{"id":6086,"date":"2014-06-23T14:07:46","date_gmt":"2014-06-23T17:07:46","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=6086"},"modified":"2024-01-26T11:36:12","modified_gmt":"2024-01-26T14:36:12","slug":"viviane-mose-a-filosofia-pop","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2014\/06\/23\/viviane-mose-a-filosofia-pop\/","title":{"rendered":"Viviane Mos\u00e9, a Filosofia pop"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_6093\" aria-describedby=\"caption-attachment-6093\" style=\"width: 286px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/123123.jpg\" rel=\"attachment wp-att-6093\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6093 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/123123.jpg\" alt=\"\" width=\"286\" height=\"379\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/123123.jpg 1134w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/123123-771x1024.jpg 771w\" sizes=\"(max-width: 286px) 100vw, 286px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-6093\" class=\"wp-caption-text\">Viviane: \u201cAs pessoas hoje est\u00e3o empoderadas de comunica\u00e7\u00e3o, mas indigentes de capacidade de an\u00e1lise e de reflex\u00e3o\u201d<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>A fil\u00f3sofa analisa a sociedade brasileira contempor\u00e2nea, os protestos e a viol\u00eancia gratuita nas ruas do pa\u00eds <\/em><\/p>\n<p>Viviane Mos\u00e9 dispensa grandes apresenta\u00e7\u00f5es. Gra\u00e7as \u00e0 facilidade que tem de se expressar e de ser compreendida pelo grande p\u00fablico, esta fil\u00f3sofa contempor\u00e2nea \u2013como se intitula \u201cfil\u00f3sofa do meu tempo\u201d \u2013 mostra que a Filosofia pode, sim, ser pop. Tamb\u00e9m escritora, psic\u00f3loga psicanalista e especialista em elabora\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, mestre e doutora em Filosofia pelo Instituto de Filosofia e Ci\u00eancias Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, esta grande pensadora da nossa atualidade traduz a filosofia para as massas atrav\u00e9s de artigos, coment\u00e1rios, programas de r\u00e1dio, participa\u00e7\u00f5es no \u201cFant\u00e1stico\u201d da TV Globo, e com aulas, inclusive para muitos famosos. \u201cHoje,\u00a0as quest\u00f5es tipicamente acad\u00eamicas j\u00e1 n\u00e3o importam tanto, a \u00e1gua est\u00e1 subindo, os desafios s\u00e3o muitos, a urg\u00eancia nos obriga a pensar\u00a0r\u00e1pido, n\u00e3o d\u00e1\u00a0tempo pra citar cada autor, livro, artigo, constando p\u00e1gina, ano, editora\u201d, ressalta. O reconhecimento \u00e9 tanto que Viviane \u00e9 uma das mais requisitadas para eventos corporativos, onde costuma explanar sobre os dilemas do ser humano, como felicidade, vida, morte, etc.. Conhecedora dos problemas da sociedade, a fil\u00f3sofa nos d\u00e1 nesta entrevista uma aula sobre a atualidade brasileira, a viol\u00eancia gratuita, o regresso comportamental que temos visto nos notici\u00e1rios, com depreda\u00e7\u00f5es, saques, linchamentos, assim como as revoltas e os protestos iniciados h\u00e1 exatamente um ano, durante a Copa das Confedera\u00e7\u00f5es. A an\u00e1lise minuciosa de Viviane n\u00e3o poupa nem a imprensa, a qual, segundo ela, tem se baseado na internet, principalmente nas redes sociais. \u201cA imprensa