{"id":6501,"date":"2014-12-05T13:48:40","date_gmt":"2014-12-05T16:48:40","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=6501"},"modified":"2024-01-26T11:36:08","modified_gmt":"2024-01-26T14:36:08","slug":"entrevista-exclusiva-com-marieta-severo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2014\/12\/05\/entrevista-exclusiva-com-marieta-severo\/","title":{"rendered":"Entrevista exclusiva com Marieta Severo"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_6502\" aria-describedby=\"caption-attachment-6502\" style=\"width: 255px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/206636.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6502\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6502 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/206636.jpg\" alt=\"\" width=\"255\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/206636.jpg 425w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/206636-199x300.jpg 199w\" sizes=\"(max-width: 255px) 100vw, 255px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6502\" class=\"wp-caption-text\">Marieta Severo conta como foi se despedir da Dona Nen\u00e9m de \u201cA Grande Fam\u00edlia\u201d<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ap\u00f3s se despedir da Dona Nen\u00e9m de \u2018A Grande Fam\u00edlia\u2019, na qual interpretou durante 14 anos, a atriz Marieta Severo fala sobre novos projetos, e as saudades que sua personagem carism\u00e1tica deixar\u00e1 no cora\u00e7\u00e3o dos brasileiros. \u201cA vis\u00e3o dela era sempre atrav\u00e9s do cora\u00e7\u00e3o, do afeto, do amor. Ela sempre era capaz de compreender todo mundo daquela fam\u00edlia. Compreender atrav\u00e9s do cora\u00e7\u00e3o \u00e9 a melhor maneira de voc\u00ea enxergar o outro\u201d, conta ela sobre o que aprendeu durante esses anos de conviv\u00eancia com a personagem. \u201cAs \u00faltimas grava\u00e7\u00f5es foram quase que melancolias. Terminamos o programa como sonhamos! Muito querido pelo p\u00fablico\u201d, lembra. De volta ao teatro, e com personagem totalmente antag\u00f4nico, ela interpreta a \u00e1rabe Nawal, cuja vida \u00e9 atravessada por d\u00e9cadas de uma guerra civil. \u201cA pe\u00e7a pra mim vai tocar particularmente em quest\u00f5es que me interessam muito, que \u00e9 falar sobre a viol\u00eancia que n\u00f3s vivemos, que n\u00e3o \u00e9 declarada, de uma guerra civil latente que a gente finge que n\u00e3o tem\u201d.<\/p>\n<p><strong>Revista Regional:<\/strong> Como foi pra senhora se despedir de \u2018A Grande Fam\u00edlia\u2019, que conquistou milh\u00f5es de brasileiros? Todos com certeza se sentir\u00e3o \u00f3rf\u00e3os da Dona Nen\u00e9m&#8230;<\/p>\n<p><strong>Marieta Severo:<\/strong> Eu fiquei de luto! \u00c9 muito avassalador fazer um personagem durante 14 anos. A maneira como ele entra e se apossa de voc\u00ea \u00e9 muito especial! Eu nunca tive uma experi\u00eancia como essa, e n\u00e3o terei novamente. \u00c9 \u00fanica! Depois do conv\u00edvio que tive com os meus colegas, com aquela fam\u00edlia que nos tornamos, \u00e9 muito dif\u00edcil se despedir. \u00c9 algo muito grande na vida profissional da gente. As \u00faltimas grava\u00e7\u00f5es foram quase que melancolias. H\u00e1 tr\u00eas anos n\u00f3s hav\u00edamos combinado com a emissora, que este final estava chegando. Este com certeza foi um ano muito especial, em termos de criatividade, de linguagem, de autoria. N\u00f3s fomos aos poucos nos