{"id":735,"date":"2011-02-07T09:36:09","date_gmt":"2011-02-07T12:36:09","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=735"},"modified":"2024-01-26T09:47:15","modified_gmt":"2024-01-26T12:47:15","slug":"intolerancia-nao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/","title":{"rendered":"Intoler\u00e2ncia n\u00e3o!"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Casos de agress\u00f5es a homossexuais s\u00e3o registrados tamb\u00e9m em nossa regi\u00e3o e geram debate sobre o comportamento da sociedade<\/strong><\/em><\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-736\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x480.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-736\" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x480.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x480-150x150.jpg 150w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x480-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a>Nos \u00faltimos meses a m\u00eddia mostrou mais uma s\u00e9rie de casos de agress\u00e3o contra homossexuais, sendo dois deles na Avenida Paulista, S\u00e3o Paulo, no dia 14 de novembro, por volta das 6h30 da manh\u00e3. Em depoimento \u00e0 pol\u00edcia, o fot\u00f3grafo de 20 anos e o estudante de 19, disseram que estavam num ponto de t\u00e1xi, quando cinco jovens &#8211; quatro menores de idade &#8211; se aproximaram e come\u00e7aram a agredi-los. O fot\u00f3grafo conseguiu correr para uma esta\u00e7\u00e3o de metr\u00f4, enquanto o estudante foi espancado no local. O grupo tamb\u00e9m usou duas l\u00e2mpadas fluorescentes para agredir um rapaz de 23 anos que caminhava com um amigo pela avenida. Segundo os policiais, a motiva\u00e7\u00e3o para os ataques teria sido preconceito sexual.<\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio anual divulgado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), cerca de 200 homossexuais foram assassinados durante o ano de 2009 no Brasil, ou seja, a cada dois dias um homossexual morre v\u00edtima de viol\u00eancia, situa\u00e7\u00e3o esta recorrente no mundo todo e ainda distante de chegar ao fim. Isso porque, como explica Moacir Rodrigues de Mendon\u00e7a, delegado de pol\u00edcia titular de Salto, muitas v\u00edtimas de intoler\u00e2ncia sexual sentem vergonha de denunciar ou registrar boletins de ocorr\u00eancia, o que favorece o crime. \u201cN\u00e3o denunciar faz com que as agress\u00f5es aumentem diante da certeza de impunidade por parte dos agressores\u201d, afirma Mendon\u00e7a, considerando ainda a necessidade de ser criado um n\u00facleo policial espec\u00edfico para atendimento de GLBT (gays, l\u00e9sbicas, bissexuais e transexuais). \u201c\u00c0s vezes um homo chega para falar com um policial e n\u00e3o recebe a devida aten\u00e7\u00e3o, assim como acontecia com as mulheres agredidas, antes de ser criada a Delegacia da Mulher\u201d, compara.<\/p>\n<p>Ao optar pelo sil\u00eancio para preservar a identidade sexual e evitar coment\u00e1rios, muitas v\u00edtimas de agress\u00e3o ficam fora das estat\u00edsticas, como \u00e9 o caso do cabeleireiro conhecido como \u201cSamantha L.\u201d, 21 anos. Quando voltava de um clube, h\u00e1 quatro anos, ele aceitou carona de um colega e, dentro do carro, sob amea\u00e7a de agress\u00e3o foi obrigado a praticar rela\u00e7\u00f5es sexuais. \u201cAl\u00e9m dele havia outro rapaz&#8230; Foi muito ruim! A gente se sente culpada, suja&#8230; Fiquei muito tempo sem sair de casa, com medo do caso se repetir. Mas eu j\u00e1 superei isso, gra\u00e7as a Deus\u201d, desabafa.<\/p>\n<p>Para Mendon\u00e7a, \u201cos agressores s\u00e3o covardes e geralmente agem em grupo\u201d. Ao sair de uma choperia \u00e0 noite, j\u00e1 pr\u00f3ximo de sua casa A.R.F, 26 anos, conta que foi surpreendido por dois indiv\u00edduos que estavam numa moto e passaram efetuando v\u00e1rios disparos contra ele, dos quais dois o atingiram no abd\u00f4men. Baleado, o jovem correu at\u00e9 um ponto de taxistas, mas teve ajuda negada, sendo socorrido por policiais militares 15 minutos depois. Ele passou por uma cirurgia de reconstru\u00e7\u00e3o do intestino e ainda hoje tenta esquecer o pesadelo, ocorrido h\u00e1 dois anos. O laudo policial concluiu que A.R.F. foi confundido com outro travesti, mas o jovem acredita que o ato criminoso tenha sido um protesto devido \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o desse grupo no local.