{"id":3888,"date":"2012-11-19T14:08:13","date_gmt":"2012-11-19T17:08:13","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=3888"},"modified":"2024-01-26T10:55:16","modified_gmt":"2024-01-26T13:55:16","slug":"a-arte-do-clique","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/11\/19\/a-arte-do-clique\/","title":{"rendered":"A arte do clique"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_3898\" aria-describedby=\"caption-attachment-3898\" style=\"width: 256px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-flavio-Fotografoeaarvore.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3898\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3898  \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-flavio-Fotografoeaarvore.jpg\" alt=\"\" width=\"256\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-flavio-Fotografoeaarvore.jpg 427w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-flavio-Fotografoeaarvore-200x300.jpg 200w\" sizes=\"(max-width: 256px) 100vw, 256px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3898\" class=\"wp-caption-text\">Flavio Garcia: \u201cfotografar \u00e9 registrar com a alma aquilo que captamos com os olhos: basta colocar o cora\u00e7\u00e3o na frente das lentes. O resto flui sozinho\u201d<br \/> foto: Flavio Garcia<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Impulsionada pelo avan\u00e7o da tecnologia, a fotografia se popularizou, incentivando profissionais e amadores a eternizar momentos. Advogado de Salto criou grupo virtual para troca de experi\u00eancias<\/em><\/p>\n<p>Uma viagem inesquec\u00edvel, o baile de formatura, a observa\u00e7\u00e3o da gente apressada em uma grande cidade ou o encontro com um \u00eddolo. V\u00e1rias experi\u00eancias ou situa\u00e7\u00f5es que vivenciamos s\u00e3o t\u00e3o marcantes que, mesmo depois de muitos anos, somos capazes de reviv\u00ea-las com a mesma emo\u00e7\u00e3o. Mas n\u00e3o apenas no cora\u00e7\u00e3o e na mem\u00f3ria estes momentos permanecem guardados para sempre: um arsenal de recursos permite que tais lembran\u00e7as sejam registradas.<\/p>\n<p>Impulsionados pela evolu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da tecnologia, alguns deles, inclusive, se popularizaram. \u00c9 o caso, por exemplo, da fotografia que, hoje em dia, pode ser tirada de um celular ou m\u00e1quina digital, para, no instante seguinte, ser compartilhada nas redes sociais. Tamanha facilidade incentivou profissionais e amadores a se dedicar a arte do \u201cclique\u201d. Alguns s\u00e3o mais habilidosos \u2013 outros, nem tanto \u2013 mas o interesse por esta atividade acaba se sobressaindo a toda e qualquer diferen\u00e7a de estilo. Diferen\u00e7as estas, que, ali\u00e1s, acabam unindo e n\u00e3o segregando, j\u00e1 que \u00e9 poss\u00edvel aperfei\u00e7oar a t\u00e9cnica em grupos virtuais, cuja base \u00e9 a intera\u00e7\u00e3o entre os membros.<\/p>\n<p>Quem aposta nesta ideia \u00e9 o advogado Fl\u00e1vio Garcia. Motivado pela constata\u00e7\u00e3o de que havia muita gente querendo expor trabalhos e trocar informa\u00e7\u00f5es, ele criou, h\u00e1 pouco mais de um ano, o grupo \u201cFot\u00f3grafos Saltenses &amp; Cia\u201d no Facebook (veja link no final desta reportagem). Entusiasmado, nosso entrevistado revela que a iniciativa foi crescendo e, hoje em dia, os participantes formam \u201cuma verdadeira fam\u00edlia\u201d, que superou o contato meramente virtual para realizar confraterniza\u00e7\u00f5es e passeios fotogr\u00e1ficos.