despedindo. Quando grav\u00e1vamos o programa do Dia das M\u00e3es, a gente sabia que era t\u00edpico, porque todo ano tinha. E n\u00f3s sab\u00edamos que aquele era o \u00faltimo. N\u00f3s t\u00ednhamos algo peculiar que era estar em volta da mesa, que simbolizava muito o encontro da fam\u00edlia, e enquanto est\u00e1vamos ali, era um encontro nosso tamb\u00e9m. Enquanto esper\u00e1vamos arrumar a ilumina\u00e7\u00e3o, corrigir a c\u00e2mera, t\u00ednhamos um momento familiar entre os atores. Fal\u00e1vamos muitas bobagens, convers\u00e1vamos sobre tudo, r\u00edamos e nos divert\u00edamos muito. Esse ano quando sent\u00e1vamos juntos, a gente pensava que estava acabando, e que est\u00e1vamos vivendo as \u00faltimas vezes daquele encontro.<\/p>\n<p>A senhora acha que o programa acabou na hora certa?<\/p>\n<p>Eu acredito que sim! Sempre conversamos, desde o in\u00edcio, que a nossa preocupa\u00e7\u00e3o era n\u00e3o sair sendo rejeitado pelo p\u00fablico, e sim sair com o programa com aceita\u00e7\u00e3o e qualidade. \u00c9 um programa que n\u00e3o repousou sobre os louros. Ele sempre procurou melhorar. Conversamos com cada diretor. O Maur\u00edcio (Farias) que ficou a maior parte do tempo. Depois veio o Luiz Felipe (S\u00e1) com a Patr\u00edcia (Pedrosa) e a Ol\u00edvia (Guimar\u00e3es)&#8230; Existia aprimoramento constante. Terminamos o programa como sonhamos! Muito querido pelo p\u00fablico. Quer dizer, se n\u00f3s quis\u00e9ssemos ter continuado, n\u00f3s ter\u00edamos. Houve um acordo entre os atores, que 14 anos era um bom tamanho. Cada um j\u00e1 estava querendo ter outras experi\u00eancias.<\/p>\n<p>O que a senhora pretende fazer agora? Haver\u00e1 um descanso de imagem? Ficar\u00e1 um tempo fora do ar? Quanto?<\/p>\n<p>Tive sorte e surpresa, porque durante o segundo semestre do ano passado fiz duas coisas, que era \u2018A Grande Fam\u00edlia\u2019 e a pe\u00e7a \u2018Inc\u00eandio\u2019. Eu tenho esse privil\u00e9gio de ter esse grande sucesso teatral nas m\u00e3os. Quero usufruir com tranquilidade. N\u00e3o estou, apesar da minha fam\u00edlia n\u00e3o acreditar, aceitando novos trabalhos. Vou dedicar-me somente \u00e0 pe\u00e7a. Em mar\u00e7o viajaremos com ela. Tamb\u00e9m faremos uma temporada popular no Rio de Janeiro, porque deixamos muito p\u00fablico por l\u00e1. Minha vida agora \u00e9 essa! O que me ajuda muito, pra n\u00e3o ficar um buraco t\u00e3o grande.<\/p>\n<p>S\u00e3o 48 anos de carreira, entre novelas, filmes e teatros. A senhora diria que a Dona Nen\u00e9m foi quem mais marcou sua trajet\u00f3ria?<\/p>\n<p>Com certeza! Nada ser\u00e1 parecido! Ela marcou no tempo mesmo. N\u00e3o s\u00f3 no sentindo de estarmos fazendo um programa. N\u00f3s t\u00ednhamos consci\u00eancia que era algo muito especial dentro da televis\u00e3o. Um programa com qualidade e com ades\u00e3o de p\u00fablico muito grande. O tempo \u00e9 algo muito poderoso! Eu nunca, nem antes e nem depois, vou ter vivido um personagem e compartilhado com colegas durante tanto tempo. Fui recentemente participar do programa da F\u00e1tima Bernardes (\u2018Encontro\u2019) e quando entrei no est\u00fadio onde n\u00f3s grav\u00e1vamos, meu Deus! Eu perguntei onde estava a minha casinha? Cad\u00ea todo mundo? Pra onde v\u00e3o esses fantasmas? O programa terminou de maneira muito especial, com uma metalinguagem onde outros atores puderam fazer os nossos personagens, que \u00e9 muito bonito. Os personagens independem dos atores. A Dona Nen\u00e9m poder\u00e1 ser feita por outros, o Lineu (Marco Nanini) o Tuco (L\u00facio Mauro Filho), a Bebel (Guta Stresser) independem de n\u00f3s. Eles continuaram existindo. Os nossos v\u00e3o existir no cora\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, na imagem.