{"id":33243,"date":"2024-04-02T15:38:17","date_gmt":"2024-04-02T18:38:17","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=33243"},"modified":"2024-04-02T15:38:17","modified_gmt":"2024-04-02T18:38:17","slug":"claudia-raia-transcende-em-tarsila","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2024\/04\/02\/claudia-raia-transcende-em-tarsila\/","title":{"rendered":"Claudia Raia transcende em \u2018Tarsila\u2019"},"content":{"rendered":"<p>Num mergulho profundo na vida e obra de Tarsila do Amaral, Claudia Raia revela o processo de interpreta\u00e7\u00e3o da artista que moldou o Modernismo brasileiro e deixou um legado inestim\u00e1vel para a cultura. E ningu\u00e9m melhor do que a atriz para contar essa hist\u00f3ria de maneira t\u00e3o magistral e significante. Com acesso exclusivo a materiais in\u00e9ditos fornecidos pela fam\u00edlia de Tarsila, o espet\u00e1culo promete desvendar aspectos pouco conhecidos da vida da pintora, desde suas rela\u00e7\u00f5es familiares at\u00e9 a sua intera\u00e7\u00e3o com figuras emblem\u00e1ticas como Oswald de Andrade e Chico Xavier. A complexidade de capturar a ess\u00eancia de Tarsila, segundo a atriz, reside n\u00e3o apenas na reprodu\u00e7\u00e3o de suas caracter\u00edsticas art\u00edsticas, mas tamb\u00e9m na adapta\u00e7\u00e3o de sua postura, olhar e voz, desafiando-a a sair de sua zona de conforto expansiva para adotar uma natureza mais recolhida. Al\u00e9m de explorar a riqueza da vida de Tarsila, Claudia compartilha reflex\u00f5es sobre a press\u00e3o e a emo\u00e7\u00e3o inerentes aos pap\u00e9is principais, a evolu\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria do entretenimento e o potencial transformador dos musicais brasileiros na promo\u00e7\u00e3o da diversidade cultural e toler\u00e2ncia social. Com mais de 40 anos de carreira, ela destaca a import\u00e2ncia da disciplina, inspirada em sua forma\u00e7\u00e3o como bailarina, e a influ\u00eancia de crescer em um ambiente matriarcal para sua trajet\u00f3ria como mulher e artista. Capa da Regional pela terceira vez, Claudia nos d\u00e1, nessa entrevista exclusiva, a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a artista que conquistou o mundo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_33244\" aria-describedby=\"caption-attachment-33244\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Claudia_Raia_Lucca_0673-scaled.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-33244\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Claudia_Raia_Lucca_0673-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Claudia_Raia_Lucca_0673-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Claudia_Raia_Lucca_0673-683x1024.jpg 683w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Claudia_Raia_Lucca_0673-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Claudia_Raia_Lucca_0673-1365x2048.jpg 1365w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Claudia_Raia_Lucca_0673-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-33244\" class=\"wp-caption-text\">Claudia em ensaio especial<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>REVISTA REGIONAL: Interpretar pap\u00e9is hist\u00f3ricos, como o da Tarsila do Amaral, requer uma pesquisa profunda. De que maneira voc\u00ea mergulhou na obra e vida dessa mulher que deixou seu legado para o Brasil e o mundo? Qual a maior complexidade em interpret\u00e1-la e o que voc\u00ea aprendeu sobre a vida e a obra da artista?<\/strong><\/p>\n<p><strong>CLAUDIA RAIA:<\/strong> Eu tive acesso a muitos materiais por meio da fam\u00edlia. Por isso, conseguimos contar coisas no espet\u00e1culo que ainda n\u00e3o tinham sido divulgadas. Acho que esse \u00e9 um grande trunfo que temos: al\u00e9m de falar da grande artista que Tarsila do Amaral foi e de seu legado imortal, mostramos um lado B que \u00e9 pouqu\u00edssimo conhecido, como as rela\u00e7\u00f5es familiares dela, as perdas devastadoras da filha e da neta, a rela\u00e7\u00e3o com Chico Xavier, a rela\u00e7\u00e3o com Oswald de Andrade ap\u00f3s o fim do casamento deles&#8230; S\u00e3o muitas tintas que reunimos para pintar esse quadro sobre Tarsila. O meu trabalho como atriz foi muito guiado por isso. O trabalho de composi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi muito importante. Eu e Tarsila operamos em registros muito diferentes. Eu sou expansiva, j\u00e1 ela \u00e9 mais recolhida. Aprendi a ter outra postura, outra altura de olhar, outro tom de voz.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A arte da interpreta\u00e7\u00e3o envolve lidar com desafios e press\u00f5es frequentes. Como voc\u00ea lida com a press\u00e3o de desempenhar pap\u00e9is principais e manter um alto n\u00edvel de performance ao longo de sua carreira?