<\/p>\n<p>\u201cTodos, indistintamente, sempre ter\u00e3o algo a aprender e algo a ensinar. O legal foi ter unido fot\u00f3grafos profissionais experientes com amadores, sem qualquer tipo de conhecimento t\u00e9cnico, mas com olhar fotogr\u00e1fico impressionante. Temos amigos no grupo que fazem \u2018m\u00e1gicas\u2019 com Iphones, por exemplo\u201d, constata Fl\u00e1vio, que nos faz uma revela\u00e7\u00e3o curiosa: por mais estranho que isso possa parecer, o fasc\u00ednio por fotografia surgiu em decorr\u00eancia de sua profiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Atuando como correspondente dos grandes escrit\u00f3rios, o advogado tinha que viajar para muitas cidades do pa\u00eds, nas quais participava de audi\u00eancias. Lugares fant\u00e1sticos que ele nunca havia sonhado visitar \u2013 nem mesmo como turista \u2013 agu\u00e7aram-lhe uma grande necessidade de levar um pouco daquilo que via para compartilhar com amigos ou parentes. N\u00e3o demorou muito para que nosso personagem adquirisse a primeira c\u00e2mera compacta digital e, desde ent\u00e3o, a fotografia vem ocupando cada vez mais espa\u00e7o em sua vida.<\/p>\n<p>Embora j\u00e1 tenha executado alguns trabalhos remunerados, Fl\u00e1vio \u00e9 categ\u00f3rico ao afirmar que jamais permitir\u00e1 que a fotografia adquira o status de obriga\u00e7\u00e3o. \u201cMais do que um hobby ou uma paix\u00e3o, \u00e9 um amor incondicional e pleno. A forma mais eficaz de eternizar todas as emo\u00e7\u00f5es que estamos sentindo no momento do clique. Fazendo uma analogia, n\u00e3o \u00e9 exagero dizer que fotografar \u00e9 registrar com a alma aquilo que captamos com os olhos: basta colocar o cora\u00e7\u00e3o na frente das lentes. O resto flui sozinho\u201d, empolga-se.<\/p>\n<p><strong>Flagrantes da natureza<\/strong><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos meses, ele vem se dedicando a registrar paisagens, animais e seres humanos, que ser\u00e3o afetados pela poss\u00edvel constru\u00e7\u00e3o da Barragem do Ribeir\u00e3o Pira\u00ed, projeto que, conforme nosso entrevistado faz quest\u00e3o de frisar, causar\u00e1 um impacto gigantesco no meio ambiente e nas riquezas hist\u00f3ricas e culturais de Salto e regi\u00e3o, caso seja efetivado. \u00a0A vontade de registrar flagrantes da natureza, por\u00e9m, \u00e9 mais antiga e surgiu quando, cerca de dez anos atr\u00e1s, Fl\u00e1vio fotografou uma \u00e1guia cinzenta em liberdade.<\/p>\n<p>\u201cVoltava de Angra dos Reis e portava uma compacta limitad\u00edssima \u2013 com baixa resolu\u00e7\u00e3o e sem o recurso de zoom \u00f3tico. Na minha frente, pousada em um galho seco a poucos metros da estrada, deparei-me com aquela ave gigantesca e imponente, em risco de extin\u00e7\u00e3o e naturalmente rara, dando um verdadeiro show da natureza. Tinha acabado de abater um grande tei\u00fa (lagarto) e estava com ele nas garras\u201d, descreve.<\/p>\n<p>A imagem, obviamente, ficou horr\u00edvel. Mas foi decisiva para que ele percebesse que fotografar a natureza e paisagens fazia parte de sua ess\u00eancia, embora se considere ecl\u00e9tico e se mostre interessado em aprender sobre retratos de pessoas e aspectos do mundo macro. Aos que t\u00eam o desejo de dar os primeiros passos ou aprimorar o processo de captura de imagens, Fl\u00e1vio aconselha: ainda que se tenha a fotografia meramente como um hobby, \u00e9 sempre melhor poder desfrut\u00e1-lo com o m\u00e1ximo poss\u00edvel de t\u00e9cnica, pr\u00e1tica e conhecimento.<\/p>\n<p>O advogado pondera que o equipamento ajuda \u2013 e muito. Mas, em contrapartida, os resultados ser\u00e3o muito melhores se a pessoa dominar completamente as fun\u00e7\u00f5es de uma c\u00e2mera compacta, ao inv\u00e9s de utilizar um equipamento profissional no modo autom\u00e1tico. As dicas e informa\u00e7\u00f5es postadas no grupo \u201cFot\u00f3grafos Saltenses &amp; Cia\u201d e colocadas em pr\u00e1tica durante as sa\u00eddas, aliadas a uma boa leitura e cursos de fotografia tamb\u00e9m s\u00e3o fundamentais para este aprendizado.