{"id":30389,"date":"2023-11-07T10:44:43","date_gmt":"2023-11-07T13:44:43","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=30389"},"modified":"2024-01-26T11:37:34","modified_gmt":"2024-01-26T14:37:34","slug":"o-protagonismo-de-giovana-cordeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2023\/11\/07\/o-protagonismo-de-giovana-cordeiro\/","title":{"rendered":"O protagonismo de Giovana Cordeiro"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_30392\" aria-describedby=\"caption-attachment-30392\" style=\"width: 225px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411886-scaled.jpg\" data-wp-editing=\"1\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-30392 size-medium\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411886-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" data-id=\"30392\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411886-225x300.jpg 225w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411886-768x1024.jpg 768w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411886-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411886-1536x2048.jpg 1536w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411886-113x150.jpg 113w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411886-scaled.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-30392\" class=\"wp-caption-text\">Giovana em ensaio especial produzido para a Revista Regional<\/figcaption><\/figure>\n<p>Giovana Cordeiro iniciou sua jornada na carreira art\u00edstica de forma promissora. Seu primeiro trabalho aconteceu em 2015, em \u201cDois Irm\u00e3os\u201d, e, de l\u00e1 para c\u00e1, foram in\u00fameras personagens. Em \u201cMar do Sert\u00e3o\u201d (2022), o reconhecimento chegou em boa hora. Tamb\u00e9m pudera, ela estudou teatro e se dedicou a aprimorar suas habilidades em Artes C\u00eanicas. Sua atua\u00e7\u00e3o foi elogiada pela cr\u00edtica e pelo p\u00fablico, consolidando-a como um nome a ser observado no cen\u00e1rio art\u00edstico brasileiro. Seu carisma e talento lhe renderam uma oportunidade \u00fanica, ser protagonista de \u201cFuzu\u00ea\u201d, novela que acaba de estrear na TV Globo. Nesta entrevista exclusiva, Giovana \u00e9 s\u00f3 alegria! Mesmo com o corre-corre do dia a dia de grava\u00e7\u00f5es, ela conseguiu reservar um tempinho para bater um papo com a Revista Regional. Nas pr\u00f3ximas p\u00e1ginas, a atriz reflete sobre visibilidade na profiss\u00e3o, feminismo e novos projetos. Confira.<\/p>\n<p><strong>REVISTA REGIONAL: Depois do sucesso em \u2018Mar do Sert\u00e3o\u2019, voc\u00ea embarca em \u2018Fuzu\u00ea\u2019, mas como protagonista, uma hero\u00edna da com\u00e9dia rom\u00e2ntica. Dizem que fazer rir \u00e9 dif\u00edcil. Como voc\u00ea se sente nesta posi\u00e7\u00e3o? Quais s\u00e3o os truques para que a personagem n\u00e3o se torne exagerada e estereotipada?<\/strong><\/p>\n<p><strong>GIOVANA CORDEIRO:<\/strong> O riso \u00e9 uma consequ\u00eancia. N\u00e3o temos total controle sobre nenhuma rea\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, mas, por uma observa\u00e7\u00e3o constante e muito estudo, o ator j\u00e1 domina algumas t\u00e9cnicas de tempo de com\u00e9dia e se permite brincar dentro do que outros grandes artistas j\u00e1 deixaram registrados como possibilidade. Nesse sentido, para a constru\u00e7\u00e3o de Xaviera, tive muito como refer\u00eancia a rela\u00e7\u00e3o feminina entre Andrea Beltr\u00e3o e Fernanda Torres, em \u201cTapas e Beijos\u201d. A pesquisa me levou de volta at\u00e9 essa s\u00e9rie e h\u00e1 o reflexo desta inspira\u00e7\u00e3o ali no meu trabalho. No audiovisual, muitos outros profissionais ajudam a contar essa hist\u00f3ria. A musicaliza\u00e7\u00e3o, a edi\u00e7\u00e3o, a caracteriza\u00e7\u00e3o\u2026 Tudo contribui. Aprendi com Ana Beatriz Nogueira, logo na minha primeira novela, que o ator que interpreta para reproduzir o riso, se lasca. Estive de perto ali em \u201cMar do Sert\u00e3o\u201d com \u00f3timos atores, tamb\u00e9m \u00f3timos em fazer com\u00e9dia. Observ\u00e1-los foi fundamental. Eu me refiro a Titina (Medeiros), Thardelly (Lima), Enrique Diaz, Suzy (Lopes), Welder (Rodrigues) e muitos outros. Tamb\u00e9m sempre escolho encontrar um caminho mais popular, palavras, express\u00f5es e ritmos que eu observo comuns na rua, nos lugares que frequento e sempre me identifiquei. A novela pede essa aproxima\u00e7\u00e3o. \u201cFuzu\u00ea\u201d segue a linha mais misteriosa, \u00e9 bacana descobrir um nosso jeito de contar hist\u00f3ria. \u00c9 a mistura entre uma realidade vibrante e constantemente solar e o suspense subterr\u00e2neo, tamb\u00e9m sempre esperan\u00e7oso. Aqui eu cumpro um papel na trama e cada personagem meu se apresenta de uma maneira. A constru\u00e7\u00e3o da linguagem \u00e9 coletiva e vamos descobrir ao longo do processo, e tamb\u00e9m agora com a estreia, ainda muitas outras possibilidades surgir\u00e3o. A adrenalina de fazer uma obra aberta \u00e9 tamb\u00e9m o que mant\u00e9m o frescor. Tudo \u00e9 poss\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>Giovana, falando sobre interpreta\u00e7\u00e3o, voc\u00ea gosta de dar opini\u00f5es sobre a personagem, na maneira como ela poderia se portar, ou prefere seguir a dire\u00e7\u00e3o dos autores e diretores<\/strong>?<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 apenas uma opini\u00e3o, faz parte do nosso trabalho propor, faz parte da constru\u00e7\u00e3o da personagem. \u00c9 uma jun\u00e7\u00e3o de propostas. Primeiro do autor, depois do diretor, entra a camada visual, figurino, entra o ator contribuindo com o que j\u00e1 entendeu sobre aquela personalidade e, assim, nasce uma personagem.<\/p>\n<figure id=\"attachment_30391\" aria-describedby=\"caption-attachment-30391\" style=\"width: 225px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411633-scaled.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-30391 size-medium\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411633-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" data-id=\"30391\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411633-225x300.jpg 225w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411633-768x1024.jpg 768w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411633-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411633-1536x2048.jpg 1536w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411633-113x150.jpg 113w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411633-scaled.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-30391\" class=\"wp-caption-text\">Giovana em ensaio especial produzido para a Revista Regional<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Voc\u00ea \u00e9 formada em Artes C\u00eanicas, mas em que momento soube que seguiria a carreira de atriz? Ali\u00e1s, estar na TV sempre foi o seu plano? Pergunto isso porque muitos atores come\u00e7am suas hist\u00f3rias no teatro. Conte-me como foi o in\u00edcio e quais foram as dificuldades.<\/strong><\/p>\n<p>Estar trabalhando sempre foi o meu plano. Trabalhar no teatro, na TV, na rua sempre ser\u00e1 uma possibilidade muito digna de ser artista. Isso me encantou na arte: a possibilidade de poder faz\u00ea-la em qualquer lugar, de todo jeito. O teatro tamb\u00e9m me ensinou isso. Minha primeira pe\u00e7a de teatro foi no corredor do pr\u00e9dio. Produzida por cinco meninas entre sete e 12 anos: minhas irm\u00e3s, duas vizinhas e eu. Ensaiamos por dias, com direito a n\u00famero musical e bolo servido no final feito pela Nat\u00e1lia, minha irm\u00e3 mais velha. Marcamos a apresenta\u00e7\u00e3o para as 18h, quando todos os vizinhos do andar chegariam do trabalho. Essa sempre foi a minha brincadeira, o jeito que eu me explicava para o mundo, apresentava trabalho na escola, me expressava. Eu sempre fui artista. E sempre tive muito desejo de trabalhar. Eu assistia com \u00e1gua na boca a \u201cChocolate com Pimenta\u201d, \u201cO Clone\u201d, \u201cCaminho das \u00cdndias\u201d, \u201cHoje \u00e9 Dia de Maria\u201d e j\u00e1 me imaginava trabalhando ali. Quando precisei escolher uma faculdade, n\u00e3o tinha mais d\u00favida de que queria seguir nas Artes C\u00eanicas e, durante o curso, veio a confirma\u00e7\u00e3o de uma voca\u00e7\u00e3o que sempre arrumou um espa\u00e7o para ser expressa.