{"id":6565,"date":"2015-01-07T13:05:37","date_gmt":"2015-01-07T16:05:37","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=6565"},"modified":"2024-01-26T10:57:17","modified_gmt":"2024-01-26T13:57:17","slug":"os-discos-de-vinil-voltaram","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2015\/01\/07\/os-discos-de-vinil-voltaram\/","title":{"rendered":"Os discos de vinil voltaram!"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_6566\" aria-describedby=\"caption-attachment-6566\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/cultura-vinil-1.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6566\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6566 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/cultura-vinil-1.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"256\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/cultura-vinil-1.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/cultura-vinil-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6566\" class=\"wp-caption-text\">Ponta da agulha: \u201cQuando as pessoas entram em contato com o som caloroso do vinil, imediatamente sentem o quanto a m\u00fasica digital roubou dele em qualidade\u201d<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"center\"><strong><em>Os antigos bolach\u00f5es em vinil voltaram com tudo; novos artistas tamb\u00e9m lan\u00e7aram t\u00edtulos em LP<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Ap\u00f3s 20 anos fora do mercado, dominado pelos CD\u2019s e pela tecnologia, os discos de vinil, LP\u2019s, ou os populares bolach\u00f5es est\u00e3o de volta. Uma onda de nostalgia que a cada dia conquista mais adeptos, dispostos a encarar horas dentro de um sebo empoeirado garimpando o que h\u00e1 de melhor em m\u00fasica, ou at\u00e9 mesmo os que n\u00e3o se incomodam em desembolsar algo em torno de R$ 200 por lan\u00e7amentos ou exemplares antigos e impec\u00e1veis nas grandes lojas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Mas, todo esse movimento em torno do retorno do vinil vai muito al\u00e9m \u00e0 onda retr\u00f4 e \u00e0 nostalgia. Para os colecionadores, o vinil \u00e9 uma experi\u00eancia t\u00e1til, visual e auditiva, impulsionada pela qualidade do som, a beleza da capa e a oportunidade de colocar um disco no prato e a agulha para tocar.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Segundo o consultor da Polysom -\u00fanica f\u00e1brica de LP\u2019s da Am\u00e9rica Latina-, Jo\u00e3o Augusto, manusear os quase 200 gramas do disco nas m\u00e3os, coloc\u00e1-lo no toca-discos, observar artes estampadas em 31&#215;31 cm (contra os 12 cm do CD), ler o encarte e a contracapa, trocar de lado e ainda ouvir um som que tem vantagens cientificamente comprovadas sobre qualquer som digital \u00e9 uma experi\u00eancia \u00edmpar.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u201cTudo isso faz com que o vinil seja encarado como um fetiche, um objeto de desejo. Quando as pessoas entram em contato com o som caloroso do vinil, imediatamente sentem o quanto a m\u00fasica digital roubou dele em qualidade\u201d, afirma Jo\u00e3o Augusto.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Qualidade que artistas como Adele, Coldplay, Katy Perry, Muse, The Strokes, entre outros, n\u00e3o abrem m\u00e3o, afinal suas obras j\u00e1 encontram-se em vinil nas lojas e custam, em territ\u00f3rio nacional, de R$ 120 a R$ 180. Mas os brasileiros n\u00e3o ficaram de fora, entre eles, Cachorro Grande, Fernanda Takai, Na\u00e7\u00e3o Zumbi e Pitty, relan\u00e7aram seus recentes trabalhos no formato Long Play.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Ap\u00f3s o fechamento da Polysom em 2007, devido a dificuldades financeiras, quem quisesse adquirir um vinil tinha que garimpar em sebos ou comprar importados. No exterior as f\u00e1bricas continuaram em pleno funcionamento e todas sempre afirmaram um crescimento na demanda. Em 2010, a Polysom reativou a f\u00e1brica, localizada em Belford Roxo (RJ) e desde ent\u00e3o produziu mais de 135 mil exemplares, entre eles alguns muito procurados como \u201cA T\u00e1bua de Esmeralda\u201d, de Jorge Ben e \u201cTodos os Olhos\u201d, de Tom Z\u00e9, al\u00e9m das discografias de artistas como Los Hermanos e Na\u00e7\u00e3o Zumbi.