{"id":870,"date":"2011-03-11T14:30:14","date_gmt":"2011-03-11T17:30:14","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=870"},"modified":"2024-01-26T09:47:13","modified_gmt":"2024-01-26T12:47:13","slug":"mulheres-vencedoras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/03\/11\/mulheres-vencedoras\/","title":{"rendered":"Mulheres vencedoras"},"content":{"rendered":"<p><em><\/p>\n<figure id=\"attachment_871\" aria-describedby=\"caption-attachment-871\" style=\"width: 307px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-871\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/mulheres-640x480.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-871 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/mulheres-640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/mulheres-640x480.jpg 512w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/mulheres-640x480-240x300.jpg 240w\" sizes=\"(max-width: 307px) 100vw, 307px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-871\" class=\"wp-caption-text\">Casos de supera\u00e7\u00e3o emocionam e mostram o qu\u00e3o grande \u00e9 a capacidade que uma mulher tem de vencer as dificuldades impostas em seu caminho<\/figcaption><\/figure>\n<p>Hist\u00f3rias de vida que mostram a for\u00e7a e a capacidade de supera\u00e7\u00e3o do sexo feminino diante das dificuldades<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quanto vale a alma de uma mulher? Com toda sua vitalidade, intelig\u00eancia e coragem de lutar pelos direitos de uma vida digna e honrada sem perder a delicadeza e a suavidade que a tornam este ser t\u00e3o especial? Ou como seria o mundo se ela n\u00e3o tivesse enfrentado uma sociedade inteiramente machista em busca de seus sonhos e de sua pr\u00f3pria felicidade, seja atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o pessoal ou da escolha de uma profiss\u00e3o? Se a primeira pergunta remete a algo imposs\u00edvel de se mensurar, a segunda, sem d\u00favida, \u00e9 extremamente f\u00e1cil de ser respondida: vazio. E todos aqueles que amam ou t\u00eam o privil\u00e9gio de conviver com uma mulher que admiram haver\u00e3o de concordar.<\/p>\n<p>A for\u00e7a, a determina\u00e7\u00e3o e principalmente a sensibilidade do sexo feminino mudaram para sempre o rumo de nossa hist\u00f3ria. Ano ap\u00f3s ano, a mulher foi conquistando seu espa\u00e7o nas mais diversas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o em todo o mundo: na arte, na educa\u00e7\u00e3o, na sa\u00fade, na religi\u00e3o, na ci\u00eancia, no esporte e tamb\u00e9m na pol\u00edtica \u2013 como n\u00f3s, brasileiros, pudemos testemunhar nas \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es presidenciais. Autorit\u00e1ria ou submissa, sentimental ou durona, engra\u00e7ada ou s\u00e9ria, t\u00edmida ou despojada&#8230;\u00a0 Independentemente de sua personalidade, toda mulher merece ser respeitada por sua singularidade e autenticidade, caracter\u00edsticas que, atrav\u00e9s das hist\u00f3rias que vemos todos os dias, refor\u00e7am a tese de que este n\u00e3o \u00e9 um sexo fr\u00e1gil.