{"id":6576,"date":"2015-01-07T13:23:58","date_gmt":"2015-01-07T16:23:58","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=6576"},"modified":"2024-01-26T09:46:37","modified_gmt":"2024-01-26T12:46:37","slug":"medicos-sem-fronteiras-alem-da-ajuda-humanitaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2015\/01\/07\/medicos-sem-fronteiras-alem-da-ajuda-humanitaria\/","title":{"rendered":"M\u00e9dicos Sem Fronteiras: al\u00e9m da ajuda humanit\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_6577\" aria-describedby=\"caption-attachment-6577\" style=\"width: 307px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/DSC0128.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6577\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6577 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/DSC0128.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/DSC0128.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/DSC0128-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 307px) 100vw, 307px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6577\" class=\"wp-caption-text\">A m\u00e9dica Rachel Soeiro atendendo no N\u00edger<br \/>cr\u00e9dito: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"center\"><em>Guerras, cataclismos, ebola&#8230; O ano de 2014 foi marcado por v\u00e1rias trag\u00e9dias e, na maioria delas, os M\u00e9dicos sem Fronteiras estiveram prestando socorro<\/em><\/p>\n<p>O ano de 2014 infelizmente foi marcado por in\u00fameros conflitos pelo mundo, principalmente na Faixa de Gaza e na \u00c1frica. Nessas \u00e1reas, a popula\u00e7\u00e3o acaba sentindo na pele os efeitos de uma guerra: sofrimento, fome, doen\u00e7as e mortes.<\/p>\n<p>A ajuda, quase que na maioria dos casos, vem de fora e muito longe, por meio de grupos. Um deles \u00e9 o M\u00e9dico sem Fronteiras (MSF), uma organiza\u00e7\u00e3o internacional, independente e comprometida em levar ajuda m\u00e9dico-humanit\u00e1ria a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutri\u00e7\u00e3o e exclus\u00e3o do acesso \u00e0 sa\u00fade, sem discrimina\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a, religi\u00e3o ou convic\u00e7\u00f5es pol\u00edticas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6578\" aria-describedby=\"caption-attachment-6578\" style=\"width: 307px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/IMG_7383.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6578\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-6578 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/IMG_7383.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"205\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/IMG_7383.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/IMG_7383-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 307px) 100vw, 307px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6578\" class=\"wp-caption-text\">Rachel prestes a entrar em zona de isolamento para tratamento de Ebola na Guin\u00e9<br \/>cr\u00e9dito: Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p>Presente em cerca de 70 pa\u00edses, entre eles o Brasil, o MSF oferece cuidados de sa\u00fade a pessoas em necessidade de ajuda humanit\u00e1ria. Conta com mais de 34 mil profissionais, de diferentes \u00e1reas e nacionalidades e tem 80% de seu financiamento proveniente de doa\u00e7\u00f5es de indiv\u00edduos e da iniciativa privada.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o sobre os locais onde realizam os projetos \u00e9 sempre baseada nas necessidades de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o em opini\u00f5es pol\u00edticas, ideol\u00f3gicas, religiosas, e at\u00e9 mesmo ditada por interesses econ\u00f4micos. \u201cPara decidir pela abertura de um projeto, profissionais experientes da organiza\u00e7\u00e3o realizam uma avalia\u00e7\u00e3o <em>in loco<\/em>, por meio da qual analisam as condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o, as institui\u00e7\u00f5es e organiza\u00e7\u00f5es presentes, o poss\u00edvel papel do MSF no local, entre outros fatores. \u00c9 feito um planejamento e, ent\u00e3o, o projeto \u00e9 iniciado\u201d, explica o presidente do MSF-Brasil, Mauro Nunes.<\/p>\n<p>S\u00e3o v\u00e1rias as dificuldades do MSF, mas entre elas, Mauro cita os tr\u00eas principais par\u00e2metros: o ponto de vista m\u00e9dico, o acesso a medicamentos e o ponto de vista organizacional. No primeiro, em muitos pa\u00edses onde a organiza\u00e7\u00e3o trabalha, a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 envelhecendo e o perfil epidemiol\u00f3gico est\u00e1 mudando de doen\u00e7as infecciosas para doen\u00e7as cr\u00f4nicas como diabetes e transtornos mentais e \u00e9 preciso encontrar novas formas de tratar tais necessidades.