<\/p>\n<p>Por fim, Fl\u00e1vio encoraja: todos n\u00f3s somos fot\u00f3grafos, o segredo \u00e9 apreciar a beleza do universo. E este \u00e9 um exerc\u00edcio di\u00e1rio, que qualquer um pode praticar, mesmo sem o aux\u00edlio da c\u00e2mera. \u201cO legal \u00e9 isso: olhar fotogr\u00e1fico \u00e9 algo \u00fanico. Singular. Cada um tem o seu. E ver o mundo pelos olhos de outra pessoa \u00e9 sempre uma experi\u00eancia fascinante. O meu olhar n\u00e3o \u00e9 melhor nem pior do que o de ningu\u00e9m. Talvez um pouco pior, porque sou m\u00edope\u201d, diverte-se.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_3899\" aria-describedby=\"caption-attachment-3899\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-luiz-72.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3899\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-3899  \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-luiz-72.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-luiz-72.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-luiz-72-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3899\" class=\"wp-caption-text\">Retrato de Joaquim, um pantaneiro que mora \u00e0s margens do rio Cuiab\u00e1, citada por Luiz como uma de suas fotos inesquec\u00edveis<br \/> foto: Luiz Gentile Filho<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Contempla\u00e7\u00e3o, surpresas e imprevistos<\/strong><\/p>\n<p>Convidado por Fl\u00e1vio, o supervisor de Controle de Qualidade aposentado Luiz Gentile Filho entrou para o grupo no Facebook h\u00e1 aproximadamente dez meses. \u00a0Durante esse per\u00edodo, participou de cinco encontros \u2013 que, conforme faz quest\u00e3o de frisar, foram sensacionais \u2013 e teve a oportunidade de repassar aos colegas informa\u00e7\u00f5es sobre a grande variedade de aves, concomitantemente a necessidade de preserv\u00e1-las cada vez mais. Para explicar o seu fasc\u00ednio por estes animais, Luiz, que j\u00e1 registrou 252 esp\u00e9cies, faz men\u00e7\u00e3o ao trecho de um texto escrito por Marcelo Camacho.<\/p>\n<p>\u201cFotografar aves \u00e9 testar a sua capacidade t\u00e9cnica em condi\u00e7\u00f5es imprevis\u00edveis e frequentemente desfavor\u00e1veis. \u00c9 aproximar-se delas, entend\u00ea-las, explorar os limites de nossos pr\u00f3prios instintos. \u00c9 surpreender-se com o acaso, que a cada momento pode lhe trazer uma nova esp\u00e9cie, novas cores, novas formas, novos cantos, v\u00f4os, comportamentos. Contemplar, inebriar-se, encantar-se, reapaixonar-se pela vida\u201d, cita o supervisor. Abandonando um comportamento previs\u00edvel, ele ressalta que melhor que fotografar uma ave solit\u00e1ria \u00e9 registr\u00e1-las no ninho, ca\u00e7ando ou alimentando os filhotes.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3900\" aria-describedby=\"caption-attachment-3900\" style=\"width: 383px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-luiz-12.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3900\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-3900 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-luiz-12.jpg\" alt=\"\" width=\"383\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-luiz-12.jpg 638w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-luiz-12-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 383px) 100vw, 383px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3900\" class=\"wp-caption-text\">Luiz Gentile Filho: \u201cCapturar um momento e eterniz\u00e1-lo numa foto \u00e9 algo muito especial\u201d. Nesta foto, a Cachoeira do Tabuleiro, que possui 273 metros de queda livre (Concei\u00e7\u00e3o do Mato Dentro\/MG)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Questionado sobre imagens inesquec\u00edveis, elege duas: a primeira \u00e9 um retrato da Cachoeira do Tabuleiro, que possui273 metrosde queda livre e est\u00e1 situada em Concei\u00e7\u00e3o do Mato Dentro (MG). Outra foto que o marcou bastante foi a de Joaquim, um pantaneiro que mora \u00e0s margens do Rio Cuiab\u00e1. \u201cEle vive quase que isolado, nunca foi na cidade, mas sua alegria e simplicidade nos convidam a refletir sobre a vida. Para entender melhor tudo o que esta imagem representa, o ideal seria conhecer o lugar\u201d, esclarece.