<\/p>\n<p>Casos de supera\u00e7\u00e3o contados nos jornais, na televis\u00e3o, no cinema ou nos livros que registram nossa trajet\u00f3ria emocionam e mostram o qu\u00e3o grande \u00e9 a capacidade que uma mulher tem de vencer as dificuldades impostas em seu caminho. Mas ser\u00e1 que estas personagens s\u00e3o reais? Muitas vezes elas podem parecer distantes por representarem situa\u00e7\u00f5es \u00e0s quais a maioria de n\u00f3s acredita que nunca estar\u00e1 sujeita. Um equ\u00edvoco. As entrevistadas desta reportagem trazem consigo o ensinamento de que tudo na vida \u00e9 vulner\u00e1vel. Li\u00e7\u00f5es que aprenderam com suas pr\u00f3prias hist\u00f3rias e que voc\u00ea, leitor, poder\u00e1 conhecer no decorrer das pr\u00f3ximas linhas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Maria da Penha<\/strong><\/p>\n<p>Quando se fala em conquista no universo feminino, h\u00e1 um nome que n\u00e3o deve deixar de ser lembrado. Primeiro porque retrata a for\u00e7a da qual falamos at\u00e9 agora e segundo porque sua iniciativa abriu novas perspectivas para milh\u00f5es de mulheres brasileiras. J\u00e1 imagina quem seja? Maria da Penha. Um verdadeiro exemplo de que quando se tem coragem \u00e9 poss\u00edvel dar a volta por cima. Conhecida internacionalmente por ter criado a lei que leva seu nome e garante prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica, viveu os piores momentos de sua vida dentro de casa, com um drama que, embora superado, levar\u00e1 eternamente consigo.<\/p>\n<p>Quando tinha 38 anos, foi v\u00edtima de uma tentativa de assassinato por seu marido. Ela estava dormindo quando foi surpreendida por um tiro de espingarda. Acordou com um forte barulho dentro do quarto, abriu os olhos e n\u00e3o conseguiu se mexer. Logo sentiu o gosto met\u00e1lico na boca e a dor incontrol\u00e1vel nas costas, onde foi atingida. Custou a acreditar que ele teria sido capaz, mesmo que j\u00e1 tivesse sofrido in\u00fameras agress\u00f5es anteriormente. Mas estava consciente quando tudo aconteceu. Depois de falhar em seu plano de mat\u00e1-la, Marco Antonio forjou uma cena como se o casal tivesse sido v\u00edtima de um assalto. E conseguiu se safar naquele momento.<\/p>\n<p>Foram meses de cirurgia e tratamento em hospitais at\u00e9 que Maria da Penha recebesse o diagn\u00f3stico de que jamais poderia andar novamente. Como se n\u00e3o bastasse, sofreu mais um golpe quando voltou para casa. Novamente o marido tentou assassin\u00e1-la, desta vez eletrocutada no chuveiro enquanto tomava banho. Ao inv\u00e9s de sucumbir e desistir de uma vez por todas, a ent\u00e3o bioqu\u00edmica que j\u00e1 era m\u00e3e de tr\u00eas filhos foi \u00e0 luta e n\u00e3o parou enquanto o criminoso n\u00e3o foi preso. Demorou quase 20 anos, mas ele finalmente pagou pelo que fez. No entanto, para que isso acontecesse, Maria da Penha teve que recorrer a diversas entidades internacionais \u2013 uma vez que a justi\u00e7a brasileira em nada ajudou.<\/p>\n<p>Com a repercuss\u00e3o que seu caso ganhou, conseguiu apoio para a cria\u00e7\u00e3o da lei que cria mecanismos para coibir a viol\u00eancia familiar contra mulher e prev\u00ea que os agressores sejam presos em flagrante ou tenham pris\u00e3o preventiva decretada. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m aumenta a pena m\u00e1xima de um para tr\u00eas anos e acaba com o pagamento de cestas b\u00e1sicas, puni\u00e7\u00e3o que antes era aplicada aos autores das agress\u00f5es. Agora, ela dedica praticamente todo seu tempo \u00e0 luta pelos direitos das mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica atrav\u00e9s de palestras e projetos que desenvolve em prol desta causa junto ao Instituo Maria da Penha, da qual \u00e9 presidente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A coragem para