<\/p>\n<p>J\u00e1 o acesso a medicamento \u00e9 outro problema e \u00e9 preciso buscar formas de desafiar as barreiras globais que impedem a redu\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os dos rem\u00e9dios necess\u00e1rios para salvar vidas. \u201cDo ponto de vista organizacional, temos que continuar sendo uma organiza\u00e7\u00e3o inovadora e \u00e1gil. Mesmo crescendo cada vez mais, precisamos manter sempre o foco nas necessidades dos projetos e dos pacientes\u201d, completa Mauro.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6579\" aria-describedby=\"caption-attachment-6579\" style=\"width: 307px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/MSB13912.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6579\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-6579 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/MSB13912.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"205\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/MSB13912.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/MSB13912-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 307px) 100vw, 307px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6579\" class=\"wp-caption-text\">Enfermeira que trabalha com promo\u00e7\u00e3o de sa\u00fade caminha na chuva retornando para Kalungu II depois de visitar vilarejo para campanha de vacina\u00e7\u00e3o em \u00e1rea remota de Masisi, Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo.<br \/>cr\u00e9dito: Phil Moore<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>MSF-Brasil<\/strong><\/p>\n<p>A primeira a\u00e7\u00e3o direta do MSF no Brasil foi em 1991, para combater uma epidemia de c\u00f3lera na Amaz\u00f4nia. At\u00e9 2009, a organiza\u00e7\u00e3o desenvolveu outros projetos, como a oferta de cuidados a pessoas sem acesso a servi\u00e7os de sa\u00fade em Vig\u00e1rio Geral e v\u00edtimas da viol\u00eancia no Complexo do Alem\u00e3o, favelas do Rio de Janeiro. Desde ent\u00e3o, responde a emerg\u00eancias pontuais, onde as necessidades m\u00e9dicas da popula\u00e7\u00e3o ultrapassam a capacidade de resposta do Estado.<\/p>\n<p>Outras atua\u00e7\u00f5es do MSF no Brasil aconteceram em Alagoas e na regi\u00e3o serrana do Rio de Janeiro, durante as enchentes de 2010 e 2011. Entre dezembro de 2011 e fevereiro de 2012, a organiza\u00e7\u00e3o levou ajuda humanit\u00e1ria a mais de mil haitianos na cidade de Tabatinga, no Amazonas, al\u00e9m de sensibilizar autoridades para a urg\u00eancia da situa\u00e7\u00e3o. Em 2013, o MSF tamb\u00e9m apoiou o desenvolvimento da estrat\u00e9gia de atendimento de sa\u00fade mental \u00e0s v\u00edtimas do inc\u00eandio da boate Kiss, no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, eles t\u00eam um escrit\u00f3rio no Brasil dedicado \u00e0 capta\u00e7\u00e3o de recursos, sele\u00e7\u00e3o de profissionais para trabalhar nos projetos do MSF pelo mundo, sensibiliza\u00e7\u00e3o do p\u00fablico sobre crises humanit\u00e1rias e representa\u00e7\u00e3o institucional junto a entidades brasileiras.<\/p>\n<p>Atualmente, o MSF-Brasil conta com aproximadamente 120 profissionais em sua equipe, dispon\u00edveis para atuar em projetos em todo o mundo. Destes, cerca de cem s\u00e3o brasileiros. A organiza\u00e7\u00e3o seleciona constantemente profissionais, com os perfis adequados para os contextos onde atua e, uma vez que recruta um novo profissional, procura um projeto espec\u00edfico para ele, n\u00e3o o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>A experi\u00eancia em campo<\/strong><\/p>\n<p>Uma dessas profissionais \u00e9 a m\u00e9dica da fam\u00edlia e comunidade, Rachel Soeiro. Natural da capital paulista, a profissional est\u00e1 no MSF desde 2011 e atuou em pa\u00edses como Niger, Sud\u00e3o do Sul, Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo e Guin\u00e9. Rachel sempre quis seguir no trabalho humanit\u00e1rio e a sua hist\u00f3ria com o MSF come\u00e7ou no segundo ano da faculdade, quando assistiu a uma palestra da organiza\u00e7\u00e3o, e naquele momento, decidiu que queria trabalhar com eles. A partir da\u00ed se formou, fez especializa\u00e7\u00e3o, trabalhou o tempo que precisava e, quando teve o perfil do MSF, enviou o curr\u00edculo e foi recrutada.<\/p>\n<p>Segundo a m\u00e9dica, apesar de todos os contextos do MSF terem as suas dificuldades, uma das experi\u00eancias mais dif\u00edceis de atua\u00e7\u00e3o foi na epidemia de Ebola, na Guin\u00e9. \u201cTrabalhar com esta doen\u00e7a \u00e9 desgastante fisicamente e emocionalmente. O MSF era a \u00fanica organiza\u00e7\u00e3o atuante na regi\u00e3o, ent\u00e3o o nosso trabalho ia desde visitar moradores com suspeita da doen\u00e7a, lev\u00e1-lo at\u00e9 o local de tratamento quando poss\u00edvel, trat\u00e1-lo e em muitos casos, cuidar do funeral. Em uma cultura que as pessoas t\u00eam a tradi\u00e7\u00e3o de lavar o corpo e cobrir com um len\u00e7ol de linho, \u00e9 muito complicado proibir de tocar no seu ente querido para evitar uma contamina\u00e7\u00e3o\u201d, relembra Rachel durante a entrevista que concedeu \u00e0 Revista Regional ap\u00f3s um evento do MSF realizado em Campinas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6580\" aria-describedby=\"caption-attachment-6580\" style=\"width: 307px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/MSB13913.