<\/p>\n<p>\u201cNuma sociedade homof\u00f3bica, a gente ouve coment\u00e1rios: Ah, facilitou! Mas o fato de usar uma roupa e ter uma prefer\u00eancia sexual n\u00e3o autoriza as pessoas a serem agressivas com as outras!\u201d, defende Aparecida Elmi Barnab\u00e9, psic\u00f3loga do Ambulat\u00f3rio DST &#8211; Aids de Salto, acrescentando ainda que, ao ser penalizado todo agressor deveria de ter acompanhamento psicol\u00f3gico &#8211; o que n\u00e3o acontece. \u201cA v\u00edtima \u00e9 sempre encaminhada para tratamento, j\u00e1 o agressor se revolta ainda mais, porque n\u00e3o esperava ser punido\u201d, afirma, dizendo ainda que o conhecimento seja a principal bandeira contra a homofobia. \u201cN\u00e3o \u00e9 porque um menino usa uma camisa rosa ou uma menina joga futebol que eles ser\u00e3o homossexuais. As diferen\u00e7as precisam ser abordadas em casa e nas escolas desde a inf\u00e2ncia, atrav\u00e9s de livros did\u00e1ticos\u201d, analisa.<\/p>\n<p>Segundo a psic\u00f3loga, ao agredir verbal ou fisicamente um homossexual a pessoa est\u00e1 lidando com a pr\u00f3pria homossexualidade. J\u00e1 Samantha refor\u00e7a a tese dizendo que \u201co homem bem resolvido, o que sabe o que quer da vida, n\u00e3o tem preconceito. Ele pode n\u00e3o concordar com o tipo de vida que a pessoa leva, mas n\u00e3o demonstra\u201d.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Conhecimento evita homofobia<\/strong><\/p>\n<p>Muito se discute a respeito, no entanto nada \u00e9 feito para que cessem as agress\u00f5es a homossexuais. Mas, seria este tipo de comportamento homof\u00f3bico uma doen\u00e7a? Afinal, o que \u00e9 homofobia? De acordo com Cristina Lasaitis, pesquisadora biom\u00e9dica do departamento de psicobiologia da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp), na psicologia social ainda existe muita discuss\u00e3o sobre a adequa\u00e7\u00e3o do termo \u201chomofobia\u201d, pois \u201cfobia\u201d \u00e9 uma designa\u00e7\u00e3o patol\u00f3gica, embora a homofobia n\u00e3o seja uma doen\u00e7a e nem tenha rela\u00e7\u00e3o com as fobias t\u00edpicas. \u201cAdequado ou n\u00e3o, foi o termo que se canonizou na cultura corrente, e \u00e9 usado para designar sentimentos, pensamentos e atitudes negativas contra a homossexualidade ou os homossexuais &#8211; nisso inclui-se o preconceito e a discrimina\u00e7\u00e3o\u201d, explica.<\/p>\n<p>Segundo a pesquisadora, a homofobia pode estar fundamentada na express\u00e3o de valores de determinadas cren\u00e7as e religi\u00f5es; pode ser um comportamento refor\u00e7ado pelo grupo social ao qual a pessoa pertence e ainda estar relacionada ao fato de a pessoa n\u00e3o conviver nem conhecer homossexuais pessoalmente, ou ter tido uma m\u00e1 experi\u00eancia com um homossexual e generalizado o seu desagrado para todo o grupo. Pode tamb\u00e9m ser um modo de afirmar o seu papel social ou de g\u00eanero &#8211; no caso dos homens, associado \u00e0 ideia da virilidade -, assim como assegurar a sua reputa\u00e7\u00e3o dentro do grupo, ou at\u00e9 mesmo uma resposta contra inseguran\u00e7as a respeito da pr\u00f3pria sexualidade. \u201cO principal meio de aquisi\u00e7\u00e3o \u00e9 o aprendizado social, que geralmente come\u00e7a na inf\u00e2ncia. H\u00e1 estudos que mostram que crian\u00e7as a partir dos quatro anos j\u00e1 respondem a normas sociais aprendidas. E basta entrar numa escola para entender que a homofobia j\u00e1 se expressa entre as crian\u00e7as; e n\u00e3o \u00e9 raro que seja tamb\u00e9m demonstrada por professores e outros funcion\u00e1rios. Naturalmente, a escola, a fam\u00edlia e a socializa\u00e7\u00e3o entre as crian\u00e7as s\u00e3o o primeiro contato e refor\u00e7o do preconceito\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Comportamento de defesa<\/strong><\/p>\n<p>Na mente do agressor homof\u00f3bico ocorre um fen\u00f4meno chamado \u201cdesumaniza\u00e7\u00e3o\u201d. \u201cPara ele, o homossexual \u00e9 menos do que uma pessoa, algu\u00e9m &#8211; ou algo &#8211; inferior e menos digno de direitos. Logo, na cabe\u00e7a desse agressor, bater em um gay n\u00e3o \u00e9 o mesmo que bater em uma pessoa\u201d, revela a pesquisadora Cristina Lasaitis, dizendo ainda que essa vis\u00e3o distorcida para com o outro encoraja o comportamento agressivo.