<\/strong><\/p>\n<p>Eu prezo por um trabalho de excel\u00eancia sempre. Quero que o p\u00fablico tenha a melhor experi\u00eancia no teatro. Lembro que com \u201cConserto para Dois\u201d a ideia inicial era um espet\u00e1culo pequeno, que levar\u00edamos em turn\u00ea, apenas eu e Jarbas (Homem de Mello, marido) no palco. Mas a coisa foi crescendo, foi crescendo (risos). Quando colocamos o projeto na rua, viaj\u00e1vamos com quatro caminh\u00f5es (risos). Mas n\u00e3o \u00e9 uma press\u00e3o do tipo: nossa, tenho que fazer assim ou o que v\u00e3o pensar? \u00c9 mais uma vontade de que o p\u00fablico tenha sempre o meu melhor: o melhor que eu possa produzir, a minha melhor atua\u00e7\u00e3o, o melhor elenco que eu possa reunir.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Muitos atores falam sobre a import\u00e2ncia de se relacionar com seus personagens de maneira emocional. Como voc\u00ea equilibra a empatia com seus personagens sem deixar que isso afete sua sa\u00fade?<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 s\u00e3o mais de 40 anos de carreira. Chega um momento em que fica mais f\u00e1cil discernir at\u00e9 onde vai a Claudia e onde come\u00e7a a personagem. Nosso trabalho \u00e9 muito emocional, a gente estuda o texto, pensa sobre aquelas emo\u00e7\u00f5es todas. Mas, para mim, \u00e9 importante n\u00e3o ficar ref\u00e9m desse processo. Ele tem que me servir para ser um facilitador do meu trabalho, e n\u00e3o o contr\u00e1rio. Sem contar que eu tenho uma vida e quero viv\u00ea-la. Para isso, preciso encontrar espa\u00e7o para ser eu mesma, para estar com minha fam\u00edlia, para fazer as coisas que eu gosto, para descansar, inclusive! Acho que esse entendimento vai ficando mais sedimentado \u00e0 medida que vamos amadurecendo profissionalmente tamb\u00e9m.<\/p>\n<figure id=\"attachment_33245\" aria-describedby=\"caption-attachment-33245\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/1-scaled.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-33245\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/1-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/1-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/1-683x1024.jpg 683w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/1-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/1-1365x2048.jpg 1365w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/1-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-33245\" class=\"wp-caption-text\">Claudia em ensaio especial<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>A ind\u00fastria do entretenimento est\u00e1 em constante evolu\u00e7\u00e3o, com a crescente influ\u00eancia das plataformas de streaming e conte\u00fado digital. Como tem sido fazer parte dessa evolu\u00e7\u00e3o e como voc\u00ea v\u00ea o futuro da interpreta\u00e7\u00e3o nesse cen\u00e1rio em constante mudan\u00e7a?<\/strong><\/p>\n<p>A interpreta\u00e7\u00e3o, na minha opini\u00e3o, vai continuar sendo como vemos. Cada g\u00eanero ter\u00e1 suas especificidades e \u00e9 isso que interfere no nosso processo de cria\u00e7\u00e3o. \u00c9 diferente fazer uma novela, que \u00e9 uma obra aberta com cerca de 150 cap\u00edtulos, e fazer uma s\u00e9rie, que j\u00e1 tem um arco fechado e \u00e9 mais r\u00e1pida de ser filmada. Um filme envolve outro processo. A atua\u00e7\u00e3o \u00e9 determinada pelo tipo de produto que ser\u00e1 entregue. O que percebo no mercado \u00e9 que essas mudan\u00e7as impactam mais na parte burocr\u00e1tica: contratos por obra, uma maior flexibilidade para o artista trabalhar com v\u00e1rias empresas. \u00c9 um mercado que est\u00e1 mudando muito rapidamente, e precisamos estar atentos para entender como ser\u00e1 daqui para frente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como os musicais brasileiros, que mesclam elementos de teatro, m\u00fasica e dan\u00e7a, podem promover a diversidade cultural e a toler\u00e2ncia social? De que maneira ela pode ter um papel transformador na sociedade?<\/strong><\/p>\n<p>A arte tem um papel transformador da sociedade que muitas vezes \u00e9 menosprezado. Isso n\u00e3o acontece s\u00f3 com o teatro musical. O Carnaval, por exemplo: este ano, a Portela, no Rio, fez um enredo inspirado no livro \u201cUm Defeito de Cor\u201d, da Ana Maria Gon\u00e7alves. Por causa disso, as vendas do livro subiram muito. Esse \u00e9 o papel da arte: inspirar, instigar, fazer pensar e trazer reflex\u00e3o. Quando incentivamos isso, estamos abrindo a porta para uma sociedade mais tolerante, mais inclusiva, mais diversa. Porque ter acesso a essas coisas detona processos na gente muito profundos. Por causa de uma pe\u00e7a, de uma novela, de um filme, de uma obra de arte, de uma m\u00fasica podemos discutir sobre tantas quest\u00f5es, inclusive quest\u00f5es sociais. A transforma\u00e7\u00e3o vem desse di\u00e1logo que \u00e9 proposto. Eu digo e repito: arte \u00e9 fundamental!