{"id":8285,"date":"2016-08-30T11:00:15","date_gmt":"2016-08-30T14:00:15","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=8285"},"modified":"2024-01-26T11:35:43","modified_gmt":"2024-01-26T14:35:43","slug":"domingos-montagner-conversa-com-a-regional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/","title":{"rendered":"Domingos Montagner conversa com a Regional"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_8287\" aria-describedby=\"caption-attachment-8287\" style=\"width: 256px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/1.jpg\" rel=\"attachment wp-att-8287\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-8287 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/1.jpg\" alt=\"\" width=\"256\" height=\"384\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-8287\" class=\"wp-caption-text\">Montagner \u00e9 sucesso como o Santo de \u201cVelho Chico\u201d<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"center\"><em><span style=\"text-decoration: underline;\">Com olhar sedutor, talento e determina\u00e7\u00e3o, o ator de \u201cVelho Chico\u201d conquistou n\u00e3o s\u00f3 os grandes diretores da dramaturgia, mas principalmente o p\u00fablico feminino<\/span><\/em><\/p>\n<p>N\u00e3o faz muito tempo que Domingos Montagner encarou seu primeiro papel na televis\u00e3o. Sua estreia aconteceu em 2008, no seriado \u2018Mothern\u2019 no canal GNT. Em seguida foi escalado para \u2018For\u00e7a Tarefa\u2019 engatando em \u2018A Cura\u2019, ao lado de ningu\u00e9m menos que Selton Mello. Com olhar sedutor, talento e determina\u00e7\u00e3o, ele conquistou n\u00e3o s\u00f3 os grandes diretores da dramaturgia, mas principalmente o p\u00fablico feminino. Mas o que poucos sabem \u00e9 que o ator come\u00e7ou sua carreira art\u00edstica no teatro, participando do curso de interpreta\u00e7\u00e3o de Myriam Muniz e no Circo Escola de Picadeiro. Sendo esta sua grande paix\u00e3o, sua dedica\u00e7\u00e3o e carinho pela profiss\u00e3o, ganhou destaque quando ele e seu amigo Fernando Sampaio decidiram fundar o \u2018Circo Zanni\u2019. Desde ent\u00e3o, ele tem se dividido entre in\u00fameros projetos que surgem em diversas frentes. \u201cGosto muito de intercalar o meu trabalho na televis\u00e3o com o cinema, que pode ser encaixado, entre uma novela e outra. Consigo me dedicar aos espet\u00e1culos no circo e \u00e0 minha companhia de teatro. \u00c9 importante manter essa rela\u00e7\u00e3o com o meu of\u00edcio e, ainda ter essa diversidade. A televis\u00e3o chegou bem \u00e0 frente nessa trajet\u00f3ria e eu tenho uma hist\u00f3ria muito longa com o teatro quando ela apareceu\u201d, diz. Dessa vez ele encarna Santo em \u2018Velho Chico\u2019, um homem do sert\u00e3o que aprendeu a lutar pelos diretos do povo atrav\u00e9s do trabalho. \u201cEle \u00e9 um homem muito forte e consegue superar os problemas da vida. \u00c9 apaixonado pela fam\u00edlia, pela causa e briga pela oportunidade que deve ser dada a todas as pessoas\u201d, completa. Nesta entrevista, Domingos revela mais detalhes sobre sua carreira, al\u00e9m de contar sobre outros projetos ao qual esteve envolvido e como tem sido levar a experi\u00eancia dos palcos para a televis\u00e3o. Confira!<\/p>\n<p><strong>REVISTA REGIONAL: S\u00e3o in\u00fameros personagens com caracter\u00edsticas diferentes que voc\u00ea tem interpretado ao longo de sua carreira na televis\u00e3o. O que normalmente costuma emprestar da sua personalidade?<\/strong><\/p>\n<p><strong>DOMINGOS MONTAGNER: <\/strong>Sempre temos os personagens dentro de n\u00f3s! O meu trabalho como ator \u00e9 encontrar e me deixar contaminar pelas quest\u00f5es principais que ele tem e procurar descobrir a verdade da minha personalidade dentro deles. \u00c9 determina\u00e7\u00e3o e supera\u00e7\u00e3o! Acredito que todos n\u00f3s, atores, temos essa caracter\u00edstica. \u00c9 procurar deixar em primeiro plano o que ele est\u00e1 pedindo. Existe uma busca que n\u00f3s acabamos exercendo, at\u00e9 para se parecer cada vez mais com o personagem, na pureza de instinto e no olhar.