{"id":5702,"date":"2014-03-06T14:31:08","date_gmt":"2014-03-06T17:31:08","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=5702"},"modified":"2024-01-26T10:50:31","modified_gmt":"2024-01-26T13:50:31","slug":"uma-viagem-pela-exotica-tailandia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2014\/03\/06\/uma-viagem-pela-exotica-tailandia\/","title":{"rendered":"Uma viagem pela ex\u00f3tica Tail\u00e2ndia"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_5703\" aria-describedby=\"caption-attachment-5703\" style=\"width: 246px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/1-fotolia.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5703\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-5703 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/1-fotolia.jpg\" alt=\"\" width=\"246\" height=\"162\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/1-fotolia.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/1-fotolia-300x198.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 246px) 100vw, 246px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5703\" class=\"wp-caption-text\">Buda de ouro<\/figcaption><\/figure>\n<p>Sim, pra l\u00e1 da \u00cdndia e embaixo da China fica a Tail\u00e2ndia. Terra de povo gentil, de muitos aromas e paisagens de tirar o f\u00f4lego, sejam elas urbanas ou naturais. O mesmo f\u00f4lego \u00e9 tirado quando voc\u00ea prova sua culin\u00e1ria r\u00fastica, de sabores explosivos que encantam o paladar ocidental e cria admiradores mundo a fora.<\/p>\n<p>Vizinha das antigas possess\u00f5es francesas no oriente Laos, Camboja e Vietn\u00e3 (incluso a sua por\u00e7\u00e3o sul, a \u201cfamosa\u201d Cochinchina), os pa\u00edses da forma\u00e7\u00e3o original da Indochina. A Tail\u00e2ndia hoje, junto com as cidades-estados Singapura e Hong Kong s\u00e3o as economias que se destacam na regi\u00e3o, os centros financeiros e de neg\u00f3cios nesta fronteira da \u00c1sia com a Oceania. Sendo a Tail\u00e2ndia a grande conex\u00e3o entre os dois continentes. Ent\u00e3o, tudo e todos passam por ali.<\/p>\n<p>Sofrendo influ\u00eancias culturais e religiosas de dois gigantes hist\u00f3ricos, a Tail\u00e2ndia tem uma religi\u00e3o sincr\u00e9tica entre o Hindu\u00edsmo e o Budismo, onde centenas de deuses e dem\u00f4nios (os esp\u00edritos do contra ou opostos) hindus se misturam com a ideia de n\u00e3o haver um deus, como prega o Budismo. Nosso Candombl\u00e9 e Umbanda parecem contos infantis quando explicados diante de tanta complexidade. Mas, o que importa \u00e9 que toda esta aparente confus\u00e3o (para nossos destreinados olhos e ouvidos) gerou uma cultura milenar rica, bela e um povo muito pac\u00edfico e de esp\u00edrito humilde, gentil.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5704\" aria-describedby=\"caption-attachment-5704\" style=\"width: 246px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-5704 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/2-fotolia.jpg\" alt=\"\" width=\"246\" height=\"161\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/2-fotolia.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/2-fotolia-300x196.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 246px) 100vw, 246px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5704\" class=\"wp-caption-text\">Se Salvador gaba-se de ter uma igreja para cada dia do ano, Bangkok tem 3 mil templos<\/figcaption><\/figure>\n<p>Bangkok sua capital, fica perto do golfo de Siam, na parte mais baixa de um grande vale, ou no \u201cfundo da tigela de arroz\u201d, em alus\u00e3o as planta\u00e7\u00f5es de arroz que se alastram por todo canto. Possui mais de 11 milh\u00f5es de habitantes, \u00e9 ca\u00f3tica e fren\u00e9tica, apesar de ser uma cidade que dorme. \u00c0s 22h quase tudo est\u00e1 fechado, bares e baladas se encerram por volta das 2h da madrugada. Nos bairros da moda e centros financeiros, Siam e Silom, n\u00e3o h\u00e1 como voc\u00ea n\u00e3o se surpreender com os neons e fachadas hi-tech de grandes hot\u00e9is e shoppings (muitos deles) e as linhas elevadas do Skytrain. Em baixo, carros, scooters e tuk-tuks disputam espa\u00e7o na m\u00e3o inglesa e dentro de regras que s\u00f3 eles entendem, numa vis\u00e3o meio Gotham City, meio Blade Runner.