{"id":6776,"date":"2015-03-31T14:48:04","date_gmt":"2015-03-31T17:48:04","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=6776"},"modified":"2024-01-26T11:36:04","modified_gmt":"2024-01-26T14:36:04","slug":"regina-duarte-em-entrevista-especial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2015\/03\/31\/regina-duarte-em-entrevista-especial\/","title":{"rendered":"Regina Duarte em entrevista especial"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_6778\" aria-describedby=\"caption-attachment-6778\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/conversa-regina.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6778\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6778 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/conversa-regina.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"256\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/conversa-regina.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/conversa-regina-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6778\" class=\"wp-caption-text\">Regina fala de sua nova personagem na TV e tamb\u00e9m do futuro como diretora teatral<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"center\"><em>No m\u00eas de anivers\u00e1rio, Revista Regional traz uma entrevista especial com a atriz que \u00e9 um dos maiores \u00edcones da hist\u00f3ria da TV. Nela, Regina conta que pretende consolidar sua carreira como diretora teatral e fala ainda do desafio de viver uma l\u00e9sbica em \u201cSete Vidas\u201d, novela das seis<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Com mais de 50 anos de carreira, Regina Duarte, que j\u00e1 interpretou personagens marcantes na TV, como a Vi\u00fava Porcina de \u201cRoque Santeiro\u201d, encontrou na dire\u00e7\u00e3o seu caminho para continuar na dramaturgia. \u201cH\u00e1 muito tempo eu pensava no meu futuro e imaginava tendo que me despedir da minha fun\u00e7\u00e3o de atriz. Ou por alguma dificuldade de memorizar um texto ou f\u00edsica de n\u00e3o ter a mesma desenvoltura em cena, que um ator precisa ter. Hoje eu j\u00e1 sei. Posso ficar sentadinha, gritando, regendo essa garotada toda. Minha alegria \u00e9 multiplicada\u201d, diz a atriz, que pretende futuramente dedicar-se muito mais ao teatro do que \u00e0 televis\u00e3o. Prova disso \u00e9 o grupo \u201cFazendo Drama\u201d, que foi criado h\u00e1 um ano, no qual ela conta com um grupo de estudos de dramaturgia e interpreta\u00e7\u00e3o de textos. \u201c\u00c9 o desejo de estar sempre correndo atr\u00e1s de novos aprendizados e propondo desafios\u201d, explica ela, que j\u00e1 escolheu 18 textos para dirigir, um em sequ\u00eancia do outro, e a nova novela, \u201cSete Vidas\u201d, na qual far\u00e1 pela primeira vez uma homossexual. \u201c\u00c9 uma mulher muito interessante, inteligente, articulada e vivida. Ela foi casada com uma mulher que morre na trama. H\u00e1 30 anos ela fez insemina\u00e7\u00e3o artificial e teve g\u00eameos. \u00c9 uma hist\u00f3ria de fam\u00edlia\u201d. Nesta entrevista especial, em comemora\u00e7\u00e3o aos 12 anos de Revista Regional, Regina fala do futuro e os novos desafios.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>\u00a0REVISTA REGIONAL: Sua personagem na novela \u201cSete Vidas\u201d j\u00e1 criou expectativa por ser l\u00e9sbica&#8230;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">REGINA DUARTE: \u00c9 uma mulher muito interessante, inteligente, articulada, experiente. Que vive sozinha, mas feliz da vida com os filhos e os netos. Ela foi casada com uma mulher que morre na trama. H\u00e1 30 anos ela fez insemina\u00e7\u00e3o artificial e teve g\u00eameos. Na novela ela vai conhecer o homem, que no caso \u00e9 o pai biol\u00f3gico dos filhos dela. \u00c9 uma hist\u00f3ria de fam\u00edlia. Ela est\u00e1 aberta para o amor, seja com homem ou mulher. Na verdade vai surgir algo na vida dela at\u00e9 o final da novela. N\u00f3s estamos nos preparando seriamente para poder interpretar muito bem todos os pap\u00e9is.