<\/p>\n<p>Existem fatores que s\u00e3o correlacionados \u00e0 maior probabilidade de se ter preconceito contra homossexuais, por exemplo: \u201cSer homem, mais velho, ter baixa escolaridade, ser morador de \u00e1reas rurais, ter frequ\u00eancia ass\u00eddua a cultos religiosos e alta ades\u00e3o a religi\u00f5es, ter orienta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica conservadora\u201d, aponta, fazendo a ressalva de que \u201cn\u00e3o significa que pessoas com esses perfis se tornar\u00e3o agressoras\u201d. A intoler\u00e2ncia em seu est\u00e1gio mais avan\u00e7ado, segundo ela, pode partir tanto de agressores contumazes como os skinheads, quanto de grupos de jovens a fim de espancar por \u201cdivers\u00e3o\u201d, a exemplo da recente viol\u00eancia na Avenida Paulista.<\/p>\n<p>Sensibilizada pelos casos de intoler\u00e2ncia sexual, Cristina Lasaitis decidiu abordar o tema \u201cAspectos afetivos e cognitivos da homofobia no contexto brasileiro \u2013 Um estudo psicofisiol\u00f3gico\u201d, em sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado pela Unifesp, conclu\u00edda em 2009. O objetivo da pesquisa foi o de estudar como pessoas reagem emocionalmente frente a imagens de conte\u00fado sexual &#8211; incluindo heterossexual, gay e l\u00e9sbico &#8211; e comparar as respostas:<\/p>\n<p>1) entre homens e mulheres<\/p>\n<p>2) entre homo\/bissexuais e heterossexuais<\/p>\n<p>3) entre heterossexuais que se declaram sem preconceito versus heterossexuais que declaram dist\u00e2ncia social a gays e\/ou l\u00e9sbicas.<\/p>\n<p>Dividida em dois momentos, a primeira etapa da pesquisa contou com 448 volunt\u00e1rios, recrutados em sala de aula nas universidades, que assistiram a uma apresenta\u00e7\u00e3o de imagens emocionais variadas, como paisagens, animais, objetos, cenas tr\u00e1gicas, e tamb\u00e9m de casais homo e heterossexuais em diversas situa\u00e7\u00f5es. \u201cEles declararam como se sentiam frente a cada imagem marcando as respostas em uma escala de emo\u00e7\u00e3o nas dimens\u00f5es prazer, alerta e domin\u00e2ncia\u201d, explica. Nessa etapa, os volunt\u00e1rios n\u00e3o foram divididos por orienta\u00e7\u00e3o sexual, e os resultados serviram para padronizar as imagens do estudo e comparar as respostas entre as amostras brutas de homens e mulheres.<\/p>\n<p>J\u00e1 a segunda etapa foi mais aprofundada e contou com apenas 39 volunt\u00e1rios (18 homens, sendo nove heterossexuais e nove homo\/bissexuais; 21 mulheres &#8211; dez heterossexuais e 11 homo\/bissexuais), que passaram por sess\u00f5es individuais de aproximadamente uma hora, nas quais assistiram a uma apresenta\u00e7\u00e3o de 40 imagens, relatando como se sentiam frente a cada uma, conforme as escalas de prazer, alerta e domin\u00e2ncia. Ao passo que assistiam as imagens, eram feitas medidas fisiol\u00f3gicas, como n\u00edvel de suor da pele, atividade dos m\u00fasculos faciais, temperatura corp\u00f3rea, que davam informa\u00e7\u00f5es complementares sobre o estado emocional da pessoa. Por fim, comparou-se as respostas emocionais para as categorias de imagem (casais gays, l\u00e9sbicas e heterossexuais) e entre os grupos divididos por sexo, orienta\u00e7\u00e3o sexual e dist\u00e2ncia social a gays e l\u00e9sbicas.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora, dentre as conclus\u00f5es mais interessantes, h\u00e1 a diferen\u00e7a entre os sexos. \u201cOs homens heterossexuais responderam, em m\u00e9dia, muito negativamente a imagens de casais gays, mostrando que neles a homofobia \u00e9 forte e voltada contra homens gays. J\u00e1 as mulheres heterossexuais t\u00eam rea\u00e7\u00f5es de desagrado mais leves e inespec\u00edficas contra gays e l\u00e9sbicas\u201d, explica a pesquisadora, acrescentando que \u201cos volunt\u00e1rios declaravam sentimentos de baixa domin\u00e2ncia frente a casais do outro grupo, ou seja, sentiam-se mais submissos, acuados\u201d. \u201cIsso foi m\u00fatuo entre os grupos hetero e homo\/bissexual, significa que as pessoas ficam mais receosas perante um grupo diferente do delas. Exemplos de sentimentos de baixa domin\u00e2ncia s\u00e3o medo e vergonha, o que sugere um comportamento defensivo por tr\u00e1s da homofobia. Ademais, heterossexuais que declaram algum n\u00edvel de dist\u00e2ncia social a gays e l\u00e9sbicas se mostraram menos receptivos a fotografias er\u00f3ticas em geral, incluindo de casais heterossexuais\u201d, conclui.