recome\u00e7ar<\/strong><\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio da protagonista da hist\u00f3ria anterior, Rita de C\u00e1ssia, 55 anos, nunca foi agredida pelo marido. Pelo menos n\u00e3o fisicamente. Apaixonada, casou aos 17 anos e teve quatro filhos: tr\u00eas homens e uma mulher \u2013 que anos mais tarde viriam a se tornar seu porto seguro na hora de tomar a decis\u00e3o mais dif\u00edcil de sua vida. Apesar de amar intensamente o marido, que ent\u00e3o tinha sido seu primeiro namorado, n\u00e3o teve um casamento nada f\u00e1cil. Nunca pode trabalhar, sair sozinha ou ter qualquer tipo de independ\u00eancia. O marido n\u00e3o aceitava sequer pensar na hip\u00f3tese de a esposa trabalhar para ajudar no sustento da casa. Afinal, o que a sociedade ou os amigos poderiam pensar? Puro machismo. Como toda mulher que luta para manter a estabilidade do relacionamento, Rita nunca se importou em abrir m\u00e3o dos pr\u00f3prios sonhos para se dedicar \u00e0 felicidade do marido e da fam\u00edlia. Queria cuidar de todos. Mas esqueceu de se perguntar quem cuidaria dela. Passava muito tempo sozinha, j\u00e1 que o marido ficava bastante fora de casa por causa do trabalho. S\u00f3 que n\u00e3o era apenas isso. Ele tamb\u00e9m sofria com um problema de alcoolismo, que s\u00f3 foi se agravando no decorrer dos anos. E n\u00e3o \u00e9 preciso passar pela situa\u00e7\u00e3o para imaginar que quem segura a barra nesses casos \u00e9 a pessoa que est\u00e1 ao lado de quem apresenta a doen\u00e7a. E Rita foi forte. Ajudou em tudo o que pode, chorou, aguentou noites sem a presen\u00e7a do marido, que por vezes passava o final de semana longe de casa e sem dar not\u00edcias. Se n\u00e3o fosse o apoio e o amor dos filhos, talvez n\u00e3o tivesse conseguido suportar. O casamento durou 31 anos e s\u00f3 acabou porque ela descobriu que estava sendo tra\u00edda. Isso j\u00e1 era demais para quem passou tanto tempo se dedicando a uma pessoa que, no fim, estava a enganando. Foi dif\u00edcil, mas decidiu que queria o marido longe de sua vida. E agora, o que faria? Sem nunca ter trabalhado, nem cursado uma faculdade, nem mesmo aprendido a dirigir por exig\u00eancia do marido, Rita podia ter desabado, mas preferiu erguer a cabe\u00e7a e recome\u00e7ar. No dia seguinte ao div\u00f3rcio, estava matriculada em um curso de manicure e pouco mais de um m\u00eas depois j\u00e1 estava trabalhando. A partir da\u00ed conquistou a realiza\u00e7\u00e3o que sempre sonhou. Estava livre. Feliz. Em pouco tempo adquiriu uma vasta clientela, que a acompanha at\u00e9 hoje, mudou de casa, abriu seu pr\u00f3prio sal\u00e3o, conheceu pessoas, viajou, enfim, passou a cuidar de si mesma. E assim continua, cercada pelo amor dos filhos e dos tr\u00eas netos que vieram.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A vida por um fio<\/strong><\/p>\n<p>T\u00e2nia Ferraz nunca se casou e nem se privou de fazer o que gostava por causa de algu\u00e9m, mas tamb\u00e9m teve que recome\u00e7ar a vida&#8230; e bem no auge de sua juventude. Aos 25 anos, sofreu um grave acidente de carro que a deixou sem andar por quatro meses e gerou sequelas que duram at\u00e9 hoje \u2013 tr\u00eas anos depois. Ela voltava de uma festa quando um amigo que dirigia o carro em que estava perdeu o controle da dire\u00e7\u00e3o e capotou em um barranco em meio \u00e0 rodovia. Como n\u00e3o usava o cinto de seguran\u00e7a, T\u00e2nia foi arremessada do banco do passageiro para o banco