{"id":34638,"date":"2025-02-20T12:36:43","date_gmt":"2025-02-20T15:36:43","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=34638"},"modified":"2025-02-20T12:41:47","modified_gmt":"2025-02-20T15:41:47","slug":"um-icone-chamado-luiza-brunet","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2025\/02\/20\/um-icone-chamado-luiza-brunet\/","title":{"rendered":"Um \u00edcone chamado Luiza Brunet"},"content":{"rendered":"<p><em>Com sua hist\u00f3ria de coragem e reinven\u00e7\u00e3o, a modelo que marcou gera\u00e7\u00f5es nos convida a refletir, desacelerar e valorizar quem somos<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_34639\" aria-describedby=\"caption-attachment-34639\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/2-1.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-34639\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/2-1-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/2-1-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/2-1.jpg 682w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-34639\" class=\"wp-caption-text\">Luiza em ensaio especial para a Regional<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em entrevista exclusiva \u00e0 <em>Revista Regional<\/em>, Luiza Brunet nos lembra de que ser mulher \u00e9, antes de tudo, um ato de resist\u00eancia. \u00c0 frente do Instituto &#8220;N\u00f3s por Elas&#8221;, Luiza faz um chamado urgente para que todos \u2013 homens, mulheres e a sociedade \u2013 estejam juntos na luta contra a viol\u00eancia de g\u00eanero. \u201cN\u00e3o h\u00e1 como conter a viol\u00eancia contra a mulher se n\u00e3o houver um chamado para que os homens se envolvam e sejam acolhidos nessa tem\u00e1tica\u201d, reflete. Aos 62 anos, a modelo e ativista representa a liberdade de ser quem se \u00e9, sem se curvar aos padr\u00f5es: \u201cEstar bem e plena exige esfor\u00e7o: cuidado com o corpo, a mente e, principalmente, com atividades que nos agradam. Podemos e devemos priorizar o que nos faz bem\u201d, afirma. E sim, isso inclui dizer n\u00e3o \u00e0s regras impostas sobre como devemos parecer ou agir.&nbsp; Ao olhar para tr\u00e1s, a defensora da causa feminina se orgulha da trajet\u00f3ria que construiu \u2013 tanto nas passarelas quanto na vida. Mas ela n\u00e3o ignora que o caminho foi cheio de obst\u00e1culos: &#8220;Uma mulher madura sabe o que n\u00e3o quer. Ela carrega suas hist\u00f3rias e se sente mais segura porque aprendeu com suas escolhas&#8221;. Essa seguran\u00e7a \u00e9 o legado que deseja deixar: mostrar \u00e0s jovens que o verdadeiro poder n\u00e3o est\u00e1 no filtro perfeito, mas em quem voc\u00ea \u00e9 de verdade. Forte e generosa, a ativista tamb\u00e9m acredita no poder da mudan\u00e7a. \u201cPreceitos fechados acabam impedindo de ousar. E a vida precisa de ousadia, muitas vezes\u201d, ressalta. Para ela, essa flexibilidade \u00e9 a chave para criar uma vida com prop\u00f3sito \u2013 em casa, no trabalho e nas rela\u00e7\u00f5es. E falando em rela\u00e7\u00f5es, a porta-voz de tantas hist\u00f3rias resgata a beleza dos pequenos rituais, aqueles momentos que trazem afeto e pertencimento: &#8220;A raposa de <em>O Pequeno Pr\u00edncipe<\/em> ensina que cativar \u00e9 um processo feito com paci\u00eancia e presen\u00e7a. Hoje, com tudo t\u00e3o acelerado, esquecemos como \u00e9 bom valorizar esses gestos. Mas ainda h\u00e1 quem resista e celebre as conex\u00f5es reais \u2013 e eu admiro muito isso&#8221;. Com sua hist\u00f3ria de coragem e reinven\u00e7\u00e3o, a mulher que marcou gera\u00e7\u00f5es nos convida a refletir, desacelerar e valorizar quem somos \u2013 com todas as nossas nuances e pot\u00eancias. Afinal, ser mulher \u00e9 construir sua pr\u00f3pria narrativa, sem pedir permiss\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>REVISTA REGIONAL: Luiza, o Instituto \u201cN\u00f3s por Elas\u201d tem um papel fundamental na luta pela erradica\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia contra as mulheres no Brasil. Como voc\u00ea enxerga a import\u00e2ncia de envolver a sociedade como um todo \u2014 especialmente os homens \u2014 nesse debate, e quais iniciativas do instituto voc\u00ea acredita que t\u00eam maior potencial para transformar essa realidade?