{"id":3234,"date":"2012-08-22T09:12:26","date_gmt":"2012-08-22T12:12:26","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=3234"},"modified":"2024-01-26T12:18:01","modified_gmt":"2024-01-26T15:18:01","slug":"a-arte-da-ceramica-japonesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/","title":{"rendered":"A arte da cer\u00e2mica japonesa"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_3236\" aria-describedby=\"caption-attachment-3236\" style=\"width: 288px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-1.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3236\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-3236 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-1.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-1.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-1-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3236\" class=\"wp-caption-text\">Hideko observa sua pr\u00f3pria arte: ceramista \u00e9 uma das mais respeitadas do Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Conhecida pelas pe\u00e7as impec\u00e1veis, a ceramista Hideko Honma abriu as portas do seu atelier em S\u00e3o Paulo e nos contou sobre a hist\u00f3ria do artesanato mais tradicional do Jap\u00e3o<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em>Com t\u00e9cnicas de preparo emprestadas das tradicionais porcelanas chinesas, a cer\u00e2mica japonesa \u00e9 muito admirada em todo o mundo. Pe\u00e7as moldadas a partir de argila, \u00e1gua e compostos org\u00e2nicos deixaram de ser apenas funcionais para adquirirem status de grande arte nas m\u00e3os de mestres e artes\u00e3os.<\/p>\n<p><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0<\/em>A brasileira Hideko Honma \u00e9 hoje uma das mais respeitadas ceramistas do pa\u00eds e conta como aprendeu a produzir esculturas, vasos e lou\u00e7as em geral atrav\u00e9s do profundo respeito pelo artesanato japon\u00eas e pela mat\u00e9ria-prima que encontra na natureza.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Hist\u00f3ria da cer\u00e2mica no Jap\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Paulistana e filha de japoneses, quando completou 40 anos a ex-professora universit\u00e1ria Hideko Honma decidiu conhecer a cidade onde viveram seus antepassados. \u201cEu dava aulas de Est\u00e9tica e Hist\u00f3ria da Arte, mas desconhecia a import\u00e2ncia da cer\u00e2mica para meus familiares da cidade de Arita, Distrito de Nishimatsura, no Jap\u00e3o. Um dia decidi ir visit\u00e1-los e descobri que o conhecimento dessa arte era fundamental para a compreens\u00e3o da minha hist\u00f3ria familiar\u201d \u2013 conta.<\/p>\n<p>A cidade de Arita tem forte tradi\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o artesanal de cer\u00e2micas. Antes do s\u00e9culo XVI o Jap\u00e3o importava pe\u00e7as e artefatos de pa\u00edses pr\u00f3ximos como Coreia e China. A Coreia, que at\u00e9 ent\u00e3o vivia sob forte influ\u00eancia chinesa, foi invadida por tropas japonesas que sequestraram o artes\u00e3o Yi Sam-Pyeong, respons\u00e1vel por ensinar aos ceramistas de Arita t\u00e9cnicas elaboradas para o feitio das lou\u00e7as de porcelana. Com o tempo essas mesmas t\u00e9cnicas foram mais aprimoradas e adaptadas aos costumes japoneses.<\/p>\n<p>Hideko teve a oportunidade de conhecer e estudar com grandes mestres no Jap\u00e3o e aprendeu em Arita a produzir os pr\u00f3prios esmaltes utilizando elementos naturais. \u201cTodas as minhas pe\u00e7as s\u00e3o pintadas com o esmalte que produzo a partir do que encontro na natureza: galhos de \u00e1rvores, folhas e outros tipos de mat\u00e9ria org\u00e2nica\u201d.<\/p>\n<p>O material usado para o preparo das pe\u00e7as \u00e9 natural e seu processo artesanal. \u201cCostumo dizer que para fazer cer\u00e2mica n\u00f3s precisamos nos conectar profundamente com a natureza e com n\u00f3s mesmos. Utilizamos os quatro elementos: o barro, que vem da terra, a \u00e1gua para trabalhar o barro, o ar para a secagem e o fogo para a queima. Seu preparo exige muito esfor\u00e7o f\u00edsico e mental, dedica\u00e7\u00e3o e paci\u00eancia\u201d &#8211; lembra a nissei.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_3238\" aria-describedby=\"caption-attachment-3238\" style=\"width: 288px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-2.jpg\" rel=\"attachment wp-att-3238\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-3238 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-2.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-2.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-2-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-3238\" class=\"wp-caption-text\">Algumas das pe\u00e7as criadas por Hideko em seu atelier, onde recebeu a equipe de Revista Regional<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>O atelier<\/strong><\/p>\n<p>Gra\u00e7as ao projeto arquitet\u00f4nico de Douglas Honma, filho de Hideko, seu atelier consegue abrigar todas as pe\u00e7as que s\u00e3o produzidas e vendidas, bem como um ambiente para secagem, o escrit\u00f3rio com tatame em estilo japon\u00eas, p\u00e1tio para aulas de cer\u00e2mica e os fornos para a queima de pe\u00e7as prontas.<\/p>\n<p>No local h\u00e1 um ambiente muito especial: o jardim de inverno onde est\u00e3o expostas pe\u00e7as escult\u00f3ricas criadas por Hideko. Vasos, miniaturas de antigos soldados japoneses, figuras antropom\u00f3rficas e m\u00e1scaras de terracota s\u00e3o harmonizadas com as plantas e com o fio de \u00e1gua que cai em uma bela fonte azul feita de cer\u00e2mica. Um ref\u00fagio que transforma o atelier e transmite ao lugar uma atmosfera bastante espiritualista.