<\/p>\n<p>Luiz tamb\u00e9m exp\u00f5e o desejo de fotografar um raio e lembra que, para se obter uma boa imagem, alguns fatores devem ser considerados, sendo os principais: luz, altura e \u00e2ngulo corretos, al\u00e9m do dom\u00ednio do equipamento. \u201cCapturar um momento e eterniz\u00e1-lo numa foto \u00e9 algo muito especial. Algumas pessoas j\u00e1 t\u00eam um dom, mas, por outro lado, \u00e9 poss\u00edvel se aprimorar: para isso, s\u00e3o necess\u00e1rios interesse e perseveran\u00e7a\u201d, incentiva o supervisor, que desde crian\u00e7a se interessa pelo tema e at\u00e9 hoje faz desta atividade uma de suas preferidas em suas horas de lazer.<\/p>\n<p><strong>De trabalho a hobby<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_3902\" aria-describedby=\"caption-attachment-3902\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-fernando-11.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3902\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3902 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-fernando-11.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-fernando-11.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-fernando-11-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3902\" class=\"wp-caption-text\">Fernando Schiavon: \u201cEu me permiti \u2018falar\u2019 por meio da foto, que se revelou uma maneira pr\u00e1tica de \u2018poetizar\u2019 o momento\u201d. O jornalista conta que gosta muito de fotografar texturas e objetos em \u00e2ngulos que fogem do convencional<\/figcaption><\/figure>\n<p>Se para Fl\u00e1vio e Luiz clicar \u00e9 somente um hobby, o mesmo n\u00e3o se aplica ao jornalista Fernando Schiavon. Rep\u00f3rter de um jornal \u2013 ele \u00e9 respons\u00e1vel por duas editorias bem diferentes: Artes &amp; Lazer e Pol\u00edcia \u2013 a fotografia \u00e9 parte essencial de seu trabalho. \u201cNo in\u00edcio, era uma obriga\u00e7\u00e3o do curso, mas fui pegando gosto e, com o passar dos anos, deixei a sensibilidade aflorar e me permiti \u2018falar\u2019 por meio da foto, que se revelou uma maneira pr\u00e1tica de \u2018poetizar\u2019 o momento. Sinto que h\u00e1 dias em que n\u00e3o quero me expressar; e de repente a fotografia diz tudo! \u00c9 um gritar em sil\u00eancio, sabe?\u201d, questiona.<\/p>\n<p>O jornalista acredita que depois de algum tempo de pr\u00e1tica novas possibilidades v\u00e3o surgindo. As cenas do cotidiano \u2013 crian\u00e7as correndo, pessoas sentadas numa pra\u00e7a ou at\u00e9 mesmo um objeto \u2013 nunca mais s\u00e3o vistas da mesma maneira. Apesar da experi\u00eancia, Fernando enaltece a ideia de criar um grupo virtual e garante que o entrosamento entre os membros \u00e9 \u00f3timo: os encontros s\u00e3o sempre prazerosos e cheios de alegria. O maior aprendizado, segundo ele, \u00e9 o exerc\u00edcio do companheirismo.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 tempos precisava disso e n\u00e3o sabia. Conviver com pessoas que, por meio da fotografia, poetizam o mundo, sem medos, nem pudores. Em nossos passeios fotogr\u00e1ficos, por exemplo, todos clicam um mesmo cen\u00e1rio, mas quando os membros v\u00e3o postando percebo a sutileza de cada um, o olhar, a emo\u00e7\u00e3o que cada pessoa coloca ali. O que era para ser praticamente igual fica sempre quase tudo diferente\u201d, conclui.