{"id":3366,"date":"2012-08-31T16:23:28","date_gmt":"2012-08-31T19:23:28","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=3366"},"modified":"2024-01-26T10:50:39","modified_gmt":"2024-01-26T13:50:39","slug":"as-tulipas-e-a-poesia-de-amsterda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/31\/as-tulipas-e-a-poesia-de-amsterda\/","title":{"rendered":"As tulipas e a poesia de Amsterd\u00e3"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_3370\" aria-describedby=\"caption-attachment-3370\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/diario-1-61.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3370\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-3370 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/diario-1-61.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"86\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/diario-1-61.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/diario-1-61-300x67.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3370\" class=\"wp-caption-text\">S\u00e3o mais de 1.200 pontes que cruzam seus 165 canais, ligando 90 ilhas, o dobro de pontes de Veneza; h\u00e1 cerca de 3 mil casas flutuantes ancoradas ao longo dos canais de Amsterd\u00e3<\/figcaption><\/figure>\n<p>Conhecer Amsterd\u00e3 para mim foi um sonho realizado. A capital holandesa foi meu primeiro destino numa viagem de quase um m\u00eas, percorrendo oito pa\u00edses europeus, entre eles Alemanha, \u00c1ustria, It\u00e1lia, Su\u00ed\u00e7a, M\u00f4naco, Fran\u00e7a e B\u00e9lgica. Meu sonho desde adolescente foi conhecer Amsterd\u00e3 e, como diz o livro \u201cThe Secret\u201d, quando desejamos algo e usamos a \u201clei da atra\u00e7\u00e3o\u201d, nosso desejo torna-se uma ordem para o universo! E assim foi&#8230;<\/p>\n<p>A primeira coisa a fazer em Amsterd\u00e3 \u00e9 um passeio de barco, s\u00f3 assim voc\u00ea vai entrar no clima da cidade, que \u00e9 a maior dos pa\u00edses baixos. Vou lhes contar um pouco de sua hist\u00f3ria, para que possam conhec\u00ea-la melhor. A cidade cresceu e prosperou \u00e0 beira dos canais onde est\u00e1 situado o rio Amstel, de onde se deu a origem do pr\u00f3prio nome da capital. S\u00e3o mais de 1.200 pontes que cruzam sobre seus 165 canais, ligando 90 ilhas, o dobro de pontes de Veneza, por isso costuma ser chamada de Veneza do Norte. H\u00e1 cerca de 3 mil casas flutuantes ancoradas ao longo dos canais, algumas s\u00e3o restaurantes e ate hot\u00e9is. Passear sobre os canais \u00e9 voltar no tempo, pois a cidade foi constru\u00edda a partir do com\u00e9rcio mar\u00edtimo.<\/p>\n<p>A capital holandesa gaba-se por ser uma das cidades mais bem preservadas de toda a Europa. H\u00e1 quase 7 mil pr\u00e9dios dos s\u00e9culos XV e XVIII espalhados pela cidade. A data tradicional de sua funda\u00e7\u00e3o foi em 27 de outubro de 1.275, mas no ano de 1.300 foi concedido o direito oficial de cidade e a partir do s\u00e9culo XIV, Amsterd\u00e3 come\u00e7ou a florescer como centro comercial. J\u00e1 no in\u00edcio do s\u00e9culo XVII, considerado o \u201cs\u00e9culo de ouro\u201d de Amsterd\u00e3, a cidade converteu-se em uma das mais ricas do mundo, do seu porto saiam embarca\u00e7\u00f5es at\u00e9 o mar b\u00e1ltico, Am\u00e9rica do Norte, \u00c1frica e terras que agora pertencem \u00e0 Indon\u00e9sia e Brasil.<\/p>\n<p>Hoje, Amsterd\u00e3 \u00e9 a capital dos pa\u00edses baixos em termos de neg\u00f3cios e finan\u00e7as, tem sido a quinta cidade europeia em import\u00e2ncia no mundo dos neg\u00f3cios, atr\u00e1s de Londres, Frankfurt, Paris e Bruxelas. A Bolsa de Amsterd\u00e3 denomina-se Euro Next Amsterdam e \u00e9 a mais antiga do mundo e hoje uma das mais importantes da Europa.<\/p>\n<p>\u201cLuz Vermelha\u201d<\/p>\n<p>A cidade holandesa \u00e9 conhecida internacionalmente por seus museus, seu porto e tamb\u00e9m por sua zona de meretr\u00edcio, conhecida como o \u201cBairro da Luz Vermelha\u201d. O esp\u00edrito liberal de Amsterd\u00e3 veio da \u201cIdade Ouro\u201d. Justifica-se o fato de nela existirem alguns caf\u00e9s, os chamados Coffeeshops, onde \u00e9 autorizado o consumo de drogas leves e de existir uma ind\u00fastria do sexo, que \u00e9 localizada no tal \u201cBairro da Luz Vermelha\u201d. As ruelas ficam lotadas de sex shops, bares onde acontecem shows er\u00f3ticos, cinemas er\u00f3ticos e at\u00e9 um museu do sexo. A prostitui\u00e7\u00e3o nos pa\u00edses baixos \u00e9 completamente legalizada nesses bairros distintos para elas.