{"id":624,"date":"2011-01-31T14:36:17","date_gmt":"2011-01-31T17:36:17","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=624"},"modified":"2024-01-26T09:47:15","modified_gmt":"2024-01-26T12:47:15","slug":"patrimonio-ameacado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/","title":{"rendered":"Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_625\" aria-describedby=\"caption-attachment-625\" style=\"width: 349px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-625\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Escola-Ces\u00e1rio-Motta.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-625 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Escola-Ces\u00e1rio-Motta.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Escola-Ces\u00e1rio-Motta.jpg 582w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Escola-Ces\u00e1rio-Motta-218x300.jpg 218w\" sizes=\"(max-width: 349px) 100vw, 349px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-625\" class=\"wp-caption-text\">At\u00e9 a d\u00e9cada de 40, Itu possu\u00eda cerca de 40 casar\u00f5es no centro hist\u00f3rico, atualmente apenas cinco restaram: antigo Banco Comercial de SP, Museu Republicano, Museu da Energia, Antiqu\u00e1rio Dona Lila e Casa da Cultura<\/figcaption><\/figure>\n<p>Fundada em 1610, Itu completa 401 anos de exist\u00eancia. Sendo umas das cidades mais antigas do Estado de S\u00e3o Paulo, ela possui muitas constru\u00e7\u00f5es centen\u00e1rias que nos remetem ao passado e \u00e0 hist\u00f3ria desses mais de 400 anos. Casar\u00f5es, igrejas e ruas antigas fazem parte da mem\u00f3ria de todos que aqui cresceram. De todas essas \u00e9pocas, algo permanece, por menor que seja, e assim novas gera\u00e7\u00f5es podem conhecer lugares que fizeram parte da forma\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria local e gera\u00e7\u00f5es passadas podem andar pelas ruas relembrando seus dias de juventude. Mas ser\u00e1 que a contempla\u00e7\u00e3o e preocupa\u00e7\u00e3o com nossas constru\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas \u00e9 geral ou apenas em pontos isolados?<\/p>\n<p>A cidade conhecida como \u201cRoma Brasileira\u201d, \u201cCidade dos Exageros\u201d, \u201cBoca do Sert\u00e3o\u201d, e \u201cOuro Preto Paulista\u201d est\u00e1 sofrendo com o <em>boom<\/em> do mercado imobili\u00e1rio, que gera um crescimento linear e despreocupado, al\u00e9m da falta de informa\u00e7\u00e3o que faz com que a maioria dos mun\u00edcipes acredite que preservar o antigo \u00e9 regredir. \u201cQuando se fala de preserva\u00e7\u00e3o, \u00e9 l\u00f3gico que isso est\u00e1 inclu\u00eddo no desenvolvimento da cidade, porque essa parte antiga hist\u00f3rica e cultural tem que estar em harmonia com os novos projetos de desenvolvimento de Itu. Ent\u00e3o, longe de pensar que o progresso de uma cidade n\u00e3o acontece quando se fala de tombamento\u201d, pontua o engenheiro ituano Jair de Oliveira.<\/p>\n<p>O desenvolvimento acelerado e o aquecimento do mercado imobili\u00e1rio nos \u00faltimos dois anos fizeram com que muitas constru\u00e7\u00f5es no centro hist\u00f3rico fossem desaparecendo e, assim, riscando um cap\u00edtulo da nossa hist\u00f3ria. Na d\u00e9cada de 40, principalmente, muita coisa virou p\u00f3. \u201cO centro hist\u00f3rico, at\u00e9 a d\u00e9cada de 40 possu\u00eda muitos sobrad\u00f5es, na rua do Carmo, Largo da Matriz, rua Direita <em>[atual Paula Souza]<\/em>, na rua da Palma <em>[atual Andradas]<\/em> e na rua do Com\u00e9rcio <em>[atual Floriano Peixoto]<\/em>. Chegamos a ter 40 sobrad\u00f5es, hoje reduzidos a apenas cinco exemplares. \u00c9 uma grande perda para o patrim\u00f4nio\u201d, lembra o engenheiro. Os sobrados ainda existentes s\u00e3o o Museu Republicano, Museu da Energia, Casa da Cultura, Antiqu\u00e1rio Dona Lila e o pr\u00e9dio da esquina da Floriano Peixoto com a Madre Maria Theodora.