{"id":8055,"date":"2016-04-08T14:40:00","date_gmt":"2016-04-08T17:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=7875"},"modified":"2024-01-26T10:50:25","modified_gmt":"2024-01-26T13:50:25","slug":"uma-aventura-pelo-velho-chico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2016\/04\/08\/uma-aventura-pelo-velho-chico\/","title":{"rendered":"Uma aventura pelo Velho Chico"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_7889\" aria-describedby=\"caption-attachment-7889\" style=\"width: 277px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/11.jpg\" rel=\"attachment wp-att-7889\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-7889 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/11.jpg\" alt=\"\" width=\"277\" height=\"368\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-7889\" class=\"wp-caption-text\">Um dos muitos olhos d&#8217;\u00e1gua na nascente do Velho Chico<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"right\"><em>\u201c\u00c1gua que nasce na fonte serena do mundo e que abre um profundo grot\u00e3o\u201d (G.Arantes)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Ocorre que o S\u00e3o Francisco n\u00e3o nasce de uma fonte. Nasce de muitas. Como seria confuso para os turistas n\u00e3o ter um ponto exato de afloramento do mais brasileiro dos rios, cuidou-se de eleger um, dentre 153 olhos d\u2019\u00e1gua que brotam num cen\u00e1rio a 1.200 metros de altitude, na Serra da Canastra, sudoeste de Minas Gerais. Junto a ele se colocou um marco em pedra e uma imagem do santo que batizou o rio, porque foi num quatro de outubro que a expedi\u00e7\u00e3o de Andr\u00e9 Gon\u00e7alves e do florentino Am\u00e9rico Vesp\u00facio avistou a larga foz, no long\u00ednquo ano de 1501.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Numa paisagem que pode vir emoldurada por chuva fina e n\u00e9voa, entremeada com s\u00fabito clarear do sol, a \u00e1gua verte de in\u00fameros pontos, umedecendo o solo. Aos poucos, esses filetes modestos se v\u00e3o juntando e d\u00e3o origem ao caudal que s\u00f3 se desfar\u00e1 2.830 km al\u00e9m, depois de cruzar cinco Estados e se lan\u00e7ar no Atl\u00e2ntico, entre Alagoas e Sergipe. Muito antes, por\u00e9m, seu ber\u00e7o \u00e9 no parque nacional que abriga a serra em formato de cesta ou ba\u00fa, a Canastra, que outrora se usava para guardar os mais diversos bens. Na verdade, ao lado dessa serra, o parque tem outra, a da Babil\u00f4nia. Criado em 1972, tem 200 mil hectares, mas menos da metade dessa \u00e1rea j\u00e1 est\u00e1 regularizada. Mesmo assim, espalha-se por cinco munic\u00edpios e tem quatro portarias de acesso, com estradas de terra que v\u00e3o das transit\u00e1veis para autom\u00f3veis comuns \u00e0quelas que exigem tra\u00e7\u00e3o apropriada, sobretudo em \u00e9pocas de chuva.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">S\u00e3o trilhas para caminhadas, cachoeiras, piscinas naturais e imponentes pared\u00f5es rochosos. A Canastra tem a peculiaridade de se encontrar num ponto de transi\u00e7\u00e3o entre o final da Mata Atl\u00e2ntica e o in\u00edcio do cerrado, e sua fauna e flora refletem essa condi\u00e7\u00e3o. \u00c9 o <em>habitat <\/em>do lobo-guar\u00e1, do tamandu\u00e1-bandeira (f\u00e1cil de avistar), do veado campeiro, da ema. Santu\u00e1rio procurado por observadores de aves, estrangeiros em sua maioria. Com frequ\u00eancia, se flagram esp\u00e9cies como o sabi\u00e1 do campo, a coruja buraqueira, o gavi\u00e3o do rabo branco, o gavi\u00e3o carcar\u00e1, o inhambu e outras, mais arredias. Dentre as atra\u00e7\u00f5es, a mais procurada \u00e9 a sua maior cachoeira, a Casca d\u2019Anta, que despenca vertiginosa de 186 metros, na parte alta do parque, onde est\u00e3o as nascentes do S\u00e3o Francisco e de onde se avista a Babil\u00f4nia e a vastid\u00e3o verde abaixo. Para ver a Casca d\u2019Anta por baixo, o