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>O tema homossexualismo est\u00e1 cada vez mais presente na televis\u00e3o. Como voc\u00ea enxerga essas mudan\u00e7as na dramaturgia?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00c9 normal, mas \u00e9 preciso cuidado para n\u00e3o ficar exagerado, porque pode perder a credibilidade. At\u00e9 certo ponto \u00e9 saud\u00e1vel. Ficar excessivamente batendo na mesma tecla \u00e9 exagero. Ser homossexual \u00e9 legal. J\u00e1 estou cansada de saber que \u00e9 legal, porque n\u00e3o seria? Parece at\u00e9 que n\u00e3o acredita no que est\u00e1 sendo dito n\u00e9?!<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Mesmo envolvida com teatro, voc\u00ea recebeu o convite para fazer a novela. Como aconteceu?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No per\u00edodo em que eu estava ensaiando a pe\u00e7a [A Volta Para Casa], a TV Globo me chamou para fazer as primeiras leituras da novela [Sete Vidas] em que as grava\u00e7\u00f5es come\u00e7aram no in\u00edcio do ano. Eu era louca para fazer esse personagem e trabalhar com a L\u00edcia Manzo, uma autora que admiro muito, e est\u00e1 escrevendo uma bel\u00edssima novela. O diretor Jayme [Monjardim] tinha que iniciar as primeiras cenas na Patag\u00f4nia. Como \u00e9 de praxe as novelas come\u00e7am sempre com uma viagem fora do pa\u00eds ou em outro lugar que n\u00e3o seja o local onde a novela se passa. Ele quis come\u00e7ar ainda em outubro as leituras com o elenco. Nesse per\u00edodo foi uma loucura. Eu ensaiava com o pessoal do teatro at\u00e9 1h30 da manh\u00e3, dormia algumas horas, acordava \u00e0s 7h, pegava o avi\u00e3o, e das 10h \u00e0s 17h fazia leitura com a equipe da novela e voltava correndo para os ensaios. Quem j\u00e1 se apaixonou sabe como \u00e9. N\u00f3s n\u00e3o sentimos sono e nem fome. Somos capazes de passar um m\u00eas sem dormir e comer, s\u00f3 alimentado pela paix\u00e3o. Voc\u00ea n\u00e3o sabe o que est\u00e1 perdendo. \u00c9 \u00f3timo! Depois recupera tudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>No teatro [A Volta Para Casa] voc\u00ea viveu pela segunda vez a experi\u00eancia na dire\u00e7\u00e3o. Normalmente como \u00e9 o processo de pesquisa e como surgiu essa vontade de trabalhar como diretora? Ali\u00e1s, voc\u00ea j\u00e1 tem novos projetos no teatro para 2015?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Desde muito cedo tive sempre grandes prazeres com aprender, descobrir, redescobrir, inventar e reinventar gente, natureza humana e tamb\u00e9m fatias de sonho e poesia que continua sendo meu playground. Sem o encanto do aprender, a vida perde, pra mim, toda a gra\u00e7a. Aprendo, uma vez mais, que gosto mesmo \u00e9 de estar junto com o ator. Sou louca de paix\u00e3o por este ser que se traveste camale\u00e3o, diante de toda rubrica de inten\u00e7\u00f5es. Aprendo ainda a apreciar o jeito vigoroso e desencanado desses atores abertos de corpo e alma para o jogo do tablado. Na companhia deles sou levada a olhar para a sombra insidiosa do terrorismo que se agiganta, disseminando bestialidade e sandice por toda parte. O processo de pesquisa \u00e9 