{"id":29885,"date":"2023-07-28T12:19:43","date_gmt":"2023-07-28T15:19:43","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=29885"},"modified":"2024-01-26T11:37:37","modified_gmt":"2024-01-26T14:37:37","slug":"leticia-colin-e-arte-de-viver-em-equilibrio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2023\/07\/28\/leticia-colin-e-arte-de-viver-em-equilibrio\/","title":{"rendered":"Let\u00edcia Colin e a arte de viver em equil\u00edbrio"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_29886\" aria-describedby=\"caption-attachment-29886\" style=\"width: 200px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image00003.jpeg-scaled.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-29886 size-medium\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image00003.jpeg-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" data-id=\"29886\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image00003.jpeg-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image00003.jpeg-683x1024.jpg 683w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image00003.jpeg-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image00003.jpeg-1365x2048.jpg 1365w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image00003.jpeg-100x150.jpg 100w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/image00003.jpeg-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-29886\" class=\"wp-caption-text\">Let\u00edcia em ensaio especial para a Revista Regional<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ela tem uma carreira bacana, est\u00e1 sempre cercada de gente legal e no atual momento vive os melhores dias ao lado de seu pequeno filho Uri, de tr\u00eas aninhos, e do marido Michel Melamed, com quem \u00e9 casada h\u00e1 sete anos. Mas nem sempre foi assim. A atriz Let\u00edcia Colin j\u00e1 passou por maus bocados, e enfrentou uma depress\u00e3o. \u201cEu comecei a desmistificar esse lugar da sa\u00fade mental, com um espa\u00e7o para fazer as pazes com a ang\u00fastia, com o vazio, com esse sentimento de \u00e0s vezes ter essa falta de sentido nas coisas quando voc\u00ea come\u00e7a a pensar muito. Depois conheci o Budismo, que me ajudou muito nessa parte de ter uma conex\u00e3o comigo mesma, de me enxergar, de me afirmar, de acreditar que tinham coisas boas me esperando\u201d. Ela deu a volta por cima e encontrou o equil\u00edbrio. Com dois bel\u00edssimos trabalhos, a s\u00e9rie \u201cOnde Est\u00e1 Meu Cora\u00e7\u00e3o\u201d e a novela \u201cTodas as Flores\u201d, a atriz prova que \u00e9 poss\u00edvel se reinventar atrav\u00e9s das personagens, contando hist\u00f3rias completamente diferentes. Nessa entrevista, de forma sempre muito espont\u00e2nea, Let\u00edcia respondeu com sinceridade sobre v\u00e1rios temas, inclusive sobre maternidade e, claro, sobre os seus recentes trabalhos no streaming, que renderam a ela a indica\u00e7\u00e3o ao Emmy de Melhor Atriz por \u201cOnde Est\u00e1 Meu Cora\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>REVISTA REGIONAL: Durante uma entrevista voc\u00ea disse: \u201cEstou escolhendo cuidar mais da minha sa\u00fade e abrir m\u00e3o de coisas que n\u00e3o me acrescentam\u201d. Em que momento, voc\u00ea se deu conta de cuidar mais de si mesma?