{"id":5837,"date":"2014-04-02T14:00:48","date_gmt":"2014-04-02T17:00:48","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=5837"},"modified":"2024-01-26T09:46:39","modified_gmt":"2024-01-26T12:46:39","slug":"um-armazem-de-amigos-nao-de-fregueses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2014\/04\/02\/um-armazem-de-amigos-nao-de-fregueses\/","title":{"rendered":"Um Armaz\u00e9m de amigos, n\u00e3o de fregueses!"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_5838\" aria-describedby=\"caption-attachment-5838\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5838 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/1.jpg.gif\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"244\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/1.jpg.gif 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/1.jpg-300x190.gif 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5838\" class=\"wp-caption-text\">Armaz\u00e9m Popular, em Salto; local foi destru\u00eddo por um inc\u00eandio<\/figcaption><\/figure>\n<p>Era quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014. Doze dias se passaram desde o fat\u00eddico evento ocorrido na esquina das ruas Monsenhor Couto e Nove de Julho, em Salto, onde o fogo parecia destruir uma hist\u00f3ria centen\u00e1ria, de tantas conquistas e muita mem\u00f3ria. Felizmente n\u00e3o houve v\u00edtimas fatais e nem mesmo a senhora vizinha, a qual era tia do propriet\u00e1rio do Armaz\u00e9m Popular, e que teve sua casa tamb\u00e9m abalada, n\u00e3o estava l\u00e1. Sendo assim, de todas as perdas, a mais sens\u00edvel ficou no cora\u00e7\u00e3o. Uma emo\u00e7\u00e3o que enche os olhos de l\u00e1grimas de Bertinho ao come\u00e7ar a ser contada.<\/p>\n<p>Roberto Vladimir Ferrari, para os amigos simplesmente Bertinho, nasceu em 1943 e desde os 13 anos trabalhava no Armaz\u00e9m Popular, quando em 1956 foi adquirido por seu pai e ent\u00e3o recebeu esse nome. Dezesseis anos depois veio a assumir sozinho o local, no qual viveu 58 anos de sua exist\u00eancia, hoje prestes a completar 71 de vida. Foram d\u00e9cadas de muita hist\u00f3ria, visitas ilustres, clientes fixos &#8211; mas que ele prefere chamar de amigos -, ponto de encontro de pol\u00edticos antigos e, principalmente, muita cordialidade, respeito e honestidade.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><strong>Lembran\u00e7as<\/strong><\/p>\n<p>O Armaz\u00e9m era a vida de Bertinho. Era l\u00e1 que os amigos se reuniam para jogar conversa fora e beber cerveja. No s\u00e1bado, inclusive, ap\u00f3s o expediente, ele baixava as portas do com\u00e9rcio e se juntava a eles, aproveitando a folga que se iniciava. Guarda em sua mem\u00f3ria a passagem de um pol\u00edtico famoso na \u00e9poca, o deputado federal Ranieri Mazzilli, que veio inclusive a ocupar o cargo de presidente interino da Rep\u00fablica. Mazzilli chegou a frequentar a casa dos pais de Bertinho, lembran\u00e7a que faz brotar um belo sorriso no rosto do comerciante.<\/p>\n<p>Encheu-se de orgulho ao contar que, em certa ocasi\u00e3o, o governador Geraldo Alckmin esteve em Salto, em campanha, e o ent\u00e3o prefeito Geraldo Garcia, o convidou para conhecer o &#8220;velho Armaz\u00e9m de Salto&#8221;. Rapidamente, Bertinho montou uma mesa de caf\u00e9, com diversos quitutes e recebeu o pol\u00edtico famoso. &#8220;Alckmin deve ter gostado, pois em 26 de dezembro do \u00faltimo ano de mandato de Geraldo Garcia, ele voltou a Salto e na oportunidade recebi um telefonema do prefeito, que dizia: &#8216;Bertinho, o governador estar\u00e1 aqui dia 26 e pediu para retornar ao Velho Armaz\u00e9m. Posso lev\u00e1-lo?&#8217; Naquele dia achei que ia me acontecer algo, tamanha emo\u00e7\u00e3o sentida. Eu me senti t\u00e3o honrado que corri para preparar uma mesa ainda melhor, com tudo que eu pudesse oferecer a ele. E ele voltou!&#8221;.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><strong>Bom atendimento: o segredo do sucesso<\/strong><\/p>\n<p>O que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o imaginava, era que as pessoas que voltavam ao seu Armaz\u00e9m n\u00e3o o faziam por necessidade, mas sim por vontade! Vontade de ser bem atendido, de jogar conversa fora, de se sentir importante, de ver seu sorriso no rosto e ter sua m\u00e3o estendida. Era isso que as pessoas mais admiravam. Mesmo com toda a modernidade, a qual Bertinho mesmo diz ser dif\u00edcil de acompanhar, o Armaz\u00e9m Popular conseguiu se manter \u00e0 frente de qualquer outro estabelecimento comercial da cidade. Sua perman\u00eancia, no entanto, n\u00e3o se deve \u00e0s boas recorda\u00e7\u00f5es do passado e a benevol\u00eancia dos cidad\u00e3os saltenses, mas sim ao atendimento com o qual sempre se preocupou.<\/p>\n<p>O Armaz\u00e9m Popular manteve-se vivo, e gozando de boa sa\u00fade, por conta da dedica\u00e7\u00e3o de seu l\u00edder, sempre \u00e0 frente de seu neg\u00f3cio. Uma vez por semana, durante todos esses anos, reunia-se com seus funcion\u00e1rios para falar sobre atendimento, a import\u00e2ncia do respeito, cordialidade e sobre tudo, da honestidade.