<\/p>\n<p>Os templos<\/p>\n<p>Se Salvador gaba-se de ter uma igreja para cada dia do ano, Bangkok tem 3 mil templos. Ent\u00e3o, foco nos principais:<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Wat Sukhothai Traimit<\/span> \u2013 impressionante templo budista em frente a Chinatown, que exibe o Buda Sentado de Ouro. Todo em ouro maci\u00e7o e pesando mais de cinco toneladas, seus olhos s\u00e3o de safira negra. Acostume-se, nos templos tudo que reluz \u00e9 ouro, nem que seja folheado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_5705\" aria-describedby=\"caption-attachment-5705\" style=\"width: 165px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/fotolia-4.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5705\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-5705 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/fotolia-4.jpg\" alt=\"\" width=\"165\" height=\"246\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5705\" class=\"wp-caption-text\">O Float Market \u00e9 imperd\u00edvel para voc\u00ea entender realmente a alma do tailand\u00eas e como eles vivem no interior do pa\u00eds<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Wat Pho<\/span> \u2013 \u00e9 um conjunto de pr\u00e9dios enormes com jardins, templos e obeliscos. Exibe mais de 1 mil est\u00e1tuas entre budas e deuses guerreiros e protetores. No pavilh\u00e3o central fica o impressionante Buda Deitado, uma est\u00e1tua dourada de quase 45m de comprimento (maior que o Cristo Redentor) todo revestido em ouro e com p\u00e9s em madrep\u00e9rola. Pare e observe o trabalho primoroso e delicado de pintura mural nas paredes e tetos de todo o complexo que inclui uma escola milenar de massagem. Ora florais, ora cenas do cotidiano, ora li\u00e7\u00f5es de massagens, ora cenas hist\u00f3ricas de guerras entre deuses, dem\u00f4nios e humanos, todas as paredes s\u00e3o um espet\u00e1culo \u00e0 parte.&nbsp; E por favor, seja consciente. N\u00e3o toque, n\u00e3o alise, n\u00e3o esfregue. Repare tamb\u00e9m nos enormes obeliscos revestidos de caquinhos de porcelana colorida ou dourada que apontam para o c\u00e9u. Eles s\u00e3o homenagens p\u00f3s-morte aos reis, constru\u00eddo por seu sucessor. Esta decora\u00e7\u00e3o colorida e vibrante dos templos feitas de cacos coloridos esconde uma hist\u00f3ria muito interessante. Quando uma carga de arroz que vinha em vasos de porcelana chinesa sofreu um acidente e todos os vasos se quebraram, o Rei (ou Rama) da \u00e9poca mandou seus s\u00faditos usarem os cacos para decorar os pal\u00e1cios, de modo a evitar qualquer tipo de desperd\u00edcio conforme manda o Budismo, e segue assim at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\">Grand Palace e Wat Phra Kaew<\/span> \u2013 complexo de templos, pal\u00e1cios e sal\u00f5es de cerim\u00f4nias reais que abriga tamb\u00e9m o pequeno e \u00fanico Buda de Esmeralda (ou jade). Nele funcionam tamb\u00e9m algumas reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e o Museu da Seda da Rainha.<\/p>\n<p><em>&nbsp;<\/em><em>As compras<\/em><\/p>\n<p>Para\u00edso das compras tanto de xing lings, \u201cr\u00e9plicas\u201d, sedas, pashiminas e artigos de luxo, Bangkok tem muitos shoppings. Na regi\u00e3o de Silom e Siam, seguindo as linhas do Skytrain, encontram-se enfileirados os mais modernos, luxuosos e descolados. Bata muita perna, lamba muitas vitrines e compre, compre, compre! Imposs\u00edvel n\u00e3o ceder.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5706\" aria-describedby=\"caption-attachment-5706\" style=\"width: 184px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/5-e-6-andr\u00e9-2.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5706\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5706 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/5-e-6-andr\u00e9-2.jpg\" alt=\"\" width=\"184\" height=\"246\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/5-e-6-andr\u00e9-2.