<\/p>\n<p>Nas paredes e no ch\u00e3o podemos encontrar vest\u00edgios de pe\u00e7as de cer\u00e2mica quebradas que racharam durante a queima e foram reaproveitadas na decora\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c9 caracter\u00edstico dos japoneses a tentativa de maestria, de procurar aperfei\u00e7oar ao m\u00e1ximo tudo o que deve ser feito. Isso \u00e9 muito paradoxal, pois ao mesmo tempo em que se procura alcan\u00e7ar a perfei\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m h\u00e1 procura pelo equil\u00edbrio entre homem e natureza, ou seja, pela aceita\u00e7\u00e3o de como as coisas s\u00e3o naturalmente. Gosto do musgo que se forma na parede junto a fonte, bem como das sobras de uma queima de barro, pois existe beleza na maneira como a natureza se comporta\u201d &#8211; diz.<\/p>\n<p>Hideko conta que nos \u00faltimos anos se aproximou bastante do pensamento budista, em especial pelo trabalho com cer\u00e2mica. \u201cPode parecer estranho para muitos, mas quando se come\u00e7a a trabalhar com o barro, percebe-se o quanto fazer uma pe\u00e7a com as m\u00e3os pode ser psicologicamente transformador. \u00c9 preciso suor para preparar a argila, e nesse momento voc\u00ea extravasa muitas emo\u00e7\u00f5es. Depois, \u00e9 fundamental ter paci\u00eancia para come\u00e7ar a criar uma pe\u00e7a, que deve ser lentamente erguida e somente depois desse processo voc\u00ea pode criar o v\u00e3o de um vaso, por exemplo, onde se aprofunda mais na t\u00e9cnica e compreende o comportamento natural do material, al\u00e9m do tempo necess\u00e1rio para que fique pronto\u201d.<\/p>\n<p>Suas considera\u00e7\u00f5es sobre a arte da cer\u00e2mica tradicional remetem a observa\u00e7\u00f5es acerca do comportamento humano em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vida. \u201cAssim como o trabalho artesanal exige conhecimento, paci\u00eancia e respeito pela natureza, a vida nos cobra esse mesmo aprendizado, dia ap\u00f3s dia\u201d.<\/p>\n<p>\u201cPasso a maior parte do tempo no atelier, e nunca me esque\u00e7o de quem sou e das tradi\u00e7\u00f5es familiares que decidi seguir. Trabalhar com a argila \u00e9 uma das maiores alegrias na minha vida, e depois que comecei jamais conseguiria parar\u201d \u2013 conclui a simp\u00e1tica Hideko.<\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><strong><em>A porcelana<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A porcelana \u00e9 uma variedade da cer\u00e2mica, geralmente fruto da mistura de quatro ingredientes: argila, minerais chamados de <em>Caulim<\/em>, rochas do tipo <em>Feldspato<\/em> e <em>Quartzo<\/em> puro. Segundo Hideko Honma, pr\u00f3ximo a cidade de Arita, no Jap\u00e3o, existe outra cidade chamada Imari onde h\u00e1 grande quantidade de <em>Caulim<\/em>, um min\u00e9rio branco que aquecido a cerca de 1800 graus transforma-seem porcelana. Esse min\u00e9rio \u00e9 t\u00e3o puro que os japoneses sentiram a necessidade de aprimorar suas t\u00e9cnicas de preparo de lou\u00e7as para n\u00e3o desperdi\u00e7ar um material nobre. Hoje \u00e9 proibido explor\u00e1-lo, mas ainda existem ateli\u00eas de grandes mestres ceramistas e museus sobre a hist\u00f3ria da Cer\u00e2mica e da Porcelana Imari, como s\u00e3o conhecidas.<\/p>\n<p><strong>A filosofia Wabi-Sabi<\/strong><\/p>\n<p>Wabi-Sabi para os japoneses representa uma vis\u00e3o de mundo baseada em um conceito est\u00e9tico, onde a imperfei\u00e7\u00e3o e a harmonia encontradas na natureza t\u00eam mais beleza do que a tentativa de deixar tudo extremamente perfeito. Assim, se um vaso de cer\u00e2mica apresenta uma pequena ranhura, ele pode ser belo e adaptado para uma fonte, se um prato apresentar assimetria depois da queima do barro, ele tamb\u00e9m pode ser belo porque sua natureza \u00e9 essa. Se h\u00e1 musgo em volta de um vaso, ele o torna naturalmente harm\u00f4nico, j\u00e1 que traduz o trabalho do homem aliado ao da natureza.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>VEJA ABAIXO A GALERIA DE FOTOS<\/p>\n<p><em>texto e fotos: Paula Ignacio<\/em><\/p>\nngg_shortcode_0_placeholder\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhecida pelas pe\u00e7as impec\u00e1veis, a ceramista Hideko Honma abriu as portas do seu atelier em S\u00e3o Paulo e nos contou sobre a hist\u00f3ria do artesanato mais tradicional do Jap\u00e3o \u00a0Com t\u00e9cnicas de preparo emprestadas das tradicionais porcelanas chinesas, a cer\u00e2mica japonesa \u00e9 muito admirada em todo o mundo. Pe\u00e7as moldadas a partir de argila, \u00e1gua [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3250,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[1,3],"tags":[464],"class_list":["post-3234","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-casa","category-destaques","tag-casa"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A arte da cer\u00e2mica japonesa - Revista Regional<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A arte da cer\u00e2mica japonesa - Revista Regional\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Conhecida pelas pe\u00e7as impec\u00e1veis, a ceramista Hideko Honma abriu as portas do seu atelier em S\u00e3o Paulo e nos contou sobre a hist\u00f3ria do artesanato mais tradicional do Jap\u00e3o \u00a0Com t\u00e9cnicas de preparo emprestadas das tradicionais porcelanas chinesas, a cer\u00e2mica japonesa \u00e9 muito admirada em todo o mundo. Pe\u00e7as moldadas a partir de argila, \u00e1gua [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista Regional\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2012-08-22T12:12:26+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-01-26T15:18:01+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-3.