traseiro em uma pancada muito forte. N\u00e3o ficou totalmente consciente, por isso n\u00e3o consegue se lembrar de tudo o que aconteceu. Do momento do acidente ela consegue visualizar um amigo que estava no carro de tr\u00e1s batendo na janela e pedindo que os dois acidentados o ajudassem a abrir a porta para que pudesse retir\u00e1-los dali. Mas desmaiou em seguida e as pr\u00f3ximas lembran\u00e7as s\u00e3o de quando j\u00e1 estava no hospital. Ela passou 12 dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) por causa de um problema no pulm\u00e3o, que ficou parcialmente comprimido e dificultava a respira\u00e7\u00e3o, e mais seis dias internada no quarto. Quando acordou j\u00e1 n\u00e3o conseguia mexer as pernas. Ao inv\u00e9s de desesperar, aceitou imediatamente a recomenda\u00e7\u00e3o m\u00e9dica de fazer fisioterapia e lutar pela sua recupera\u00e7\u00e3o. Foi submetida a duas cirurgias na coluna e depois de medicada foi levada para casa, onde teve que aprender uma nova rotina. Sem poder andar ou fazer qualquer coisa sozinha, contou com a ajuda da fam\u00edlia para se reestruturar. Reaprendeu a sentar, a andar, a se movimentar. Foram dois meses at\u00e9 conseguir mexer os dedos do p\u00e9. Sempre confiante, nunca pensou que as coisas n\u00e3o dariam certo. Mas foi assustador ver sua vida dar uma \u201cfreada\u201d t\u00e3o brusca de repente. Ela sempre teve uma vida intensa, gostava de sair, se divertir, tinha acabado de come\u00e7ar em um emprego novo e planejava embarcar em um cruzeiro para trabalhar. S\u00f3 que n\u00e3o deu tempo. Ao contr\u00e1rio do que muita gente pode imaginar, T\u00e2nia n\u00e3o entrou em depress\u00e3o. Algo pior podia ter acontecido. Compreendeu que isso tinha que acontecer e agradece pelas conquistas que vieram depois: descobriu quem eram seus amigos de verdade e quem realmente se importava, se uniu ainda mais com a fam\u00edlia, que sempre valorizou, descobriu novas perspectivas de vida. At\u00e9 hoje n\u00e3o consegue andar por muito tempo porque uma das pernas ficou fr\u00e1gil, n\u00e3o pode dirigir, nem praticar esportes, que tanto gosta. E mesmo assim n\u00e3o tira o sorriso do rosto. T\u00e2nia afirma que descobriu uma for\u00e7a que nem imaginava ter. A maior li\u00e7\u00e3o aprendida foi que a vida precisa de limites. Agora anseia pela confirma\u00e7\u00e3o de um novo trabalho e segue buscando maneiras de ser feliz em sua nova realidade.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>A luta contra o desconhecido<\/strong><\/p>\n<p>A terceira e \u00faltima entrevistada desta reportagem tamb\u00e9m tem uma hist\u00f3ria emocionante. Giselle Fernandes, 49 anos, foi surpreendida por um c\u00e2ncer de mama quando fazia um exame de rotina sete anos atr\u00e1s. Ela lembra que foi tudo muito r\u00e1pido: o m\u00e9dico descobriu o tumor, fez uma s\u00e9rie de exames e uma opera\u00e7\u00e3o para a retirada do cisto \u2013 que a princ\u00edpio n\u00e3o havia sido identificado como maligno. Depois de passar por todas essas etapas e j\u00e1 feliz por acreditar que n\u00e3o se tratava de nada s\u00e9rio, um exame definitivo confirmou a doen\u00e7a. A ent\u00e3o propriet\u00e1ria de uma escola de l\u00ednguas em Itu deu in\u00edcio a uma corrida contra o tempo. Come\u00e7ou a fazer um tratamento de radioterapia que durou aproximadamente tr\u00eas meses e a tomar um rem\u00e9dio que a agrediu de forma f\u00edsica e est\u00e9tica. Algo crucial para a autoestima de