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/5-e-6-andr\u00e9-2-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 184px) 100vw, 184px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5706\" class=\"wp-caption-text\">Em dois bra\u00e7os de rios e diversos canais apertad\u00edssimos uma comunidade de chineses criou um mercado onde tudo \u00e9 vendido em pequenos barcos<\/figcaption><\/figure>\n<p>Olho grande e aberto no Siam Center + Siam Paragon, lado a lado formam uma grande pra\u00e7a para eventos; o primeiro \u00e9 o mais descolado de todos e o segundo o mais luxuoso com uma pra\u00e7a de alimenta\u00e7\u00e3o gigantesca no seu t\u00e9rreo. Onde exibem filiais do Four Seasons, Mandarim Oriental e Casa de Ch\u00e1s da Harrods. Falando em luxo, mais \u00e0 frente temos o Gaysorn. Pequeno, mas com um mix de lojas de tirar o f\u00f4lego, labels escolhidas a dedo. N\u00e3o poder\u00edamos deixar de falar do MBK com seus seis andares confusos onde se mesclam boutiques da Rolex, Canon ou Sony e ao lado boxes ou lojas que vendem \u201cr\u00e9plicas\u201d. Mesma coisa para as grifes da moda. Pura loucura! Fuja antes de cometer uma contraven\u00e7\u00e3o. L\u00e1 a m\u00e1xima do tudo junto e misturado, bem t\u00edpico deles, se apresenta em sua totalidade.<\/p>\n<p>Fora do burburinho Siam\/Silom, mas ainda pertinho, temos o Asiatique at Riverfront, antigo complexo de galp\u00f5es do porto fluvial, foi reformado e virou um imenso centro de compras e lazer. Cada galp\u00e3o tem um tema fast food, artesanato, \u201cimportados\u201d, restaurantes sofisticados, show de cabar\u00e9 com Lady Boys, etc e como o nome diz, fica em frente ao rio que corta a cidade e oferece uma excelente vista do skyline de Bangkok.<\/p>\n<p>Pensando em pechinchas (de verdade e originais) h\u00e1 um outlet nos andares superiores do JTC \u2013 Jewel Trade Center, no Silom. No piso inferior, dezenas de lojas de joias e pedras preciosas com pre\u00e7os pra l\u00e1 de convidativos (resista \u00e0s p\u00e9rolas, esmeraldas, rubis e safiras negras se puder), nos pisos de cima multimarcas que vendem desde Halph Lauren e Nike at\u00e9 SuperDry e Diesel. So cool!<\/p>\n<p>S\u00edmbolos tailandeses<\/p>\n<p>Quanto a t\u00e3o aclamada culin\u00e1ria thai, os turistas podem fazer cursos r\u00e1pidos de um dia em diversas escolas espalhadas pela cidade. As mais recomendadas s\u00e3o a Blue Elephant, a do Hotel Mandarim Oriental e a Silom Thai Cooking School. A Blue Elephant \u00e9 a Le Cordon Bleu deles, que por sinal tamb\u00e9m tem filial l\u00e1, c\u2019est \u00e7a?! O Hotel Mandarim Oriental ensina um menu de cinco pratos de cozinha thai elegante e sofisticada, com menus que mudam a cada m\u00eas. Na Silom Thai Cooking School h\u00e1 duas op\u00e7\u00f5es de card\u00e1pios com cinco pratos, por dia da semana (inclusive aos domingos), com comida simples e cotidiana. Nela a partir de tr\u00eas aulas realizadas voc\u00ea consegue o seu certificado. Se voc\u00ea curte cozinhar \u00e9 um passatempo bem interessante e um conv\u00edvio de poucas horas com gente do mundo todo. E voc\u00ea ainda degusta todos os pratos que voc\u00ea mesmo fez no dia.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5707\" aria-describedby=\"caption-attachment-5707\" style=\"width: 184px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/8.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5707\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5707 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/8.jpg\" alt=\"\" width=\"184\" height=\"246\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/8.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/8-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 184px) 100vw, 184px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5707\" class=\"wp-caption-text\">Obelisco revestido com pastilhas de ouro<\/figcaption><\/figure>\n<p>Fora de Bangkok, existem diversos passeios imperd\u00edveis. O Mercado Flutuante a cerca de uma hora de viagem de carro \u00e9 imperd\u00edvel para voc\u00ea entender realmente a alma do tailand\u00eas e como eles vivem no interior do pa\u00eds. Em dois bra\u00e7os de rios e diversos canais apertad\u00edssimos uma comunidade de chineses criou um mercado onde tudo \u00e9 vendido em pequenos barcos. Comida pronta, artesanato, plantas, frutas e verduras, artigos de consumo e \u00f3bvio xing lings.