<\/p>\n<p><strong>Seu personagem em \u201cVelho Chico\u201d \u00e9 um homem forte que cresceu em meio \u00e0 seca do sert\u00e3o e voc\u00ea j\u00e1 comentou sobre supera\u00e7\u00e3o. Poderia dizer que, de alguma forma, ele remeteu alguns momentos da sua vida? <\/strong><\/p>\n<p>Especificamente n\u00e3o, porque a trajet\u00f3ria do personagem \u00e9 bem diferente da minha. Ele nasce no sert\u00e3o, no meio da terra, no meio da fome, na dificuldade e, n\u00f3s n\u00e3o temos ideia do que seja isso, do que seja passar fome. Quando vou construir um personagem, tento me contaminar com a hist\u00f3ria dele, pra chegar mais pr\u00f3ximo da verdade. Busco essa caracter\u00edstica o tempo todo. Ele \u00e9 um homem muito forte e consegue superar os problemas da vida. \u00c9 apaixonado pela fam\u00edlia, pela causa e briga pela oportunidade que deve ser dada a todas as pessoas. O Santo ama a terra que ele vive, \u00e9 apaixonado por uma mulher (Camila Pitanga), um amor de inf\u00e2ncia que ele conheceu e ficou gravado pela vida. O sil\u00eancio descreve esse conflito. Aos se encontrarem no Bar de Chico Criatura foi bem surpreendente, pois \u00e9 representativo para os dois. N\u00e3o \u00e9 \u00f3bvio. Esse lugar imparcial favorece essa emo\u00e7\u00e3o transbordar. Tem o contraste com a emo\u00e7\u00e3o e a natureza pr\u00e1tica do lugar. Foi interessante captar essa sensa\u00e7\u00e3o. Ele \u00e9 regido pelo amor e a luz. N\u00f3s tivemos um processo de prepara\u00e7\u00e3o de quatro meses que foram intensos e maravilhosos. Essa \u00e9 uma caracter\u00edstica muito particular dos trabalhos do Luiz Fernando (Carvalho, diretor da trama) que traz uma intera\u00e7\u00e3o com o elenco, uma tem\u00e1tica com o assunto. Um trabalho bastante peculiar do diretor.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 anos a Rede Globo n\u00e3o apostava numa trama rural no hor\u00e1rio nobre, e \u201cVelho Chico\u201d tem sido muito bem recebida pelos telespectadores. O que voc\u00ea est\u00e1 achando desse novo formato?<\/strong><\/p>\n<p>Na verdade, o que n\u00f3s pensamos \u00e9 na qualidade da hist\u00f3ria que est\u00e1 sendo apresentada. N\u00f3s temos um elenco incr\u00edvel. \u00c9 ineg\u00e1vel o alcance de uma novela. Quanto mais faces desse Brasil n\u00f3s conseguirmos mostrar atrav\u00e9s da novela, melhor. Quanto maior a diversidade apresentarmos nos temas, ser\u00e1 muito mais rico para o pa\u00eds e para o espectador. Cada vez mais a popula\u00e7\u00e3o ir\u00e1 se identificar. \u00c9 muito importante levamos esse tema, que conta a hist\u00f3ria de uma por\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 daqueles atores que est\u00e1 sempre emendando uma novela na outra. O que te seduziu neste convite?<\/strong><\/p>\n<p>Trata-se de uma rela\u00e7\u00e3o com a emissora e os convites que v\u00e3o surgindo s\u00e3o encaixados de acordo com os meus compromissos. Gosto muito de intercalar o meu trabalho na televis\u00e3o com o cinema, que pode ser encaixado entre uma novela e outra. Consigo me dedicar aos espet\u00e1culos no circo e \u00e0 minha companhia de teatro. \u00c9 importante manter essa rela\u00e7\u00e3o com o meu of\u00edcio e ainda ter essa diversidade. A televis\u00e3o chegou bem \u00e0 frente nessa trajet\u00f3ria e eu tenho uma hist\u00f3ria muito longa com o teatro quando ela apareceu, mas fa\u00e7o quest\u00e3o de manter esse v\u00ednculo, porque fui formado a\u00ed, e sinto falta do contato com o p\u00fablico, vamos dizer assim. No cinema eu tenho outro tipo de experi\u00eancia de dramaturgia para o v\u00eddeo, que tamb\u00e9m \u00e9 muito importante e complementar para o nosso of\u00edcio. N\u00e3o \u00e9 nada pensado. Se a emissora me solicitar, termino aceitando. Eu j\u00e1 emendei novelas, mas ultimamente tenho conseguido um espa\u00e7o consider\u00e1vel entre uma e outra, de pelo menos meio ano, para cumprir com outros compromissos. Esse convite foi maravilhoso e irrecus\u00e1vel. Eu nunca tinha trabalhado com o Luiz Fernando, sou um grande admirador. Do Benedito (Ruy Barbosa, escritor) nem se fala. Com essa proposta e elenco, n\u00e3o tinha nem como negar.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 que estamos falando de outras novelas, voc\u00ea tamb\u00e9m fez \u201cCordel Encantando\u201d (2011) que tinha esse universo do sert\u00e3o. Voc\u00ea acha esse tipo de tema mais atraente?<\/strong><\/p>\n<p>Eu acho legal! Nessa novela n\u00f3s t\u00ednhamos uma f\u00e1bula sobre o sert\u00e3o, inspirada em personagens de uma hist\u00f3ria que n\u00e3o tinha compromisso com o contempor\u00e2neo, porque n\u00f3s trat\u00e1vamos, por exemplo, de um momento da hist\u00f3ria desse pa\u00eds, mas de uma forma l\u00fadica, mas muito importante. N\u00f3s mostramos um momento que foi muito legal e a novela foi um sucesso porque provocou identifica\u00e7\u00e3o. Quanto mais diversidade alcan\u00e7armos, para agregarmos ao espectador, melhor. Inclusive, estamos voltando para uma regi\u00e3o onde gravei muito pr\u00f3ximo quando fizemos o Cordel. \u00c9 uma regi\u00e3o incr\u00edvel, maravilhosa. Eu tenho certeza de que algumas pessoas n\u00e3o conheciam as paisagens que est\u00e3o dentro do nosso pa\u00eds. Quando eu fui pela primeira vez, fiquei muito surpreso e maravilhado. Essa regi\u00e3o do pa\u00eds \u00e9 muito especial.