<\/p>\n<p><strong>Frequente no universo feminino, muitas mulheres sofrem com a s\u00edndrome da impostora. J\u00e1 aconteceu com voc\u00ea?<\/strong><\/p>\n<p>Atualmente eu tenho desafiado o meu lado impostora. Toda vez que acho que n\u00e3o vou dar conta de algo, penso em como ser\u00e1 depois que aquela dificuldade passar e das duas uma: ou restar\u00e1 um arrependimento gigante por deixar que o medo me impedisse de viver o momento como eu gostaria ou, em vez disso, estarei em outro lugar completamente diferente, com desafios ainda maiores e me sentindo ainda mais preparada. \u00c9 sempre assim quando encaramos uma novidade. Da\u00ed eu me lembro de todas as coisas surpreendentes que j\u00e1 vivi por ter tido coragem de seguir mesmo num caminho desconhecido e vejo como, hoje em dia, eu lido com naturalidade e conhecimento com situa\u00e7\u00f5es que antes me apavoraram. Penso que tudo \u00e9 costume e quanto mais a gente se desafia a vencer os desafios apresentados, mais a gente come\u00e7a a encarar um poss\u00edvel crescimento. \u00c9 um di\u00e1logo constante comigo mesma. A manuten\u00e7\u00e3o da nossa autoestima \u00e9 um trabalho intenso.<\/p>\n<p><strong>N\u00f3s sabemos o quanto \u00e9 intensa e agitada a vida de atores quando est\u00e3o com trabalhos na TV. Muitos, inclusive, praticam yoga ou medita\u00e7\u00e3o. Normalmente o que voc\u00ea faz para relaxar?<\/strong><\/p>\n<p>Estou num momento de tanto trabalho que at\u00e9 levei um tempo para refletir sobre essa pergunta. E, sendo sincera, o que tenho conseguido fazer \u00e9 encontrar brechas para me escutar, antes de tomar alguma decis\u00e3o, pegar mais leve quanto \u00e0 minha autocobran\u00e7a, sempre fazer com prazer e por inteiro os compromissos que assumo, mas tamb\u00e9m saber categorizar o que \u00e9 realmente urgente, deixando para depois o que \u00e9 para depois e vivendo cada dia de uma vez, ou simplesmente aproveitando quando chego em casa para me afastar de tanta informa\u00e7\u00e3o que o mundo traz e acalmando, assim, a ansiedade. Nas minhas folgas, n\u00e3o tem feito sol, confesso que assim fica mais dif\u00edcil fazer o que realmente me d\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de relaxamento. Amo aproveitar os dias de sol, estar perto da natureza e isso me renova.<\/p>\n<p><strong>As mulheres est\u00e3o assumindo um protagonismo quando pensamos em posicionamento e enfrentamento ao machismo e preconceito. Como voc\u00ea enxerga o movimento feminista e suas conquistas?<\/strong><\/p>\n<p>A gente sabe que ainda tem muito caminho a percorrer, mas, para mim, a maior conquista \u00e9 o amadurecimento e a cumplicidade que n\u00f3s mulheres fomos conquistando entre n\u00f3s ao longo de todo esse tempo. Ainda vejo mais homens em posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a no meu trabalho, por exemplo, ent\u00e3o isso ainda \u00e9 um desafio na hora de construir um ambiente onde as falas e as propostas sejam 100% confort\u00e1veis para n\u00f3s, mulheres, porque s\u00f3 a gente sabe de fato sobre o que estamos falando. Mas ter com quem dividir as quest\u00f5es, ser acolhida e pensar em grupo sobre as mudan\u00e7as que precisam ser feitas \u00e9 um ponto muito importante. Tamb\u00e9m temos homens mais abertos a nos ouvir e isso \u00e9 tamb\u00e9m um motivo para celebrarmos, mas, como disse, a estrada ainda \u00e9 longa e ainda \u00e9 preciso que a diversidade ocupe mais espa\u00e7o para dividirmos opini\u00f5es at\u00e9 que n\u00e3o seja mais poss\u00edvel reproduzir nenhum discurso de soberania ou que invalide experi\u00eancias de um coletivo que tem muito a contribuir com o desenvolvimento da nossa sociedade.<\/p>\n<figure id=\"attachment_30393\" aria-describedby=\"caption-attachment-30393\" style=\"width: 229px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411670-scaled.