tem sido levada pela internet, uma pena, porque falta an\u00e1lise em ambas, falta sofistica\u00e7\u00e3o intelectual, cultural, humana. A internet ainda \u00e9 muito jovem e reflete o imediatismo das sociedades\u00a0que\u00a0temos, estas que ainda est\u00e3o deslumbradas com a t\u00e9cnica\u201d, comenta a fil\u00f3sofa. Nesta entrevista exclusiva concedida \u00e0 Revista Regional, ela fala ainda sobre o conceito de felicidade que tanto buscamos, sobre educa\u00e7\u00e3o, manifesta\u00e7\u00f5es, o \u00f3dio destilado nas redes sociais e as perspectivas de um mundo diferente no futuro. Tanto que ela garante: \u201cest\u00e1 surgindo um novo homem\u201d.<\/p>\n<p><strong>Revista Regional: Viviane, a senhora \u00e9 considerada a fil\u00f3sofa mais pop do pa\u00eds. \u00c9 dif\u00edcil ter essa miss\u00e3o de decifrar a Filosofia para a grande massa? De quais formas isso tem sido poss\u00edvel?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Viviane Mos\u00e9:<\/strong> Eu n\u00e3o sei bem o que significa ser uma fil\u00f3sofa pop, acho que confundem o pop com o contempor\u00e2neo, eu sou uma fil\u00f3sofa do meu tempo, disposta a pensar as demandas do meu tempo. Hoje,\u00a0as quest\u00f5es tipicamente acad\u00eamicas j\u00e1 n\u00e3o importam tanto, a \u00e1gua est\u00e1 subindo, os desafios s\u00e3o muitos, a urg\u00eancia nos obriga a pensar\u00a0r\u00e1pido, n\u00e3o d\u00e1\u00a0tempo pra citar cada autor, livro, artigo, constando p\u00e1gina, ano, editora. Como disse,\u00a0a \u00e1gua est\u00e1 atingindo nosso pesco\u00e7o, e agora?\u00a0Meu papel tem sido utilizar minha excelente forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica a servi\u00e7o da cultura, da arte, da sociedade, da vida. Minha entrada na R\u00e1dio CBN foi definitiva, mas antes disso j\u00e1 havia me colocada a servi\u00e7o da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. Agora me preocupa a viol\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>A senhora afirmou recentemente que o caos social que estamos vivendo est\u00e1 fazendo surgir um novo homem. Novo quer dizer melhor? Como seria ele?<\/strong><\/p>\n<p>Acho que temos sim um novo ser humano surgindo, e isto se d\u00e1 em fun\u00e7\u00e3o de uma nova cogni\u00e7\u00e3o, uma nova forma de ordenar, articular pensamentos, assim como uma nova\u00a0forma de sentir. Antes pens\u00e1vamos em linha, e nos orgulh\u00e1vamos disso, da retid\u00e3o, da exclus\u00e3o das diferen\u00e7as em nome da verdade; pens\u00e1vamos opondo valores, a partir dos dois lados da linha.\u00a0Hoje somos obrigados\u00a0a pensar em rede, a articular diversas quest\u00f5es, a incluir os diferentes, mais do que afastar. Estou convicta de que se trata de uma mudan\u00e7a para melhor, estamos expandindo nossas possibilidades de racioc\u00ednio,\u00a0estamos nos tornando maiores, mais amplos, e isto nos permite viver melhor as contradi\u00e7\u00f5es, sem sofrer tanto. Mas muita coisa ainda deve acontecer, vivemos a transi\u00e7\u00e3o entre dois modelos, um cai sobre nossas cabe\u00e7as enquanto o outro ainda se\u00a0configura, por isso o caos, mas aos poucos as coisas se reordenam, e para melhor, tenho certeza.<\/p>\n<p><strong>Como a Filosofia pode explicar esse momento da sociedade brasileira?