<\/p>\n<p><strong>A novela tem um cunho pol\u00edtico muito forte. Quais s\u00e3o suas expectativas em rela\u00e7\u00e3o aos \u00faltimos acontecimentos no Brasil?<\/strong><\/p>\n<p>Esse \u00e9 um assunto muito complexo para discutirmos. N\u00f3s n\u00e3o temos tempo para isso. Analisar a situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds nesse momento, acho que n\u00e3o vai dar, mas acho que n\u00f3s estamos vivendo um momento muito importante dentro da nossa hist\u00f3ria. O que eu poderia resumir nesse \u2018muito importante\u2019, \u00e9 que n\u00f3s temos que estar muito atentos, porque tem mudan\u00e7as significativas, atitudes que talvez n\u00f3s tenhamos o privil\u00e9gio de vivenciar.<\/p>\n<p><strong>Da \u00faltima vez que conversarmos voc\u00ea estava reservado para fazer \u201cA Lei do Amor\u201d, mas resolveu aceitar o convite para \u201cVelho Chico\u201d. Foi surpreendido com a not\u00edcia?<\/strong><\/p>\n<p>Na verdade, n\u00e3o porque o per\u00edodo em que \u201cA Lei do Amor\u201d (pr\u00f3xima novela das 21h) estaria sendo exibida, seria neste momento e, eu j\u00e1 havia equacionado os meus compromissos de acordo com o projeto. Quando ela foi adiada, fiquei me movimentando para modificar esse quadro, mas logo em seguida recebi o convite para fazer \u201cVelho Chico\u201d. N\u00e3o mudou nada, no sentindo de agenda, mas de novela, que era estritamente urbana com um personagem que seria quase um vil\u00e3o da trama, para outro completamente diferente, que \u00e9 quase um santo.<\/p>\n<p><strong>Que personagem voc\u00ea viveria na trama?<\/strong><\/p>\n<p>Ele seria um empres\u00e1rio do ramo financeiro. Mas s\u00e3o surpresas da vida que n\u00f3s acabamos tendo que nos adaptar. A nossa grande miss\u00e3o como artista \u00e9 mostrar para o p\u00fablico algo que ele gosta e n\u00e3o sabe. Esse \u00e9 o grande desafio para o ator. Eu tamb\u00e9m fiz um filme chamado \u201cUm Namorado para Minha Mulher\u201d, da J\u00falia Rezende, uma com\u00e9dia com a Ingrid Guimar\u00e3es e o Caco Ciocler. J\u00e1 o circo, n\u00f3s acabamos uma temporada em Campinas, e estamos voltando para S\u00e3o Paulo, mas talvez eu ainda participe num final de semana, porque sempre fico com saudades.<\/p>\n<p><strong>Em entrevista, o ator Rodrigo Santoro comentou que as externas de \u201cVelho Chico\u201d foram intensas por causa do calor. O que \u00e9 mais dif\u00edcil e prazeroso quando tem essas cenas em regi\u00f5es mais in\u00f3spitas? <\/strong><\/p>\n<p>Eu adoro fazer externas, mas tamb\u00e9m me sinto bem, tanto na cidade cenogr\u00e1fica como em loca\u00e7\u00f5es. Talvez pela experi\u00eancia, porque eu trabalhei muito em teatro de rua. O ambiente real \u00e9 muito inspirador. Sentir o clima, se est\u00e1 calor, se est\u00e1 chovendo, para compor a cena e trazer mais emo\u00e7\u00e3o, \u00e9 sempre enriquecedor. Mesmo que n\u00f3s estejamos sofrendo, porque perrengue sempre tem, mas se n\u00e3o tiver n\u00e3o vale a pena. Eu tenho estudado muito essa fase contempor\u00e2nea da novela, porque n\u00f3s temos envolvimento com a planta\u00e7\u00e3o, frutas, uvas, cultivos&#8230;&nbsp; Essa parte pr\u00e1tica. No galp\u00e3o do Luiz Fernando, n\u00f3s trabalhamos a parte teatral, digamos assim, a partir do princ\u00edpio dos jogos de rela\u00e7\u00f5es, de motiva\u00e7\u00f5es e reconhecendo muito o meu trabalho teatral tamb\u00e9m. O Luiz gosta dessa abordagem, da representa\u00e7\u00e3o. Ele gosta de superar o realismo, entrar para o mundo e contar uma hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Recentemente voc\u00ea participou de uma s\u00e9rie (Romance Policial \u2013 Espinosa) e havia muitas cenas quentes entre o seu personagem e da Bianca Comparato. Voc\u00ea acredita que para a atriz \u00e9 muito mais dif\u00edcil do que para o ator?