um grupo de pessoas que est\u00e3o interessadas em estudar a dramaturgia e a interpreta\u00e7\u00e3o, procurando melhorar a qualidade de suas performances. Lemos muitos textos, eu pelo menos devo ter lido uns 70. Alguns n\u00e3o cheguei at\u00e9 o final, confesso que me desinteressava, outros eu devorei. No total elegi 18 textos. Quero ficar viva para pelo menos conseguir mont\u00e1-los. Fica de olho anjo da guarda (risos). Quero partilhar esses extraordin\u00e1rios trabalhos com quem acompanha a minha carreira e o meu trabalho. Conto com um grupo [Fazendo Drama] maravilhoso para interpret\u00e1-los. Vamos fazer um, em sequ\u00eancia do outro. No come\u00e7o do ano tiramos umas f\u00e9rias e recome\u00e7amos os encontros e as pesquisas. \u00c9 um trabalho de garimpar qualidade na dramaturgia nacional e internacional. \u201cRaimunda, Raimunda\u201d [2013] foi meu primeiro espet\u00e1culo como diretora. Fiquei muito feliz dirigindo. \u00c9 bonito acompanhar o processo de um ator, desde a primeira leitura at\u00e9 a aquisi\u00e7\u00e3o que ele vai fazendo para o personagem. Ele floresce do conhecimento, entendimento, da proposta teatral que \u00e9 lindo de acompanhar. Realmente cheguei a chorar de alegria e de emo\u00e7\u00e3o no dia da nossa pr\u00e9-estreia, onde pela primeira vez pude v\u00ea-los em cena. Essa alegria \u00e9 incompar\u00e1vel e posso dizer que hoje \u00e9 maior do que estar em cena. Dirigir \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o grande que se multiplica pelo n\u00famero de pessoas em equipe. A emo\u00e7\u00e3o de dirigir essa sinfonia \u00e9 um prazer inenarr\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>A gente sabe que voc\u00ea est\u00e1 na novela \u201cSete Vidas\u201d, mas podemos esperar uma Regina Duarte muito mais diretora do que atriz?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Com certeza! H\u00e1 muito tempo eu pensava no meu futuro e imaginava tendo que me despedir da minha fun\u00e7\u00e3o de atriz. Ou por alguma dificuldade de memorizar um texto ou f\u00edsica de n\u00e3o ter a mesma desenvoltura em cena, que um ator precisa ter. Eu j\u00e1 sei disso. Dava-me uma dor no cora\u00e7\u00e3o e eu dizia \u201cPara onde eu vou? O que vou fazer?\u201d. Hoje eu j\u00e1 sei. Posso ficar sentadinha, gritando, regendo essa garotada toda. \u00c9 uma del\u00edcia, \u00e9 ador\u00e1vel! Minha alegria \u00e9 multiplicada. Desde o ano passado venho pensando numa maneira de investigar, como n\u00f3s artistas e autores, podemos contribuir para novas aquisi\u00e7\u00f5es para acrescentar qualidade nas programa\u00e7\u00f5es de teatro e televis\u00e3o. \u00c9 o desejo de estar sempre correndo atr\u00e1s de novos aprendizados e propondo desafios.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Como voc\u00ea escolheu trabalhar o texto de um romeno [Mat\u00e9i Visniec] nesta \u00faltima pe\u00e7a [A Volta Para Casa]? O que mais te chamou a aten\u00e7\u00e3o nesse texto?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Conheci esse escritor em Curitiba e fiquei apaixonada. Primeira coisa que fiz quando cheguei a S\u00e3o Paulo, foi correr para uma livraria e comprar todos os livros deles. Uma pilha de livros. Gra\u00e7as a Deus algu\u00e9m de muito bom gosto e muita intelig\u00eancia teve a lucidez de traduzir e publicar no Brasil. No texto falamos sobre guerra, que n\u00e3o \u00e9 uma disputa sobre o certo e o errado. \u00c9 uma disputa entre dois certos. Profundo n\u00e9?! As pessoas fazem guerra para provar que est\u00e3o certas. \u00c9 interessante. Num stand up voc\u00ea ri do come\u00e7o ao fim. Leva para a casa e certamente tira uma s\u00e9rie de reflex\u00f5es importantes. Estamos falando de uma guerra interna do ser humano. Todos n\u00f3s travamos com o nosso ego a vontade de impor o que n\u00f3s achamos certo ao outro que pensa diferente da gente. Essa grande guerra tem que ser combatida sempre. N\u00e3o posso guerrear com o outro s\u00f3 por pensar diferente. Esse \u00e9 o princ\u00edpio da democracia e do conv\u00edvio saud\u00e1vel no mundo. Caso contr\u00e1rio, estar\u00edamos ferrados.