<\/p>\n<p>Depois de todos esses anos, a senhora diria que o final para a Dona Nen\u00e9m foi satisfat\u00f3rio?<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/207479.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6503\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft  wp-image-6503\" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/207479.jpg\" alt=\"\" width=\"256\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/207479.jpg 426w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/207479-199x300.jpg 199w\" sizes=\"(max-width: 256px) 100vw, 256px\" \/><\/a>Fiquei muito feliz com o destino dela. Adorei essa virada que eles deram. Foi uma surpresa conseguir tir\u00e1-la de dentro de casa. Ela era muito feliz na casinha dela, mas chegou uma hora, que \u00e9 aquela velha hist\u00f3ria, que muitas mulheres passam&#8230; A fam\u00edlia fica por conta pr\u00f3pria, e n\u00e3o precisam mais dela&#8230; Por isso, outras inquieta\u00e7\u00f5es come\u00e7am a surgir, e eles criaram hist\u00f3rias muito bonitas em torno desses conflitos. Achei lindo, que no \u00faltimo epis\u00f3dio, o Lineu foi atr\u00e1s dela, entrando no mundo dela.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Levando em conta que esse seriado foi destaque na televis\u00e3o brasileira, o que a senhora poderia dizer que aprendeu com a personagem?<\/p>\n<p>Ela tem uma caracter\u00edstica que me agrada muito. A vis\u00e3o dela era sempre atrav\u00e9s do cora\u00e7\u00e3o, do afeto, do amor. Ela sempre era capaz de compreender todo mundo daquela fam\u00edlia. Inclusive o Agostinho (Pedro Cardoso). Compreender atrav\u00e9s do cora\u00e7\u00e3o \u00e9 a melhor maneira de voc\u00ea enxergar o outro.<\/p>\n<p>A senhora comentou sobre a pe\u00e7a \u2018Inc\u00eandio\u2019, na qual retorna aos palcos em S\u00e3o Paulo. O que mais te chamou a aten\u00e7\u00e3o no texto?<\/p>\n<p>Quando n\u00f3s fomos atra\u00eddos pelo texto, at\u00e9 mesmo depois de ter visto o filme, que \u00e9 de grande qualidade, decidimos montar a pe\u00e7a porque ela tem enormes qualidades teatrais. Ela conta uma bel\u00edssima hist\u00f3ria. \u00c9 uma saga, que pra mim, por exemplo, tem um valor especial. Quando o Felipe (Carolis \u2013 produtor) que \u00e9 o descobridor deste texto trouxe pra mim e pro Aderbal (Freire Filho \u2013 diretor) n\u00f3s quer\u00edamos estar no palco. Este foi o primeiro ponto. O segundo \u00e9 a maneira como ele conta essa hist\u00f3ria. Ela n\u00e3o \u00e9 linear, que tem come\u00e7o, meio e fim&#8230; Ele tem uma capacidade de usar uma narrativa contempor\u00e2nea, que acredita muito na for\u00e7a do teatro, que \u00e9 o poder da imagina\u00e7\u00e3o do espectador, que caminha entre o tempo e o espa\u00e7o com sabedoria. Outro detalhe \u00e9 como ele consegue atrair e prender o p\u00fablico. Ele trabalha muitas vezes, quase que com signos de um thriller, criando suspense, pontos em que intrigam a plateia, que v\u00e3o lev\u00e1-los at\u00e9 o grande impacto final. A pe\u00e7a pra mim vai tocar particularmente em quest\u00f5es que me interessam muito, que \u00e9 falar sobre a viol\u00eancia que n\u00f3s vivemos, que