<\/strong><\/p>\n<p>LUIZA BRUNET: \u00c9 de suma import\u00e2ncia que a sociedade esteja envolvida e atuante no enfrentamento da viol\u00eancia contra as mulheres no Brasil. Precisamos entender que, dentro da nossa pr\u00f3pria casa, podemos passar por uma situa\u00e7\u00e3o grave, como um filho que comete um feminic\u00eddio ou uma filha que morre v\u00edtima de feminic\u00eddio. N\u00e3o estamos livres da viol\u00eancia de g\u00eanero. Por essas raz\u00f5es, devemos nos preocupar e nos colocar \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para minimizar os crimes, que cresceram drasticamente. N\u00e3o h\u00e1 como conter a viol\u00eancia contra as mulheres se n\u00e3o houver um chamado para que os homens se envolvam e sejam acolhidos nessa tem\u00e1tica, pois, mesmo sendo os perpetradores dos crimes, tamb\u00e9m s\u00e3o v\u00edtimas da cobran\u00e7a e do discurso machista impregnado na nossa cultura. Precisamos mudar a nossa forma de falar, agir e nos relacionar como sociedade, desde as mais simples e sutis trocas. O machismo \u00e9 uma estrutura enraizada no inconsciente coletivo, e todos n\u00f3s, em maior ou menor propor\u00e7\u00e3o, temos atitudes que fortalecem e perpetuam isso. Por isso, precisamos mudar as nossas cren\u00e7as estruturais e a forma como enxergamos o papel do homem, o que esperamos dele, e as atitudes e falas que naturalizamos. Para conseguirmos atingir uma mudan\u00e7a eficaz, precisamos mudar nossa estrutura como um todo.<\/p>\n<p><strong>Aos 62 anos, voc\u00ea continua sendo um \u00edcone de beleza, mas sabemos que, muitas vezes, a sociedade imp\u00f5e padr\u00f5es e pressiona as mulheres a manterem uma apar\u00eancia jovem. Como voc\u00ea enxerga a rela\u00e7\u00e3o entre beleza, maturidade e liberdade feminina, e de que forma acredita que essa discuss\u00e3o pode fortalecer a luta por uma vis\u00e3o mais ampla e respeitosa sobre o envelhecimento das mulheres?<\/strong><\/p>\n<p>Eu me considero uma mulher que est\u00e1 bem com a idade e com a passagem do tempo. Para mim, o etarismo \u00e9 uma quest\u00e3o de escolha. Estar bem e plena exige esfor\u00e7o: cuidado com o corpo, a mente e, principalmente, com atividades que nos agradam. Podemos e devemos priorizar o que nos faz bem. Isso \u00e9 importante e fundamental.<\/p>\n<figure id=\"attachment_34640\" aria-describedby=\"caption-attachment-34640\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/1-1.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-34640\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/1-1-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/1-1-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/1-1.jpg 682w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-34640\" class=\"wp-caption-text\">Ensaio de Luiza para a Regional<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Como voc\u00ea enxerga a evolu\u00e7\u00e3o da publicidade na forma de representar a mulher, considerando sua trajet\u00f3ria como modelo e atriz em uma \u00e9poca marcada por estere\u00f3tipos? Acredita que ainda h\u00e1 desafios a serem superados para retratar as mulheres de maneira mais real e diversa?<\/strong><\/p>\n<p>Os padr\u00f5es exigidos s\u00e3o irrelevantes e irreais. Uma mulher segura sabe o seu valor e potencial. Uma mulher madura viveu, tem par\u00e2metros para discuss\u00f5es e sabe o que n\u00e3o quer. Seu corpo se adaptou \u00e0s suas escolhas \u2014 s\u00e3o mulheres interessantes. A liberdade feminina \u00e9 isso: um combo de coisas que nos deixa mais seguras. N\u00f3s, mulheres, precisamos nos sentir potentes e poderosas. Isso serve de exemplo para que as jovens acreditem que nosso valor n\u00e3o vem dos estere\u00f3tipos impostos por propagandas ou filtros de Instagram. Cada mulher \u00e9 \u00fanica, com sua beleza, sua for\u00e7a e sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Por que as mulheres, muitas vezes, se sentem menos capazes do que os homens? Ser\u00e1 que tem algo a ver com o jeito que a gente foi criada? E como isso influencia a sua vida?