{"id":6496,"date":"2014-12-05T13:33:17","date_gmt":"2014-12-05T16:33:17","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=6496"},"modified":"2024-01-26T10:57:18","modified_gmt":"2024-01-26T13:57:18","slug":"o-salvador-do-patrimonio-historico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2014\/12\/05\/o-salvador-do-patrimonio-historico\/","title":{"rendered":"O salvador do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_6497\" aria-describedby=\"caption-attachment-6497\" style=\"width: 346px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/DSC_1010.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6497\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6497  \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/DSC_1010.jpg\" alt=\"\" width=\"346\" height=\"230\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/DSC_1010.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/DSC_1010-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 346px) 100vw, 346px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6497\" class=\"wp-caption-text\">O restaurador J\u00falio Moraes na obra de restauro das pinturas do altar mor que est\u00e1 realizando na Matriz Nossa Senhora da Candel\u00e1ria, em Itu<\/figcaption><\/figure>\n<p align=\"center\"><em>O restaurador J\u00falio Moraes j\u00e1 executou diversas obras no pa\u00eds, reavivando a mem\u00f3ria de uma sociedade e recuperando o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e art\u00edstico nacional. Atualmente, ele restaura as pinturas do altar mor da Matriz da Candel\u00e1ria, em Itu<\/em><\/p>\n<p>\u00a0Ap\u00f3s serem encontradas pinturas nas paredes laterais do altar mor da Igreja Matriz de Nossa Senhora Candel\u00e1ria, em Itu, o escrit\u00f3rio J\u00falio Moraes Conserva\u00e7\u00e3o e Restauro Ltda. foi contratado novamente <em>[o restauro do teto da capela mor foi feito pelos mesmos profissionais em 2001]<\/em> para realizar os trabalhos de conserva\u00e7\u00e3o e restauro das pinturas rec\u00e9m-encontradas. O renomado restaurador J\u00falio Moraes e sua equipe ficar\u00e3o por um bom tempo trabalhando nas pinturas da Matriz, e ao final da obra, ele promete: \u201cO resultado ser\u00e1 uma surpresa a todos\u201d. Al\u00e9m da Matriz, a equipe j\u00e1 efetuou outros trabalhos em Itu, na Igreja de Santa Rita, Igreja do Bom Jesus, Nossa Senhora do Patroc\u00ednio e do Carmo.<\/p>\n<p>J\u00falio Moraes, que deu in\u00edcio \u00e0 empresa, \u00e9 formado em Artes Pl\u00e1sticas pela USP h\u00e1 quase 40 anos. Seu interesse pelo restauro teve in\u00edcio quando era apenas um adolescente, sem nem saber direito do que se tratava. \u201cEu fiz umas visitas com um professor de Artes Pl\u00e1sticas que eu tinha no gin\u00e1sio vocacional, e ele nos levou \u00e0s cidades hist\u00f3ricas de Minas Gerais e tamb\u00e9m para Itu. Aqui, visitamos essa igreja <em>[Matriz de Nossa Senhora Candel\u00e1ria]<\/em>, Patroc\u00ednio, Carmo e Bom Jesus. Eu lembro muito bem. Com essas visitas todas e muitas outras coisas, de valor cultural e hist\u00f3rico, eu fui criando certa afli\u00e7\u00e3o com o estado f\u00edsico das coisas. Lembro a primeira vez que estive em Ouro Preto e tive uma sensa\u00e7\u00e3o amb\u00edgua, ao mesmo tempo em que fiquei deslumbrado, tinha uma afli\u00e7\u00e3o em ver tudo caindo aos peda\u00e7os. \u00c9 como se apaixonar por uma pessoa e ver que ela est\u00e1 morrendo\u201d, detalha o profissional. Na \u00e9poca de ingressar na faculdade, ele escolheu Artes Pl\u00e1sticas e assim que se formou foi trabalhar em outra coisa. Aconselhado por um professor &#8211; uma esp\u00e9cie de conselheiro, segundo J\u00falio &#8211; foi atr\u00e1s de seu sonho e com a ajuda do mesmo, conseguiu um emprego na \u00e1rea de patrim\u00f4nio hist\u00f3rico. Posteriormente, especializou-se em Restaura\u00e7\u00e3o de Pintura de Cavalete na Cidade do M\u00e9xico, e Ci\u00eancia aplicada \u00e0 Conserva\u00e7\u00e3o e Restauro, em Roma. \u00a0Trabalhou no Departamento de Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico na Prefeitura de S\u00e3o Paulo e no Museu de Arte Contempor\u00e2nea da USP.