{"id":5972,"date":"2014-05-06T13:50:52","date_gmt":"2014-05-06T16:50:52","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=5972"},"modified":"2024-01-26T10:50:30","modified_gmt":"2024-01-26T13:50:30","slug":"pompeia-uma-cidade-imortal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2014\/05\/06\/pompeia-uma-cidade-imortal\/","title":{"rendered":"Pomp\u00e9ia: uma cidade imortal"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_5973\" aria-describedby=\"caption-attachment-5973\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/pompeia-1.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5973\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5973 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/pompeia-1.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"256\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/pompeia-1.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/pompeia-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5973\" class=\"wp-caption-text\">Do alto de Pomp\u00e9ia \u00e9 poss\u00edvel ver o Ves\u00favio nos dias atuais<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Pomp\u00e9ia guarda at\u00e9 hoje os tesouros do Imp\u00e9rio Romano, como sua riqueza arquitet\u00f4nica<\/em><\/p>\n<p>Vindo pela estrada, \u00e9 poss\u00edvel enxergar ao longe a ponta do Ves\u00favio, calmo e inerte como uma simples montanha que enquadra o restante da paisagem urbana. Por\u00e9m, em 79 a.C. ele n\u00e3o foi calmo como nos dias atuais.<\/p>\n<p>Pomp\u00e9ia, a 22 km de N\u00e1poles, na It\u00e1lia, era uma tradicional cidade do Imp\u00e9rio Romano. Est\u00e1tuas, colunas, m\u00e1rmores, vasos e mosaicos faziam parte da constru\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio que foi destru\u00eddo pelo vulc\u00e3o Ves\u00favio. Uma intensa chuva de cinzas sepultou a cidade, que se manteve oculta por 1600 anos, at\u00e9 ser reencontrada ao acaso em 1748. A sorte da humanidade, j\u00e1 que o local foi considerado pela Unesco como patrim\u00f4nio mundial, \u00e9 que as cinzas e a lama protegeram as constru\u00e7\u00f5es e os objetos do efeito do tempo, fazendo com que tudo fosse encontrado exatamente da forma de quando foram atingidas pela erup\u00e7\u00e3o. Desde ent\u00e3o, as escava\u00e7\u00f5es proporcionaram um conhecimento exato de como era a vida desses romanos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5974\" aria-describedby=\"caption-attachment-5974\" style=\"width: 307px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/pompeia-2.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5974\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-5974 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/pompeia-2.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"230\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/pompeia-2.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/pompeia-2-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 307px) 100vw, 307px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5974\" class=\"wp-caption-text\">O interior de uma terma, com partes da pintura ainda preservadas<\/figcaption><\/figure>\n<p>No s\u00edtio arqueol\u00f3gico, \u00e9 poss\u00edvel andar pelas ruas, ver a divis\u00e3o das casas e do com\u00e9rcio, conhecer as famosas termas, o teatro e a arena onde os gladiadores jogavam. \u00c9 uma viagem no tempo ao vivo.<\/p>\n<p>Logo na entrada do parque \u00e9 poss\u00edvel ver as paredes das constru\u00e7\u00f5es, e nisso ter uma ideia de como era a arquitetura da cidade. Grandes janelas comp\u00f5em as grossas paredes e d\u00e3o pistas das riquezas a serem encontradas.<\/p>\n<p>Quem visitava a cidade na \u00e9poca dos romanos chegava em primeiro lugar na arena de gladiadores, mesmo trajeto feito pelos visitantes. Do gramado \u00e9 poss\u00edvel ter uma ideia de como era a arquitetura da \u00e9poca. As colunas s\u00e3o as grandes vedetes do local. Andando mais um pouco, se chega ao antigo teatro que recebia os moradores de Pomp\u00e9ia para assistirem \u00e0s pe\u00e7as, um dos locais de divers\u00e3o da \u00e9poca. Nele, ainda est\u00e3o preservadas algumas esculturas, como a do homem de barba que \u201csegura\u201d a coluna acima de sua cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>E assim como os dias atuais, em Pomp\u00e9ia tamb\u00e9m existia um clube, que do lado de fora abrigava uma piscina e em volta encontravam-se as termas, muito tradicionais no Imp\u00e9rio Romano. As termas nada mais eram do que grandes banheiras, com tr\u00eas temperaturas diferentes. L\u00e1 era o local de encontro dos moradores, onde eles se socializavam. Uma curiosidade: os escravos s\u00f3 podiam usar as banheiras no final da tarde, quando a \u00e1gua j\u00e1 estava suja depois de ter recebido a grande popula\u00e7\u00e3o do mun\u00edcipio.<\/p>\n<p>Como em todas as cidades, Pomp\u00e9ia tamb\u00e9m tinha uma rua principal, a que abrigava a maioria do com\u00e9rcio. Fazendo o trajeto dela, os turistas conseguem ver os grandes fornos \u00e0 lenha, onde eram assados os p\u00e3es, as lojas, inclusive com as marcas das persianas de madeiras que as fechavam, bem parecido com o que vemos hoje, e as lanchonetes com seus grandes buracos feitos em pedras e que conservavam os molhos, as carnes e os p\u00e3es, na espera pelas montagens que mais agradavam os clientes. \u00c9 poss\u00edvel acreditar que as grandes redes de <em>fast food<\/em> atuais se inspiraram nos romanos&#8230;<\/p>\n<p>Nessa rua principal, todo o cal\u00e7amento \u00e9 feito de pedras maci\u00e7as que conservaram as marcas das carro\u00e7as que por l\u00e1 transitavam. \u00c9 emocionante tocar em coisas t\u00e3o antigas e com tanta hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_5975\" aria-describedby=\"caption-attachment-5975\" style=\"width: 230px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Pompeia-5.