<\/p>\n<p><strong>Direitos e conquistas<\/strong><\/p>\n<p>Mesmo expostos aos riscos da vida noturna, muitos GLBT consideram a \u2018profiss\u00e3o do sexo\u2019 como o caminho \u201cmais f\u00e1cil\u201d para conseguir o sustento, j\u00e1 que s\u00e3o recusados em empresas e outros ambientes de trabalho, situa\u00e7\u00e3o essa que pode ganhar novo rumo com a aprova\u00e7\u00e3o do Projeto de Lei Complementar 122\/06, que constitui a homofobia um crime sujeito a penalidades. \u201cArt. 4\u00ba Praticar o empregador ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta. Pena: reclus\u00e3o de dois a cinco anos\u201d. Veja na \u00edntegra: <a href=\"http:\/\/www.senado.gov.br\/noticias\/opiniaopublica\/pdf\/PLC122.pdf\">www.senado.gov.br\/noticias\/opiniaopublica\/pdf\/PLC122.pdf<\/a> .<\/p>\n<p>\u201cEm primeiro lugar, a aprova\u00e7\u00e3o do PLC 122\/2006, que criminaliza a homofobia, \u00e9 um passo fundamental, pois lan\u00e7a bases legais para o combate \u00e0 homofobia nos mesmos moldes como foi criminalizado o racismo no Brasil. Al\u00e9m do mais, seria um posicionamento important\u00edssimo por parte do Estado, tendo em vista que instituir sobre a homofobia o r\u00f3tulo de \u2018crime\u2019 gera uma press\u00e3o simb\u00f3lica e pragm\u00e1tica para reprimir atos de discrimina\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia. E paralelamente, tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio agir no campo simb\u00f3lico, desconstruindo o tabu que se criou em torno da homossexualidade\u201d, avalia Cristina Lasaitis.<\/p>\n<p>\u201cEssa \u00e9 uma tarefa, sobretudo, para a educa\u00e7\u00e3o, a cultura e a comunica\u00e7\u00e3o. \u00c9 necess\u00e1rio educar e informar a popula\u00e7\u00e3o, desmistificar os estere\u00f3tipos que se criou sobre gays e l\u00e9sbicas, incluir a homossexualidade de forma natural no repert\u00f3rio cultural e cotidiano da sociedade brasileira, e criar um movimento pr\u00f3-conviv\u00eancia, inserindo a ideia de que homossexuais s\u00e3o pessoas do conv\u00edvio, atuando pela inclus\u00e3o social. Outra forma efetiva de combater a homofobia \u00e9 tamb\u00e9m combater o machismo, pois essas duas esferas do preconceito est\u00e3o intimamente relacionadas\u201d, conclui.<\/p>\n<p><strong>MAIS: <\/strong><em>Disque-den\u00fancia: 181<\/em><\/p>\n<p><strong>texto: Valdenir Apollo<\/strong><\/p>\n<p><strong>foto: Microfoto<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Casos de agress\u00f5es a homossexuais s\u00e3o registrados tamb\u00e9m em nossa regi\u00e3o e geram debate sobre o comportamento da sociedade Nos \u00faltimos meses a m\u00eddia mostrou mais uma s\u00e9rie de casos de agress\u00e3o contra homossexuais, sendo dois deles na Avenida Paulista, S\u00e3o Paulo, no dia 14 de novembro, por volta das 6h30 da manh\u00e3. Em depoimento [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":741,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[3,5],"tags":[526],"class_list":["post-735","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-reporter-regional","tag-reporter"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Intoler\u00e2ncia n\u00e3o! - Revista Regional<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Intoler\u00e2ncia n\u00e3o! - Revista Regional\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Casos de agress\u00f5es a homossexuais s\u00e3o registrados tamb\u00e9m em nossa regi\u00e3o e geram debate sobre o comportamento da sociedade Nos \u00faltimos meses a m\u00eddia mostrou mais uma s\u00e9rie de casos de agress\u00e3o contra homossexuais, sendo dois deles na Avenida Paulista, S\u00e3o Paulo, no dia 14 de novembro, por volta das 6h30 da manh\u00e3. Em depoimento [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista Regional\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2011-02-07T12:36:09+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-01-26T12:47:15+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x4801.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"640\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"412\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"contato@revistaregional.com.br\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"contato@revistaregional.com.br\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"contato@revistaregional.com.br\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\"},\"headline\":\"Intoler\u00e2ncia n\u00e3o!