n\u00e3o \u00e9 declarada, de uma guerra civil latente que a gente finge que n\u00e3o tem. \u00c9 poder falar tamb\u00e9m da minha gera\u00e7\u00e3o. A minha personagem \u00e9 uma mulher que viveu uma situa\u00e7\u00e3o de pris\u00e3o, de estupro, de tortura, de todas as limita\u00e7\u00f5es de uma guerra civil, de brigas pol\u00edticas&#8230; Eu quero atrav\u00e9s dela, dar o testemunho da minha gera\u00e7\u00e3o. Ela diz uma frase na pe\u00e7a que \u00e9: \u2018N\u00e3o h\u00e1 nada mais lindo que estar junto. Atrav\u00e9s de mim s\u00e3o os fantasmas que vos falam\u2019. Esses ser\u00e3o os fantasmas da minha gera\u00e7\u00e3o. Vou falar das mulheres que foram mortas, estupradas. Vou dedicar a Zuzu Angel que foi uma pessoa que acompanhei sua hist\u00f3ria. \u00c9 claro que tem a f\u00e1bula, mas o que nos levou a montar e remover montanhas pra colocar essa hist\u00f3ria em cena, foi a for\u00e7a po\u00e9tica que o texto tem. Cada noite n\u00f3s estamos nos doando ao m\u00e1ximo.<\/p>\n<p>A senhora comentou sobre a Zuzu Angel. Teve um feedback de outras mulheres que passaram pelo mesmo problema?<\/p>\n<p>Com a Zuzu eu convivi. N\u00f3s \u00e9ramos amigas de tablado, eu conhecia o est\u00fadio dela, acompanhei a saga dela. Ela ia \u00e0 nossa casa, falava tudo que estava acontecendo, que a estavam perseguindo, que ela deixaria uma carta, que tal atitude seria tomada&#8230; \u00c9 algo que me toca porque convivi com esse drama, com essa trag\u00e9dia. Convivi com a minha gera\u00e7\u00e3o que passou muito por isso, v\u00e1rias fam\u00edlias que passaram por situa\u00e7\u00f5es de tortura. Procurei ler muitos depoimentos. Eu diria que at\u00e9 teria a oportunidade de conversar com essas pessoas, que at\u00e9 mesmo eu j\u00e1 trabalhei, mas n\u00e3o me sentiria \u00e0 vontade. \u00c9 claro que me alimentei dessas realidades. \u00c9 muito delicado voc\u00ea lidar com essa dor avassaladora e cutucar. Eu tive muito pudor. Alimentei-me de muitos depoimentos.<\/p>\n<p>Quanto tempo a senhora levou para compor a Nawal?<\/p>\n<p>N\u00f3s tivemos um processo de ensaio de quatro meses. \u00c9 uma pe\u00e7a dif\u00edcil, com uma hist\u00f3ria tr\u00e1gica e ao mesmo tempo com muitas linguagens dentro dela, porque \u00e0s vezes tem linguagem cotidiana, tr\u00e1gica ou po\u00e9tica. \u2018Inc\u00eandio\u2019 tem uma narrativa fragmentada que passeia muito no espa\u00e7o. Uma hora est\u00e1 no Canad\u00e1 outra no L\u00edbano. No momento seguinte, ela est\u00e1 h\u00e1 50 anos, e daqui a pouco est\u00e1 na frente. Ela \u00e9 muito rica neste sentido. Por isso, eu sabia que era necess\u00e1rio um diretor que soubesse fazer essa transposi\u00e7\u00e3o c\u00eanica. Basicamente gosto muito do diretor, e sei o que significa t\u00ea-lo me conduzindo. Gosto dessa brincadeira de ver pra onde ele est\u00e1 me levando. Eu n\u00e3o luto em seguir. Acredito nessa f\u00e9 que o Aderbal tem no teatro. No poder de saber que pode ter elementos c\u00eanicos que v\u00e3o na cabe\u00e7a do espectador, que puxa a imagina\u00e7\u00e3o e faz com que ele acompanhe mesmo n\u00e3o sendo uma hist\u00f3ria linear. Com poucos elementos c\u00eanicos, os atores conseguem contar essa hist\u00f3ria. Eu penei bastante porque \u00e9 um personagem dif\u00edcil, uma mulher que passou por situa\u00e7\u00f5es extremas. Dif\u00edcil de sobreviver, porque o que ela passou, muitas n\u00e3o sobreviveriam. Ela tem uma for\u00e7a muito grande. Procurei ir atr\u00e1s dessa for\u00e7a da melhor maneira pra contar essa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Depois da pe\u00e7a como a senhora voltava pra casa?