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como voc\u00ea consegue manter esse n\u00edvel alto de disciplina e dedica\u00e7\u00e3o ao longo de tantos anos de carreira, especialmente nos trabalhos mais desafiadores, como os musicais?<\/strong><\/p>\n<p>Foi algo que constru\u00ed ao longo dos anos. Sou bailarina, e rotina de bailarina exige muita disciplina. Levei essa disciplina para todas as \u00e1reas da minha vida. Quando aceito um projeto ou me proponho a fazer algo, n\u00e3o tem como ser pela metade.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea vem de uma fam\u00edlia com mulheres fortes e independentes. Voc\u00ea mesma j\u00e1 disse que &#8220;n\u00f3s somos mulheres de cal\u00e7as&#8221;. Como essa vis\u00e3o de mundo, influenciada por sua m\u00e3e, Odete, moldou sua trajet\u00f3ria como mulher e como artista?<\/strong><\/p>\n<p>Hoje acho at\u00e9 que mudaria essa express\u00e3o para: \u201cn\u00f3s somos mulheres\u201d. E mulheres, vestindo saia, cal\u00e7a ou vestido, s\u00e3o t\u00e3o competentes quanto os homens. Dito isso, crescer nessa fam\u00edlia matriarcal me fez entender desde muito nova que eu n\u00e3o deveria aceitar jamais algu\u00e9m me diminuindo por causa do meu g\u00eanero. Ser mulher n\u00e3o deve ser empecilho para ser uma profissional de excel\u00eancia e reconhecida por isso, por exemplo. Crescer em um ambiente em que as mulheres eram as provedoras me fez entender desde cedo que eu posso sim fazer o que quiser, ir atr\u00e1s do que eu desejo, e que ningu\u00e9m tem o direito de me diminuir, especialmente se isso estiver baseado no fato de eu ser mulher.<\/p>\n<figure id=\"attachment_33246\" aria-describedby=\"caption-attachment-33246\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2-scaled.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-33246\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2-683x1024.jpg 683w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2-1365x2048.jpg 1365w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-33246\" class=\"wp-caption-text\">Claudia em ensaio especial<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Numa entrevista com Bial, voc\u00ea comentou que \u201cEngra\u00e7adinha\u201d foi uma reviravolta na sua vida, e a partir da\u00ed voc\u00ea mostrou que era capaz de fazer papel dram\u00e1tico. Como a dan\u00e7a e a m\u00fasica influenciam sua interpreta\u00e7\u00e3o de personagens em pe\u00e7as musicais em compara\u00e7\u00e3o com pap\u00e9is dram\u00e1ticos tradicionais?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 completamente diferente. No musical, a dan\u00e7a e m\u00fasica fazem parte da dramaturgia. N\u00e3o tem como dissociar as coisas. J\u00e1 em um trabalho que n\u00e3o seja musical, a m\u00fasica entra \u00e0s vezes como uma inspira\u00e7\u00e3o para a personagem, algo que eu ou\u00e7a no camarim e me ajude na hora de entrar em cena. A dan\u00e7a a\u00ed entra na parte de prepara\u00e7\u00e3o corporal, na hora de construir a postura que a personagem ter\u00e1 em cena. Ou em como desmontar a minha pr\u00f3pria postura para que meu corpo sirva a personagem da melhor maneira, como aconteceu com a Donatela de \u201cA Favorita\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Muitas novelas antigas est\u00e3o sendo reescritas e t\u00eam virado um sucesso, como foi o caso de Pantanal, e agora em estreia recente, Renascer. Pegando o gancho dessas tramas, qual voc\u00ea gostaria de rever em um novo formato, com uma nova linguagem e novos atores interpretando personagens ic\u00f4nicos?<\/strong><\/p>\n<p>Eu adoraria rever \u201cRoque Santeiro\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ali\u00e1s, para complementar, voc\u00ea gostaria de viver um grande personagem que fez hist\u00f3ria na TV? Pergunto isso, porque eu adoraria rever Tieta, novela que fez muito sucesso e passou quando ainda era crian\u00e7a.<\/strong><\/p>\n<p>Tem duas personagens que eu gostaria de fazer: uma \u00e9 Tieta! Essa mulher madura, forte, que volta para um acerto de contas. Adoraria interpret\u00e1-la. A outra \u00e9 a Vi\u00fava Porcina (Roque Santeiro).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>texto: Ester Jacopetti<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>fotos: Renan Christofoletti<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Num mergulho profundo na vida e obra de Tarsila do Amaral, Claudia Raia revela o processo de interpreta\u00e7\u00e3o da artista que moldou o Modernismo brasileiro e deixou um legado inestim\u00e1vel para a cultura. E ningu\u00e9m melhor do que a atriz para contar essa hist\u00f3ria de maneira t\u00e3o magistral e significante. 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