<\/p>\n<p>Para que um pr\u00e9dio no centro hist\u00f3rico de Itu possa receber alguma altera\u00e7\u00e3o ou at\u00e9 mesmo para ser demolido \u00e9 necess\u00e1rio que exista aprova\u00e7\u00e3o do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, Arqueol\u00f3gico, Art\u00edstico e Tur\u00edstico do Estado de S\u00e3o Paulo). Apenas depois dessa libera\u00e7\u00e3o \u00e9 que a Prefeitura de Itu libera um alvar\u00e1 de autoriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Invent\u00e1rio Condephaat<\/strong><\/p>\n<p>Em maio de 1989, o Condephaat realizou um levantamento do centro hist\u00f3rico de Itu e criou um invent\u00e1rio de todas as constru\u00e7\u00f5es que deveriam ser tombadas. Foram mais de 500 edifica\u00e7\u00f5es inventariadas apenas na zona urbana da cidade, mas poucas s\u00e3o tombadas.<\/p>\n<p>O arquiteto e urbanista Fernando Vicente foi presidente do Conselho Municipal de Defesa do Patrim\u00f4nio e explica: \u201cDentro da zona hist\u00f3rica e dentro da zona de predomin\u00e2ncia hist\u00f3rica, existem edif\u00edcios que foram evidenciados pelo seu car\u00e1ter arquitet\u00f4nico. Eles foram inventariados. Conserva-se basicamente volume e fachada, mas isso depende de muitas coisas, como presidente do Condephaat, do Iphan, depende da constru\u00e7\u00e3o em si, acaba sendo um pouco subjetivo. Quando v\u00e3o sofrer alguma interven\u00e7\u00e3o, esses alvar\u00e1s ser\u00e3o liberados ou n\u00e3o. Os que n\u00e3o est\u00e3o inventariados seguem algumas especifica\u00e7\u00f5es que s\u00e3o do c\u00f3digo de obras de zoneamento da zona hist\u00f3rica e de predomin\u00e2ncia hist\u00f3rica da cidade\u201d.<\/p>\n<p>At\u00e9 hoje, as edifica\u00e7\u00f5es realmente tombadas, isoladamente, em Itu, s\u00e3o poucas e s\u00e3o elas: F\u00e1brica de Tecidos S\u00e3o Luiz, Igreja do Senhor Bom Jesus, Museu Republicano Conven\u00e7\u00e3o de Itu, Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candel\u00e1ria, Pedreiras do Varvito e o centro hist\u00f3rico, que segundo o Condephaat atinge aproximadamente 240 im\u00f3veis de diferentes tipologias, constru\u00eddos a partir do s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o de patrim\u00f4nio ainda \u00e9 um assunto muito delicado, de um lado propriet\u00e1rios que n\u00e3o querem manter a constru\u00e7\u00e3o e muito menos arcar com restauro, de outro os que s\u00e3o a favor e mant\u00e9m suas casas. Mas e a popula\u00e7\u00e3o, seja ela propriet\u00e1ria ou n\u00e3o, qual a posi\u00e7\u00e3o dela? \u201cEm 1970, o Condephaat se voltou \u00e0s cidades hist\u00f3ricas de S\u00e3o Paulo e desde esse momento vem dialogando com a nossa cidade, portanto s\u00e3o 40 anos de conversa. No primeiro momento a popula\u00e7\u00e3o completamente despreparada, completamente indiferente ao seu patrim\u00f4nio, contanto que muita coisa come\u00e7a a ser destru\u00edda, abandonada, deteriorada, por essa indiferen\u00e7a e falta de consci\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o e dos governantes\u201d, lembra Jair de Oliveira.<\/p>\n<p>A consci\u00eancia de preserva\u00e7\u00e3o de patrim\u00f4nio chegou muito tardia n\u00e3o s\u00f3 em Itu, mas em todo o pa\u00eds. Muita coisa vem sendo mantida de forma respons\u00e1vel e com o intuito de preservar nossa hist\u00f3ria e fazer com que sejamos percept\u00edveis a isso ao caminhar pelas ruas. Segundo o arquiteto Marco Benedetti, as constru\u00e7\u00f5es de maior import\u00e2ncia hist\u00f3rica j\u00e1 s\u00e3o conhecidas e cuidadosamente mantidas. \u201cO destaque todo mundo conhece, o que vai se perder e n\u00e3o haver\u00e1 mais registros s\u00e3o as moradias simples e menores, que s\u00e3o igualmente parte da hist\u00f3ria e est\u00e3o sumindo. E quem tem carinho e apre\u00e7o por elas? O aquecimento do mercado imobili\u00e1rio \u00e9 extremamente perigoso para essas constru\u00e7\u00f5es menores e julgadas sem import\u00e2ncia\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>O invent\u00e1rio montado pelo Condephaat salvaguardaria muitas dessas constru\u00e7\u00f5es. \u201cO diferencial de Itu \u00e9 que uma diversidade arquitet\u00f4nica existe e se apresenta fortemente. Pelo fato do n\u00e3o congelamento da economia n\u00f3s temos casas de v\u00e1rios per\u00edodos convivendo em harmonia, marcando v\u00e1rias \u00e9pocas. Por exemplo, na rua dos Andradas h\u00e1 casar\u00f5es dos anos 70 muito bonitos e que n\u00e3o t\u00eam respaldo de uma legisla\u00e7\u00e3o. S\u00f3 que se n\u00e3o preservarmos isso hoje, daqui 50 anos n\u00e3o existir\u00e3o mais\u201d, fala o arquiteto.