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">De acordo com os \u00faltimos dados divulgados pela IFPI (Federa\u00e7\u00e3o Internacional da Ind\u00fastria Fonogr\u00e1fica), o valor global arrecadado com a venda de discos de vinil foi 52% maior em 2012 do que no ano anterior. As pesquisas apontam um crescimento nos EUA e Europa. No Brasil ainda n\u00e3o h\u00e1 um levantamento espec\u00edfico da ABPD (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Produtores de Disco), mas tudo indica que por aqui segue a mesma tend\u00eancia dos grandes mercados. \u201cO crescimento por aqui \u00e9 mais lento, fundamentalmente pela falta de players a pre\u00e7os acess\u00edveis\u201d, conta Jo\u00e3o Augusto.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O alto pre\u00e7o praticado no mercado tem feito muito colecionador e amante do vinil \u201cdar um tempo\u201d em novas aquisi\u00e7\u00f5es. Os colecionadores mais radicais, aqueles que nunca abandonaram o vinil, nem mesmo nos tempos de gl\u00f3ria do CD, consideram o modismo atual o principal causador dos valores. Outros acham que o pre\u00e7o ter\u00e1 um ajuste com o passar do tempo e consideram a velha lei da oferta e da procura, presente em todas as \u00e1reas de consumo, a grande vil\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Outro objeto do desejo em rela\u00e7\u00e3o aos vinis \u00e9 a vitrola. Muitos optam por toca-discos antigos, rel\u00edquias de fam\u00edlias que foram guardadas e conservadas com o passar do tempo. Os que n\u00e3o t\u00eam a mesma sorte aventuram-se em encontrar design moderno, qualidade, beleza e pre\u00e7o justo, em algumas lojas. Uma tarefa dif\u00edcil, mas n\u00e3o imposs\u00edvel. Em Itu, uma dessas lojas \u00e9 a Ribeiro e Pavani, que disponibiliza v\u00e1rios modelos de vitrolas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\n<figure id=\"attachment_6567\" aria-describedby=\"caption-attachment-6567\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/cultura-vinil-2.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6567\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-6567 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/cultura-vinil-2.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"256\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/cultura-vinil-2.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/cultura-vinil-2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6567\" class=\"wp-caption-text\">Os sebos s\u00e3o os locais preferidos para garimpar discos, afinal disp\u00f5em de exemplares de qualidade e pre\u00e7os mais justos<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>A paix\u00e3o pelo vinil<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os amantes do vinil est\u00e3o espalhados pelo mundo! No Brasil, podemos ach\u00e1-los em encontros do segmento, sebos, feiras de antiguidades, lojas de renome, por\u00f5es de casas e, claro, nas redes sociais. No Facebook h\u00e1 diversos grupos destinados a colecionares, alguns deles com cerca de 9 mil participantes, que trocam figurinhas, exemplares e informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em um desses grupos encontramos o colecionador Jos\u00e9 Carlos de Souza, de Joinville (SC), um apaixonado por m\u00fasica e que recorda, com carinho, os primeiros vinis que teve contato na vida, quando o pai adquiriu uma vitrola, por volta de 1976\/1977: Benito de Paula, Elvis Presley, Secos e Molhados e um disco de m\u00fasicas natalinas. Aos 18 anos veio o primeiro emprego e o pontap\u00e9 de uma cole\u00e7\u00e3o que j\u00e1 tem 30 anos de estrada e mais de 700 exemplares. Ele parou de contar com o tempo, por isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel um n\u00famero exato.