<\/p>\n<p>Hoje, com mais tr\u00eas s\u00f3cios, comanda uma equipe com quase 30 t\u00e9cnicos, em S\u00e3o Paulo, e realiza projetos como a conserva\u00e7\u00e3o de pinturas de cavalete, pe\u00e7as de cer\u00e2mica, arqueol\u00f3gicas e sacras e at\u00e9 a restaura\u00e7\u00e3o de pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, como igrejas, caso da Matriz da Candel\u00e1ria, em Itu. Com quase quatro d\u00e9cadas de hist\u00f3ria e centenas de restauros no curr\u00edculo, J\u00falio afirma que a sociedade mudou muito nos \u00faltimos anos com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico. \u201cA grande virada foi nos anos 1980. Eu senti essa mudan\u00e7a. Nos anos 1970 houve as grandes demoli\u00e7\u00f5es em S\u00e3o Paulo, eu sou de l\u00e1, e vi a avenida Paulista ir ao ch\u00e3o quase que da noite para o dia, assim como bairros inteiros serem destru\u00eddos. O patrim\u00f4nio edificado \u00e9 a parte vis\u00edvel da perda da nossa mem\u00f3ria. Os outros patrim\u00f4nios, como falas dialetais, sotaques regionais, m\u00fasicas, dan\u00e7as e receitas culin\u00e1rias, por exemplo, esses desaparecem e a gente n\u00e3o v\u00ea. Existe uma frase muito conhecida que diz: \u2018O povo que n\u00e3o conhece sua hist\u00f3ria se condena a repeti-la indefinidamente\u2019, e \u00e9 verdade. Uma sociedade que n\u00e3o sabe quem \u00e9, de onde veio e como se formou, \u00e9 como uma pessoa com amn\u00e9sia\u201d, explica J\u00falio.<\/p>\n<figure id=\"attachment_6498\" aria-describedby=\"caption-attachment-6498\" style=\"width: 307px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/DSC_1016.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6498\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-6498  \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/DSC_1016.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/DSC_1016.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/DSC_1016-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 307px) 100vw, 307px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6498\" class=\"wp-caption-text\">Pinturas encontradas nas paredes laterais do altar mor na Igreja Matriz de Nossa Senhora Candel\u00e1ria, em Itu, agora est\u00e3o sendo restauradas pelo escrit\u00f3rio J\u00falio Moraes Conserva\u00e7\u00e3o e Restauro<\/figcaption><\/figure>\n<p>Com diversas obras e monumentos hist\u00f3ricos passados por suas m\u00e3os, J\u00falio conta que todos s\u00e3o importantes para a equipe e destaca alguns como restauro de pinturas (de 1911) no Teatro Municipal de S\u00e3o Paulo, restauro dos forros policromados da capela do S\u00edtio Santo Ant\u00f4nio (de 1641-1691), em S\u00e3o Roque, restauro de pinturas murais e elementos arquitet\u00f4nicos e decorativos no Theatro Pedro II (de 1929), em Ribeir\u00e3o Preto e o recente restauro de 21 pinturas murais do Museu \u201cCasa de Portinari\u201d (de 1936-1960), em Brodowski, al\u00e9m de muitos outros. \u201cA capela do S\u00edtio Santo Ant\u00f4nio, em S\u00e3o Roque, \u00e9 considerada, pelo L\u00facio Costa, o exemplar mais antigo e existente hoje de arte brasileira. \u00c9 uma capela pequenininha, lind\u00edssima, e propriedade do Iphan (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional). Vale a visita!\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>Questionado sobre a atual, e real, situa\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico no Brasil, o profissional afirma acreditar que o grande progresso \u00e9 a conscientiza\u00e7\u00e3o do cidad\u00e3o comum, algo que a seu ver, vem acontecendo. \u201cAs pessoas est\u00e3o come\u00e7ando a ganhar essa consci\u00eancia. Claro que existe um caminho longu\u00edssimo a percorrer, v\u00e3o passar gera\u00e7\u00f5es ainda, at\u00e9 a gente chegar num equil\u00edbrio, onde a heran\u00e7a cultural fa\u00e7a parte da vida das pessoas como qualquer outra coisa. Mas vejo que as coisas est\u00e3o evoluindo sim e as a\u00e7\u00f5es concretas s\u00e3o consequ\u00eancias disso\u201d, encerra.<\/p>\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Desafios hist\u00f3ricos<\/span><\/strong><\/p>\n<p><em>Confira trechos da entrevista exclusiva que J\u00falio Moraes concedeu, em Itu, para a Revista Regional.<\/em><\/p>\n<p><strong>Revista Regional: Como surgiu a Julio Moraes Conserva\u00e7\u00e3o e Restauro?