acesso \u00e9 outro, e \u00e9 imposs\u00edvel se aproximar sem sair molhado pelo borrifo poderoso de uma das mais altas cachoeiras do Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">As possibilidades de hospedagem se espalham pelos munic\u00edpios que contornam o parque. As melhores alternativas est\u00e3o em Vargem Bonita e S\u00e3o Roque de Minas, a capital da Canastra. Lugarejos pacatos que seguem mansos o compasso dos dias. Tranquilidade s\u00e1bia dos homens que, na pracinha central, jogam cartas, contam casos, ou simplesmente contemplam a vida a passar. O mais a fazer \u00e9, talvez, buscar hospedagem fora das cidades, em pequenas propriedades que, como a Fazendinha da Canastra, exp\u00f5em o desnudo esplendor da cozinha mineira, do fog\u00e3o a lenha, dos quitutes que repetem receitas de gera\u00e7\u00f5es a fio, de preciosidades que requerem calma para fazer e para comer.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No cap\u00edtulo da gastronomia, \u00e9 tamb\u00e9m o ber\u00e7o de um dos queijos mais famosos do pa\u00eds, o da Canastra, feito em in\u00fameras propriedades, um patrim\u00f4nio cultural. \u00c9 <em>seo <\/em>Zequinha, no Mirante da Natureza, quem concorda gentilmente em permitir o acesso ao ambiente zeloso da queijeira e contar um pouco da t\u00e9cnica de obter as varia\u00e7\u00f5es que v\u00e3o do queijo fresco, passando pelo meio curado at\u00e9 o curado, a depender dos dias em que as pe\u00e7as permane\u00e7am depositadas na alvura das prateleiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&nbsp;<strong><em>Velho Chico, vens de Minas \/ De onde o oculto do mist\u00e9rio se escondeu \/ Sei que o levas todo em ti, n\u00e3o me ensinas&nbsp; \/<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong><em>E eu sou s\u00f3, eu s\u00f3, eu s\u00f3, eu.&nbsp;&nbsp; (C. Veloso) <\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>&nbsp;<\/em>Visto o ber\u00e7o privilegiado, fica para tr\u00e1s o nascedouro para se perseguir o rumo norte, que toma o Velho Chico, pelas vastid\u00f5es do Planalto Central. S\u00e3o mais de 500 km e a percep\u00e7\u00e3o de que as \u00faltimas manchas de Mata Atl\u00e2ntica j\u00e1 ficaram longe. Firma-se a paisagem de \u00e1rvores de porte menor e galhos retorcidos, no solo de tons avermelhados do cerrado. Aqui e ali, perfilam-se os grupos de buritis, t\u00e3o presentes na obra de Guimar\u00e3es Rosa, sabedor daqueles caminhos, e do sem fim de utilidades das folhas, dos frutos e das fibras daquela palmeira para o povo que ocupou o Brasil Central: cobertura das casas, cestaria, vestu\u00e1rio, artesanato.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O destino \u00e9 Pirapora, onde tinha in\u00edcio a navega\u00e7\u00e3o do S\u00e3o Francisco por embarca\u00e7\u00f5es maiores. O rio ali se apresenta majestoso, um caudal de \u00e1gua castanha em cuja margem se estende a cidade. Pirapora (peixe que salta, em l\u00edngua ind\u00edgena) recebeu levas de garimpeiros, pequenos criadores de gado e aventureiros. O rio continua a ser o mais ilustre e poderoso morador. Incorpora-se ao cotidiano, mesmo estando, segundo me afirmam os pescadores, cerca de um metro baixo do que normalmente estaria. Mas, \u00e9 no longo cal\u00e7ad\u00e3o que segue pela borda da \u00e1gua que as fam\u00edlias se encontram, as crian\u00e7as brincam, os jovens namoram, os idosos caminham, os esportistas t\u00eam suas quadras, os bares e restaurantes se alinham. A cidade, de alguma forma, se acasala ao seu rio. Ali se prova o peixe na brasa e uma moqueca de surubim simplesmente irrepreens\u00edvel. E por ali se encontram os sorvetes com as frutas do cerrado, surpreendentes ante a mesmice dos sabores a que estamos habituados no Sudeste: o pequi, por exemplo, ou o araticum (aqui chamado cabe\u00e7a-de-negro), dentre uma vasta lista ex\u00f3tica.