{"id":33847,"date":"2024-07-01T14:47:08","date_gmt":"2024-07-01T17:47:08","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=33847"},"modified":"2024-07-01T14:47:34","modified_gmt":"2024-07-01T17:47:34","slug":"monja-coen-reflete-sobre-a-experiencia-de-envelhecer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2024\/07\/01\/monja-coen-reflete-sobre-a-experiencia-de-envelhecer\/","title":{"rendered":"Monja Coen reflete sobre a experi\u00eancia de envelhecer"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>A partir de relatos pessoais sobre a pr\u00f3pria hist\u00f3ria de vida, a fundadora da Comunidade Zen-Budista Zendo Brasil conta em seu novo livro como tem lidado com o processo do envelhecimento<\/em><\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_33848\" aria-describedby=\"caption-attachment-33848\" style=\"width: 193px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6146-scaled.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-33848\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6146-193x300.jpg\" alt=\"\" width=\"193\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6146-193x300.jpg 193w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6146-660x1024.jpg 660w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6146-990x1536.jpg 990w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6146-1320x2048.jpg 1320w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6146-scaled.jpg 1650w\" sizes=\"(max-width: 193px) 100vw, 193px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-33848\" class=\"wp-caption-text\">Monja Coen em entrevista especial<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>\u201cEm cada instante nascemos e morremos bilh\u00f5es de vezes. J\u00e1 n\u00e3o sou quem fui h\u00e1 um instante. Li um livro, ouvi um pensamento diferente dos meus e morri para quem eu era. Renasci para um novo eu, que tamb\u00e9m n\u00e3o dura mais do que alguns milion\u00e9simos de segundo. Logo j\u00e1 sou outra e nunca a mesma\u201d. <\/em>Este \u00e9 um trecho do novo livro da Monja Coen, \u201c<em>Em cada instante nascemos e morremos bilh\u00f5es de vezes\u201d<\/em>, publicado pelo selo Academia, da Editora Planeta, que acaba de ser lan\u00e7ado no pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aos 77 anos e vivenciando a pr\u00f3pria experi\u00eancia de envelhecer, ela reflete sobre quest\u00f5es sens\u00edveis que permeiam essa fase, compartilhando suas hist\u00f3rias de vida e seus questionamentos. Em meio a d\u00favidas e incertezas do ser humano, Monja Coen entende que tudo e todos est\u00e3o envelhecendo juntos, j\u00e1 que o processo de envelhecer inicia logo no momento do nascimento. Para ela, esta \u00e9 uma jornada \u00fanica, que come\u00e7a muito antes da exist\u00eancia do ser humano, recome\u00e7a a cada despertar e cujo fim \u00e9 imposs\u00edvel determinar. Monja Coen explica que o envelhecimento n\u00e3o \u00e9 um processo fixo, ele acompanha o passar do tempo que comp\u00f5e cada pessoa, permitindo que elas evoluam e se transformem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u201cNo espelho acompanho as rugas se formando, os cabelos clareando, a vista enfraquecendo, os m\u00fasculos afrouxando. Ainda que fa\u00e7a exerc\u00edcios, tente fazer regimes, raspar os cabelos e os pelos que insistem em crescer no queixo, \u00e9 diferente hoje. Na minha juventude n\u00e3o era assim. Agora tudo se transforma sem cessar: o corpo, a mente, o esp\u00edrito. A vontade de viver jovem para sempre se perde, mas sem perder com ela a vontade de viver e ser. No espelho, vejo ainda a m\u00e3e idosa e jovem, a crian\u00e7a e a adolescente, a jornalista, a feminista, a monja e toda uma linhagem de Budas ancestrais. Sou em todas e todas s\u00e3o em mim.\u201d<\/em>, escreve.