<\/strong><\/p>\n<p>LET\u00cdCIA COLIN: A primeira vez que eu tive uma crise, de ficar mais deprimida, foi com 17 para 18 anos. \u00c9 uma idade bastante delicada porque tem uma press\u00e3o e uma expectativa de uma resolu\u00e7\u00e3o de um futuro de carreira, de um investimento em uma faculdade. Nessa fase, o jovem adulto precisa de muito apoio e eu estava na d\u00favida se queria ou n\u00e3o ser atriz nessa \u00e9poca, tanto que eu entrei na faculdade de Jornalismo na PUC do Rio de Janeiro. Num dia, encontrei uma amiga e ela falou que eu n\u00e3o estava bem, ela me espelhou, e foi bom porque eu realmente n\u00e3o estava. Fui ao psiquiatra pra eu poder conversar sobre o que eu estava sentindo. Eu comecei a desmistificar esse lugar da sa\u00fade mental, com um espa\u00e7o para fazer as pazes com a ang\u00fastia, com o vazio, com esse sentimento de \u00e0s vezes ter essa falta de sentido nas coisas quando voc\u00ea come\u00e7a a pensar muito. Depois, conheci o Budismo, o que me ajudou muito nessa parte de ter uma conex\u00e3o comigo mesma, de me enxergar, de me afirmar, de acreditar que tinham coisas boas me esperando.<\/p>\n<p><strong>Estamos passando por mudan\u00e7as de comportamento na sociedade, principalmente quando falamos sobre maternidade e paternidade, como na constru\u00e7\u00e3o da figura masculina perante os desafios da maternidade. De que maneira esse processo aconteceu com voc\u00ea e o Michel (Melamed)?<\/strong><\/p>\n<p>Eu s\u00f3 me casei com o Michel porque ele \u00e9 extremamente feminista. S\u00f3 por isso eu me apaixonei por ele. Desde o in\u00edcio, ele j\u00e1 pensava desse jeito, que vive assim, que torce por mim e adora me ver brilhando, quer que eu trabalhe, me aplaude, est\u00e1 do meu lado e me deixa livre pra poder criar &#8211; j\u00e1 que o meu trabalho \u00e9 a criatividade -, que cria e procria comigo, numa rela\u00e7\u00e3o horizontal. Estou com ele por conta disso e sempre foi assim.<\/p>\n<p><strong>Com a chegada das plataformas de streaming, as emissoras convencionais foram obrigadas a se reinventar e come\u00e7ar a produzir as pr\u00f3prias s\u00e9ries. E neste caso o ator tem a oportunidade de se dedicar melhor ao personagem porque a velocidade de grava\u00e7\u00f5es \u00e9 diferente&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Eu n\u00e3o vejo diferen\u00e7a porque a dedica\u00e7\u00e3o \u00e9 a mesma. N\u00e3o importa se voc\u00ea vai fazer uma cena num filme ou numa novela de 200 cap\u00edtulos, pelo menos, pra mim, \u00e9 assim. Voc\u00ea precisa estar inteiro e buscar presen\u00e7a. Eu procuro dar o meu melhor em qualquer trabalho, com qualquer personagem, seja em uma cena de sil\u00eancio, por exemplo, em que voc\u00ea est\u00e1 ouvindo o outro personagem falar, voc\u00ea tamb\u00e9m est\u00e1 contando uma hist\u00f3ria. O sil\u00eancio tamb\u00e9m conta uma hist\u00f3ria. Mas os streamings s\u00e3o interessantes na maneira de assistir, essa personaliza\u00e7\u00e3o, voc\u00ea assiste na hora em que bem entender, ele te ajuda numa nova rotina. Ali\u00e1s, a rotina do artista mudou, n\u00e3o temos mais a mesma rotina, hoje h\u00e1 carreiras aut\u00f4nomas, com muitas possibilidades. N\u00e3o temos mais uma tradi\u00e7\u00e3o de sentar pra assistir \u00e0 novela das seis da tarde, quer dizer, na maior parte dos lugares, apesar de o Brasil ser um pa\u00eds que assiste muito \u00e0 televis\u00e3o convencional. Mas, \u00e9 muito bom ter um menu gigante, e o desafio est\u00e1 em saber fazer uma curadoria do que voc\u00ea vai assistir, porque s\u00e3o tantas op\u00e7\u00f5es, s\u00e9ries brasileiras, turcas, coreanas, americanas, e o nosso desafio \u00e9 gerenciar essa lista de prioridades do que realmente quer assistir.