{"id":6197,"date":"2014-08-01T11:26:53","date_gmt":"2014-08-01T14:26:53","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=6197"},"modified":"2024-01-26T11:36:11","modified_gmt":"2024-01-26T14:36:11","slug":"regina-navarro-lins-em-entrevista-exclusiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2014\/08\/01\/regina-navarro-lins-em-entrevista-exclusiva\/","title":{"rendered":"Regina Navarro Lins em entrevista exclusiva"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_6198\" aria-describedby=\"caption-attachment-6198\" style=\"width: 288px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/TRATADA5.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6198\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6198 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/TRATADA5.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/TRATADA5.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/TRATADA5-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6198\" class=\"wp-caption-text\">\u201cO principal vil\u00e3o que impede as pessoas de viverem com mais satisfa\u00e7\u00e3o e menos culpa me parece ser a exig\u00eancia de exclusividade amorosa e sexual nas rela\u00e7\u00f5es est\u00e1veis\u201d<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>A psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, expert em relacionamentos amorosos e sexuais, analisa o comportamento sexual do brasileiro, separa amor de sexo e prev\u00ea: \u201co amor rom\u00e2ntico e a exig\u00eancia de exclusividade est\u00e3o saindo de cena\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Falar abertamente sobre sexo ainda pode ser um tabu para muitas pessoas, mas o assunto est\u00e1 cada vez mais desmistificado pela m\u00eddia, inclusive pela TV aberta, onde se tem a participa\u00e7\u00e3o de sex\u00f3logos e psicanalistas prontos para responder a todos os tipos de d\u00favida. Na Rede Globo, por exemplo, \u201cAmor &amp; Sexo\u201d, de Fernanda Lima, \u00e9 um dos maiores sucessos da emissora. Uma das participantes fixas do programa \u00e9 a psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, autora de 11 livros sobre relacionamento amoroso e sexual, entre eles o best seller \u201cA Cama na Varanda\u201d e \u201cO Livro do Amor\u201d. Al\u00e9m da literatura, ela escreve tamb\u00e9m para jornais, mant\u00e9m coluna aos domingos no O Dia, do Rio de Janeiro, e ainda apresenta cr\u00f4nica semanal na r\u00e1dio Metr\u00f3pole, de Salvador. Regina \u00e9 super requisitada para palestras em v\u00e1rias cidades do Brasil e tamb\u00e9m atua nas redes sociais, postando sobre relacionamento amoroso e sexual (no Twitter: @reginanavarro e no Facebook: regina.navarro.lins). Sem papas na l\u00edngua, a profissional costuma ressaltar sempre que amor \u00e9 uma coisa, sexo \u00e9 outra. \u201cAmor e sexo s\u00e3o impulsos totalmente independentes e \u00e9 poss\u00edvel se experimentar prazer sexual pleno desvinculado das aspira\u00e7\u00f5es rom\u00e2nticas\u201d, afirma. Regina vai al\u00e9m e prev\u00ea uma era do poliamor daqui a alguns anos: \u201co amor rom\u00e2ntico est\u00e1 saindo de cena e levando com ele a sua principal caracter\u00edstica: a exig\u00eancia de exclusividade.\u201d Para ela, \u201co modelo de casamento que conhecemos d\u00e1 sinais de que ser\u00e1 radicalmente modificado. Dentro de algumas d\u00e9cadas, um parceiro \u00fanico pode se tornar coisa do passado.\u201d Nesta entrevista exclusiva, Regina fala sobre o comportamento sexual do brasileiro, os dilemas, as principais queixas que recebe de leitores e pacientes, o culto excessivo ao corpo e as novas formas de prazer sexual. Uma conversa sem censura e totalmente esclarecedora.