{"id":588,"date":"2011-01-31T09:14:20","date_gmt":"2011-01-31T12:14:20","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=588"},"modified":"2024-01-26T09:51:06","modified_gmt":"2024-01-26T12:51:06","slug":"a-terra-dos-exageros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/01\/31\/a-terra-dos-exageros\/","title":{"rendered":"A terra dos exageros"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_589\" aria-describedby=\"caption-attachment-589\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-589\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-itu-lembran\u00e7\u00e3o-3-640x480.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-589 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-itu-lembran\u00e7\u00e3o-3-640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"256\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-itu-lembran\u00e7\u00e3o-3-640x480.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-itu-lembran\u00e7\u00e3o-3-640x480-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-589\" class=\"wp-caption-text\">Diversos objetos gigantes s\u00e3o vendidos aos turistas e fazem a fama de Itu pelo mundo<\/figcaption><\/figure>\n<p>Os conservadores que nos desculpem. Itu \u00e9 sim o Ber\u00e7o da Rep\u00fablica, com seus lindos pr\u00e9dios e igrejas hist\u00f3ricos, cheios de detalhes que retratam um pouco da vida dos ituanos e do pa\u00eds tamb\u00e9m, mas a cidade \u00e9 famosa pelo Brasil todo por ser a Capital dos Exageros, e isso n\u00e3o podemos negar.<\/p>\n<p>A lenda de ser a cidade \u201conde tudo \u00e9 grande\u201d come\u00e7ou na d\u00e9cada de 1960, com o ent\u00e3o humorista de \u201c<em>A Pra\u00e7a da Alegria\u201d<\/em>, o ituano Francisco Flaviano de Almeida, o Simpl\u00edcio, que interpretava um caipira chegando \u00e0 capital. Mas antes vamos voltar um pouquinho no tempo. H\u00e1 ainda outro relato mais antigo, que remonta do s\u00e9culo XIX. Segundo o Arquivo Hist\u00f3rico Municipal de Itu, o naturalista franc\u00eas Auguste de Saint-Hilaire viajou pelo Brasil em 1819 colhendo mais de 6 mil esp\u00e9cies da flora brasileira, e registrou as condi\u00e7\u00f5es de vida e costumes em seu livro \u201c<em>Viagem \u00e0 Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo e Resumos das Viagens ao Brasil\u201d<\/em>, em que relata que \u201cas rom\u00e3s dos arredores de Itu s\u00e3o as melhores de todo o pa\u00eds e que as cebolas ali atingem extraordin\u00e1rio tamanho\u201d.<\/p>\n<p>Coincid\u00eancia ou n\u00e3o, quase 150 anos mais tarde Simpl\u00edcio defendia e exaltava na TV as grandezas de sua terra. O quadro era mais ou menos assim: os habitantes da cidade grande, simbolizados pelo apresentador Manoel da N\u00f3brega, viviam se vangloriando das modernidades e superioridades da capital. E o caipira, para n\u00e3o se deixar vencer, come\u00e7ava ent\u00e3o a dizer que na cidade dele tudo era maior ainda, em escalas estratosf\u00e9ricas. At\u00e9 que um dia, Simpl\u00edcio resolveu dizer que esta cidade onde tudo era grande se chamava Itu.<\/p>\n<p>A brincadeira apareceu de improviso, mas N\u00f3brega deixou que o nome do munic\u00edpio continuasse sendo usado e pronto, a fama estava feita. A hist\u00f3ria foi se espalhando e com isso come\u00e7aram a surgir diversas piadas, como no di\u00e1logo abaixo, que foi resgatado pelo jornalista Salathiel de Souza em seu projeto de gradua\u00e7\u00e3o, o livro-reportagem \u201c<em>Simpl\u00edcio, Um Contador de Hist\u00f3rias\u201d<\/em>.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Aqui na capital \u00e9 uma modernidade s\u00f3. Acabaram de inaugurar um pr\u00e9dio de 60 andares. Veja s\u00f3 meu amigo! Se-ssen-ta andares! \u00c9 o progresso!<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Pogresso? Magina. Pogresso \u00e9 na minha cidade, l\u00e1 em Itu. L\u00e1 \u00e9 que tudo \u00e9 grande&#8230;<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Quer dizer que l\u00e1 em Itu h\u00e1 pr\u00e9dios com mais de 60 andares?<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Craro! Craro que tem! L\u00e1 em Itu n\u00f3is inauguremo semana passada o mai\u00f3 pr\u00e9dio da cidade at\u00e9 hoje.<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Ah, \u00e9? E quantos andares ele tem?<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Pois tem 247 andar!