<\/p>\n<p><strong>Numa entrevista voc\u00ea comentou que fez sua primeira vil\u00e3 no teatro aos nove anos de idade. O teatro foi a sua base, mas existe alguma hist\u00f3ria, como as trag\u00e9dias shakespearianas, que voc\u00ea ainda gostaria de interpretar?<\/strong><\/p>\n<p>Ah tem muitas coisas para serem feitas, Tchekhov, por exemplo, eu tenho vontade de montar, Eug\u00e8ne Ionesco, um dos precursores do Teatro Absurdo, os cl\u00e1ssicos, os grandes autores, o pr\u00f3prio Beckett, que eu amo. Eu acompanho as montagens que v\u00eam de fora e tamb\u00e9m gosto de ir ao teatro ver os amigos, prestigi\u00e1-los, ver como as pessoas est\u00e3o fazendo e pensando teatro hoje. Eu e o Michel queremos fazer uma pe\u00e7a juntos. Esse ser\u00e1 o nosso projeto da vez.<\/p>\n<p><strong>N\u00f3s tivemos grandes nomes da dramaturgia interpretando vil\u00e3s, voc\u00ea se inspirou em alguma delas pra dar esse tom vilanesco que a Vanessa de \u201cTodas as Flores\u201d conquistou? Ali\u00e1s, esperava o sucesso da personagem na internet, que virou meme?<\/strong><\/p>\n<p>Eu recebi alguns memes de amigos! A internet \u00e9 um lugar de humor muito potente, isso \u00e9 maravilhoso! Eu diria que a minha inspira\u00e7\u00e3o foi de Norman Bates a Patrulha Canina. Mesmo. Eu me alimento de tudo o tempo todo. Obviamente a gente bebe tamb\u00e9m dessa coisa antol\u00f3gica, da nossa teledramaturgia, dessas figuras, das nossas vil\u00e3s como Nazar\u00e9 Tedesco (Renata Sorrah), Carminha (Adriana Esteves) e at\u00e9 Hannibal Lecter porque a Vanessa cruza tantas fronteiras que eu acho que ela \u00e9 psicopata mesmo. Primeiro, ela come\u00e7a num n\u00edvel de manipula\u00e7\u00e3o, ardilosa, um descompensamento emocional. Gosto de olhar tudo isso e ser um fruto ecl\u00e9tico e n\u00e3o muito fragmentado. Gosto do limite da fronteira e de ficar olhando para o precip\u00edcio. Na Patrulha Canina tem o prefeito, ele \u00e9 o grande malvado da hist\u00f3ria, ele me inspirou verdadeiramente, eu sou uma grande f\u00e3 de desenhos animados, adoro Mal\u00e9vola, e na nossa hist\u00f3ria tem a Cinderela, o Jo\u00e3o Emanuel disse que \u00e9 o ponto de inspira\u00e7\u00e3o para esse trabalho. O meu trabalho reflete muito na minha maneira de pensar e de ser, no que eu busco na minha vida e no que \u00e9 poss\u00edvel ser feito. Eu tenho muito orgulho dessa mistura que tamb\u00e9m \u00e9 caricata, mas que \u00e9 sens\u00edvel. Eu vejo como um lugar que a fic\u00e7\u00e3o desperta na gente, mas que deveria existir s\u00f3 na fic\u00e7\u00e3o, a maldade, os vil\u00f5es. \u00c9 onde dever\u00edamos exercer neste ambiente seguro o nosso pior. Existem pessoas que gostam de ver filmes de guerra, ou do bem contra o mal, precisamos exercer o nosso inconsciente. As pessoas gostam disso porque a gente fica ali fazendo o trabalho sujo (risos), enquanto o espectador pode entrar e sair daquela obra, visitando a ambi\u00e7\u00e3o, a maldade que ele carrega em si, julgamentos da diferen\u00e7a e da singularidade, depois voltam para o mundo pensando criticamente do que n\u00e3o \u00e9 legal, ent\u00e3o, quando a fic\u00e7\u00e3o levanta esse lugar de arqu\u00e9tipos, uma novela com mocinhas, vil\u00e3s, \u00e9 uma del\u00edcia. Podemos brincar de sermos essas pessoas, foi uma experi\u00eancia revolucion\u00e1ria na minha vida.