<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 um grande pa\u00eds, e pode oferecer muito ao mundo, nestes novos tempos. Quem,\u00a0como eu,\u00a0conhece o Brasil\u00a0sabe de sua imensa possibilidade, do Interior do Tocantins a S\u00e3o Paulo, do Rio Grande do Sul ao Par\u00e1 vemos\u00a0pessoas vivas, corajosas, inteligentes, com grande capacidade de conviv\u00eancia,\u00a0vemos\u00a0uma soma de culturas, gestos, vidas muito ricas. Mas o Brasil confunde o pa\u00eds\u00a0com os governos, e desenvolveu uma baixa autoestima, e se denigre, se flagela. O Brasil deveria conhecer melhor seu territ\u00f3rio, sua hist\u00f3ria, suas lutas, seus\u00a0movimentos sociais, suas enormes conquistas no decorrer dos s\u00e9culos. Mas nosso &#8220;complexo de vira-lata&#8221;, como diz Nelson Rodrigues,\u00a0prefere n\u00e3o ler, n\u00e3o estudar, n\u00e3o conhecer;\u00a0hoje, com a internet,\u00a0temos uma gera\u00e7\u00e3o de indignados absolutamente mal informados, atirando, na maioria das vezes para lados errados,\u00a0enquanto as grandes causas ficam esquecidas. Precisamos engrossar os movimentos sociais, mas preferimos apenas jogar pedras em quem passa, a virtualidade nos permite esta pregui\u00e7a com cara de &#8220;ousadia&#8221;. Mas daqui a pouco tudo isso ser\u00e1 antigo e ningu\u00e9m mais levar\u00e1 a s\u00e9rio este \u00f3dio destilado da impot\u00eancia. Enfim,\u00a0o Brasil \u00e9 muito melhor do que este mar de lama em que estamos entrando, mas precisamos aprender a\u00a0distinguir o pa\u00eds de alguns dos\u00a0seus governantes.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 mais dif\u00edcil buscar a felicidade hoje do que na Idade M\u00e9dia? Por que?<\/strong><\/p>\n<p>A felicidade \u00e9 uma ideia burguesa que j\u00e1 nos criou muitos problemas, e ainda cria. Em nome desta ideia,\u00a0que s\u00f3 promete mas nunca cumpre,\u00a0parte da juventude e da maturidade no mundo hoje acredita que o sofrimento seja sempre causado pelos governos, pelos poderes, pela explora\u00e7\u00e3o de uns sobre os outros. Mas n\u00e3o \u00e9 bem assim. Conhecemos pa\u00edses sem as mazelas brasileiras, mas com alt\u00edssimo grau de sofrimento e viol\u00eancia. A vida \u00e9 um desconhecimento, uma inc\u00f3gnita, e saber viver um talento raro. A\u00a0ideia de felicidade \u00e9 uma ilus\u00e3o que\u00a0nasceu para vender livros, produtos, mas a vida acontece em n\u00edveis mais elaborados. Ser feliz hoje \u00e9\u00a0dinheiro, beleza, poder, quer dizer, ser feliz \u00e9 consumir, inclusive pessoas.\u00a0Eu n\u00e3o vim ao mundo para ser feliz, eu vim ao mundo para viver a vida com tudo o que ela tem para me oferecer, n\u00e3o abro m\u00e3o dos conflitos, dos obst\u00e1culos. Eu n\u00e3o abro m\u00e3o da dor, esta\u00a0maturidade que nos torna mais humanos, mais \u00e9ticos, e\u00a0mais alegres. E tor\u00e7o para que este sonho adolescente de felicidade d\u00ea lugar a um conceito mais maduro de vida, com qualidade e alegria.<\/p>\n<p><strong>Desde o in\u00edcio das manifesta\u00e7\u00f5es em junho passado, a senhora foi uma das poucas pessoas que assumiram uma preocupa\u00e7\u00e3o com os protestos por terem uma pauta dispersa, sem foco espec\u00edfico, e por terminarem sempre com viol\u00eancia. A que a senhora credita os atos feitos daquela forma?