<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>O qu\u00ea? Quer que eu acredite num pr\u00e9dio de 247 andares?<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>E \u00e9 verdade&#8230; Tem 247 sem contar com os 65 de estacionamento subterr\u00e2neo!<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>O senhor vai me desculpar, mas n\u00e3o tem como acreditar numa coisa dessas&#8230;<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Ent\u00e3o vai l\u00e1&#8230; Vai l\u00e1 em Itu pra ver&#8230; T\u00e1 duvidando di mim? \u00d3ia, esse pr\u00e9dio \u00e9 t\u00e3o grande, mas t\u00e3o grande, que uns dia depois da inaugura\u00e7\u00e3o um sujeito tento se matar, se jogando l\u00e1 de cima&#8230;<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>E ele conseguiu?<\/em><\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>Ainda n\u00e3o seu mo\u00e7o&#8230; \u00c9 que o pr\u00e9dio \u00e9 t\u00e3o grande, mas t\u00e3o grande que ele j\u00e1 pulou l\u00e1 de cima&#8230; Mas passou quase uma semana e ele n\u00e3o chegou no ch\u00e3o ainda!<\/em><\/p>\n<p>As piadas eram bem exageradas mesmo. Mas isso \u00e9 que fazia a gra\u00e7a da plateia. E de tanto os telespectadores ouvirem Simpl\u00edcio falar das grandezas exageradas de Itu, milhares de turistas come\u00e7aram a visitar a cidade para conferir.<\/p>\n<p><strong>\u2018Lembran\u00e7\u00f5es\u2019 de Itu<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_590\" aria-describedby=\"caption-attachment-590\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-590\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-itu-lembran\u00e7\u00e3o-2-640x480.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-590 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-itu-lembran\u00e7\u00e3o-2-640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"256\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-itu-lembran\u00e7\u00e3o-2-640x480.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-itu-lembran\u00e7\u00e3o-2-640x480-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-590\" class=\"wp-caption-text\">Os &quot;lembran\u00e7\u00f5es&quot; de Itu s\u00e3o famosos em todo o pa\u00eds<\/figcaption><\/figure>\n<p>O auge do turismo l\u00fadico foi na d\u00e9cada de 1970. Entre 3 mil e 5 mil pessoas visitavam a cidade nos fins de semana. E valendo-se da audi\u00eancia do programa, alguns comerciantes ituanos come\u00e7aram a fabricar e vender objetos de tamanho descomunal. S\u00e3o martelos, r\u00e9guas, canetas, l\u00e1pis, borracha, c\u00e9dulas de dinheiro e mais de 200 artigos gigantes que at\u00e9 hoje s\u00e3o vendidos nas lojas do Centro hist\u00f3rico da cidade, ao redor da Pra\u00e7a da Matriz.<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca existia ainda o ovo de codorna de Itu, que era do tamanho de um ovo de avestruz; a x\u00edcara de Itu, que servia como capacete, de t\u00e3o grande que era; a pulga de Itu, vendida numa gaiola e que mais parecia uma abelha; o chap\u00e9u de Itu, que diziam ser \u201co \u00fanico que serve para se abrigar do sol de Itu, o maior do mundo\u201d; o cachorro-quente e o sorvete tinham meio metro de comprimento; e at\u00e9 para percorrer um restaurante era necess\u00e1rio uma motocicleta, de t\u00e3o compridos que eram os estabelecimentos.<\/p>\n<p>Nesta mesma d\u00e9cada surgiram tamb\u00e9m o Orelh\u00e3o de Itu, com sete metros de altura, que foi cedido pelo ent\u00e3o Ministro das Comunica\u00e7\u00f5es Higino Corsetti, e instalado pela Telesp \u2013 posteriormente reformado pela Telef\u00f4nica \u2013 na Pra\u00e7a da Matriz; e o Sem\u00e1foro de Itu, que corresponde a duas vezes o tamanho de um comum e funciona em um cruzamento na mesma pra\u00e7a.<\/p>\n<p>Hoje n\u00e3o h\u00e1 como falar de Itu sem mencionar essa lenda, que continua a ser respons\u00e1vel pela vinda de diversos turistas, de todas as idades, todos os fins de semana na cidade. Ali\u00e1s, o sucesso \u00e9 tanto que esses \u201clembran\u00e7\u00f5es\u201d podem ser encontrados inclusive em outros pontos do pa\u00eds, como em alguns postos de rodovias do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Na loja O Gigant\u00e3o, por exemplo, a vendedora Rebeca Evelin Romanesi conta que as pessoas olham toda a cole\u00e7\u00e3o de objetos grandes, tudo de fabrica\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria, para depois decidir o que levar. \u201cAs pessoas geralmente escolhem produtos sugestivos e com duplo sentido de interpreta\u00e7\u00e3o, que rendem boas risadas, para presentear os amigos e parentes, como um cotonete de Itu, com meio metro, para um tio limpar melhor os ouvidos\u201d, conta.