{"id":6490,"date":"2014-12-05T13:04:10","date_gmt":"2014-12-05T16:04:10","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=6490"},"modified":"2024-01-26T10:57:19","modified_gmt":"2024-01-26T13:57:19","slug":"as-historias-do-pirandello-continuam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2014\/12\/05\/as-historias-do-pirandello-continuam\/","title":{"rendered":"As hist\u00f3rias do Pirandello"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_6491\" aria-describedby=\"caption-attachment-6491\" style=\"width: 288px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/cultura-wlad-3.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6491\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6491 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/cultura-wlad-3.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/cultura-wlad-3.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/cultura-wlad-3-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6491\" class=\"wp-caption-text\">Depois de 11 anos vivendo em Santa Catarina, o jornalista Wladimir Soares est\u00e1 de volta a Indaiatuba<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>O jornalista e cr\u00edtico musical Wladimir Soares, dono do \u00e9pico Bar Pirandello, principal reduto da boemia de esquerda paulistana nos anos 1980, e ex-secret\u00e1rio de Cultura de Indaiatuba, est\u00e1 de volta \u00e0 cidade<\/em><\/p>\n<p>Geralmente em um perfil, o redator conta a hist\u00f3ria na terceira pessoa, por\u00e9m nesse, pe\u00e7o licen\u00e7a para dar os meus \u201cpitacos aqui e ali\u201d, isso porque, n\u00e3o conseguiria ser neutra diante de tantas hist\u00f3rias, muitas das quais, s\u00e3o como verdadeiros sonhos para qualquer jornalista. Al\u00e9m disso, a responsabilidade em escrever o perfil de um profissional que j\u00e1 entrevistou Caetano Veloso, Raul Seixas, Paulinho da Viola, Maria Bet\u00e2nia, entre tantos outros, \u00e9 de dar frio na barriga. Ent\u00e3o, me desculpe Wladimir Soares, n\u00e3o conseguirei ser ap\u00e1tica.<\/p>\n<p>A entrevista foi em um domingo, tr\u00eas meses depois do jornalista Wladimir Soares ter voltado a Indaiatuba, depois de 11 anos morando e trabalhando em Florian\u00f3polis-SC. A primeira impress\u00e3o, at\u00e9 ent\u00e3o guardada para mim, foi de que a casa, rel\u00edquia de fam\u00edlia, estava intacta havia gera\u00e7\u00f5es, por\u00e9m, mesmo assim, com a cara do atual dono. A sala, repleta de obras de arte e m\u00f3veis que s\u00f3 de olhar j\u00e1 se sabe que tem hist\u00f3rias, transcorreu cheia de lembran\u00e7as, encantos e, para essa jornalista, aprendizado.<\/p>\n<p>O bate-papo come\u00e7ou com as hist\u00f3rias dos dois livros que ele escreveu. \u201cO primeiro t\u00edtulo foi o \u2018Spazio Pirandello &#8211; Assim era se lhe parece\u2019, em que narro a hist\u00f3ria do Bar Pirandello, e o segundo foi um livro agenda comemorativo do centen\u00e1rio de Adoniran Barbosa.\u201d<\/p>\n<p>Ambos per\u00edodos reservam grandes hist\u00f3rias. De 1980 a 1990, Wladimir Soares e um s\u00f3cio foram donos do Pirandello, principal reduto da boemia de esquerda paulistana nos anos 1980. O bar tinha uma banda, cujo padrinho era ningu\u00e9m menos que Adoniran Barbosa, que anos depois teria sua hist\u00f3ria contada pelo jornalista. \u201cEm 2009 fui convidado para fazer a biografia do Jos\u00e9 Possi Neto, irm\u00e3o da Zizi Possi, para a Imprensa Oficial, mas no meio do trabalho perdi a vis\u00e3o de um olho o que me desestabilizou muito. No come\u00e7o o Jos\u00e9 n\u00e3o gostou muito, mas depois ele me escreveu uma carta t\u00e3o bonita, que me lembro at\u00e9 hoje\u201d, emociona-se.<\/p>\n<p>Mas vamos voltar ao tempo para come\u00e7ar do in\u00edcio! Wladimir fez jornalismo na C\u00e1sper L\u00edbero, at\u00e9 hoje uma das melhores faculdades da \u00e1rea do Brasil, e foi nessa \u00e9poca que sua proximidade com o cen\u00e1rio cultural come\u00e7ou. \u201cFiquei sabendo que estava sendo montada na faculdade a pe\u00e7a \u2018Morte e Vida Severina\u2019 e foi nessa oportunidade que comecei como ator. Com a pe\u00e7a fomos para o Rio de Janeiro e, enquanto estava fazendo a divulga\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que era o assessor do grupo, fiquei sabendo que um dos atores n\u00e3o poderia atuar nas pr\u00f3ximas sess\u00f5es. O engra\u00e7ado \u00e9 que esse mesmo ator era o \u00fanico que tinha uma parte solo na montagem, ent\u00e3o eu, com poucas horas de ensaio, assumi o desafio e o teatro veio abaixo\u201d, relembra. S\u00f3 para constar, a divulga\u00e7\u00e3o comentada acima estava sendo feita por Nelson Mota, jornalista, compositor, escritor, roteirista, produtor musical e letrista brasileiro, at\u00e9 hoje reconhecido como um \u00e1s no cen\u00e1rio musical do Brasil.