\",\"datePublished\":\"2011-02-07T12:36:09+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-26T12:47:15+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/\"},\"wordCount\":2109,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2011\\\/02\\\/rep-regional-gay-640x4801.jpg\",\"keywords\":[\"Rep\u00f3rter\"],\"articleSection\":[\"Destaques\",\"Rep\u00f3rter\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/\",\"name\":\"Intoler\u00e2ncia n\u00e3o! - Revista Regional\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2011\\\/02\\\/rep-regional-gay-640x4801.jpg\",\"datePublished\":\"2011-02-07T12:36:09+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-26T12:47:15+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2011\\\/02\\\/rep-regional-gay-640x4801.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2011\\\/02\\\/rep-regional-gay-640x4801.jpg\",\"width\":\"640\",\"height\":\"412\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/02\\\/07\\\/intolerancia-nao\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Intoler\u00e2ncia n\u00e3o!\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Revista Regional\",\"description\":\"Salto - Itu - Indaituba\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\",\"name\":\"contato@revistaregional.com.br\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"contato@revistaregional.com.br\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/author\\\/contato@revistaregional.com.br\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Intoler\u00e2ncia n\u00e3o! - Revista Regional","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Intoler\u00e2ncia n\u00e3o! - Revista Regional","og_description":"Casos de agress\u00f5es a homossexuais s\u00e3o registrados tamb\u00e9m em nossa regi\u00e3o e geram debate sobre o comportamento da sociedade Nos \u00faltimos meses a m\u00eddia mostrou mais uma s\u00e9rie de casos de agress\u00e3o contra homossexuais, sendo dois deles na Avenida Paulista, S\u00e3o Paulo, no dia 14 de novembro, por volta das 6h30 da manh\u00e3. Em depoimento [&hellip;]","og_url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/","og_site_name":"Revista Regional","article_published_time":"2011-02-07T12:36:09+00:00","article_modified_time":"2024-01-26T12:47:15+00:00","og_image":[{"width":640,"height":412,"url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x4801.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"contato@revistaregional.com.br","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"contato@revistaregional.com.br","Est. tempo de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/"},"author":{"name":"contato@revistaregional.com.br","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d"},"headline":"Intoler\u00e2ncia n\u00e3o!","datePublished":"2011-02-07T12:36:09+00:00","dateModified":"2024-01-26T12:47:15+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/"},"wordCount":2109,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x4801.jpg","keywords":["Rep\u00f3rter"],"articleSection":["Destaques","Rep\u00f3rter"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/","name":"Intoler\u00e2ncia n\u00e3o! - Revista Regional","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x4801.jpg","datePublished":"2011-02-07T12:36:09+00:00","dateModified":"2024-01-26T12:47:15+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x4801.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/rep-regional-gay-640x4801.jpg","width":"640","height":"412"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/02\/07\/intolerancia-nao\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Intoler\u00e2ncia n\u00e3o!"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#website","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/","name":"Revista Regional","description":"Salto - Itu - Indaituba","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d","name":"contato@revistaregional.com.br","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","caption":"contato@revistaregional.com.br"},"url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/author\/contato@revistaregional.com.br\/"}]}},"views":86,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/735","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=735"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/735\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":742,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/735\/revisions\/742"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/741"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=735"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=735"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=735"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}