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Quais s\u00e3o as diferen\u00e7as que voc\u00ea percebe quando est\u00e1 dirigindo e quando est\u00e1 atuando? Com o personagem voc\u00ea mergulha num universo, mas quando est\u00e1 dirigindo \u00e9 um olhar de fora.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00c9 lindo \u00e9 prazeroso fazer parte da obra que est\u00e1 sendo ensinada, part\u00edcula por part\u00edcula. Sinto-me em cena com eles. Aprendi que todo ator tem que conhecer todos os personagens da trama. Trabalhamos com rod\u00edzio de personagens. Todo mundo precisa ver o espet\u00e1culo e a pe\u00e7a de todos os \u00e2ngulos. N\u00e3o s\u00f3 do seu personagem, porque ele n\u00e3o existe sozinho. Isso \u00e9 o que vai impactar o p\u00fablico. Esse \u00e9 entendimento da mensagem que o texto tem a propor.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Quando est\u00e1 dirigindo voc\u00ea \u00e9 uma pessoa detalhista, cr\u00edtica consigo mesma? Costuma fazer uma avalia\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em princ\u00edpio, sempre digo para a minha equipe que convic\u00e7\u00e3o e atitude \u00e9 tudo. Procuro cultivar em mim, as intui\u00e7\u00f5es que tive em rela\u00e7\u00e3o a esse texto, que s\u00e3o corretas porque s\u00e3o as que eu tenho. N\u00e3o adianta eu ficar sonhando com a perfei\u00e7\u00e3o, com ideias geniais, ou desejando colocar tudo que sei, tudo que j\u00e1 vi em teatro, num espet\u00e1culo. Aprendi com o Paulo Jos\u00e9. Todo espet\u00e1culo tem o seu limite de criatividade. N\u00e3o adianta querer colocar tudo que \u00e9 lindo num espet\u00e1culo por que corro o risco de desvalorizar detalhes importantes. Ele tem o seu tamanho. Alguns dias antes da pr\u00e9-estreia, entrei em curto circuito. Fiquei muito mal porque duvidei da minha dire\u00e7\u00e3o e de tudo que eu estava vivendo. N\u00e3o sabia porqu\u00ea e nem por onde ir. Deu-me uma profunda ang\u00fastia e uma noite inteira de ins\u00f4nia. Gosto de contar porque acho importante. No meio do caf\u00e9 da manh\u00e3 me questionei e procurei entender porque eu tinha escolhido aquela pe\u00e7a. Comecei a me questionar. Porque estou nessa roubada? Naquele momento me parecia uma roubada. Olha a responsabilidade. Precisei voltar para o in\u00edcio, para poder entender os porqu\u00eas. N\u00e3o foi \u00e0 toa. Comecei a relembrar e foi quando entendi que caminho eu deveria seguir. Cheguei no ensaio nova e pronta. Hoje n\u00e3o tenho nenhuma d\u00favida. Sei que algu\u00e9m pode dizer que est\u00e1 tudo errado, que n\u00e3o gosta disso ou daquilo. \u00c9 um direito de julgamento que todo o p\u00fablico tem, mas eu tenho absoluta convic\u00e7\u00e3o que este espet\u00e1culo foi feito dentro das medidas que inclui tempo de prepara\u00e7\u00e3o, amadurecimento, pesquisa e confec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Voc\u00ea \u00e9 uma das atrizes mais antigas da televis\u00e3o brasileira e do teatro tamb\u00e9m, mas o que mudou na maneira de se fazer teatro para os dias atuais? Voc\u00ea percebe essa diferen\u00e7a?