<\/p>\n<p><strong>Uma das descobertas \u00e9 que al\u00e9m de atuar voc\u00ea tamb\u00e9m est\u00e1 cantando na abertura da novela ao lado da Sophie Charlotte. Como foi essa experi\u00eancia?<\/strong><\/p>\n<p>Foi irado cantar juntas, \u00e9 sempre uma onda muito boa, e n\u00e3o deixa de ser um dueto, uma cena, uma viv\u00eancia daquele momento&#8230; E cantar Cartola, uma m\u00fasica que foi gravada por grandes artistas, um cl\u00e1ssico especial que tem o samba como um personagem importante, a Gamboa, o Rio de Janeiro que \u00e9 o ber\u00e7o do samba no nosso pa\u00eds. Essa brincadeira de flor e espinho, do que \u00e9 dito e n\u00e3o dito, das rosas n\u00e3o falam, mas simplesmente exalam&#8230; Eu gosto quando as coisas t\u00eam duplas interpreta\u00e7\u00f5es. \u00c9 muito mais rico do que uma coisa chapada, e estamos falando sobre os nossos personagens, sobre contrariedade, sobre n\u00e3o linear, multiplicidade de interpreta\u00e7\u00f5es, que celebra a pluralidade de sentimentos e sensa\u00e7\u00f5es. Muita gente s\u00f3 descobriu muito tempo depois, que somos n\u00f3s duas que estamos cantando. Somos atrizes que cantam, e os diretores gostam disso, \u00e9 uma ferramenta.<\/p>\n<p><strong>As pessoas tiveram a oportunidade de ver voc\u00ea em dois trabalhos completamente diferentes, \u201cTodas as Flores\u201d com uma vil\u00e3, e \u201cOnde Est\u00e1 Meu Cora\u00e7\u00e3o\u201d com a m\u00e9dica viciada. Como tem sido a repercuss\u00e3o com o p\u00fablico?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 curioso porque eu sei se a pessoa est\u00e1 assistindo a \u201cOnde Est\u00e1 Meu Cora\u00e7\u00e3o\u201d ou a \u201cTodas as Flores\u201d porque ela chega assim: \u201cparab\u00e9ns, deve ter sido muito dif\u00edcil fazer esse trabalho\u201d, mas tem o p\u00fablico que chega um pouco diferente e eu j\u00e1 sei que ele est\u00e1 se referindo a Vanessa, \u201cvoc\u00ea hein!\u201d. S\u00e3o dois trabalhos simult\u00e2neos, e tem gente que est\u00e1 assistindo ao mesmo tempo. \u00c9 uma maluquice maneira. E tem as frases maravilhosas do tipo: \u201ceu odeio voc\u00ea, faz uma foto comigo?\u201d. \u00c9 maravilhoso! (risos) S\u00f3 a novela pode trazer certos coment\u00e1rios.<\/p>\n<p><strong>Ali\u00e1s, voc\u00ea recebeu a indica\u00e7\u00e3o ao Emmy por interpretar a Amanda de \u201cOnde Est\u00e1 Meu Cora\u00e7\u00e3o\u201d. Qual a import\u00e2ncia da personagem na sua carreira? Que aprendizado ela trouxe para sua vida?<\/strong><\/p>\n<p>Os aprendizados s\u00e3o muitos e a indica\u00e7\u00e3o ao Emmy foi um momento lindo na minha vida, \u00e9 uma indica\u00e7\u00e3o que fica para sempre. Estar l\u00e1 vendo atores do mundo inteiro que tamb\u00e9m levam suas hist\u00f3rias e seus dramas. E as pessoas do mundo inteiro que assistiram a esse trabalho \u2013 s\u00e3o 1 mil jurados \u2013 compreenderam porque essa s\u00e9rie tem uma linguagem universal, que \u00e9 a linguagem do amor, da supera\u00e7\u00e3o, que se conectam com todas as pessoas. Foi bom sentir que a nossa hist\u00f3ria chegou t\u00e3o longe. Eu ganhei a APCA que \u00e9 um grande pr\u00eamio brasileiro que eu poderia pensar em ganhar um dia e eu tive a sorte de receber &#8211; s\u00e3o tantos trabalhos bons de outras atrizes!.