{"id":2855,"date":"2012-07-03T16:01:03","date_gmt":"2012-07-03T19:01:03","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=2855"},"modified":"2024-01-26T10:48:19","modified_gmt":"2024-01-26T13:48:19","slug":"de-trem-pela-serra-do-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/07\/03\/de-trem-pela-serra-do-mar\/","title":{"rendered":"De trem pela Serra do Mar"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_2859\" aria-describedby=\"caption-attachment-2859\" style=\"width: 288px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/morretes-curitiba-134-640x480-1.jpg\" rel=\"attachment wp-att-2859\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2859 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/morretes-curitiba-134-640x480-1.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"184\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/morretes-curitiba-134-640x480-1.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/morretes-curitiba-134-640x480-1-300x191.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2859\" class=\"wp-caption-text\">Da janela do trem, podemos observar paisagens deslumbrantes da natureza, com dezenas de esp\u00e9cies raras -algumas em extin\u00e7\u00e3o- de plantas nativas da Mata Atl\u00e2ntica, riachos, cachoeiras, pequenos animais, al\u00e9m de ru\u00ednas das velhas esta\u00e7\u00f5es da ferrovia constru\u00edda em 1885<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>De Curitiba ao litoral do Paran\u00e1, o trem desce serpenteando os 900 metros da serra, com sua enorme reserva de Mata Atl\u00e2ntica e toda sua rica biodiversidade<\/em><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p>J\u00e1 pensou em se aventurar de trem pela Mata Atl\u00e2ntica e conhecer toda a sua rica biodiversidade? Isso \u00e9 poss\u00edvel atrav\u00e9s de um passeio entre Curitiba e Paranagu\u00e1, no litoral paranaense. S\u00e3o110 quil\u00f4metrosde extens\u00e3o que descem os900 metrosda Serra do Mar. Da janela do vag\u00e3o podemos observar paisagens deslumbrantes da natureza, com dezenas de esp\u00e9cies raras -algumas em extin\u00e7\u00e3o- de plantas nativas da Mata Atl\u00e2ntica, riachos e grandes cachoeiras, al\u00e9m de pequenos animais, como o serelepe, o \u201cesquilinho do Brasil\u201d, e bel\u00edssimas e enormes borboletas que flutuam sobre o verde infinito.<\/p>\n<p>O ponto de partida desta aventura \u00fanica por meio da mata \u00e9 a Esta\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria de Curitiba, onde a empresa Serra Verde Express administra os passeios do trem e garante um \u00f3timo servi\u00e7o de bordo, inclusive com a presen\u00e7a de guias poliglotas, afinal boa parte dos passageiros \u00e9 sempre de estrangeiros.<\/p>\n<p>Nos primeiros22 quil\u00f4metrosde trilhos, o trem atravessa dois munic\u00edpios da Grande Curitiba, Pinhais e Piraquara. Logo depois, em mais alguns minutos de passeio, chega-se ao T\u00fanel de Ro\u00e7a Nova, o primeiro de outros 13 t\u00faneis que se encontram no percurso e atravessam a maci\u00e7a rocha da serra. Com457 metros, \u00e9 o maior dos t\u00faneis e se localiza no ponto mais elevado do trajeto. A escurid\u00e3o dentro do vag\u00e3o garante momentos de divers\u00e3o. Logo em seguida, a linha segue em dire\u00e7\u00e3o a Casa Ipiranga, que hospedou figuras ilustres da hist\u00f3ria, como Dom Pedro II. Neste local, \u00e9 poss\u00edvel apreciar a beleza do rio Ipiranga, que corta toda essa \u00e1rea dando um charme especial \u00e0 constru\u00e7\u00e3o. Mais \u00e0 frente, nos deparamos com a cachoeira V\u00e9u da Noiva, com grande volume de \u00e1gua saindo da rocha e produzindo um som mais alto do que o da locomotiva. Perto dela, antes de se chegar ao 11\u00ba t\u00fanel, se