<\/p>\n<p><strong>Identidade hist\u00f3rica<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_626\" aria-describedby=\"caption-attachment-626\" style=\"width: 480px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-626\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-626\" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"349\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg 800w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-da-Energia-300x218.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-626\" class=\"wp-caption-text\">Sobrado do Museu da Energia<\/figcaption><\/figure>\n<p>O engenheiro civil Andr\u00e9 Sotero e a turism\u00f3loga Mariele Martin s\u00e3o ituanos e afirmam que o respeito com as constru\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, como a legisla\u00e7\u00e3o de placas j\u00e1 seria uma pequena a\u00e7\u00e3o que mudaria toda a vista da cidade. \u201cNo projeto Cidade Limpa em S\u00e3o Paulo todo mundo foi contra, mas agora todo mundo gosta. A competi\u00e7\u00e3o comercial \u00e9 forte, mas n\u00e3o podemos deixar que isso ofusque o patrim\u00f4nio\u201d, afirma Andr\u00e9. Segundo eles, Itu est\u00e1 deixando de aproveitar uma fonte de turismo que seria o turismo arquitet\u00f4nico, assim como Paraty, Ouro Preto e as \u201ccidades mortas\u201d. \u201cItu est\u00e1 perdendo o potencial que tem sem explor\u00e1-lo e vai acabar\u201d, assegura o engenheiro.<\/p>\n<p>Quem mais perde com o descaso com o patrim\u00f4nio hist\u00f3rico na cidade s\u00e3o as pessoas menos interessadas. Porque para quem tem o interesse existe a pesquisa onde v\u00e3o acabar encontrando fotos e registros de pr\u00e9dios agora inexistentes na cidade, mas a pessoa que s\u00f3 passa na rua, acaba absorvendo algo inconscientemente e essa acaba sendo a refer\u00eancia que ela tem de lar, sem sequer perceber. \u201cIsso em algum momento vai fazer diferen\u00e7a, pois \u00e9 a nossa refer\u00eancia. Por exemplo, as cidades que v\u00e3o ser inundadas por barragens e as pessoas acabam sendo removidas, j\u00e1 em suas novas cidades entram em depress\u00e3o porque perdem sua refer\u00eancia e identidade hist\u00f3rica. Ent\u00e3o, estamos perdendo a sensa\u00e7\u00e3o de estar em casa\u201d, acrescenta Mariele.<\/p>\n<p>Dar um uso para as constru\u00e7\u00f5es tombadas ou apenas inventariadas \u00e9 o ideal a se fazer, assim ela poder\u00e1 ser mantida. A \u00e1rea para se preservar \u00e9 real, mas um incentivo para manter as edifica\u00e7\u00f5es do centro hist\u00f3rico, n\u00e3o somente as tombadas, deveria existir, pois n\u00e3o basta que as casas existam, mas sim que sejam bem conservadas para a aprecia\u00e7\u00e3o de turistas e orgulho dos cidad\u00e3os.<\/p>\n<p>Valorizar nosso patrim\u00f4nio arquitet\u00f4nico \u00e9 como valorizar a casa em que vivemos, mas mais importante, nossa cidade faz parte, direta ou indiretamente, da nossa forma\u00e7\u00e3o e deve transcender o gosto pessoal.<\/p>\n<p><strong>PAC \u2013 Cidades Hist\u00f3ricas para Itu<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_627\" aria-describedby=\"caption-attachment-627\" style=\"width: 480px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-627\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-Republicano-II.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-627 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-Republicano-II.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"306\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-Republicano-II.jpg 800w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-Republicano-II-300x191.