<\/p>\n<p>A respeito de suas prefer\u00eancias, o jornalista conta que gosta muito de fotografar texturas \u2013 como, por exemplo, troncos de \u00e1rvores \u2013 e tamb\u00e9m objetos em \u00e2ngulos que fogem do convencional. \u00a0Mais do que a sensa\u00e7\u00e3o de liberdade, o ato de virar a c\u00e2mara em outras dire\u00e7\u00f5es confere a Fernando \u201co poder\u201d de transformar aquilo que, at\u00e9 ent\u00e3o, parecia imut\u00e1vel. Em meio a tantas imagens j\u00e1 feitas, profissionalmente e tamb\u00e9m por lazer, ele demonstra certa hesita\u00e7\u00e3o ao ser convidado a escolher a mais marcante, mas revela que teve \u201cuma linda surpresa\u201d ao ver um registro que fez do andor com a imagem de Jesus, no in\u00edcio deste ano durante a sa\u00edda da Romaria de Salto a Pirapora.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3903\" aria-describedby=\"caption-attachment-3903\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-fernando-21.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3903\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3903  \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-fernando-21.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-fernando-21.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/11\/cult-fernando-21-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3903\" class=\"wp-caption-text\">Fernando cita o retrato do andor com a imagem de Jesus durante a Romaria de Salto a Pirapora como inesquec\u00edvel<br \/> foto: Fernando Schiavon<\/figcaption><\/figure>\n<p>Orgulhoso, ele revela que o interesse por fotografia \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o de sua fam\u00edlia: se, quando pequeno, o pai era o seu exemplo, hoje em dia \u00e9 o sobrinho quem ensaia os primeiros passos nesta arte que, segundo nosso entrevistado, est\u00e1 ao alcance de todos: n\u00e3o \u00e9 preciso ter equipamentos maravilhosos e caros; basta uma m\u00e1quina simples e vontade de enxergar o mundo e as pessoas. Entre os fatores que devem ser considerados por quem busca captar uma boa imagem est\u00e3o tamb\u00e9m a inspira\u00e7\u00e3o, o momento, o local, a luz, a sensibilidade e a ousadia no olhar.<\/p>\n<p>\u00c0queles que estiverem dispostos a seguir o seu conselho, Fernando adianta: o resultado pode ser surpreendente. \u201cFotografar nos d\u00e1 a chance de presentearmos o mundo com nossas impress\u00f5es sobre ele. Algumas pessoas s\u00e3o talentosas ao extremo; verdadeiros artistas das lentes independentemente de t\u00e9cnicas ou equipamentos. Mas, na outra ponta, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que cursos e troca de experi\u00eancias s\u00e3o enriquecedores. Essa abertura para aprender sempre \u00e9 necess\u00e1ria em todas as \u00e1reas, pois triste \u00e9 aquele que acha que j\u00e1 sabe de tudo\u201d, finaliza.<\/p>\n<p><em>\u00a0reportagem de Piero Verg\u00edlio<\/em><\/p>\n<p><em>fotos de Flavio Garcia, Luiz Gentile e Fernando Schiavon\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>MAIS:<\/strong> A todos aqueles que desejam trocar experi\u00eancia, expor o seu trabalho ou apreciar belas imagens \u2013 sem necessariamente ser de Salto \u2013 o endere\u00e7o do grupo \u201cFot\u00f3grafos Saltenses &amp; Cia\u201d \u00e9 <a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/groups\/185955741502792\/?fref=ts\">www.facebook.com\/groups\/185955741502792\/?fref=ts<\/a> . Para ter acesso a todos os recursos, o usu\u00e1rio precisa ter um perfil nesta rede social.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impulsionada pelo avan\u00e7o da tecnologia, a fotografia se popularizou, incentivando profissionais e amadores a eternizar momentos. 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