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Acredito que os departamentos fizeram com que perd\u00eassemos o esp\u00edrito de grupo, o artesanal de fazer teatro amador, no sentindo de quem ama o que faz. Se eu amo o que fa\u00e7o, por que n\u00e3o posso me envolver como, por exemplo, trazer coisas que acho adequado para o meu personagem? \u00a0Fazer a pr\u00f3pria maquiagem, cuidar do figurino, aprender a cuidar de si para criar seu personagem, e n\u00e3o um profissional de fora, que imp\u00f5e um visagismo que ele acha que o personagem tem que ter. Estamos tentando recuperar um jeito de fazer teatro que eu vivi l\u00e1 atr\u00e1s. Queremos recuperar, porque esse ambiente \u00e9 um exerc\u00edcio de cuidar do espet\u00e1culo como um time. Acaba repercutindo num clima que s\u00f3 acrescenta qualidade na comunica\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo e com a plateia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>N\u00e3o tem como deixar de perguntar, mas ser a \u201cnamoradinha do Brasil\u201d \u00e9 um t\u00edtulo que ainda te incomoda de certa forma?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Tenho dito durante muitos anos que n\u00e3o, n\u00e3o, n\u00e3o e n\u00e3o, mas tem alguns detalhes que fazem parte do passado, e que n\u00e3o precisam ficar voltando toda hora. Vamos deixar l\u00e1 sossegado e que descanse em paz. Mas o t\u00edtulo \u00e9 s\u00f3 carinho. N\u00e3o tenho mais nada dela.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Voc\u00ea j\u00e1 passou dos 50 anos de carreira. \u00c9 poss\u00edvel destacar um ou mais personagens que voc\u00ea tenha interpretado?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00c9 complicad\u00edssimo porque personagens s\u00e3o como filhos. Voc\u00ea tem 60 e escolhe dois?! Todos foram muito importantes, mas vou citar um, porque \u00e9 inevit\u00e1vel. At\u00e9 porque ela foi campe\u00e3 de audi\u00eancia. \u00c9 a Porcina [Roque Santeiro \u2013 1985]. Diverti-me demais com ela e o p\u00fablico tamb\u00e9m. Na minha enquete pessoal, ela \u00e9 a primeira que vem \u00e0 mente das pessoas quando falam comigo. N\u00e3o h\u00e1 como n\u00e3o falar dela.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Falando um pouco sobre vaidade, quando nos encontramos voc\u00ea est\u00e1 sempre muito bem vestida. Voc\u00ea \u00e9 uma mulher vaidosa?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Para uma pessoa da minha idade, acredito estar vestindo algo adequado (risos)&#8230; As minhas roupas a maioria \u00e9 de acervo pessoal, mas os brincos que estou usando, ganhei dos meus filhos. Eu acho lindo! Quando preciso fazer algo diferente nos cabelos, eu mesma fa\u00e7o. Coloco bobe nos cabelos, arrumo, penteio, mas tamb\u00e9m gosto de ir ao sal\u00e3o de beleza. Gosto de lavar, hidratar. Depende s\u00f3 de onde estou, porque viajo muito, mas tem um sal\u00e3o perto da minha casa, muito bom. Tem tamb\u00e9m o Oliveira que \u00e9 o meu cabeleireiro h\u00e1 mais 40 anos. Quando ele est\u00e1 em S\u00e3o Paulo, vai at\u00e9 a minha casa para cortar, tonalizar a raiz&#8230; Ele \u00e9 maravilhoso!<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0entrevista e texto: Ester Jacopetti<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0fotos: Alex Palarea\/Agnews<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No m\u00eas de anivers\u00e1rio, Revista Regional traz uma entrevista especial com a atriz que \u00e9 um dos maiores \u00edcones da hist\u00f3ria da TV. 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