<\/p>\n<p>Mais \u00e0 frente, temos o Templo dos Tigres onde voc\u00ea -pagando taxas extras- pode tirar fotos, dar de mamar ou interagir com beb\u00eas ou tigres adolescentes. Gatinhos gigantes, mas gatinhos. Imperd\u00edvel. E de quebra voc\u00ea ainda ganha o conv\u00edvio bem pertinho de veados e b\u00fafalos, mansos e amig\u00e1veis que andam soltos nesta reserva administrada por monges -por isto n\u00e3o espere luxos, ok?<\/p>\n<p>Esticando um pouco mais o percurso, uma pausa \u201cacidental\u201d para almo\u00e7o em frente a famosa Ponte do Rio Kwei, s\u00edmbolo da opress\u00e3o americana e gan\u00e2ncia econ\u00f4mica, at\u00e9 hoje uma ferida no cora\u00e7\u00e3o e orgulho tailand\u00eas. Completando o percurso, temos algumas reservas de elefantes, onde um passeio de meia hora na mata de bambus a beira de um rio em cima do paquiderme \u00e9 uma experi\u00eancia imperd\u00edvel. Balan\u00e7a pra c\u00e1, balan\u00e7a pra l\u00e1, mas tudo d\u00e1 certo. Diferentes dos elefantes africanos, os tailandeses s\u00e3o menores e domestic\u00e1veis. Se voc\u00ea achar um beb\u00ea elefante na sua frente, corra e v\u00e1 interagir com ele. S\u00e3o bichos encantadores e muito curiosos, deixam at\u00e9 voc\u00ea dar um abra\u00e7o e p\u00f5em a tromba na sua m\u00e3o. Com esta experi\u00eancia voc\u00ea entender\u00e1 o motivo dos elefantes serem o s\u00edmbolo nacional da Tail\u00e2ndia, enormes e gentis.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5708\" aria-describedby=\"caption-attachment-5708\" style=\"width: 184px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/9.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5708\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5708 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/9.jpg\" alt=\"\" width=\"184\" height=\"246\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/9.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/9-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 184px) 100vw, 184px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5708\" class=\"wp-caption-text\">Buda Sentado (de ouro) sobre L\u00f3tus de m\u00e1rmore<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quanto \u00e0s praias, a mais pr\u00f3xima de carro \u00e9 a famosa Pattaya. Fuja dela! Lotada de cinquent\u00f5es oper\u00e1rios russos, gente que se perdeu por l\u00e1 desde o fim da guerra da Indochina e jovens australianos mochileiros em que tudo est\u00e1 \u00f3timo. Infelizmente \u00e9 feia (nas fotos n\u00e3o parece), realmente suja e confusa. Praia Grande no dia de r\u00e9veillon \u00e9 uma Cote D\u2019azur em frente \u00e0quilo. As demais ficam no litoral oeste e necessitam de um voo para se chegar l\u00e1. Estas sim s\u00e3o lindas, mar azul turquesa transparente, rochas impressionantes e areias brancas com coqueiros que convidam a um dolce far niente. A \u00fanica coisa boa a caminho de Pattaya \u00e9 uma parada para almo\u00e7ar no Nong Nooch Tropical Botanical Garden que possui dezenas de jardins de tirar o f\u00f4lego, e tamb\u00e9m oferecem um show de dan\u00e7a, tambores e muay thai seguido por uma impressionante e divertida apresenta\u00e7\u00e3o de elefantes adestrados, que jogam dardos, andam de bicicleta, pintam quadros e camisetas. E se voc\u00ea quiser tamb\u00e9m pode fazer um passeio em cima deles. Olho nos filhotinhos fofos novamente!!! Compre bananas e eles te perseguir\u00e3o com suas trombas curiosas e gulosas.<\/p>\n<p>Dicas da gastronomia thai<\/p>\n<p>Se voc\u00ea quer se aventurar pela culin\u00e1ria thai, o primeiro aviso \u00e9: cuidado com a pimenta. O n\u00edvel m\u00e9dio deles \u00e9 mais que o \u201cbaiano\u201d para n\u00f3s. No mais, \u00e9 se encantar com a mistura inusitada de diversas ervas e temperos que eles fazem. Os pratos s\u00e3o r\u00e1pidos e f\u00e1ceis de serem feitos. Praticamente tudo \u00e9 feito na wok, sin\u00f4nimo de coisas fritas ou refogadas rapidamente, para manter o sabor e texturas. Por sua influ\u00eancia indiana existem diversos curries. Por\u00e9m, diferente do curry indiano que \u00e9 sempre em p\u00f3 e pode ter facilmente mais de 30 especiarias e ervas, os curries thai s\u00e3o pastas de poucos vegetais, pimentas e ervas mo\u00eddas, dando um resultado mais fresco e n\u00e3o menos arom\u00e1tico. Sendo eles usados para fazerem diversos ensopados sempre a base de leite de coco.