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-30393 size-medium\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411670-229x300.jpg\" alt=\"\" width=\"229\" height=\"300\" data-id=\"30393\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411670-229x300.jpg 229w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411670-782x1024.jpg 782w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411670-1174x1536.jpg 1174w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411670-1565x2048.jpg 1565w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411670-115x150.jpg 115w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Gi_Cordeiro_vivibacco_2023_04_0411670-scaled.jpg 1956w\" sizes=\"(max-width: 229px) 100vw, 229px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-30393\" class=\"wp-caption-text\">Giovana em ensaio especial produzido para a Revista Regional<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Uma das coisas que voc\u00ea gosta de compartilhar com o p\u00fablico s\u00e3o os exerc\u00edcios f\u00edsicos. Qual a import\u00e2ncia da atividade f\u00edsica na sua vida?<\/strong><\/p>\n<p>Eu amo estar em movimento e desenvolver habilidades do meu corpo, ganhando mais consci\u00eancia sobre a sua capacidade. Fazer exerc\u00edcio me ajuda, sobretudo, como atriz: fico mais bem colocada em cena, alivia minha ansiedade, me d\u00e1 mais energia e disposi\u00e7\u00e3o para trabalhar, al\u00e9m de aumentar a minha autoestima. O esporte sempre fez parte da minha vida. Pratiquei esporte durante toda a minha inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia. Para mim, \u00e9 uma quest\u00e3o de bem-estar mesmo.<\/p>\n<p><strong>Vivemos numa sociedade cada vez mais acelerada, provocada principalmente pelas redes sociais que transformaram a maneira de interagir com o pr\u00f3ximo. O que voc\u00ea considera essencial para ter uma vida em equil\u00edbrio? De que maneira voc\u00ea mant\u00e9m suas amizades reais?<\/strong><\/p>\n<p>A minha forma de lidar com as redes sociais mudou muito de uns poucos anos para c\u00e1. Eu j\u00e1 briguei muito com essa rela\u00e7\u00e3o, mas hoje encaro como um espa\u00e7o de aproxima\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico que me acompanha e como divulga\u00e7\u00e3o da minha carreira. Ficou mais f\u00e1cil quando eu entendi que eu precisava me organizar para n\u00e3o me sobrecarregar e n\u00e3o ter obrigatoriedades que n\u00e3o fizessem sentido para mim, quando relacionada com o excesso de presen\u00e7a nas redes. Encaro como uma extens\u00e3o do meu trabalho, ent\u00e3o me dedico a entregar o melhor que posso e ser sempre coerente com o que pretendo comunicar.<\/p>\n<p><strong>A gente sabe que enquanto o ator est\u00e1 com trabalho na TV dificilmente ter\u00e1 outros projetos, mas voc\u00ea planeja lan\u00e7ar algum trabalho no cinema, que j\u00e1 tenha sido filmado, ou quem sabe ap\u00f3s a novela? Quais os projetos para o futuro?<\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e1 previsto para estrear no segundo semestre o filme \u201cMeu Sangue Ferve por Voc\u00ea\u201d, a cinebiografia de Sidney Magal. Um filme que conta a hist\u00f3ria de amor entre ele e sua esposa, Magali. Eu interpreto Magali nessa com\u00e9dia rom\u00e2ntica musical, cheia de nostalgia. Esse \u00e9 um projeto antigo, fiquei muito tempo trabalhando nele, atravessando uma longa espera por conta da pandemia e, recentemente, vi algumas imagens do filme e fiquei ainda mais animada para a sua estreia. Est\u00e1 lindo, fazendo jus a essa hist\u00f3ria de amor \u00e0 primeira vista que dura at\u00e9 hoje! \u00c9 bonito homenagear um artista, uma fam\u00edlia, com eles t\u00e3o presentes e apaixonados pela pr\u00f3pria hist\u00f3ria. Acho que o p\u00fablico vai amar e se divertir muito&nbsp;nos&nbsp;cinemas!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>entrevista: Ester Jacopetti<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>fotos: Vivi Bacco<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Giovana Cordeiro iniciou sua jornada na carreira art\u00edstica de forma promissora. Seu primeiro trabalho aconteceu em 2015, em \u201cDois Irm\u00e3os\u201d, e, de l\u00e1 para c\u00e1, foram in\u00fameras personagens. Em \u201cMar do Sert\u00e3o\u201d (2022), o reconhecimento chegou em boa hora. Tamb\u00e9m pudera, ela estudou teatro e se dedicou a aprimorar suas habilidades em Artes C\u00eanicas. 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