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-627\" class=\"wp-caption-text\">Pr\u00e9dio do Museu Republicano<\/figcaption><\/figure>\n<p>Itu foi contemplada pelo governo federal com o PAC \u2013 Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento \u2013 Cidades Hist\u00f3ricas, recebendo recursos financeiros para a preserva\u00e7\u00e3o de patrim\u00f4nios e investimentos culturais. O programa foi lan\u00e7ado em outubro de 2009 pelo ex-presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, em Ouro Preto (MG).\u00a0 Implantado no ano passado, o PAC tem como objetivo a revitaliza\u00e7\u00e3o urbana, melhoria da qualidade de vida e fortalecimento da gest\u00e3o dos munic\u00edpios atendidos e ser\u00e1 aplicado em a\u00e7\u00f5es entre os anos de 2010 e 2013. O PAC prev\u00ea auxiliar 173 cidades hist\u00f3ricas em todo o pa\u00eds. Para aderir ao programa, o munic\u00edpio, juntamente com o Estado e o Iphan, precisa elaborar um Plano de A\u00e7\u00e3o que defina um planejamento integrado, coerente com o Sistema Nacional do Patrim\u00f4nio Cultural e com outras a\u00e7\u00f5es. O investimento previsto para Itu \u00e9 de R$ 17,5 milh\u00f5es num total de oito a\u00e7\u00f5es, entre elas a implanta\u00e7\u00e3o do \u201cTrem Republicano\u201d, instala\u00e7\u00e3o de lumin\u00e1rias a g\u00e1s e aterramento da fia\u00e7\u00e3o el\u00e9trica no centro hist\u00f3rico, restauro do casar\u00e3o que abriga a Casa da Cultura, restaura\u00e7\u00e3o do Mercado Municipal, execu\u00e7\u00e3o de obras na <a href=\"http:\/\/www.itu.com.br\/guia\/detalhe.asp?c=675\">Igreja Matriz Nossa Senhora da Candel\u00e1ria<\/a> e recupera\u00e7\u00e3o da originalidade de obras do padre Jesu\u00edno do Monte Carmelo.<\/p>\n<p><strong>reportagem de Gisele Scaravelli<\/strong><\/p>\n<p><strong>fotos: Acervo Museu Republicano de Itu<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fundada em 1610, Itu completa 401 anos de exist\u00eancia. Sendo umas das cidades mais antigas do Estado de S\u00e3o Paulo, ela possui muitas constru\u00e7\u00f5es centen\u00e1rias que nos remetem ao passado e \u00e0 hist\u00f3ria desses mais de 400 anos. Casar\u00f5es, igrejas e ruas antigas fazem parte da mem\u00f3ria de todos que aqui cresceram. De todas essas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":626,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[3,5],"tags":[526],"class_list":["post-624","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-reporter-regional","tag-reporter"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado - Revista Regional<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado - Revista Regional\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Fundada em 1610, Itu completa 401 anos de exist\u00eancia. Sendo umas das cidades mais antigas do Estado de S\u00e3o Paulo, ela possui muitas constru\u00e7\u00f5es centen\u00e1rias que nos remetem ao passado e \u00e0 hist\u00f3ria desses mais de 400 anos. Casar\u00f5es, igrejas e ruas antigas fazem parte da mem\u00f3ria de todos que aqui cresceram. De todas essas [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista Regional\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2011-01-31T17:36:17+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-01-26T12:47:15+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"800\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"582\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"contato@revistaregional.com.br\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"contato@revistaregional.com.br\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"9 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"contato@revistaregional.com.br\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\"},\"headline\":\"Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado\",\"datePublished\":\"2011-01-31T17:36:17+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-26T12:47:15+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/\"},\"wordCount\":1724,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2011\\\/01\\\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg\",\"keywords\":[\"Rep\u00f3rter\"],\"articleSection\":[\"Destaques\",\"Rep\u00f3rter\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/\",\"name\":\"Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado - Revista Regional\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2011\\\/01\\\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg\",\"datePublished\":\"2011-01-31T17:36:17+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-26T12:47:15+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2011\\\/01\\\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2011\\\/01\\\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg\",\"width\":\"800\",\"height\":\"582\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2011\\\/01\\\/31\\\/patrimonio-ameacado\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Revista Regional\",\"description\":\"Salto - Itu - Indaituba\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\",\"name\":\"contato@revistaregional.com.br\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"contato@revistaregional.com.br\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/author\\\/contato@revistaregional.com.br\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado - Revista Regional","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado - Revista Regional","og_description":"Fundada em 1610, Itu completa 401 anos de exist\u00eancia. Sendo umas das cidades mais antigas do Estado de S\u00e3o Paulo, ela possui muitas constru\u00e7\u00f5es centen\u00e1rias que nos remetem ao passado e \u00e0 hist\u00f3ria desses mais de 400 anos. Casar\u00f5es, igrejas e ruas antigas fazem parte da mem\u00f3ria de todos que aqui cresceram. De todas essas [&hellip;]","og_url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/","og_site_name":"Revista Regional","article_published_time":"2011-01-31T17:36:17+00:00","article_modified_time":"2024-01-26T12:47:15+00:00","og_image":[{"width":800,"height":582,"url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"contato@revistaregional.com.br","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"contato@revistaregional.com.br","Est. tempo de leitura":"9 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/"},"author":{"name":"contato@revistaregional.com.br","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d"},"headline":"Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado","datePublished":"2011-01-31T17:36:17+00:00","dateModified":"2024-01-26T12:47:15+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/"},"wordCount":1724,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg","keywords":["Rep\u00f3rter"],"articleSection":["Destaques","Rep\u00f3rter"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/","name":"Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado - Revista Regional","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg","datePublished":"2011-01-31T17:36:17+00:00","dateModified":"2024-01-26T12:47:15+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/bloco-1-Museu-da-Energia.jpg","width":"800","height":"582"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/patrimonio-ameacado\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Patrim\u00f4nio amea\u00e7ado"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#website","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/","name":"Revista Regional","description":"Salto - Itu - Indaituba","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d","name":"contato@revistaregional.com.br","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","caption":"contato@revistaregional.com.br"},"url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/author\/contato@revistaregional.com.br\/"}]}},"views":245,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/624","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=624"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/624\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":634,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/624\/revisions\/634"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/626"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=624"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=624"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=624"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}