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6580\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6580 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/MSB13913.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"205\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/MSB13913.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/MSB13913-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 307px) 100vw, 307px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6580\" class=\"wp-caption-text\">Estrada entre Kazinga e Nyabiondo, em Masisi, Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo.<br \/>cr\u00e9dito: Phil Moore<\/figcaption><\/figure>\n<p>Os cuidados em rela\u00e7\u00e3o aos pacientes de Ebola s\u00e3o in\u00fameros. Para entrar no centro de tratamento, os profissionais precisam estar devidamente protegidos com roupas imperme\u00e1veis, botas e luvas. O atendimento s\u00f3 \u00e9 feito nessas condi\u00e7\u00f5es, o que dificulta muito aos m\u00e9dicos, pois as temperaturas na \u00c1frica ultrapassam 40 graus. \u201cFicamos de 40 minutos a uma hora em atendimento, sa\u00edmos do local, nos hidratamos e come\u00e7amos tudo novamente. Al\u00e9m de cuidar do tratamento dos doentes, tamb\u00e9m faz\u00edamos a sensibiliza\u00e7\u00e3o com a comunidade sobre o que \u00e9 o Ebola e o que est\u00e1vamos fazendo l\u00e1. \u00c9 um trabalho muito pesado, tanto para a comunidade como para n\u00f3s. Todas as vezes que ia para casa n\u00e3o sabia se encontraria meus pacientes vivos quando voltasse no outro dia\u201d, detalha a m\u00e9dica.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo destino de Rachel \u00e9 uma surpresa. \u201cA epidemia de Ebola est\u00e1 longe de terminar e tem muitas outras urg\u00eancias acontecendo. Tem gente morrendo de c\u00f3lera, mal\u00e1ria e em conflitos armados e infelizmente os recursos humanos do MSF est\u00e3o se esgotando para todos esses projetos. Precisamos de mais gente, de pessoas treinadas e capacitadas. Temos muito trabalho a ser feito e n\u00e3o temos m\u00e9dicos suficientes para faz\u00ea-lo\u201d, desabafa.<\/p>\n<p>Para Rachel, voltar de um trabalho de campo \u00e9 um processo muito dif\u00edcil, pois \u00e9 sempre quem vai, nunca retorna o mesmo. Apesar de ser um trabalho muito complicado e delicado, de acordo com ela, a popula\u00e7\u00e3o sempre ensina muito. \u201cVivemos intensamente com eles e \u00e9 uma troca de conviv\u00eancia e experi\u00eancia muito grande. Quando voltamos, trazemos um pouco desse aprendizado e viv\u00eancia e hoje, gra\u00e7as \u00e0s redes sociais, conseguimos manter contato, mesmo que esporadicamente com as pessoas com quem trabalhei em todos os projetos\u201d, comemora.<\/p>\n<p>Quando n\u00e3o est\u00e1 em servi\u00e7o com o MSF, Rachel trabalha em Campinas. A m\u00e9dica faz parte de um projeto do governo federal chamado \u201cConsult\u00f3rio na Rua\u201d, que leva assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade a pessoas que est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua. Al\u00e9m disso, d\u00e1 aula de Medicina em duas institui\u00e7\u00f5es na cidade.<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 vagas<\/strong><\/p>\n<p>Os profissionais que o MSF busca s\u00e3o m\u00e9dicos generalistas, cl\u00ednico-gerais, ginecologistas\/obstetras, cirurgi\u00f5es, anestesistas, infectologistas e pediatras, al\u00e9m de especialistas em sa\u00fade p\u00fablica, epidemiologia, HIV\/Aids e medicina tropical. H\u00e1 vagas tamb\u00e9m para enfermeiros generalistas, enfermeiros obstetras, enfermeiros para centro cir\u00fargico, farmac\u00eauticos, fisioterapeutas, profissionais de laborat\u00f3rio e an\u00e1lises cl\u00ednicas, psic\u00f3logos e psiquiatras. Fora da \u00e1rea de sa\u00fade, tamb\u00e9m seleciona profissionais de administra\u00e7\u00e3o, finan\u00e7as, log\u00edstica, antropologia e especialistas em \u00e1gua e saneamento.<\/p>\n<p>O escrit\u00f3rio do Brasil recebe, em m\u00e9dia, 500 curr\u00edculos por ano. Ao longo de 2013, foram 466, dos quais recrutou 37 candidatos, o que equivale a 8%. Em todos os casos, os candidatos precisam ter, no m\u00ednimo, dois anos de experi\u00eancia profissional, falar fluentemente ingl\u00eas e ou franc\u00eas e ter &nbsp;disponibilidade para trabalhar com a organiza\u00e7\u00e3o por pelo menos um ano.<\/p>\n<p><em>reportagem de Aline Queiroz<\/em><\/p>\n<p><em>&nbsp;Fotos:<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guerras, cataclismos, ebola&#8230; O ano de 2014 foi marcado por v\u00e1rias trag\u00e9dias e, na maioria delas, os M\u00e9dicos sem Fronteiras estiveram prestando socorro O ano de 2014 infelizmente foi marcado por in\u00fameros conflitos pelo mundo, principalmente na Faixa de Gaza e na \u00c1frica. 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