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o sei dizer se \u00e9 mais dif\u00edcil para mulher do que para o homem. S\u00e3o cenas bastante delicadas, que exigem o comprometimento de toda uma equipe, porque \u00e9 de uma intimidade muito grande e, que voc\u00ea precisa construir um ambiente para que aconte\u00e7a da maneira mais eficiente poss\u00edvel, para a dramaturgia. N\u00e3o acredito que seja mais dif\u00edcil para mulher, do que para o homem. Pelo menos pra mim \u00e9 muito dif\u00edcil. N\u00f3s temos que deixar a cena num n\u00edvel de naturalidade. Isso exige uma discuss\u00e3o com a dire\u00e7\u00e3o, para sabermos o que eles querem em cena, porque intimidade dentro de determinada dramaturgia, funciona de forma diferente. Algumas exigem um tipo de aprecia\u00e7\u00e3o. O Espinosa e a Luana eram completamente apaixonados. Tinham uma rela\u00e7\u00e3o muito interessante, porque os dois se encontravam num universo paralelo. Se afastavam para viver outro tipo de rela\u00e7\u00e3o emotiva, que eles n\u00e3o viviam no cotidiano. Eles tinham verdade, intimidade, confian\u00e7a sem precisar formalizar o compromisso, o que era b\u00e1rbaro na rela\u00e7\u00e3o entre os dois.<\/p>\n<p><strong>E j\u00e1 que estamos falando no seriado, existe alguma diferen\u00e7a na hora de gravar? \u00c9 mais dif\u00edcil participar de um projeto mais curto, porque voc\u00ea n\u00e3o pode entregar detalhes do personagem que tem come\u00e7o, meio e fim?<\/strong><\/p>\n<p>Eu fiz \u201cO Brado Retumbante\u201d (2012) ent\u00e3o eu j\u00e1 tinha dito essa experi\u00eancia. A abordagem da dramaturgia \u00e9 diferente. Voc\u00ea conhece a hist\u00f3ria do in\u00edcio ao fim, o que faz muita diferen\u00e7a e \u00e9 fundamental para construir as nuances do personagem e a dura\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m. \u00c9 necess\u00e1rio dosar a intensidade ou a curva dram\u00e1tica de maneira completamente diferente.<\/p>\n<p><em>texto: Ester Jacopetti<\/em><\/p>\n<p><em>foto: Jo\u00e3o Cotta\/TV Globo<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com olhar sedutor, talento e determina\u00e7\u00e3o, o ator de \u201cVelho Chico\u201d conquistou n\u00e3o s\u00f3 os grandes diretores da dramaturgia, mas principalmente o p\u00fablico feminino N\u00e3o faz muito tempo que Domingos Montagner encarou seu primeiro papel na televis\u00e3o. Sua estreia aconteceu em 2008, no seriado \u2018Mothern\u2019 no canal GNT. Em seguida foi escalado para \u2018For\u00e7a Tarefa\u2019 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":11173,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[16,3],"tags":[534],"class_list":["post-8285","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conversa","category-destaques","tag-conversa"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Domingos Montagner conversa com a Regional - Revista Regional<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Domingos Montagner conversa com a Regional - Revista Regional\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Com olhar sedutor, talento e determina\u00e7\u00e3o, o ator de \u201cVelho Chico\u201d conquistou n\u00e3o s\u00f3 os grandes diretores da dramaturgia, mas principalmente o p\u00fablico feminino N\u00e3o faz muito tempo que Domingos Montagner encarou seu primeiro papel na televis\u00e3o. Sua estreia aconteceu em 2008, no seriado \u2018Mothern\u2019 no canal GNT. Em seguida foi escalado para \u2018For\u00e7a Tarefa\u2019 [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista Regional\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-08-30T14:00:15+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-01-26T14:35:43+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/domongios_montagner.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"160\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"150\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"contato@revistaregional.com.br\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"contato@revistaregional.com.br\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"contato@revistaregional.com.br\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\"},\"headline\":\"Domingos Montagner conversa com a Regional\",\"datePublished\":\"2016-08-30T14:00:15+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-26T14:35:43+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/\"},\"wordCount\":2159,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/08\\\/domongios_montagner.jpg\",\"keywords\":[\"Conversa\"],\"articleSection\":[\"Conversa\",\"Destaques\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/\",\"name\":\"Domingos Montagner conversa com a Regional - Revista Regional\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/08\\\/domongios_montagner.jpg\",\"datePublished\":\"2016-08-30T14:00:15+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-26T14:35:43+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/08\\\/domongios_montagner.