<\/p>\n<figure id=\"attachment_7890\" aria-describedby=\"caption-attachment-7890\" style=\"width: 277px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/5.jpg\" rel=\"attachment wp-att-7890\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-7890 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/5.jpg\" alt=\"\" width=\"277\" height=\"193\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-7890\" class=\"wp-caption-text\">A queda de 186 metros da Casca d&#8217;Anta<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: left;\">A navega\u00e7\u00e3o fluvial come\u00e7ou em 1871, mas ganhou corpo em 1902, com a chegada dos grandes vapores, os gaiolas, que a partir dali rumavam para a Bahia. \u00c9 um tempo que se foi h\u00e1 muitas d\u00e9cadas, embora outros barcos menores ainda naveguem por ali e rio abaixo. Dos grandes gaiolas restou uma testemunha, \u00fanica no mundo: o <em>Benjamin Guimar\u00e3es, <\/em>fabricado em 1913 nos Estados Unidos, e que navegou pelo rio Mississipi antes de vir desmontado ao Brasil, assim como outros vapores. Ele fazia o trajeto de 1.300 km at\u00e9 Juazeiro, na Bahia. O S\u00e3o Francisco era a via fluvial para quem vinha do Nordeste e, desembarcando em Pirapora, rumava para Belo Horizonte e o Rio de Janeiro. Hoje, o <em>Benjamin Guimar\u00e3es <\/em>faz um \u00fanico passeio semanal, aos domingos, para turistas. Tem tr\u00eas pisos distribu\u00eddos em 44 metros de comprimento e oito de largura, conservando as cabinas duplas, os banheiros e o bar que busca evocar uma \u00e9poca \u00e1urea.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">E, para n\u00e3o ficar tamb\u00e9m atr\u00e1s, luta a tradi\u00e7\u00e3o das carrancas, esculpidas em madeira, com fei\u00e7\u00f5es assustadoras. Elas seguiam na proa para afastar os esp\u00edritos ruins do rio, especialmente o Caboclo d\u2019\u00c1gua, que assombrava pescadores e navegantes, chegando a virar embarca\u00e7\u00f5es, na cren\u00e7a popular do M\u00e9dio S\u00e3o Francisco. No Mercado Municipal, encontro o vendedor que exp\u00f5e as pe\u00e7as produzidas por uma associa\u00e7\u00e3o dos carranqueiros, e que fala da dificuldade de preservar algo da tradi\u00e7\u00e3o. As carrancas, por\u00e9m, tiveram a sorte de encontrar um novo caminho, longe das \u00e1guas: s\u00e3o levadas a todo o pa\u00eds como pe\u00e7as de decora\u00e7\u00e3o para ambientes internos e externos. Sobrevivem, assim, criando um elo com o passado que se foi.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">De Pirapora, o Chico segue para Janu\u00e1ria e o Nordeste, algo atormentado por amea\u00e7as diversas: a devasta\u00e7\u00e3o das margens, o assoreamento do leito, o remanejo de suas \u00e1guas, as insanidades que o homem comete contra o planeta. Mas segue silencioso e profundo, como o olhar dos pescadores solit\u00e1rios que contemplam sua passagem, reconhecendo-se de alguma forma na calma impon\u00eancia do rio. O das \u00e1guas que, a despeito de tudo, alcan\u00e7am o oceano e, feito isso, visto tanto, servido tanto, arrematam-se silentes como em outro verso da can\u00e7\u00e3o citada ao in\u00edcio: <em>\u201cE sempre voltam humildes para o fundo da terra, para o fundo da terra\u201d. <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O ber\u00e7o sagrado, onde o novo e velho Chico est\u00e1 sempre a renascer.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&nbsp;<em>texto e fotos: Valderez Antonio Bergamo Silva<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>CONFIRA A GALERIA DE FOTOS DA VIAGEM<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">ngg_shortcode_0_placeholder<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201c\u00c1gua que nasce na fonte serena do mundo e que abre um profundo grot\u00e3o\u201d (G.Arantes) Ocorre que o S\u00e3o Francisco n\u00e3o nasce de uma fonte. Nasce de muitas. 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