<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 tranquilo entrar e se apossar desse universo e deixar que ele penetre. Eu tenho 50 anos de carreira. N\u00f3s temos mecanismos de saber onde termina o trabalho. Quando a gente sai pra jantar, podemos at\u00e9 falar sobre o assunto, porque acho que o processo de ensaio \u00e9 avassalador na vida da gente. Voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 normal e quem est\u00e1 por perto sabe. Eu tenho uma hist\u00f3ria que \u00e9 terr\u00edvel, com a minha filha. Quando eu produzi uma pe\u00e7a de teatro e na \u00e9poca era grande, ela tinha 14 anos, agora est\u00e1 com 38, quer dizer tem muito tempo. Foi muito trabalhoso porque eu produzia, e ficava em casa fazendo contas, e personagens, e coisas que tinham que vir da Inglaterra&#8230; No dia da estreia, ela abriu a porta do camarim e disse: \u2018Oi m\u00e3e, lembra de mim?\u2019 \u00c9 assim terr\u00edvel. A gente entra num t\u00fanel e nada mais importa. Tudo que vejo, penso e que me falam \u00e9 pro cest\u00e3o de personagens. Tem o tempo de estreia, e depois n\u00f3s continuamos aprimorando, mas voc\u00ea j\u00e1 pariu&#8230; Esse per\u00edodo \u00e9 muito avassalador. Com uma tem\u00e1tica como esta voc\u00ea vai para lugares desagrad\u00e1veis.<\/p>\n<p>Existe alguma expectativa em rela\u00e7\u00e3o ao p\u00fablico de S\u00e3o Paulo? N\u00f3s temos uma comunidade \u00e1rabe muito grande e os personagens embalam esses conflitos.<\/p>\n<p>N\u00f3s j\u00e1 sabemos a rela\u00e7\u00e3o que a pe\u00e7a tem com a plateia. N\u00f3s estreamos no Rio e Janeiro pra ficar dois meses, mas voltamos e ficamos mais nove meses, devido ao sucesso. J\u00e1 est\u00e1vamos agendados para vir a S\u00e3o Paulo, caso contr\u00e1rio ter\u00edamos ficado mais tempo no Rio. N\u00f3s t\u00ednhamos as nossas d\u00favidas porque as pessoas querem ir ao teatro pra rir. A pe\u00e7a tem a capacidade de emocionar a plateia, e elas ficam envolvidas com a hist\u00f3ria, elas gostam dessa experi\u00eancia. Essa \u00e9 nossa alegria. As pessoas n\u00e3o querem apenas ir ao teatro pra dar risadas. Quando voc\u00ea prop\u00f5e uma viagem mais interessante, mais densa, uma viv\u00eancia mais profunda, a plateia responde. A Pra\u00e7a Roosevelt \u00e9 muito caracter\u00edstica de S\u00e3o Paulo. Eu e a Andrea (Beltr\u00e3o) nos inspiramos pra criar o \u2018Teatro Poeira\u2019 que \u00e9 a capacidade que o paulista tem de fazer teatro em qualquer lugar. Tem uma garagem, eles ocupam. Isso \u00e9 muito interessante. Propicia uma efervesc\u00eancia cultural muito grande. No Rio os teatros ficam nos shoppings porque tem menos espa\u00e7o. A caracter\u00edstica paulista \u00e9 muito interessante.<\/p>\n<p><em>\u00a0entrevista e texto de Ester Jacopetti<\/em><\/p>\n<p><em>fotos: Divulga\u00e7\u00e3o\/TV Globo<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s se despedir da Dona Nen\u00e9m de \u2018A Grande Fam\u00edlia\u2019, na qual interpretou durante 14 anos, a atriz Marieta Severo fala sobre novos projetos, e as saudades que sua personagem carism\u00e1tica deixar\u00e1 no cora\u00e7\u00e3o dos brasileiros. \u201cA vis\u00e3o dela era sempre atrav\u00e9s do cora\u00e7\u00e3o, do afeto, do amor. 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