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entrevistada pela Regional em outras duas ocasi\u00f5es ao longo dos 21 anos da publica\u00e7\u00e3o, Monja Coen Roshi \u00e9 a primaz fundadora da Comunidade Zen-Budista Zendo Brasil, criada em 2001. Teve seu primeiro contato com o zen-budismo no Zen Center de Los Angeles (EUA), onde fez os votos mon\u00e1sticos em 1983. Residiu por oito anos no Mosteiro Feminino de Nagoia, no Jap\u00e3o, onde se graduou como monja especial, habilitada a ministrar aulas de budismo para monges e leigos. Retornou ao Brasil, em 1995, como mission\u00e1ria da tradi\u00e7\u00e3o S\u014dt\u014d Zenshu. Ministra cursos e palestras sempre muito concorridos. Apresentou a s\u00e9rie \u201cCaminho Zen\u201d, pelo canal GNT, e agora apresenta o programa semanal \u201cMomento Zen\u201d na R\u00e1dio Vibe Mundial e tem o podcast \u201cDespertar Zen\u201d. Autora best-seller, publicou diversos t\u00edtulos no Brasil, como &#8220;Viva Zen, &#8220;Sempre Zen&#8221;,\u202f&#8221;Palavras do Darma&#8221;, &#8220;A Sabedoria da Transforma\u00e7\u00e3o&#8221;, &#8220;108 Contos e Par\u00e1bolas Orientais&#8221;, &#8220;O Monge e o Touro&#8221;, \u201cO Sofrimento \u00e9 Opcional\u201d, \u201cO Inferno Somos N\u00f3s (com Leandro Karnal) e \u201cA Monja e o Professor\u201d(com Cl\u00f3vis de Barros Filho), \u201cVerdade?, \u201cNem Anjos Nem Dem\u00f4nios\u201d(com Mario Sergio Cortella), &#8220;O Bom Cont\u00e1gio&#8221;, &#8220;A Redescoberta da Exist\u00eancia&#8221; (com Alsem Gr\u00fcn), &#8220;Tempo de Cura&#8221; e &#8220;A Monja e o Poeta&#8221; (com Allan Dias Castro), &#8220;M\u00e3os em Prece&#8221;, &#8220;Sobre o Amor&#8221;, &#8220;Que Sementes Voc\u00ea Est\u00e1 Regando?&#8221;, entre outros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_33849\" aria-describedby=\"caption-attachment-33849\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6216-scaled.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-33849\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6216-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6216-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6216-681x1024.jpg 681w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6216-1022x1536.jpg 1022w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6216-1363x2048.jpg 1363w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/LDM_6216-scaled.jpg 1703w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-33849\" class=\"wp-caption-text\">Monja Coen<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nessa nova entrevista, concedida ao editor de Regional, Renato Lima, Monja Coen reflete sobre a experi\u00eancia de envelhecer e sua nova obra liter\u00e1ria. Veja abaixo a conversa, na \u00edntegra:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>REVISTA REGIONAL: A velhice tem sido estigmatizada.&nbsp; Envelhecer \u00e9 algo indesej\u00e1vel? Ser\u00e1 melhor morrer jovem?<\/strong><\/p>\n<p><strong>MONJA COEN:<\/strong> Eu estou a envelhecer, lentamente, e posso apreciar as diferentes fases da vida sem apego e sem avers\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Embora muitas pessoas hoje em dia evitem certos procedimentos est\u00e9ticos e aceitem suas marcas do envelhecer, alguns ainda buscam as t\u00e9cnicas de botox, harmoniza\u00e7\u00e3o, etc., para retardar o rel\u00f3gio. \u00c9 tamb\u00e9m uma forma delas se sentirem bem. Como analisa essa quest\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Pessoas que procuram meios est\u00e9ticos para manter a apar\u00eancia jovem ou para mudar sua apar\u00eancia, quer seja para ficar mais saud\u00e1veis e belas, de acordo com os padr\u00f5es da vida atual, s\u00e3o pessoas que, como todas as outras, querem ser admiradas, inclu\u00eddas e respeitadas. Nada errado.&nbsp;O excesso \u00e9 o que pode ser prejudicial. Buda dizia que o caminho do meio \u00e9 o caminho da sabedoria e este evita excessos e insufici\u00eancias. H\u00e1 uma press\u00e3o de grupos sociais, de propaganda, de atores e atrizes nacionais e internacionais que influenciam outras pessoas a querer manter uma imagem jovem, bela, atraente, sensual, de acordo com determinados padr\u00f5es. Algumas vezes as empresas de televis\u00e3o, cinema, exigem esses procedimentos de seus contratados. Por outro lado, h\u00e1 as empresas e as pessoas que aceitam o passar dos anos e as mudan\u00e7as decorrentes, com alegria e se recusam a fazer tratamentos espec\u00edficos para manter a apar\u00eancia considerada ideal.&nbsp;&nbsp;Ser\u00e1 que, algumas vezes,&nbsp;nos sentimos jovens e nosso exterior nos assusta ao ver que estamos a envelhecer? Vale pensar sobre o assunto. As decis\u00f5es devem ser tomadas caso a caso, sem julgamentos preconceituosos. O bem estar f\u00edsico depende tamb\u00e9m de nosso bem estar mental, emocional.