<\/strong><\/p>\n<p>O que aconteceu no meio do ano passado foi um efeito viral, como tantos, com a diferen\u00e7a de que as pessoas foram para as ruas, ou seja,\u00a0n\u00e3o se contentaram em clicar, curtir, compartilhar. Mas quando chegaram nas ruas, sem no\u00e7\u00e3o de pol\u00edtica, desconhecendo a hist\u00f3ria de seu pa\u00eds,\u00a0se frustraram, porque tentaram clicar a\u00a0realidade, que\u00a0n\u00e3o se transforma com um clique, d\u00e1 muito\u00a0mais trabalho. E daquela festa de rua ficou no ar a imensa\u00a0indigna\u00e7\u00e3o sem dire\u00e7\u00e3o, que hoje pipoca em viol\u00eancia. As manifesta\u00e7\u00f5es n\u00e3o foram sinal de amadurecimento pol\u00edtico, muito ao contr\u00e1rio, representaram um retrocesso porque desconsideraram as lutas e conquistas anteriores, como se a cidadania no Brasil tivesse nascendo ali. Os problemas sociais s\u00e3o antigos e bastante complexos, n\u00e3o podem ser tratados da forma simplista e imediatista como est\u00e3o sendo hoje.\u00a0Se n\u00e3o conseguirmos canalizar a indigna\u00e7\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o a causas espec\u00edficas, poderemos ver a viol\u00eancia atingir n\u00edveis nunca vistos.<\/p>\n<p><strong>Com Copa e elei\u00e7\u00f5es, a senhora acredita que tais manifesta\u00e7\u00f5es voltem a ocorrer desta forma ou houve um amadurecimento para pautas mais concisas?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o imagino a classe m\u00e9dia nas ruas t\u00e3o cedo. Todos estamos vendo onde tudo isso deu. Mas teremos sempre alguns grupos, que, pelo extremismo nascido das manifesta\u00e7\u00f5es, podem ainda produzir muita viol\u00eancia. O Brasil precisa de escolas cr\u00edticas, atuantes, precisa formar cidad\u00e3os, sem isso ningu\u00e9m faz pol\u00edtica. \u00a0Mas estamos no caminho, precisamos agora construir um modelo de gest\u00e3o participativo, para que cada cidad\u00e3o, de sua casa, possa, utilizando as novas m\u00eddias, saber o que acontece no posto de sa\u00fade, na escola de sua comunidade.<\/p>\n<p><strong>Como a senhora analisa as redes sociais, o excesso de exibicionismo, o culto ao ser perfeito, os ataques gratuitos etc? Entre pr\u00f3s e contras, at\u00e9 a imprensa se pauta nela hoje em dia. N\u00e3o torna-se preocupante, j\u00e1 que nessas redes h\u00e1 muitos boatos e poucos fatos?<\/strong><\/p>\n<p>A imprensa tem sido levada pela internet, uma pena, porque falta an\u00e1lise em ambas, falta sofistica\u00e7\u00e3o intelectual, cultural, humana. A internet ainda \u00e9 muito jovem e reflete o imediatismo das sociedades\u00a0que\u00a0temos, estas que ainda est\u00e3o deslumbradas com a t\u00e9cnica. Daqui a pouco tudo ser\u00e1 antigo, e teremos, inclusive pela democratiza\u00e7\u00e3o do acesso ao saber permitida\u00a0pela rede, uma gera\u00e7\u00e3o mais culta. A\u00ed tudo ser\u00e1 diferente. A internet como suporte tecnol\u00f3gico que nos liga uns aos outros, nos conecta, \u00e9 excelente, o problema est\u00e1 nas redes sociais, no uso que estamos fazendo dela, mas aos poucos amadureceremos, e tudo isso se transformar\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Nas manifesta\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m no dia a dia, ouvimos a popula\u00e7\u00e3o culpar governos e institui\u00e7\u00f5es por tudo. Em sua opini\u00e3o, o povo est\u00e1 mesmo isento de qualquer culpa?