<\/p>\n<p><strong>Revista Regional: Mesmo com tanta abertura que tivemos nas \u00faltimas d\u00e9cadas, parece que falar sobre sexo ainda soa como tabu no Brasil, talvez pela educa\u00e7\u00e3o ou por correntes religiosas. A senhora percebe isso?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Regina Navarro Lins: <\/strong>O sexo sempre teve destaque na hist\u00f3ria da humanidade. Dependendo da \u00e9poca e do lugar, foi glorificado como s\u00edmbolo de fertilidade e riqueza, ou condenado como pecado. Na nossa cultura crist\u00e3 o corpo \u00e9 visto como inimigo do esp\u00edrito. H\u00e1 uma expectativa de que todos se sintam culpados e envergonhados por causa dos seus \u00f3rg\u00e3os sexuais e suas fun\u00e7\u00f5es. As pessoas sofrem muito com seus desejos, medos e culpas. Desde os anos 60 estamos vivendo um processo de profunda mudan\u00e7a das mentalidades, que \u00e9 lenta e gradual.<\/p>\n<p><strong>Uma de suas teses recorrentes \u00e9 a de separar sexo de amor e mostrar que casar com o pr\u00edncipe encantado \u00e9 algo praticamente imposs\u00edvel. A sociedade est\u00e1 preparada para entender isso? Houve uma evolu\u00e7\u00e3o nesse sentido de desassociar contos de fadas com vida real?<\/strong><\/p>\n<p>Amor e sexo s\u00e3o impulsos totalmente independentes e \u00e9 poss\u00edvel se experimentar prazer sexual pleno desvinculado das aspira\u00e7\u00f5es rom\u00e2nticas. O amor \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o social e em cada \u00e9poca se apresenta de uma forma. Se voc\u00ea quer saber se a sociedade est\u00e1 preparada para as mudan\u00e7as, lhe convido a vir comigo aos anos 50 ou 60. Se algu\u00e9m naquela \u00e9poca dissesse que algumas d\u00e9cadas depois seria natural uma mulher fazer sexo antes do casamento seria tachado de louco. Logo diriam que a sociedade n\u00e3o estava preparada para tanta ousadia. O mesmo ocorria em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 separa\u00e7\u00e3o. As mulheres separadas eram discriminadas. Deixavam de ser convidadas para os lugares, eram chamadas de vagabundas. Muitas escolas n\u00e3o aceitavam filhos de pais separados. Eles eram olhados com piedade.<\/p>\n<p><strong>Quais os relatos e queixas mais frequentes que a senhora recebe, tanto em consult\u00f3rio quanto por meio das redes sociais, sobre a vida amorosa e sexual das pessoas? Qual o principal vil\u00e3o da irrealiza\u00e7\u00e3o amorosa e sexual nos nossos dias?<\/strong><\/p>\n<p>Houve grande evolu\u00e7\u00e3o a partir da d\u00e9cada de 70, mas homens e mulheres ainda sofrem demais com seus medos, culpas e frustra\u00e7\u00f5es. Pouca gente tem coragem de tentar novos caminhos. Apesar das frustra\u00e7\u00f5es quase todos recorrem ao que j\u00e1 \u00e9 conhecido. O desconhecido assusta, d\u00e1 medo, gera inseguran\u00e7a. No que diz respeito \u00e0 vida a dois isso quase sempre acontece. O principal vil\u00e3o que impede as pessoas de viverem com mais satisfa\u00e7\u00e3o e menos culpa me parece ser a exig\u00eancia de exclusividade amorosa e sexual nas rela\u00e7\u00f5es est\u00e1veis. Ser\u00e1 que n\u00e3o est\u00e1 na hora de come\u00e7armos a questionar se fidelidade tem mesmo a ver com sexualidade?<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>H\u00e1 pouco tempo, a senhora afirmou numa entrevista que a bissexualidade, assim como o sexo a tr\u00eas ou grupal s\u00e3o uma tend\u00eancia. O que comprova isso? S\u00e3o mudan\u00e7as de h\u00e1bito, digamos assim, que vieram pra ficar ou s\u00f3 uma moda passageira?