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"640\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"480\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"contato@revistaregional.com.br\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"contato@revistaregional.com.br\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"contato@revistaregional.com.br\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\"},\"headline\":\"A arte da cer\u00e2mica japonesa\",\"datePublished\":\"2012-08-22T12:12:26+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-26T15:18:01+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/\"},\"wordCount\":1212,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2012\\\/08\\\/casa-3.jpg\",\"keywords\":[\"Casa\"],\"articleSection\":[\"Casa\",\"Destaques\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/\",\"name\":\"A arte da cer\u00e2mica japonesa - Revista Regional\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2012\\\/08\\\/casa-3.jpg\",\"datePublished\":\"2012-08-22T12:12:26+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-26T15:18:01+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2012\\\/08\\\/casa-3.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2012\\\/08\\\/casa-3.jpg\",\"width\":\"640\",\"height\":\"480\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2012\\\/08\\\/22\\\/a-arte-da-ceramica-japonesa\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A arte da cer\u00e2mica japonesa\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Revista Regional\",\"description\":\"Salto - Itu - Indaituba\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\",\"name\":\"contato@revistaregional.com.br\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"contato@revistaregional.com.br\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/author\\\/contato@revistaregional.com.br\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A arte da cer\u00e2mica japonesa - Revista Regional","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A arte da cer\u00e2mica japonesa - Revista Regional","og_description":"Conhecida pelas pe\u00e7as impec\u00e1veis, a ceramista Hideko Honma abriu as portas do seu atelier em S\u00e3o Paulo e nos contou sobre a hist\u00f3ria do artesanato mais tradicional do Jap\u00e3o \u00a0Com t\u00e9cnicas de preparo emprestadas das tradicionais porcelanas chinesas, a cer\u00e2mica japonesa \u00e9 muito admirada em todo o mundo. Pe\u00e7as moldadas a partir de argila, \u00e1gua [&hellip;]","og_url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/","og_site_name":"Revista Regional","article_published_time":"2012-08-22T12:12:26+00:00","article_modified_time":"2024-01-26T15:18:01+00:00","og_image":[{"width":640,"height":480,"url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-3.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"contato@revistaregional.com.br","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"contato@revistaregional.com.br","Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/"},"author":{"name":"contato@revistaregional.com.br","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d"},"headline":"A arte da cer\u00e2mica japonesa","datePublished":"2012-08-22T12:12:26+00:00","dateModified":"2024-01-26T15:18:01+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/"},"wordCount":1212,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-3.jpg","keywords":["Casa"],"articleSection":["Casa","Destaques"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/","name":"A arte da cer\u00e2mica japonesa - Revista Regional","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-3.jpg","datePublished":"2012-08-22T12:12:26+00:00","dateModified":"2024-01-26T15:18:01+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-3.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/08\/casa-3.jpg","width":"640","height":"480"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/08\/22\/a-arte-da-ceramica-japonesa\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A arte da cer\u00e2mica japonesa"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#website","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/","name":"Revista Regional","description":"Salto - Itu - Indaituba","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d","name":"contato@revistaregional.com.br","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","caption":"contato@revistaregional.com.br"},"url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/author\/contato@revistaregional.com.br\/"}]}},"views":961,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3234","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3234"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3234\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3244,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3234\/revisions\/3244"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3250"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3234"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3234"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3234"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}