferro.

Nana conta que toda noite, dedica uma hora para leitura, manter-se atualizada sobre os acontecimentos mundiais e de sua área. “Desde pequena, fui incentivada pela minha família a estudar e trabalhar, buscando ter independência financeira. Isso eu consegui muito cedo, o que me proporciona um total domínio da minha vida profissional e pessoal. Tenho um pai cadeirante, que sofreu um acidente quando eu tinha 17 anos e a partir desse ponto da minha vida, fui colocada à frente de muitas coisas e com uma carga de responsabilidade muito grande. Isso fez com que eu não tivesse medo de nada e de nenhum desafio e levo uma frase sempre comigo: ‘Se for difícil, eu faço agora, se for impossível me dê cinco minutos para me preparar’”, revela a empresária.           

Quando o assunto são negócios, ela explica que empreender é acima de tudo, escolher o que se ama fazer, estudar o mercado, analisar a concorrência, tentar sem medo e não desistir. “O que mais gosto é a satisfação das pessoas em vestir as roupas que crio com muito carinho”, finaliza Nana.

 

texto e foto: Gisele Scaravelli