<\/p>\n<p>Famosa tamb\u00e9m pela sua enorme quantidade de bicicletas, a capital da Holanda \u00e9 o centro mundial delas. Quase todas as ruas t\u00eam vias para ciclistas e pode-se deixar as bicicletas em qualquer lugar. H\u00e1 na cidade em torno de 700 mil ciclistas.<\/p>\n<p>Voc\u00ea tamb\u00e9m vai encontrar em Amsterd\u00e3 v\u00e1rios museus de fama internacional como o Museum Rijksmuseum, o Stedelijk Museum, o museu Casa de Rembrandt e o Museu de Van Gogh, que possui a maior cole\u00e7\u00e3o de pinturas de Van Gogh do mundo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_3371\" aria-describedby=\"caption-attachment-3371\" style=\"width: 288px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/diario-4-4.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3371\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3371 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/diario-4-4.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/diario-4-4.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/diario-4-4-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3371\" class=\"wp-caption-text\">As tulipas, s\u00edmbolos do pa\u00eds, s\u00e3o uma atra\u00e7\u00e3o \u00e0 parte em Lisse, na \u00e1rea metropolitana de Amsterd\u00e3, e cobrem diversas \u00e1reas, principalmente o \u201cJardim da Cozinha\u201d<\/figcaption><\/figure>\n<p>Outras atra\u00e7\u00f5es s\u00e3o a Casa de Anne Frank e o Hortus Botanicus, um dos jardins bot\u00e2nicos mais antigos do mundo, com muitas antigas e raras esp\u00e9cies, dentre as quais est\u00e1 a planta de caf\u00e9 da qual saiu o ramo que serviu como base das planta\u00e7\u00f5es na Am\u00e9rica Central e Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>E para fechar essa viagem com chave de ouro, voc\u00ea deve conhecer o parque das flores, o famoso \u201cKeukenhof\u201d, que em portugu\u00eas significa \u201cJardim da Cozinha\u201d. Tamb\u00e9m conhecido como o Jardim da Europa, situado em Lisse -regi\u00e3o metropolitana de Amsterd\u00e3-, ele \u00e9 o maior jardim de flores do mundo, de acordo com o parque, com 7 milh\u00f5es de bolbos de flores plantados anualmente. A ideia do parque nasceu do ent\u00e3o prefeito de Lisse em 1949, com o objetivo de expor a produ\u00e7\u00e3o dos floricultores de todo o pa\u00eds e da Europa, o que ajudaria os pa\u00edses baixos a se tornarem os maiores exportadores de flores do mundo. O parque funciona anualmente desde a \u00faltima semana de mar\u00e7o at\u00e9 meados de maio.<\/p>\n<p>O jardim possui milh\u00f5es de flores, inclusive sua grande maioria de tulipas, que por sua vez \u00e9 o s\u00edmbolo da Holanda, formando bel\u00edssimos caminhos perfumados de diversas cores e fragr\u00e2ncias.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XV, a \u00e1rea pertencia a Jaqueline de Wittelsbach, condessa da Holanda. Ela usava as terras para ca\u00e7a e seus cozinheiros coletavam ervas no local, da\u00ed o nome do parque \u201cJardim da Cozinha\u201d. O projeto original ao redor do castelo foi criado pelo arquiteto Zocher e a primeira exposi\u00e7\u00e3o de flores foi em 1949.<\/p>\n<p>Tulipas<\/p>\n<p>As tulipas s\u00e3o flores originais da Turquia, antiga P\u00e9rsia, pelas quais os holandeses se encantaram. Tanto que as plantam hoje em grande quantidade, fazendo delas um s\u00edmbolo nacional. A flor foi trazida para Holanda pelas m\u00e3os do bot\u00e2nico Carolus Clusius em 1593. Na Turquia, a planta era considerada uma joia e s\u00f3 podia ser cultivada nos jardins reais.<\/p>\n<p>E depois de todo esse banho de cultura que adquirimos na Holanda, meu amigo e eu seguimos nossa viagem por outros pa\u00edses europeus. Espero que tenham gostado de conhecer um pouquinho desse tesouro da Europa chamado Amsterd\u00e3 e que possam inclu\u00ed-la em seus pr\u00f3ximos roteiros pelo antigo continente.<\/p>\n<p>texto e fotos Diego Ferreira Julio<\/p>\n<p>CONFIRA ABAIXO GALERIA DE FOTOS DE AMSTERD\u00c3:<\/p>\nngg_shortcode_0_placeholder\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhecer Amsterd\u00e3 para mim foi um sonho realizado. A capital holandesa foi meu primeiro destino numa viagem de quase um m\u00eas, percorrendo oito pa\u00edses europeus, entre eles Alemanha, \u00c1ustria, It\u00e1lia, Su\u00ed\u00e7a, M\u00f4naco, Fran\u00e7a e B\u00e9lgica. 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