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2016\\\/08\\\/domongios_montagner.jpg\",\"width\":160,\"height\":150},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2016\\\/08\\\/30\\\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Domingos Montagner conversa com a Regional\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Revista Regional\",\"description\":\"Salto - Itu - Indaituba\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\",\"name\":\"contato@revistaregional.com.br\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"contato@revistaregional.com.br\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/author\\\/contato@revistaregional.com.br\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Domingos Montagner conversa com a Regional - Revista Regional","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Domingos Montagner conversa com a Regional - Revista Regional","og_description":"Com olhar sedutor, talento e determina\u00e7\u00e3o, o ator de \u201cVelho Chico\u201d conquistou n\u00e3o s\u00f3 os grandes diretores da dramaturgia, mas principalmente o p\u00fablico feminino N\u00e3o faz muito tempo que Domingos Montagner encarou seu primeiro papel na televis\u00e3o. Sua estreia aconteceu em 2008, no seriado \u2018Mothern\u2019 no canal GNT. Em seguida foi escalado para \u2018For\u00e7a Tarefa\u2019 [&hellip;]","og_url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/","og_site_name":"Revista Regional","article_published_time":"2016-08-30T14:00:15+00:00","article_modified_time":"2024-01-26T14:35:43+00:00","og_image":[{"width":160,"height":150,"url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/domongios_montagner.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"contato@revistaregional.com.br","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"contato@revistaregional.com.br","Est. tempo de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/"},"author":{"name":"contato@revistaregional.com.br","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d"},"headline":"Domingos Montagner conversa com a Regional","datePublished":"2016-08-30T14:00:15+00:00","dateModified":"2024-01-26T14:35:43+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/"},"wordCount":2159,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/domongios_montagner.jpg","keywords":["Conversa"],"articleSection":["Conversa","Destaques"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/","name":"Domingos Montagner conversa com a Regional - Revista Regional","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/domongios_montagner.jpg","datePublished":"2016-08-30T14:00:15+00:00","dateModified":"2024-01-26T14:35:43+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/domongios_montagner.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/domongios_montagner.jpg","width":160,"height":150},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/08\/30\/domingos-montagner-conversa-com-a-regional\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Domingos Montagner conversa com a Regional"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#website","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/","name":"Revista Regional","description":"Salto - Itu - Indaituba","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d","name":"contato@revistaregional.com.br","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","caption":"contato@revistaregional.com.br"},"url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/author\/contato@revistaregional.com.br\/"}]}},"views":134,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8285","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8285"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8285\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11174,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8285\/revisions\/11174"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11173"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8285"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8285"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8285"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}