<\/p>\n<p>Muitos cap\u00edtulos comp\u00f5em a hist\u00f3ria de Wladimir, todos eles, sempre cheios de par\u00e1grafos, v\u00edrgulas, aspas, por\u00e9m nunca um ponto final e claro, sempre com o destino dando uma m\u00e3ozinha. Mais um exemplo disso foi quando conquistou o emprego dos seus sonhos. Desde o seu ingresso na profiss\u00e3o, o desejo de Wladimir era trabalhar no Jornal da Tarde e o bendito destino, mais uma vez, veio abrir as portas. \u201cFui passar umas f\u00e9rias em Buenos Aires e l\u00e1 conheci uma porto-alegrense que me apresentou a outros jornalistas, inclusive um que trabalhava no Jornal da Tarde. Criei coragem, fiz o teste e ingressei na publica\u00e7\u00e3o em 1975\u201d, rememora. Nessa \u00e9poca o Maur\u00edcio Kubrusly era o cr\u00edtico de m\u00fasica da publica\u00e7\u00e3o, quando foi convidado para ser jurado no Festival Internacional da Can\u00e7\u00e3o, deixando a vaga para Wladimir. \u201cDividi com ele a cr\u00edtica de m\u00fasica, posi\u00e7\u00e3o que ocupei at\u00e9 1981, mas que continuei at\u00e9 1988. Eu era um cr\u00edtico respeitado tanto que at\u00e9 hoje sou lembrado por essa \u00e9poca\u201d.<\/p>\n<p><strong>A chegada a Indaiatuba<\/strong><\/p>\n<p>Sabe aquela hist\u00f3ria do amigo do amigo que apresentou o amor da sua vida? Podemos dizer que foi exatamente isso que aconteceu entre Wladimir e Indaiatuba. Um amigo de um amigo tinha uma ch\u00e1cara na cidade e por isso, desde 1965, o jornalista j\u00e1 visitava o munic\u00edpio. Mas o namoro s\u00f3 virou casamento em 1990, quando ele comprou sua pr\u00f3pria ch\u00e1cara e mudou de mala e cuia para c\u00e1.<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo, Wladimir come\u00e7ou a dirigir espet\u00e1culo e foi chamado para trabalhar na Assessoria Especial da \u00c1rea de Teatros da Secretaria do Estado de S\u00e3o Paulo. \u201cFiquei indo e vindo da capital por tr\u00eas anos at\u00e9 o dia em que fui convidado para trabalhar na Secretaria de Cultura da cidade\u201d. E aqui vale uma ressalva, pois mais uma vez a porta j\u00e1 estava o esperando aberta. \u201cUma amiga disse que o prefeito, na \u00e9poca o Fl\u00e1vio Tonin, estava compondo suas pastas e ent\u00e3o, em 1993, assumi um departamento dentro da secretaria\u201d, recorda.<\/p>\n<p>Uma das caracter\u00edsticas dos jornalistas \u00e9 a curiosidade e vontade de mudar, seja por linhas, par\u00e1grafos ou a\u00e7\u00f5es, no caso do nosso personagem, ele uniu seu conhecimento, seus amigos e sua curiosidade para fazer shows de Chorinho, o Domingo no Parque e a Leitura no Bosque, que ocorria no Casar\u00e3o Pau Preto e trouxe a Indaiatuba nomes como: Lima Duarte, Paulo Autran, Est\u00eanio Garcia, Vera Holtz e Fernanda Montenegro.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o pense que tudo foram e s\u00e3o flores na vida de Wladimir. Algumas pedras, v\u00e1rias at\u00e9 bem grandes, fizeram parte de seu caminho, mas mesmo quando as condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o eram prop\u00edcias, ele soube fazer arte e transformar seu entorno. E sabe a casa que parece de fam\u00edlia? Pois bem&#8230; ela \u00e9 de uma amiga, que estava vazia somente esperando de portas abertas por Wladimir. \u00c9 ou n\u00e3o \u00e9 coisa de destino?<\/p>\n<p><em>\u00a0texto e fotos: Yara Alvarez<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O jornalista e cr\u00edtico musical Wladimir Soares, dono do \u00e9pico Bar Pirandello, principal reduto da boemia de esquerda paulistana nos anos 1980, e ex-secret\u00e1rio de Cultura de Indaiatuba, est\u00e1 de volta \u00e0 cidade Geralmente em um perfil, o redator conta a hist\u00f3ria na terceira pessoa, por\u00e9m nesse, pe\u00e7o licen\u00e7a para dar os meus \u201cpitacos aqui [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6492,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[533],"class_list":["post-6490","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","tag-cultura"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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