<\/p>\n<p>Sentia-se t\u00e3o incomodado quando era mal atendido em algum com\u00e9rcio, que procurava ser o oposto em seu estabelecimento. E isso era sensivelmente sentido por todos os &#8220;amigos&#8221; que passavam por l\u00e1. O m\u00fasico saltense Jos\u00e9 Tat\u00e2ngelo, numa conversa, comentou que, &#8220;nestes tempos modernos, o principal produto do Armaz\u00e9m \u00e9 o &#8216;tempo&#8217;! N\u00e3o existe outro estabelecimento onde voc\u00ea entra, \u00e9 atendido rapidamente (e com cortesia), paga e vai embora. No Armaz\u00e9m do Ferrari voc\u00ea n\u00e3o precisa de estacionamento, carrinhos, balan\u00e7as e etc. Nos nossos dias tempo \u00e9 dinheiro! As pessoas est\u00e3o todas estressadas e sempre com pressa. L\u00e1 no Ferrari \u00e9 tudo muito r\u00e1pido e sempre sobra um tempinho para um bate papo&#8221;.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5839\" aria-describedby=\"caption-attachment-5839\" style=\"width: 288px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/2b.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5839\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-5839 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/2b.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"364\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/2b.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/2b-237x300.jpg 237w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5839\" class=\"wp-caption-text\">Detalhe do Armaz\u00e9m, na esquina da rua Monsenhor Couto; ao fundo, a Matriz Nossa Senhora do Monte Serrat<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><strong>O legado<\/strong><\/p>\n<p>E \u00e9 esse papo que mais tem feito falta a Bertinho, apesar dos amigos n\u00e3o deixarem a saudade tomar conta. Em pouco mais de uma hora que durou a conversa com ele, tr\u00eas amigos vieram cumpriment\u00e1-lo e desejar dias melhores. &#8220;Fiquei muito emocionado com a quantidade de pessoas que se colocaram ao meu lado e se disponibilizaram a ajudar. Nunca imaginei ser t\u00e3o querido&#8221;, revela.<\/p>\n<p>Um desses amigos, inclusive, chegou para pagar uma conta que tinha ficado em aberto e que, com o fogo, teve os comprovantes queimados. &#8220;Como tudo foi queimado, todos os documentos &#8211; tanto administrativos quanto hist\u00f3ricos -, nenhuma caderneta de pagamento foi salva. Com isso, s\u00e3o as pessoas que lembram o quanto deviam e vem me pagar. E eu anoto todos os nomes no meu livrinho de pessoas que valem ouro, pois elas representam a honestidade que ainda existe ao nosso redor.&#8221;<\/p>\n<p>Um dos maiores legados deixados pelo Armaz\u00e9m Popular s\u00e3o os funcion\u00e1rios. Pessoas que o comerciante tinha como verdadeiros filhos e que treinava para serem grandes profissionais. &#8220;Orgulho-me quando vejo ex-funcion\u00e1rios em posi\u00e7\u00e3o de ger\u00eancia em lojas de grande porte. \u00c9 sinal de que os valores que passei, com o primeiro emprego da vida deles, deram certo. Orgulho-me tamb\u00e9m de estar conseguindo recolocar todos os meus funcion\u00e1rios que ficaram sem emprego, com o incidente. Lugares como a Padaria Alian\u00e7a e a Barra, a Casa de Parafusos, me procuraram para agregar alguns deles por considerar que eles j\u00e1 est\u00e3o bem treinados&#8221;.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><strong>O renascimento<\/strong><\/p>\n<p>Trabalhando com dois de seus antigos funcion\u00e1rios nos fundos da loja da esposa, ao lado do antigo Armaz\u00e9m, Bertinho disse estar agora cuidando da reconstru\u00e7\u00e3o do local. &#8220;Tenho muito trabalho administrativo a fazer. Muita burocracia ainda, antes de pensar no que ser\u00e1 feito com o espa\u00e7o&#8221;.<\/p>\n<p>K\u00e1tia Auvray, historiadora, escreveu um texto recentemente contando a hist\u00f3ria do local e comenta sobre &#8220;suas altas prateleiras de pinho-de-riga, t\u00edpicas do com\u00e9rcio das primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX, tudo foi destru\u00eddo pelas chamas&#8221;. E \u00e9 exatamente essa prateleira que mais tem feito Bertinho refletir. &#8220;Ela tinha mais de dez metros de altura e acompanhava toda a extens\u00e3o do Armaz\u00e9m, era majestosa, foi feita por italianos no in\u00edcio do s\u00e9culo passado e at\u00e9 hoje n\u00e3o tinha um caruncho sequer. N\u00e3o imagino o Armaz\u00e9m Popular sem essas prateleiras&#8221;. O que quer que venha abrigar o local, uma coisa \u00e9 certa. &#8220;Vou reconstruir exatamente como era no passado. Com as oito portas que ele tinha. N\u00e3o imagino essa esquina sem essa vis\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<div>\n<p>O fogo pode ter destru\u00eddo paredes, produtos e documentos, mas a hist\u00f3ria e as lembran\u00e7as do Armaz\u00e9m Popular de Salto jamais ser\u00e3o destru\u00eddas. Ela est\u00e1 perpetuada na alma e nos cora\u00e7\u00f5es de tantos saltenses, e da fam\u00edlia Ferrari.<\/p>\n<p><em>texto: Laise Corti<\/em><\/p>\n<\/div>\n<p><em>fotos: Acervo de <\/em>Elton Frias Zanoni<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014. Doze dias se passaram desde o fat\u00eddico evento ocorrido na esquina das ruas Monsenhor Couto e Nove de Julho, em Salto, onde o fogo parecia destruir uma hist\u00f3ria centen\u00e1ria, de tantas conquistas e muita mem\u00f3ria. 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