&nbsp;Quando somos capazes de nos amar e nos respeitar, capazes de nos acolher e cuidar &#8211; quer seja atrav\u00e9s de processos modernos de transforma\u00e7\u00e3o do corpo e da face, quer seja pela aceita\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as do tempo, a vida pode ser mais gostosa de viver.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como podemos buscar essa leveza com o passar do tempo e do envelhecer, principalmente num mundo cada vez mais tecnol\u00f3gico e digitalizado, bem diferente de poucos anos atr\u00e1s?<\/strong><\/p>\n<p>O mundo tecnol\u00f3gico e digitalizado pode nos trazer maiores reflex\u00f5es sobre o passar do tempo, a velhice e a morte. H\u00e1 v\u00e1rios exemplos de atrizes, atores, apresentadores de televis\u00e3o, influenciadores que n\u00e3o fogem da velhice nem da morte. Aprendemos a compreender que n\u00e3o h\u00e1 nada fixo nem permanente. Viver \u00e9 estar em um processo incr\u00edvel e rapid\u00edssimo de transforma\u00e7\u00e3o. Por isso, o t\u00edtulo do livro: <em>&#8220;Em cada instante nascemos e morremos bilh\u00f5es de vezes.&#8221;<\/em> O que \u00e9 um instante? Este instante? Ao escrever instante j\u00e1 estou em outro instante. Tomar consci\u00eancia da imperman\u00eancia \u00e9 o princ\u00edpio fundamental dos ensinamentos de Buda.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Falando da digitaliza\u00e7\u00e3o, dizem que hoje o tempo passa mais r\u00e1pido, talvez por conta das horas excessivas nas redes sociais ou do excesso de informa\u00e7\u00f5es que temos diariamente. Como a senhora analisa os malef\u00edcios do mundo digital e agora da influ\u00eancia da Intelig\u00eancia Artificial em nossas vidas?<\/strong><\/p>\n<p>Parece que temos menos tempo? Ou ser\u00e1 que temos mais tempo? Vamos considerar: somos o tempo. E somos o tempo da era em que estamos. Imposs\u00edvel querer ser como foi no passado ou projetar como seremos no futuro. A tecnologia e a IA (Intelig\u00eancia Artificial) n\u00e3o s\u00e3o inimigas do ser humano, nem da sociedade. Tudo depende em quanto e como usar o que temos ao nosso dispor. A IA tem e \u00e9 alimentada pela intelig\u00eancia humana.&nbsp;Sabemos usar o que criamos?&nbsp;Ou somos engolidos pela nossa criatura? H\u00e1 pessoas que bebem com arte e prazer. H\u00e1 pessoas que s\u00e3o engolidas pela bebida e desaparecem. Como tudo que existe, h\u00e1 um ponto de equil\u00edbrio que pode ser apreendido, treinado, formado, educado. Educa\u00e7\u00e3o sempre em primeiro lugar &#8211; saber usar o que temos ao nosso dispor,&nbsp; para o bem de todos os seres, todas as formas de vida. Conhecer a si mesmo, conhecer a mente humana &#8211; incessante e luminosa, \u00e9 a arte de viver .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Estudos mostram transtornos mentais causados pelo uso excessivo das redes sociais, tanto que o governo dos EUA sugere que essas redes compartilhem aviso de risco \u00e0 sa\u00fade mental aos seus usu\u00e1rios, principalmente os mais jovens. Meditar \u00e9 uma sa\u00edda?<\/strong><\/p>\n<p>A medita\u00e7\u00e3o, que na minha tradi\u00e7\u00e3o religiosa chamamos de Za Zen &#8211; Sentar em Zen, \u00e9 o portal principal para a nossa casa verdadeira, casa de riquezas incomensur\u00e1veis, de in\u00fameros aposentos, que podemos ir conhecendo, nos aprofundando e apreciando. Recomendo sempre que sigam algu\u00e9m que tenha compet\u00eancia em pr\u00e1ticas meditativas.&nbsp;\u00c9 um processo ao mesmo tempo delicado, que, se n\u00e3o houver boa mentoria,&nbsp;inv\u00e9s de se aprofundar na verdade e na realidade, pode levar o praticante a adentrar uma paralela e se achar um ser superior e iluminado.&nbsp;Essa \u00e9 uma das armadilhas do caminho. Estamos em harmonia e comunh\u00e3o com tudo e todos, al\u00e9m dos julgamentos de melhor ou pior, mas reconhecendo o que \u00e9, assim como \u00e9. A pessoa que desperta nunca dir\u00e1 que \u00e9 um ser especial ou melhor do que qualquer outra pessoa. A pr\u00e1tica incessante, sem esfor\u00e7o \u00e9 a trajet\u00f3ria de quem pratica Zazen. Como tudo na vida, sem excesso e sem falta. Qualquer excesso pode levar a doen\u00e7as quer f\u00edsicas quer ps\u00edquicas ou espirituais. Educar para saber usar e apreciar a tecnologia \u00e9 essencial. N\u00e3o \u00e9 negar nem afastar ou temer, mas saber usar como o fogo, sem se queimar poder cozer alimentos e nos esquentar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>E como um leigo pode ingressar na medita\u00e7\u00e3o? Existe uma maneira f\u00e1cil para isso? Pode compartilhar esse aprendizado com nossos leitores?