encontra o imponente Pico do Diabo \u2013grande rochedo com uma fenda entre duas escarpas, dando a sensa\u00e7\u00e3o de um verde infinito. \u00c9 indescrit\u00edvel a energia que a natureza transmite nesse trecho. Para quem pretende fazer o passeio, fique atento e n\u00e3o perca a oportunidade de registrar toda essa impressionante obra da natureza. Outros dois grandes destaques da viagem s\u00e3o a Ponte S\u00e3o Jo\u00e3o, uma das mais grandiosas obras de engenharia do Brasil, com seus55 metrosde altura; e o Viaduto Carvalho, ligado ao T\u00fanel do Rochedo, assentado sobre cinco pilares de alvenaria na encosta da rocha -a passagem por esse trecho provoca a sensa\u00e7\u00e3o de uma viagem pelo ar, como se o trem estivesse flutuando.<\/p>\n<p>A \u00fanica parada que o trem faz antes de chegar \u00e0 cidade \u00e9 na Esta\u00e7\u00e3o de Marumbi, j\u00e1 no Parque Nacional do Pico do Marumbi, criado em 1990, com mais de 2,3 mil hectares. O local \u00e9 muito frequentado por alpinistas. Ap\u00f3s continuar o trajeto, a pr\u00f3xima esta\u00e7\u00e3o \u00e9 a de Morretes, cidade hist\u00f3rica onde o passageiro pode aproveitar para comprar lembran\u00e7as do artesanato local. O souvenir mais procurado \u00e9 uma miniatura da Serra do Mar. N\u00e3o deixe tamb\u00e9m de experimentar o barreado, prato t\u00edpico do litoral do Paran\u00e1, feito com alguns tipos de carne bovina e toucinho e servido com farinha de mandioca.<\/p>\n<p>Deixando a cidadezinha de Morretes, passamos a percorrer os \u00faltimos41 quil\u00f4metrosda estrada de ferro at\u00e9 chegar a Paranagu\u00e1, a cidade mais antiga do Paran\u00e1, que abriga o porto de maior movimento em toda a regi\u00e3o sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Uma estrada e sua rica hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Os guias que acompanham os passageiros nos vag\u00f5es tur\u00edsticos do trem n\u00e3o cansam de repetir a rica hist\u00f3ria da ferrovia. Considerada at\u00e9 ent\u00e3o imposs\u00edvel por engenheiros europeus, a estrada tornou-se o principal meio de escoamento da safra agr\u00edcola paranaense. Foi no dia 1\u00ba de maio de 1875, que D. Pedro II assinou o decreto imperial autorizando a constru\u00e7\u00e3o da ferrovia Curitiba-Paranagu\u00e1, mas o in\u00edcio das obras aconteceu apenas em fevereiro de1880. Aconstru\u00e7\u00e3o foi dividida em tr\u00eas partes: a primeira, com 42km, entre Paranagu\u00e1 e Morretes; a segunda, com 38km, ligando Morretes a Ro\u00e7a Nova e a terceira, com 30km, entre Ro\u00e7a Nova e Curitiba, tendo os trabalhos iniciados quase que simultaneamente em todas as frentes. Depois de cinco anos de constru\u00e7\u00e3o, o projeto visto como impratic\u00e1vel por engenheiros europeus, foi finalmente finalizado. Por\u00e9m, dos 9 mil homens que participaram da empreitada, aproximadamente 5 mil vieram a falecer devido a todas as dificuldades adaptativas. Foram utilizados trabalhadores de origem alem\u00e3, polonesa, italiana, africana, entre outros camponeses que abandonaram a atividade agr\u00edcola. Ao t\u00e9rmino da constru\u00e7\u00e3o, muitos tiveram dificuldades de recoloca\u00e7\u00e3o na antiga atividade. A estrada foi inaugurada no dia 2 de fevereiro de 1885.<\/p>\n<p><em>\u00a0texto Renato Lima<\/em><\/p>\n<p><em>fotos Zeca Almeida e Renato Lima\u00a0<\/em><\/p>\nngg_shortcode_0_placeholder\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De Curitiba ao litoral do Paran\u00e1, o trem desce serpenteando os 900 metros da serra, com sua enorme reserva de Mata Atl\u00e2ntica e toda sua rica biodiversidade\u00a0 J\u00e1 pensou em se aventurar de trem pela Mata Atl\u00e2ntica e conhecer toda a sua rica biodiversidade? 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