<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 gera\u00e7\u00f5es que foram criadas para casar, ter filhos e servir ao homem. A independ\u00eancia financeira e emocional \u00e9 o passaporte para n\u00f3s, mulheres. Sempre fui uma mulher \u00e0 frente do meu tempo. Vivi tudo desde muito cedo e aprendi com a vida o quanto \u00e9 \u2014 e foi \u2014 dif\u00edcil ser mulher em um pa\u00eds mis\u00f3gino e machista, onde era normal a objetifica\u00e7\u00e3o feminina. Hoje, a informa\u00e7\u00e3o e as leis permitem mudan\u00e7as. Reconhe\u00e7o meu trabalho como vetor de for\u00e7a e transforma\u00e7\u00e3o, afinal, quebrei paradigmas dif\u00edceis de serem rompidos. Fazer uma den\u00fancia e lutar pelos nossos direitos n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. O olhar para fora, perceber e se importar com o outro, ser altru\u00edsta \u2014 tudo isso \u00e9 fundamentado pelo nosso car\u00e1ter: respeitar e confortar o pr\u00f3ximo. Homens s\u00e3o elogiados pelas mulheres quando envelhecem. S\u00e3o descritos como charmosos ou atraentes. Assim, o etarismo tem dois pesos e duas medidas.<\/p>\n<p><strong>Luiza, qual foi a \u00faltima vez que voc\u00ea mudou de ideia? Mulheres bem-sucedidas demonstram essa habilidade em comum: saber ouvir e se deixar convencer por argumento que fa\u00e7am sentido. Mas at\u00e9 que ponto a capacidade de mudar de ideia \u00e9 essencial para o sucesso, e n\u00e3o me refiro apenas ao profissional, especialmente para mulheres?<\/strong><\/p>\n<p>Mudar de ideia \u00e9 sempre bom. Significa que avaliamos melhor e vamos adequando as coisas de forma mais simples e eficaz. Gosto de conversar, obter ideias e aproveitar informa\u00e7\u00f5es e a sabedoria de quem tem a generosidade de compartilh\u00e1-las. Mudar \u00e9 importante. Precisamos ter flexibilidade na vida, seja em casa, no trabalho ou na sociedade. Preceitos fechados acabam nos impedindo de ousar \u2014 e a vida precisa de ousadia muitas vezes.<\/p>\n<figure id=\"attachment_34641\" aria-describedby=\"caption-attachment-34641\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/4.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-34641\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/4-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/4-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/4.jpg 682w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-34641\" class=\"wp-caption-text\">Luiza fala com exclusividade a Regional<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>No livro \u201cO Pequeno Pr\u00edncipe\u201d, a raposa explica que um rito \u00e9 quando direcionamos nossa aten\u00e7\u00e3o e inten\u00e7\u00e3o h\u00e1 um momento para torn\u00e1-lo inesquec\u00edvel. Em nossa vida atual, t\u00e3o acelerada e digitalizada, voc\u00ea acredita ser poss\u00edvel recriar esses \u201critos\u201d para transformar experi\u00eancias cotidianas em momentos verdadeiramente memor\u00e1veis?<\/strong><\/p>\n<p>Quando o pr\u00edncipe e a raposa passam a compartilhar um ritual, mostram algo que eu amo: o ato de cativar aos poucos. \u00c9 lindo o poder de criar preceitos \u2014 amor, desejo, esperan\u00e7a, confian\u00e7a e dedica\u00e7\u00e3o. Infelizmente, hoje n\u00e3o h\u00e1 valoriza\u00e7\u00e3o desse tipo de comportamento, justamente porque n\u00e3o prestamos aten\u00e7\u00e3o ao quanto \u00e9 importante e necess\u00e1rio ter amigos verdadeiros. A internet nos mant\u00e9m livres de afeto real: tudo \u00e9 muito intenso, mas sem fundamento, sem base. Os ritos est\u00e3o desaparecendo, mas ainda existem pessoas que valorizam esse preceito \u2014 e eu respeito isso profundamente, justamente porque cria momentos memor\u00e1veis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>entrevista e texto: Ester Jacopetti<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>fotos: Aderi Costa<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com sua hist\u00f3ria de coragem e reinven\u00e7\u00e3o, a modelo que marcou gera\u00e7\u00f5es nos convida a refletir, desacelerar e valorizar quem somos Em entrevista exclusiva \u00e0 Revista Regional, Luiza Brunet nos lembra de que ser mulher \u00e9, antes de tudo, um ato de resist\u00eancia. \u00c0 frente do Instituto &#8220;N\u00f3s por Elas&#8221;, Luiza faz um chamado urgente [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":34643,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[16,449,482],"tags":[],"class_list":["post-34638","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conversa","category-destaque-lateral","category-slide"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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