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5716\" aria-describedby=\"caption-attachment-5716\" style=\"width: 184px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/7.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5716\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5716 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/7.jpg\" alt=\"\" width=\"184\" height=\"246\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/7.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/7-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 184px) 100vw, 184px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5716\" class=\"wp-caption-text\">Barraquinha de Khanom Krok: confira a receita deste delicioso bolinho no final da reportagem<\/figcaption><\/figure>\n<p>Falando em coco, ele fresco ralado ou sob a forma de creme ou leite permeiam quase todos os pratos e sobremesas tradicionais. Aliado a goma de tapioca (sim, tapioca) criam del\u00edcias e alteram as texturas dos pratos ou geram panquecas, chamadas de Khanom Krok crocantes por fora, cremosas por dentro e levemente adocicadas para o caf\u00e9 da manh\u00e3. Refei\u00e7\u00e3o farta que sempre tem \u201carroz frito\u201d (Khao Phad) na realidade refogado com ovos mexidos, cebolinha e uma prote\u00edna (camar\u00f5es frescos ou secos, frango, siri) e uma sopa a base de caldo de frango ou pato, com ovo cozido, legumes e vegetais.<\/p>\n<p>A dieta thai \u00e9 rica em vegetais, sopas e frutas. Destaques para a pitaya (ou dragon fruit) casa grossa e ta com escamas(ou dragon fruit) ebolinha e uma protei legumes e vegetais.as por dentro e levemente adocicadas para o c magenta com escamas cujo interior branco, macio, repleto de sementes pretas min\u00fasculas tem sabor suave similar \u00e0 parte dura de um mel\u00e3o. Jaca (jackfruit) tamb\u00e9m \u00e9 muita apreciada, assim como a bem conhecida no nordeste: pitomba, prima mais simples da lichia, outra que tamb\u00e9m \u00e9 um hit por l\u00e1. Abacaxis, mel\u00f5es e mangas tamb\u00e9m fazem parte do dia a dia. Fique de olho para algumas variedades deles que simplesmente derretem na sua boca. S\u00f3 um aviso, os tailandeses n\u00e3o curtem sabores \u00e1cidos. Ent\u00e3o, n\u00e3o esperem maracuj\u00e1s, lim\u00f5es e laranjas \u00e1cidos. Lim\u00e3o aparece como tempero de pratos salgados, maracuj\u00e1 s\u00f3 a vers\u00e3o doce, granadilla, que se come <em>in natura<\/em> com uma colher. Laranja tamb\u00e9m s\u00f3 uma vers\u00e3o pequena e de casca fina, adocicada. E aos f\u00e3s de rom\u00e3s, aproveitem bem a fartura de suco fresco, oferecidos em todos os cantos da cidade.<\/p>\n<p>Tailandeses adoram sabores amargos, ent\u00e3o broto de feij\u00e3o (moyashi ou bean sprouts) vai em tudo e bastante. Assim com algumas folhas mais amargas ou de sabor neutro que servem de acompanhamentos e necessitam de temperos e caldos. Outro alimento de sabor neutro bem apreciado \u00e9 a castanha water chesternut, textura similar a uma ma\u00e7\u00e3 ainda n\u00e3o madura, serve de acompanhamento para sopas e refogados, assim como base para uma famosa pasta de curry.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5717\" aria-describedby=\"caption-attachment-5717\" style=\"width: 184px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/81.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5717\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5717 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/81.jpg\" alt=\"\" width=\"184\" height=\"246\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/81.