<\/strong><\/p>\n<p>O pesquisador americano Alfred Kinsey concluiu em seu estudo que a homossexualidade e a heterossexualidade exclusivas representam extremos do amplo espectro da sexualidade humana. Para ele, a fluidez dos desejos sexuais faz com que pelo menos metade das pessoas sintam, em graus variados, desejo pelos dois sexos. E a terapeuta americana June Singer afirma que \u201cquando exploramos o material sexual nos n\u00edveis profundos da psique, inevitavelmente chegamos a um estado no qual os sentimentos sexuais s\u00e3o muito mais soltos e fluentes do que as pessoas normalmente se disp\u00f5em a admitir.\u201d Acredito que cada vez mais as pessoas se sentir\u00e3o livres para buscar prazer sexual, e muitas v\u00e3o experimentar rela\u00e7\u00f5es amorosas com ambos os sexos.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>A mulher ainda se prende ao pr\u00edncipe no cavalo branco, aquele homem perfeito e \u201cexclusivo\u201d? Li um estudo que aponta quadros graves de depress\u00e3o por conta disso. Chega realmente a afetar a sa\u00fade da mulher?<\/strong><\/p>\n<p>O amor rom\u00e2ntico povoa as mentalidades do Ocidente desde o s\u00e9culo XII, mas s\u00f3 p\u00f4de fazer parte do casamento da d\u00e9cada de 1940 para c\u00e1. O problema desse tipo de amor \u00e9 que ele \u00e9 calcado na idealiza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 constru\u00eddo na rela\u00e7\u00e3o com a pessoa real, mas sobre a imagem que se faz dela. Por isso, com a intimidade da vida a dois no casamento, na maioria dos casos, surge o desencanto. Num estudo sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a depress\u00e3o e o amor rom\u00e2ntico, o psiquiatra italiano Silvano Arieti concluiu que as mulheres casadas sofrem mais de depress\u00e3o do que os homens na propor\u00e7\u00e3o de dois para um. Nas outras categorias &#8211; solteiras, divorciadas e vi\u00favas -, as mulheres t\u00eam taxas mais baixas que os homens. Os fatores socioculturais que est\u00e3o por tr\u00e1s da depress\u00e3o feminina se encontra o fato de que o objetivo dominante para muitas mulheres n\u00e3o \u00e9 a busca de um \u201ceu\u201d aut\u00eantico, mas a busca do amor rom\u00e2ntico. Ainda bem que as mentalidades est\u00e3o mudando e muitas pessoas come\u00e7am a se livrar desse tipo de amor.<\/p>\n<p><strong>Embora a Hist\u00f3ria seja constru\u00edda a partir de ciclos de repeti\u00e7\u00f5es, a imagem da mulher executiva, atuante, solteira e independente \u00e9 historicamente in\u00e9dita \u2013 a ela sempre coube pap\u00e9is, no m\u00ednimo, subalternos. A partir de sua experi\u00eancia \u00e9 poss\u00edvel acreditar que essa nova personagem j\u00e1 foi totalmente assimilada? Se n\u00e3o, quais s\u00e3o os principais obst\u00e1culos para sua aceita\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Os pap\u00e9is masculinos e femininos sempre foram muito bem definidos. O homem para ser considerado masculino tinha que mostrar for\u00e7a, sucesso, poder. Da mulher feminina esperava-se que fosse meiga, gentil, compreensiva, deixasse claro que n\u00e3o gostava muito de sexo e se esfor\u00e7asse, acima de tudo, para corresponder ao que o homem esperava dela. A partir da d\u00e9cada de 60 as mulheres come\u00e7aram a mudar. Exigiram igualdade de direitos e liberdade sexual. A fronteira entre os pap\u00e9is do homem e da mulher est\u00e3o, desde essa \u00e9poca, se dissolvendo. E isso \u00e9 \u00f3timo. Acredito ser um pr\u00e9-requisito para uma sociedade de parceria entre homens e mulheres. O principal obst\u00e1culo \u00e9 a mentalidade patriarcal, da qual muitos ainda n\u00e3o conseguiram se libertar. Entretanto, o homem machista \u00e9 cada vez menos aceito e desejado.