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5975\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-5975 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Pompeia-5.jpg\" alt=\"\" width=\"230\" height=\"307\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Pompeia-5.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Pompeia-5-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 230px) 100vw, 230px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5975\" class=\"wp-caption-text\">As cal\u00e7adas e a rua de pedras<\/figcaption><\/figure>\n<p>Sexo e status<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o da cidade era tanta, e t\u00e3o pr\u00f3xima do que conhecemos como civiliza\u00e7\u00e3o, que em Pomp\u00e9ia podemos ver propagandas pol\u00edticas, farm\u00e1cias e at\u00e9 um prost\u00edbulo, ali\u00e1s, a cidade \u00e9 conhecida, tamb\u00e9m, pelas imagens er\u00f3ticas que foram achadas, ainda com cor, depois que todas as cinzas e lamas foram retiradas do local. Como Pomp\u00e9ia fica pr\u00f3xima ao mar, l\u00e1 era parada obrigat\u00f3ria dos marinheiros, e em cidades que recebem muitos viajantes, o com\u00e9rcio do sexo \u00e9 presente. Em Lupan\u00e1rio, um bairro do s\u00edtio arqueol\u00f3gico, os visitantes podem adentrar onde os encontros eram mantidos. Em cima de cada quarto, uma ilustra\u00e7\u00e3o mostrava que tipo de posi\u00e7\u00e3o a mulher fazia e, assim, como um card\u00e1pio, os clientes escolhiam a que mais lhe agradava. Os desenhos f\u00e1licos est\u00e3o por muitos lugares da cidade. Em uma cal\u00e7ada existe a pintura de um \u00f3rg\u00e3o masculino, o que nos indica que ali, ou a moradora era uma prostituta ou que, de tanto lhe perguntarem onde era Lupan\u00e1rio, ela fez uma seta indicando a dire\u00e7\u00e3o. S\u00e3o esses detalhes que encantam o passeio.<\/p>\n<p>Saindo do bairro e continuando o trajeto que os moradores faziam, descemos mais uma rua. Nela existe uma fonte, que mant\u00e9m a marca de onde os moradores colocavam seus baldes para encher d\u2019\u00e1gua, e algumas casas com seus mosaicos na porta de entrada. Os pesquisadores acreditam que essa decora\u00e7\u00e3o era sin\u00f4nimo de <em>status<\/em>. Nas mesmas casas, em que um verdadeiro tapete decorativo recebia as visitas, no interior \u00e9 poss\u00edvel observar uma pra\u00e7a, em que acreditam, eram feitos alguns neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>E como uma boa cidade, Pomp\u00e9ia tamb\u00e9m tinha seu centro de neg\u00f3cios e encontros. Na pra\u00e7a principal, feita toda de m\u00e1rmore, ficavam os templos, a prefeitura, o f\u00f3rum e mais um teatro. Nos dias atuais, \u00e9 esse local que guarda parte dos objetos de decora\u00e7\u00e3o retirados do interior das casas e dos com\u00e9rcios.<\/p>\n<p>Pela enorme quantidade de vasos, esculturas, mesas detalhadas, tudo feito de m\u00e1rmore, cimento e ferro, d\u00e1 para se ter uma no\u00e7\u00e3o da preocupa\u00e7\u00e3o com a est\u00e9tica que os moradores de Pomp\u00e9ia tinham. Se hoje, com as marcas da trag\u00e9dia e do tempo ainda s\u00e3o belos, quando decoravam as moradias, deviam ser m\u00e1gicos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5976\" aria-describedby=\"caption-attachment-5976\" style=\"width: 307px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Pompeia-11.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5976\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5976 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Pompeia-11.jpg\" alt=\"\" width=\"307\" height=\"230\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Pompeia-11.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Pompeia-11-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 307px) 100vw, 307px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5976\" class=\"wp-caption-text\">A est\u00e1tua de bronze permaneceu intacta mesmo ap\u00f3s a chuva de cinza que enterrou a cidade<\/figcaption><\/figure>\n<p>Depois de muitas pesquisas foi constatado que os moradores do local n\u00e3o morreram queimados, mas sim asfixiados, e por conta disso, alguns corpos se mantiveram intactos, sendo poss\u00edvel reconstruir como foram os fat\u00eddicos dias de erup\u00e7\u00e3o do Ves\u00favio. E em v\u00e1rios desses corpos, foram encontrados colares e pulseiras, dando mais ind\u00edcios de que l\u00e1 a popula\u00e7\u00e3o gostava de se cuidar.<\/p>\n<p>No dia da erup\u00e7\u00e3o, Pomp\u00e9ia contava com 20 mil habitantes, e com a trag\u00e9dia, 16 mil morreram, para tornarem-se imortais!<\/p>\n<p><em>&nbsp;texto e fotos Yara Alva<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pomp\u00e9ia guarda at\u00e9 hoje os tesouros do Imp\u00e9rio Romano, como sua riqueza arquitet\u00f4nica Vindo pela estrada, \u00e9 poss\u00edvel enxergar ao longe a ponta do Ves\u00favio, calmo e inerte como uma simples montanha que enquadra o restante da paisagem urbana. Por\u00e9m, em 79 a.C. ele n\u00e3o foi calmo como nos dias atuais. 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