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A s\u00e9rie tem uma abordagem diferente para um tema dif\u00edcil. Voc\u00ea diria que ela imprime um olhar de afeto aos envolvidos?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 um trabalho de renascimento, de segunda chance, de reconex\u00e3o com a pr\u00f3pria ess\u00eancia, de resgate da dignidade, todos esses assuntos s\u00e3o universais. Precisamos avan\u00e7ar na maneira de tratar a adic\u00e7\u00e3o qu\u00edmica na nossa sociedade, baixar a guarda do preconceito e hipocrisia e partir para um di\u00e1logo mais maduro. As drogas existem, os usu\u00e1rios s\u00e3o v\u00edtimas sociais por&nbsp;v\u00e1rios motivos diferentes e a quest\u00e3o da depend\u00eancia \u00e9 uma quest\u00e3o de sa\u00fade e n\u00e3o de pol\u00edcia. A depend\u00eancia qu\u00edmica \u00e9 uma doen\u00e7a. A s\u00e9rie vai fundo no tema, ela emociona como uma grande hist\u00f3ria de renascimento. \u00c9 um trabalho premiado, reconhecido nacionalmente e internacionalmente, ent\u00e3o quanto mais pessoas t\u00eam acesso a ele, mais oportunidade de se fazer pensar no assunto de um jeito diferente. \u00c9 uma s\u00e9rie com uma trilha sonora muito forte e linda, com um jeito de filmar especial e ousado da Lu\u00edsa Lima. \u00c9 um trabalho com muitas conquistas ent\u00e3o quando ele chega para novas pessoas na TV aberta a gente consegue um monte de vit\u00f3rias.<\/p>\n<p><strong>A m\u00e3e da Amanda tem um papel relevante na jornada de recupera\u00e7\u00e3o dela e a hist\u00f3ria revela uma fam\u00edlia amorosa, mas que em sua constru\u00e7\u00e3o esbarra em falta de di\u00e1logo ou preserva\u00e7\u00e3o dos sentimentos. Como \u00e9 a m\u00e3e Let\u00edcia e a Let\u00edcia em suas rela\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/p>\n<p>Eu tento ser transparente em todas as rela\u00e7\u00f5es da minha vida e isso inclui as rela\u00e7\u00f5es familiares, mas, com certeza, na rela\u00e7\u00e3o com o meu filho e de expor minhas vulnerabilidades, filtrando algumas coisas \u2013 at\u00e9 porque ele s\u00f3 tem tr\u00eas anos e algumas sensa\u00e7\u00f5es e dramas particulares s\u00e3o muito densos para a idade dele. Mas acho que compartilhar nossas faltas, nossos vazios, acolher desde pequeno, por exemplo, quando ele n\u00e3o sabe o que est\u00e1 sentindo, e dizer que est\u00e1 tudo bem, que a gente n\u00e3o sabe mesmo \u00e0s vezes o que a gente sente e dar um abra\u00e7o, estar perto. S\u00e3o pequenas coisas para aliviar nossa ang\u00fastia e nosso vazio, que s\u00e3o inerentes; a gente nasce com eles e vai morrer com eles. Eu percebo isso tendo um filho pequenininho e sei disso porque me olho no espelho e sinto essas ang\u00fastias de estar vivo. A vida \u00e9 uma jornada complexa e desafiadora, mas o acolhimento e o amparo ajudam.<\/p>\n<p><strong><em>texto: Ester Jacopetti<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>fotos: Rael Barja<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ela tem uma carreira bacana, est\u00e1 sempre cercada de gente legal e no atual momento vive os melhores dias ao lado de seu pequeno filho Uri, de tr\u00eas aninhos, e do marido Michel Melamed, com quem \u00e9 casada h\u00e1 sete anos. Mas nem sempre foi assim. 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