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/81-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 184px) 100vw, 184px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5717\" class=\"wp-caption-text\">Obelisco revestido com pastilhas de ouro<\/figcaption><\/figure>\n<p>Outro destaque da culin\u00e1ria thai s\u00e3o os \u201cmacarr\u00f5es fritos\u201d (pad thai) quase sempre a base de farinha de arroz ou feij\u00e3o, refogados com ovos mexidos e vegetais, temperados com cebolinha, manjeric\u00e3o, bastante alho, gengibre, molho de peixe e ostras, amendoim, uma pitada de a\u00e7\u00facar, pimenta fresca picada e em p\u00f3 e para acompanhar diversas prote\u00ednas como camar\u00e3o, frango, pato, porco, cordeiro ou carne bovina (uma exce\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>Ch\u00e1s e caf\u00e9s<\/p>\n<p>Tailandeses s\u00e3o loucos por ch\u00e1s e caf\u00e9s. Barraquinhas nas ruas vendem vers\u00f5es tradicionais quentes e geladas de ambos. Eles adoram sabores florais, ent\u00e3o quase todas viram ch\u00e1s deliciosos e delicados. Podendo at\u00e9 viram \u201csucos\u201d que s\u00e3o as vers\u00f5es geladas dos ch\u00e1s de flores, refrescantes e saud\u00e1veis. Vale a pena experimentar o de pandanus, ros\u00e1lia e cris\u00e2ntemos.<\/p>\n<p>Existem tr\u00eas sabores tipicamente tailandeses: lim\u00e3o kaffir ultra-arom\u00e1tico tanto em folhas quanto a casca da fruta, capim-lim\u00e3o (lemongrass) que perfuma ch\u00e1s, caldos, curries sua raiz dura pode ir bem picada em refogados ou simplesmente amassado para liberar o sabor, e galangal o gengibre t\u00edpico da Tail\u00e2ndia que \u00e9 base para uma das sopas mais famosas pelas bandas de l\u00e1, tamb\u00e9m vai em alguns curries.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_5720\" aria-describedby=\"caption-attachment-5720\" style=\"width: 166px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/111.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5720\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5720 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/111.jpg\" alt=\"\" width=\"166\" height=\"221\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/111.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/111-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 166px) 100vw, 166px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5720\" class=\"wp-caption-text\">Andr\u00e9 e o Guardi\u00e3o do Templo<\/figcaption><\/figure>\n<p>A tal massagem tailandesa<\/p>\n<p>Bangkok \u00e9 o para\u00edso das massagens. Em toda e qualquer rua voc\u00ea ver\u00e1 lojinhas ou sal\u00f5es de beleza oferecendo uma lista gigantesca de op\u00e7\u00f5es, desde a mais simples \u201cfoot massage\u201d at\u00e9 a tailandesa tradicional (n\u00e3o sexual, ok?). Nestes locais mais simples, a maioria das massagens que n\u00e3o sejam de corpo inteiro \u00e9 realizada em poltronas e em ambientes coletivos, inclusive com vitrine. Se voc\u00ea curte um pouco mais de privacidade, recomendo procurar algum dos bons SPAs da cidade. Ent\u00e3o, o que custava 300 Baht, passa a custar 3.000 Baht, mas compensa. Locais impec\u00e1veis, atendimento acima da m\u00e9dia de qualquer SPA brasileiro, pois o twist tailand\u00eas \u00e9 imposs\u00edvel de ser copiado.<\/p>\n<p>Para quem est\u00e1 curioso em saber como \u00e9 uma massagem tailandesa, digo que \u00e9 algo extremamente relaxante, mas o que voc\u00ea me diria sobre uma massagem onde n\u00e3o usam \u00f3leo e sim um conjunto de cal\u00e7a e bata de linho para aliviar o atrito dos polegares, punhos, antebra\u00e7os, cotovelos e p\u00e9s do terapeuta em voc\u00ea? Sim, isto mesmo. Quase uma<\/p>\n<figure id=\"attachment_5723\" aria-describedby=\"caption-attachment-5723\" style=\"width: 166px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/122.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5723\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5723 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/122.jpg\" alt=\"\" width=\"166\" height=\"221\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/122.