Dança contra a depressão

Dançar, pelo menos 30 minutos, três vezes por semana, pode ser tão eficiente quanto o uso de antidepressivos

Além dos benefícios tradicionais como controle de peso, condicionamento físico, estimulação da concentração, melhora do desempenho cognitivo, aprendizagem e memória, elevação da autoestima, entre outros aspectos que a dança pode trazer, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Southwersten, do Texas, nos EUA, a prática deste exercício, pelo menos 30 minutos, três vezes por semana, pode ser tão eficiente quanto o uso de antidepressivos. A modalidade pode ser considerada um remédio natural para a saúde. Além do combate a depressão, ajuda a prevenir outras doenças degenerativas como o Mal de Parkinson. “É incrível avaliar a percepção das pessoas após começar a dançar, seja qual for a modalidade escolhida, todo mundo se surpreende com tantos benefícios conquistados de uma maneira tão divertida, seja com as mudanças físicas como as mentais, como o bom humor, a predisposição diária, entre outros detalhes”, confirma Wagner Alvarenga, diretor artístico do Estúdio Miosótis. Entre o público que tende a explorar muito esse tipo de exercício estão as crianças e os idosos, principalmente para equilíbrio ou desenvolvimento físico e mental, auxiliando no desenvolvimento social, melhora da memória e coordenação motora.

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