qualquer mulher. Perdeu cabelo, ficou fraca e teve uma s\u00e9rie de rea\u00e7\u00f5es na pele. Mas nada a abalou. Giselle afirma que n\u00e3o teve tempo para entrar em depress\u00e3o. Seu antigo s\u00f3cio e, na \u00e9poca, namorado, n\u00e3o abandonou somente a ela como a escola tamb\u00e9m. Diante disso, se viu na necessidade de se manter em p\u00e9 e levar o trabalho adiante. Sempre sorrindo, escondendo a dor e o medo que sentia. Tinha dois filhos adolescentes que precisavam da m\u00e3e. Nath\u00e1lia, com apenas 14 anos, foi fundamental para que ela superasse a m\u00e1 fase. A menina assumiu a escola e ajudava em tudo o que podia. Um verdadeiro orgulho para nossa entrevistada, que percebeu que a vida passa r\u00e1pido demais e pode n\u00e3o dar tempo de fazer tudo o que almeja. Por isso resolveu aproveitar cada instante e se dedicar aos planos que fazia para o futuro; especialmente ir morar sozinha com a filha, um sonho das duas, que sempre moraram na casa dos pais de Giselle. Foi neste momento que ela decidiu entregar a escola nas m\u00e3os do agora ex-namorado, sem levar nada que era seu por direito, para seguir em frente. H\u00e1 quatro anos entrou para um novo emprego como diretora de uma escola bil\u00edngue de Sorocaba, no qual permanece at\u00e9 hoje. Deu in\u00edcio a uma vida nova, mas nem imaginava que tudo estava prestes a mudar novamente. No final do ano passado, descobriu que estava com uma doen\u00e7a que afeta uma a cada 100 mil pessoas no mundo. Demorou a encontrar um m\u00e9dico que explicasse o que ela tinha, mas depois de passar noites sem resposta no atendimento de seu conv\u00eanio na cidade foi levada para S\u00e3o Paulo por uma amiga que desconfiava dos sintomas. Giselle tinha muitas dores na garganta e nas costas; al\u00e9m disso, parte do seu corpo ficava amortecido e ela se sentia fraca. N\u00e3o deu outra. Quando chegou ao hospital, foi internada imediatamente. A doen\u00e7a, denominada S\u00edndrome de Guillain Barr\u00e9, come\u00e7ava a paralisar seus m\u00fasculos e se chegasse ao seu pulm\u00e3o seria fatal. E isso estava prestes a acontecer, pois sua l\u00edngua j\u00e1 n\u00e3o funcionava direito e ela engasgava muito. Mesmo contra a vontade, j\u00e1 que queria voltar para casa e trabalhar nos projetos de fim de ano da escola, ficou uma semana na UTI. O rem\u00e9dio que precisava tomar para estancar a doen\u00e7a e fazer com que o quadro parasse de evoluir custava R$ 2 mil e Giselle teve que tom\u00e1-los por uma semana. Diante disso e dos riscos que corria, aceitou ficar internada. Mal teve alta do hospital e j\u00e1 voltou \u00e0 rotina acelerada de trabalho, sempre buscando dar o melhor de si em tudo o que faz. Hoje, cerca de tr\u00eas meses depois do \u00faltimo susto, ainda com restri\u00e7\u00f5es, vive com a sensa\u00e7\u00e3o de que nada mais poder\u00e1 afet\u00e1-la. As pequenas chatea\u00e7\u00f5es e banalidades do cotidiano n\u00e3o significam nada perto da grandeza da vida, por isso n\u00e3o hesita ao dizer que vai aproveitar cada instante como se fosse o \u00faltimo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>reportagem de Caroline Rizzi<\/strong><\/p>\n<p><strong>foto: Microfoto<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3rias de vida que mostram a for\u00e7a e a capacidade de supera\u00e7\u00e3o do sexo feminino diante das dificuldades &nbsp; Quanto vale a alma de uma mulher? 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