<\/p>\n<p><strong>Na Idade M\u00e9dia se propagou a ren\u00fancia, a condena\u00e7\u00e3o do corpo em favor do \u201cesp\u00edrito\u201d. Ecos dessa condena\u00e7\u00e3o puderam ser ouvidos ao longo de s\u00e9culos. Como a senhora v\u00ea o culto ao corpo que vivemos hoje na cultural ocidental, inclusive aqui no Brasil?<\/strong><\/p>\n<p>O culto ao corpo e o sacrif\u00edcio que, principalmente, as mulheres fazem em fun\u00e7\u00e3o dele n\u00e3o \u00e9 novidade. No s\u00e9culo XIX, o uso do espartilho dificultava a respira\u00e7\u00e3o, fazia mal \u00e0 coluna, deformava os \u00f3rg\u00e3os internos, tornava dif\u00edcil se sentar ou subir escadas. Algumas mulheres ajustavam-no tanto para que a cintura n\u00e3o passasse de 40 cm, que acabavam com feridas debaixo dos bra\u00e7os e ao redor da cintura. Isso sem falar nas que morreram por terem o f\u00edgado perfurado pelas costelas. O historiador da cultura Morris Berman afirma que os ocidentais perderam o pr\u00f3prio corpo. Estando fora de contato com a verdadeira realidade som\u00e1tica, h\u00e1 uma tentativa de afirma\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de satisfa\u00e7\u00f5es como sucesso, fama, auto-imagem, dinheiro etc. E mesmo fora do corpo observa-se uma preocupa\u00e7\u00e3o paradoxal com o corpo e sua apar\u00eancia. Tenta-se melhor\u00e1-lo com maquiagem, roupas, cirurgia pl\u00e1stica, alimentos naturais, vitaminas e exerc\u00edcios.<\/p>\n<p><strong>Em seus livros, a senhora fala que daqui a algumas d\u00e9cadas teremos uma era do \u201cpoliamor\u201d. O que seria isso? Como a senhora acha que a sociedade ser\u00e1 capaz de ter essa mudan\u00e7a de conceitos?<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de nosso tabu cultural contra a variedade de parceiros, s\u00e3o muito comuns as rela\u00e7\u00f5es extraconjugais. Todos os ensinamentos que recebemos desde que nascemos \u2013 fam\u00edlia, escola, amigos, religi\u00e3o \u2013 nos estimulam a investir nossa energia sexual em uma \u00fanica pessoa. Mas a pr\u00e1tica \u00e9 bem diferente. Uma porcentagem significativa de homens e mulheres casados compartilha seu tempo e seu prazer com outros parceiros. A quest\u00e3o \u00e9 que isso vem, geralmente, acompanhado de culpas e medos.\u00a0Atualmente, existe um movimento organizado, que difunde a ideia do poliamor. S\u00e3o pessoas que recusam a exig\u00eancia de exclusividade nas rela\u00e7\u00f5es amorosas. Esse <a title=\"Movimento\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Movimento\">movimento<\/a> existe, nos <a title=\"Estados Unidos\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Estados_Unidos\">EUA<\/a>, nos \u00faltimos 25 anos, acompanhado de perto por movimentos de outros pa\u00edses. Em novembro de <a title=\"2005\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/2005\">2005<\/a> realizou-se a Primeira Confer\u00eancia Internacional sobre Poliamor em <a title=\"Hamburgo\" href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Hamburgo\">Hamburgo<\/a> (Alemanha). No poliamor uma pessoa pode amar seu parceiro fixo e amar tamb\u00e9m as pessoas com quem tem relacionamentos extraconjugais ou at\u00e9 mesmo ter relacionamentos amorosos m\u00faltiplos em que h\u00e1 sentimento de amor rec\u00edproco entre todas as partes envolvidas.<\/p>\n<p><strong>Pregar o amor livre n\u00e3o te trouxe repres\u00e1lias ou algum tipo de agress\u00e3o por parte de grupos conservadores aqui no Brasil?