<\/p>\n<figure id=\"attachment_592\" aria-describedby=\"caption-attachment-592\" style=\"width: 256px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-592\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-orelh\u00e3o-640x480.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-592 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-orelh\u00e3o-640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"256\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-orelh\u00e3o-640x480.jpg 427w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/exagero-orelh\u00e3o-640x480-200x300.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 256px) 100vw, 256px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-592\" class=\"wp-caption-text\">O famoso Orelh\u00e3o gigante que garante a fama de Itu<\/figcaption><\/figure>\n<p>E para propagar mais essa lenda, a Prefeitura de Itu pretende lan\u00e7ar a Pra\u00e7a dos Exageros, ao lado do Centro de Lazer \u201cFranco Montoro\u201d, no Jardim Padre Bento. Como atrativos estar\u00e3o equipamentos de recrea\u00e7\u00e3o infantil comuns de um <em>playground<\/em> confeccionados a partir de objetos em tamanho ampliado, para justificar a fama da cidade. \u00c9 o caso de uma latinha de cerveja que se transformou em pedalinho.<\/p>\n<p><strong>O homem de Itu<\/strong><\/p>\n<p>Francisco Flaviano de Almeida nasceu em Itu em 1916, trabalhou como vendedor de um armaz\u00e9m e na f\u00e1brica de tecidos S\u00e3o Luiz. Chegou a ser m\u00fasico, atuando como baterista, o que j\u00e1 indicava sua inclina\u00e7\u00e3o para a vida art\u00edstica. E foi a partir dessa paix\u00e3o que ele saiu de Itu para acompanhar um circo e iniciar sua carreira no palco, na pele de um palha\u00e7o. Como comediante, come\u00e7ou na r\u00e1dio Cultura, em 1945, no programa \u201c<em>Cirquinho do Simpl\u00edcio\u201d<\/em>. E l\u00e1 que surgiu a amizade com Manoel da N\u00f3brega. \u201cMeu pai gostava muito dele e do tipo de humor que ele fazia. Tanto que sempre que mudava de r\u00e1dio, e posteriormente de emissora, chamava o Simpl\u00edcio para trabalhar com ele\u201d, relata Carlos Alberto de N\u00f3brega, apresentador do \u201c<em>A Pra\u00e7a \u00e9 Nossa\u201d<\/em>, no SBT.<\/p>\n<p>Logo depois, Manoel chamou Simpl\u00edcio novamente para trabalharem juntos na TV Paulista, em \u201c<em>A<\/em> <em>Pra\u00e7a da Alegria\u201d<\/em>, primeiro programa humor\u00edstico da televis\u00e3o brasileira, com o personagem caipira, que rendeu a lenda de Itu ser a cidade \u201conde tudo \u00e9 grande\u201d. \u201cMais tarde veio \u2018<em>A Pra\u00e7a \u00e9 Nossa\u2019<\/em>, j\u00e1 no SBT, em que Simpl\u00edcio participou por 22 anos, primeiro atuando com meu pai e depois comigo, e continuou a perpetuar a fama de Itu, at\u00e9 falecer, em 2004. Conheci ele com oito anos de idade, e se foram mais de 60 de amizade. E eu gostaria muito de trazer esse quadro de volta ao programa, numa homenagem ao Simpl\u00edcio. Acho que ele merece isso e muito mais. Seu humor e alegria eram espont\u00e2neos e contagiantes, algo dif\u00edcil de se encontrar hoje em dia\u201d, ressalta Carlos Alberto.<\/p>\n<p>De acordo com o jornalista Salathiel de Souza, que pesquisou extensamente a vida do artista e da cidade, apenas por causa dessa hist\u00f3ria que Simpl\u00edcio criou \u00e9 que Itu conseguiu atrair investimentos para o turismo e tornar-se Est\u00e2ncia Tur\u00edstica, com direito a verbas estaduais e federais. \u201cN\u00e3o fossem essas divisas geradas na cidade na \u00e9poca, Itu n\u00e3o seria hoje o que \u00e9\u201d, analisa.<\/p>\n<p><strong>reportagem de Erica Gregorio<\/strong><\/p>\n<p><strong>fotos Rapha Bathe<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os conservadores que nos desculpem. Itu \u00e9 sim o Ber\u00e7o da Rep\u00fablica, com seus lindos pr\u00e9dios e igrejas hist\u00f3ricos, cheios de detalhes que retratam um pouco da vida dos ituanos e do pa\u00eds tamb\u00e9m, mas a cidade \u00e9 famosa pelo Brasil todo por ser a Capital dos Exageros, e isso n\u00e3o podemos negar. 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