<\/strong><\/p>\n<p><strong>J\u00falio Moraes: <\/strong>Eu sempre digo que nossa firma \u00e9 um pouco diferente da maioria das firmas por a\u00ed. Ela n\u00e3o \u00e9 o produto de um projeto, ela \u00e9 um efeito colateral <em>[brinca]<\/em>, ou seja, eu simplesmente era um jovem que queria trabalhar com restauro e comecei a trabalhar sozinho. Depois que entendi que minha maneira de trabalhar era por minha pr\u00f3pria conta, comecei a fazer sozinho. Abri uma microempresa e trabalhei v\u00e1rios anos assim, at\u00e9 que um dia peguei um servi\u00e7o grande e precisei de algu\u00e9m pra me ajudar. Hoje somos quatro s\u00f3cios. Desenvolvemos a nossa pr\u00f3pria maneira de trabalhar. Claro que existe uma metodologia para interven\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o de patrim\u00f4nio cultural e, claro, que ela tem que ser observada. Ela \u00e9 \u00fatil e funciona, mas, a maneira como n\u00f3s nos articulamos para aplicar essa metodologia e como nos adequamos a ela, \u00e9 uma maneira bastante nossa. Com o passar do tempo fomos trazendo outras pessoas e hoje temos graduados em Artes Pl\u00e1sticas e um que \u00e9 formado em Conserva\u00e7\u00e3o e Restauro propriamente. Somos entre 24 e 25 pessoas no total, contando com a parte administrativa.<\/p>\n<p><strong>O senhor restaurou o forro da capela mor da Matriz e fez a prospec\u00e7\u00e3o nas paredes laterais na mesma \u00e9poca. O senhor desconfiava das pinturas laterais ou foi uma surpresa?<\/strong><\/p>\n<p>Lembra que te falei que vim aqui com professores? \u00a0Por volta de 1973, vim aqui com uma professora de hist\u00f3ria da arte brasileira, e eu achei curioso que as paredes laterais da capela mor eram de madeira, j\u00e1 que a professora tinha dito que era tudo de taipa de pil\u00e3o. Ela explicou que as paredes n\u00e3o eram de madeira e sim revestidas, pois no Estado de S\u00e3o Paulo, no tempo da col\u00f4nia, n\u00e3o se dominava a t\u00e9cnica de pintura mural, e como sobrava madeira, revestia-se e pintava a madeira. Mas na \u00e9poca que eu conheci a Matriz j\u00e1 estava tudo pintado de branco. Eu guardei isso que a professora falou durante mais de 30 anos e em 2001 quando fomos chamados pra fazer o restauro do forro da capela mor eu ficava de olho nessas paredes branquinhas. <em>[risos]<\/em> Um pouco antes de acabar o trabalho eu pedi licen\u00e7a ao Monsenhor Durval, p\u00e1roco da \u00e9poca, e ele me permitiu fazer uma prospec\u00e7\u00e3o do lado direito. N\u00e3o deu outra, apareceu a pintura, obviamente barroca. Hoje em dia, rar\u00edssimas. Eu s\u00f3 conhe\u00e7o duas com esse trabalho, essa (em Itu) e no Convento do Embu. Que eu lembre s\u00f3 essas.<\/p>\n<p><strong>Entre os trabalhos que efetuou at\u00e9 hoje, teve algo muito raro e\/ou que te deu medo de fazer o restauro?<\/strong><\/p>\n<p>Quase todas s\u00e3o assim. Isso \u00e9 engra\u00e7ado, eu tenho quase 40 anos no restauro e at\u00e9 hoje, j\u00e1 n\u00e3o tremo mais como antes, mas o desafio que existe permanece. Cada obra de arte ou bem cultural que chega pra gente prop\u00f5e sempre um desafio. O desafio que a gente encontra em cada obra assusta menos com o tempo e a experi\u00eancia traz mais possibilidades de abordagem.<\/p>\n<p><strong>Dos trabalhos que efetuou em Itu, quais te encantam mais?<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m da Matriz e Santa Rita, fizemos uma prospec\u00e7\u00e3o, na Igreja do Carmo, com uma pessoa daqui de Itu, muito competente, e j\u00e1 percebemos que a pintura do forro n\u00e3o \u00e9 do Jesu\u00edno <em>[Padre Jesu\u00edno do Monte Carmelo]<\/em>, a dele est\u00e1 escondida por baixo daquela, aquele forro foi todo repintado. E um trabalho emocionante que fizemos aqui foi a Igreja do Bom Jesus, prospec\u00e7\u00e3o e depois participamos do projeto de restauro. Aquela igreja \u00e9 de uma riqueza que ningu\u00e9m pode imaginar quando v\u00ea. Ela tem dois forros policromados, que em minha opini\u00e3o s\u00e3o de Jesu\u00edno ou escola dele, e tem elementos remanescentes desde o s\u00e9culo XVII at\u00e9 o s\u00e9culo XX. Tem uma hist\u00f3ria inteira l\u00e1! Al\u00e9m disso, aquela igreja tem o teatro mais antigo do Estado, que n\u00e3o \u00e9 um restauro dif\u00edcil e tem hist\u00f3ria, hist\u00f3ria e hist\u00f3ria ali. Aquela igreja \u00e9 um mundo. Pra mim foi um privil\u00e9gio fazer prospec\u00e7\u00e3o l\u00e1.<\/p>\n<p><em>texto e fotos: Gisele Scaravelli<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O restaurador J\u00falio Moraes j\u00e1 executou diversas obras no pa\u00eds, reavivando a mem\u00f3ria de uma sociedade e recuperando o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e art\u00edstico nacional. 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