<\/strong><\/p>\n<p>A medita\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das fun\u00e7\u00f5es da mente humana. N\u00e3o \u00e9 apenas para iniciados, religiosos, seres especiais.&nbsp;\u00c9 a condi\u00e7\u00e3o natural de todo ser humano. Precisamos encontrar um local que seja silencioso, nem muito quente nem muito frio, nem muito claro nem muito escuro. Sentar numa cadeira, sem se encostar e com os p\u00e9s firmes no ch\u00e3o &#8211; \u00e9 uma das posi\u00e7\u00f5es. Ou sentar numa almofada arredondada, cruzar as pernas na posi\u00e7\u00e3o de l\u00f3tus &#8211; p\u00e9 direito sobre a coxa esquerda e p\u00e9 esquerdo sobre a coxa direita, ou meia l\u00f3tus &#8211; apenas um dos p\u00e9s sobre a coxa contr\u00e1ria.&nbsp;Nessas posi\u00e7\u00f5es os dois joelhos devem tocar o ch\u00e3o formando um tri\u00e2ngulo de base.<\/p>\n<p>Caso seu corpo n\u00e3o esteja em condi\u00e7\u00f5es de assumir essas posi\u00e7\u00f5es, pode colocar os dois p\u00e9s no ch\u00e3o, sem colocar as pernas uma sobre a outra. Se mesmo essa posi\u00e7\u00e3o for complicada, pode se ajoelhar e colocar uma almofada entre as pernas como se montasse. Ou sentar na cadeira, beirada da cama, raiz de uma \u00e1rvore, um montinho de terra ou de areia. Ou seja, manter os \u00edsquios elevados, os ossos da bacia, mais altos e alongar a coluna vertebral, dando mais espa\u00e7o entre as v\u00e9rtebras. A cervical tamb\u00e9m deve ser alongada como se houvesse um fio de prumo nos puxando para o c\u00e9u. Assim fazemos a ponte entre o c\u00e9u e a terra com nosso pr\u00f3prio corpo. Caso nenhuma dessas posturas seja poss\u00edvel, h\u00e1 quem fa\u00e7a zazen deitado, de prefer\u00eancia mantendo a coluna vertebral reta, alongada. Depende do corpo e das condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas de cada pessoa. H\u00e1 v\u00e1rios detalhes da posi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os, da respira\u00e7\u00e3o consciente e assim por diante que podem ser praticados por iniciantes. Alguns contam as expira\u00e7\u00f5es de um a dez, outros recitam mantras &#8211; frases semelhantes&nbsp;in\u00fameras vezes, outros usam visualiza\u00e7\u00f5es. S\u00e3o todos meios h\u00e1beis para&nbsp;aprender a ter foco, a estar presente no presente, a apreciar a vida assim como \u00e9. E este \u2018assim como \u00e9\u2019 n\u00e3o \u00e9 fixo. Est\u00e1 nascendo e morrendo bilh\u00f5es de vezes cada instante.<\/p>\n<p>Perceber quem somos e o que somos, nosso papel individual, familiar, social \u00e9 meditar. Reconhecer nossos sentimentos e sensa\u00e7\u00f5es, reconhecer o processo mental fluido e incessante \u00e9 meditar. Fazer o voto de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e sempre fazer o bem a todos os seres \u00e9 meditar. N\u00e3o \u00e9 apenas a plena aten\u00e7\u00e3o. \u00c9 questionar-se, procurar, encontrar e continuar a procura guiados por um comprometimento \u00e9tico de sair de um eu menor para um eu maior, para o n\u00f3s &#8211; primeira pessoa do plural. Convido a todos que pratiquem Zazen. Venham ao Zendo Brasil, conhe\u00e7am esta pr\u00e1tica milenar que tem sido transmitida de gera\u00e7\u00e3o a gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es do Zendo Brasil, no site: <a href=\"http:\/\/www.zendobrasil.org.br\">www.zendobrasil.org.br<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>entrevista<\/strong> a Renato Lima ( @lima_renato )<\/em><\/p>\n<p><em><strong>fotos:<\/strong> Leandro Marcondes de Melo<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partir de relatos pessoais sobre a pr\u00f3pria hist\u00f3ria de vida, a fundadora da Comunidade Zen-Budista Zendo Brasil conta em seu novo livro como tem lidado com o processo do envelhecimento \u201cEm cada instante nascemos e morremos bilh\u00f5es de vezes. J\u00e1 n\u00e3o sou quem fui h\u00e1 um instante. 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