<\/strong><\/p>\n<p>O marxismo e a psican\u00e1lise tem grande responsabilidade nisso, como saberes sistem\u00e1ticos e\u00a0piramidais, centrados no poder do um, localizaram o problema ou na fam\u00edlia ou no Estado, no pai ou no governante. Mas hoje sabemos, a vida org\u00e2nica e n\u00e3o apenas a internet, funciona em redes que se autoimplicam. Todos temos responsabilidade por tudo, e podemos interferir em tudo. N\u00e3o adianta mudar o pai, o\u00a0presidente, o professor, o poder est\u00e1 nas rela\u00e7\u00f5es, sempre m\u00faltiplas e vari\u00e1veis. Mas ainda estamos longe de aprender a viver sem culpar algu\u00e9m.\u00a0O caminho das sociedades \u00e9 a gest\u00e3o comunit\u00e1ria, onde todos cuidam de tudo, dos investimentos, das conquistas. Hoje,\u00a0a estrat\u00e9gia,\u00a0ao contr\u00e1rio de construir e participar,\u00a0\u00e9 quebrar.<\/p>\n<p><strong>A quest\u00e3o da Educa\u00e7\u00e3o \u00e9 um problema dos governos? Por que a popula\u00e7\u00e3o ainda confunde p\u00fablico com governamental? Considerando seus v\u00e1rios livros sobre o assunto, fica a pergunta: \u2018qual a solu\u00e7\u00e3o definitiva para a Educa\u00e7\u00e3o no Brasil?\u2019<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil precisa continuar investindo, como tem feito, mas em fun\u00e7\u00e3o do descaso de gera\u00e7\u00f5es, s\u00e3o muitos anos\u00a0at\u00e9 produzir\u00a0um resultado vis\u00edvel.\u00a0\u00a0Mas o mais importante nisso tudo \u00e9 a consci\u00eancia de que precisamos ler o mundo se quisermos de fato aprender a ler os livros, como bem disse nosso grande educador Paulo Freire. O Brasil precisa que sua Educa\u00e7\u00e3o esteja voltada para a vida, para aprendermos a viver melhor. Hoje apenas repetimos, na melhor das hip\u00f3teses reproduzimos os &#8220;grandes&#8221;. Vejam, ser\u00e1 que os grandes s\u00e3o grandes mesmo? N\u00e3o seria a hora de uma Educa\u00e7\u00e3o tipicamente brasileira?<\/p>\n<p><strong>Para concluir, \u00e9 poss\u00edvel visualizar o mundo em curto prazo com otimismo? E a longo?<\/strong><\/p>\n<p>A curto prazo tudo \u00e9 muito assustador, a viol\u00eancia cresce no mundo todo, uma viol\u00eancia sem rumo, produto da indigna\u00e7\u00e3o sem perspectiva. As pessoas hoje est\u00e3o empoderadas de comunica\u00e7\u00e3o, mas indigentes de capacidade de an\u00e1lise e de reflex\u00e3o, o pensamento n\u00e3o foi um investimento do s\u00e9culo XXI, ao contr\u00e1rio, foi a t\u00e9cnica, essa que nos deu a fibra \u00f3tica. Ent\u00e3o falta poesia, filosofia,\u00a0arte, falta sofistica\u00e7\u00e3o em nossas avalia\u00e7\u00f5es e\u00a0an\u00e1lises; o ser humano, no que diz respeito ao propriamente\u00a0humano, retrocedeu.\u00a0Enfim, vivemos\u00a0impasses ambientais, sociais, econ\u00f4micos, tecnol\u00f3gicos, mas que, se enfrentados com ousadia podem nos oferecer excelentes\u00a0perspectivas.<\/p>\n<p><em>entrevista e texto: Renato Lima<\/em><\/p>\n<p><em>foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A fil\u00f3sofa analisa a sociedade brasileira contempor\u00e2nea, os protestos e a viol\u00eancia gratuita nas ruas do pa\u00eds Viviane Mos\u00e9 dispensa grandes apresenta\u00e7\u00f5es. 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