<\/strong><\/p>\n<p>Nunca preguei o amor livre. Sou cr\u00edtica ao fato de todos terem que se enquadrar em modelos para serem aceitas socialmente. Jamais proporia a substitui\u00e7\u00e3o de um modelo por outro. O problema dos modelos \u00e9 que todos se tornam parecidos, as singularidades desaparecem. A grande vantagem do momento em que vivemos \u00e9 cada um poder escolher a sua forma de viver. Se algu\u00e9m quiser ficar casado durante 30 anos e s\u00f3 fazer sexo com o parceiro ou parceira, pode. Ter tr\u00eas parceiros ao mesmo tempo, tamb\u00e9m pode. Viver sem parceiro fixo tamb\u00e9m \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o. Essa liberdade era impens\u00e1vel h\u00e1 algumas d\u00e9cadas. A quest\u00e3o \u00e9 que mesmo se frustrando no amor e no sexo, muitos temem o novo. N\u00e3o ter modelos para se apoiar gera inseguran\u00e7a, o desconhecido apavora. Ent\u00e3o, esses se agarram aos modelos tradicionais de comportamento apesar de todo o sofrimento que isso provoca. Para se viver bem \u00e9 preciso ter coragem. Estamos no meio de um profundo processo de mudan\u00e7a das mentalidades. Quanto aos ataques, sempre existem conservadores prontos para isso. N\u00e3o podemos esquecer de que quando o telefone surgiu, no in\u00edcio do s\u00e9culo 20, foi um esc\u00e2ndalo. Os moralistas diziam que era uma indec\u00eancia, porque uma mo\u00e7a podia estar recostada e a voz de um homem entrar pelo seu ouvido.<\/p>\n<p><strong>Para concluir, o amor rom\u00e2ntico e o \u201cfelizes para sempre\u201d existe ou nunca existiu?<\/strong><\/p>\n<p>O amor rom\u00e2ntico, pelo qual a maioria de homens e mulheres do Ocidente tanto anseiam, se caracteriza pela idealiza\u00e7\u00e3o do outro e traz a ideia de que voc\u00ea tem que encontrar algu\u00e9m que te complete, sua alma g\u00eamea. Esse tipo de amor prega a fus\u00e3o total entre os amantes e a ideia de que os dois se transformar\u00e3o num s\u00f3. Agora, a busca da individualidade caracteriza a \u00e9poca em que vivemos; nunca homens e mulheres se aventuraram com tanta coragem em busca de novas descobertas, s\u00f3 que, desta vez, para dentro de si mesmos. Cada um quer saber quais s\u00e3o suas possibilidades, desenvolver seu potencial. O amor rom\u00e2ntico prop\u00f5e o oposto disso, na medida em que prega a fus\u00e3o de duas pessoas. Ele ent\u00e3o come\u00e7a a deixar de ser sedutor. Um amor baseado na amizade e no companheirismo est\u00e1 surgindo. Haver\u00e1 menos idealiza\u00e7\u00e3o e voc\u00ea vai poder perceber melhor o outro. O amor rom\u00e2ntico est\u00e1 saindo de cena e levando com ele a sua principal caracter\u00edstica: a exig\u00eancia de exclusividade. Sem a ideia de encontrar algu\u00e9m que te complete, abre-se um espa\u00e7o para outros tipos de relacionamento, com a possibilidade de se amar mais de uma pessoa de cada vez. O modelo de casamento que conhecemos d\u00e1 sinais de que ser\u00e1 radicalmente modificado. Dentro de algumas d\u00e9cadas, um parceiro \u00fanico pode se tornar coisa do passado.<\/p>\n<p><em>entrevista e texto: Renato Lima<\/em><\/p>\n<p><em>foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A psicanalista e escritora Regina Navarro Lins, expert em relacionamentos amorosos e sexuais, analisa o comportamento sexual do brasileiro, separa amor de sexo e prev\u00ea: \u201co amor rom\u00e2ntico e a exig\u00eancia de exclusividade est\u00e3o saindo de cena\u201d \u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Falar abertamente sobre sexo ainda pode ser um tabu para muitas pessoas, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6202,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[16,3],"tags":[534],"class_list":["post-6197","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conversa","category-destaques","tag-conversa"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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