
O caiaque feito com 280 garrafas pet pelo Grupo Escoteiro Indaiá, medindo 4,5 metros de comprimento, foi colocado à prova, enfrentando as correntezas do rio Jundiaí. Ele passou pelo mesmo trecho que foi percorrido posteriormente pelo prefeito Reinaldo Nogueira, pelo superintendente do Saae, engenheiro agrônomo Nilson Alcides Gaspar e pelo gerente da Agência Ambiental da Cetesb de Jundiaí, Domenico Tremaroli. Paulo Penna, chefe do Grupo Escoteiro Indaiá, em companhia do sargento Dantas e do soldado Teixeira, percorreram um trecho do rio, comprovando que o caiaque feito com o material reciclável é resistente e de fácil manejo. “Estou muito contente e satisfeito, pois nossa embarcação provou que é viável, útil, e que poderá ser reproduzida para novos passeios pelo rio Jundiaí”, comemora Penna. O passeio pelo rio Jundiaí foi a forma encontrada pelo prefeito Reinaldo Nogueira, e pelo superintendente do Saae, para comemorar o Dia Mundial da Água (22 de março), chamando a atenção para o rio, que tem importância estratégica como futura fonte de abastecimento de água de Indaiatuba, e de outras cidades da região. Na ocasião, Reinaldo derramou água do rio Jordão, no Jundiaí, doada pelo padre Francisco Cabral de Vasconcelos (padre Xico), momentos antes de entrar no bote inflável do Corpo de Bombeiros. O evento realizado em Itaici, diante da antiga estação ferroviária, foi uma iniciativa do superintendente do Saae e contou com a participação de mais de uma centena de convidados e autoridades. Cerca de 50 alunos da Escola Estadual Joaquim Pedroso Alvarenga marcaram presença, assim como escoteiros do Grupo Escoteiro Indaiá, que soltaram 20 mil alevinos no rio, que já apresenta marca de 6,7 miligramas de oxigênio; com 2 miligramas de oxigênio já é possível a existência de peixes. No final do passeio, Reinaldo se mostrou muito satisfeito em navegar pelo rio Jundiaí, afirmando aos jornalistas que o passeio o inspirou a redobrar esforços pela despoluição do Jundiaí, e a desenvolver um projeto turístico para sua navegação. Da mesma opinião foram o superintendente do Saae e o gerente da Cetesb, que destacaram o volume de água do rio, a força da mata ciliar, e a presença de muitos pássaros.
foto: Sérgio Mateus Squilanti/Divulgação Saae