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Jos\u00e9 Carlos foge do perfil dos colecionadores tradicionais. Sua cole\u00e7\u00e3o est\u00e1 armazenada em uma estante e a falta de espa\u00e7o faz com que divida terreno com duas bicicletas e outros objetos. Detalhes insignificantes para o conte\u00fado que adquiriu ao longo dos anos. \u201cSempre vou a feiras e sebos aqui na minha cidade e quando come\u00e7o falar de m\u00fasica, termino pedindo LP\u2019s que est\u00e3o abandonados em algum canto. Quando sei que algum amigo est\u00e1 no exterior, pe\u00e7o alguma coisa! N\u00e3o me fixo em determinado artista, mas se curto o som compro\u201d, conta.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Mas a paix\u00e3o pelo vinil do Jos\u00e9 Carlos vai al\u00e9m do som na ponta da agulha e da m\u00fasica e passa pela capa dos LP\u2019s, a ponto dele realizar em sua cidade, uma exposi\u00e7\u00e3o de capas de vinil, em agosto de 2013. Foram mais de 120 capas expostas em um bar de Joinville, sem apoio financeiro. \u201cSempre vi uma capa de LP como uma obra de arte e na exposi\u00e7\u00e3o, mostramos um pouco da m\u00fasica, hist\u00f3ria, fotografia e artes pl\u00e1sticas\u201d, comemora.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O fasc\u00ednio pelas capas deu in\u00edcio aos oito anos, quando viu pela primeira vez o LP do Elton John \u201cCaptain Fantastic\u201d e desde ent\u00e3o n\u00e3o parou mais de admirar. Outra capa que tem muito significado para ele \u00e9 \u201cStange Days\u201d, do The Doors.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">E ele define a paix\u00e3o por vinil e por capas assim: \u201cenquanto existir essa cultura do f\u00edsico, do pegar, olhar a capa e ler a ficha t\u00e9cnica do \u00e1lbum pra mim sempre ser\u00e1 interessante!\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>Pelos sebos da vida<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Vida de colecionador de vinil \u00e9 regida por um verbo: garimpar! E os sebos s\u00e3o os locais preferidos para isso, afinal disp\u00f5em de exemplares de qualidade e pre\u00e7os mais justos. Nas principais capitais brasileiras encontramos sebos enormes, alguns com mais de 1 milh\u00e3o de exemplares. Acervo que deixa qualquer amante dos bolach\u00f5es completamente alucinado.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No Interior tamb\u00e9m tem muita coisa boa! Em Itu, por exemplo, h\u00e1 quatro anos o Sebinho divide o espa\u00e7o com livros e LP\u2019s e atrai compradores de toda a regi\u00e3o. S\u00e3o aproximadamente 5 mil vinis, um acervo variado que engloba de samba a rock, o mais procurado pelos colecionadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Segundo o propriet\u00e1rio, Jo\u00e3o Lima, o Jo\u00e3o Japon\u00eas, houve um aumento significativo pela procura de vinil nos \u00faltimos dois anos e para dar conta da demanda, ele adquire os exemplares em lotes de no m\u00ednimo cem discos ou menores quantidades quando o pre\u00e7o \u00e9 convidativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u201cPrecisamos saber comprar discos e garantir um material bom. Na hora da compra e da venda tamb\u00e9m, avalio os valores pelo estado de conserva\u00e7\u00e3o e raridade\u201d, comenta Jo\u00e3o Japon\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong><em>reportagem de Aline Queiroz<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00a0fotos:<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>\u00a9 jordieasy<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em>\u00a9 rgvc \u2013 Fotolia<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os antigos bolach\u00f5es em vinil voltaram com tudo; novos artistas tamb\u00e9m lan\u00e7aram t\u00edtulos em LP Ap\u00f3s 20 anos fora do mercado, dominado pelos CD\u2019s e pela tecnologia, os discos de vinil, LP\u2019s, ou os populares bolach\u00f5es est\u00e3o de volta. 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