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/122-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 166px) 100vw, 166px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5723\" class=\"wp-caption-text\">Mural pintado a m\u00e3o e folheado a ouro<\/figcaption><\/figure>\n<p>luta! \u00c9 executada em um tatame, e aquela tailandesa min\u00fascula e aparentemente fr\u00e1gil, p\u00f5e voc\u00ea em diversas posi\u00e7\u00f5es de ioga, te contorce, te balan\u00e7a e te estica inteiro, enquanto pressiona todo seu corpo dos p\u00e9s a cabe\u00e7a em toque ora suaves, ora intensos. E voc\u00ea por duas horas, oscila entre o real arrependimento e o \u00eaxtase. Gemer n\u00e3o \u00e9 opcional e faz parte do pacote, feche os olhos e se deixe levar, no final voc\u00ea sai dolorido, mas com a coluna no lugar e querendo uma cama para dormir profundamente (se o SPA for em seu pr\u00f3prio hotel, melhor ainda). Um \u00faltimo aviso: eles n\u00e3o recomendam mais de uma massagem destas por semana.<\/p>\n<p>RECEITA EXCLUSIVA<\/p>\n<p>Para quem quiser se aventurar na culin\u00e1ria tailandesa, segue uma receita deliciosa para o caf\u00e9 da manh\u00e3 ou lanche da tarde, perfeita para se dividir com a fam\u00edlia e amigos, simples e com ingredientes que temos por aqui. Se voc\u00ea ama tapioca, delicie-se com esta vers\u00e3o \u201cde rua\u201d, crocante por fora e cremosa por dentro e que pode levar diversos recheios. Enjoy!<\/p>\n<p><strong>KHANOM KROK \u2013 bolinho crocante e cremoso de arroz, coco e goma de tapioca<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong>500ml leite de coco<\/p>\n<p>3\/4 de x\u00edcara de ch\u00e1 + 1 colher de sopa de farinha de arroz<\/p>\n<p>1 1\/2 colher de sopa de goma de tapioca seca<\/p>\n<p>1\/4 de x\u00edcara de ch\u00e1 de coco ralado fresco (se for usar o seco use menos)<\/p>\n<p>1\/4 de x\u00edcara de ch\u00e1 de a\u00e7\u00facar refinado (se for cristal use menos)<\/p>\n<p>2 colheres de sopa de arroz cru<\/p>\n<p>1 colher de ch\u00e1 rasa de sal<\/p>\n<p>\u00f3leo de soja para untar a forma<\/p>\n<p>cebolinha picada, castanha de caju, milho verde, presunto picado ou gergelim para a cobertura<\/p>\n<p>mel ou xarope de Maple para acompanhar<\/p>\n<p>Bata no liquidificador o arroz cru com o coco ralado e o leite de coco, at\u00e9 triturar bem o arroz. Junte a farinha de arroz, a goma, o a\u00e7\u00facar e o sal, bata at\u00e9 incorporar tudo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5729\" aria-describedby=\"caption-attachment-5729\" style=\"width: 230px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/13-22.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5729\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5729 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/13-22.jpg\" alt=\"\" width=\"230\" height=\"153\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/13-22.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/13-22-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 230px) 100vw, 230px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5729\" class=\"wp-caption-text\">Os deliciosos bolinhos de Khanom Krok<\/figcaption><\/figure>\n<p>Na Tail\u00e2ndia eles t\u00eam assadeiras pr\u00f3prias com pequenos buracos esf\u00e9ricos, um pouco maiores que uma moeda de R$ 1,00. Aqui, podemos improvisar com uma assadeira de minicupcakes. O importante \u00e9 aquec\u00ea-la e untar cada buraco com \u00f3leo (fa\u00e7a uma trouxa de papel toalha embebida no \u00f3leo), manter o fogo m\u00e9dio, quase baixo. Ponha o l\u00edquido at\u00e9 a borda de cada buraco (ele n\u00e3o cresce) e tampe. Espere uns dois minutos e ponha um pouco da cobertura em cima, tampe por mais uns 2 minutos e veja se a borda j\u00e1 est\u00e1 dourada e crocante. Se estiver, retire-os da forma com a ajuda de uma colher. Pode servi-los soltos ou com duas metades juntas, formando uma esfera. Sirva-os ainda quentes cobertos por mel ou xarope de maple. Sawadee Krap!<\/p>\n<div>\n<p>&nbsp;*Andr\u00e9 Dias Barreto esteve na Tail\u00e2ndia na virada do ano e escreveu esta mat\u00e9ria especialmente para a Revista Regional.<\/p>\n<\/div>\n<p>texto e fotos: Andr\u00e9 Dias Barreto<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sim, pra l\u00e1 da \u00cdndia e embaixo da China fica a Tail\u00e2ndia. Terra de povo gentil, de muitos aromas e paisagens de tirar o f\u00f4lego, sejam elas urbanas ou naturais. O mesmo f\u00f4lego \u00e9 tirado quando voc\u00ea prova sua culin\u00e1ria r\u00fastica, de sabores explosivos que encantam o paladar ocidental e cria admiradores mundo a fora. 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