{"id":28203,"date":"2022-08-29T11:59:31","date_gmt":"2022-08-29T14:59:31","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=28203"},"modified":"2024-01-26T09:47:58","modified_gmt":"2024-01-26T12:47:58","slug":"reinauguracao-de-museu-marca-bicentenario-da-independencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2022\/08\/29\/reinauguracao-de-museu-marca-bicentenario-da-independencia\/","title":{"rendered":"Reinaugura\u00e7\u00e3o de museu marca Bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_28204\" aria-describedby=\"caption-attachment-28204\" style=\"width: 496px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-28204 \" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-1-AdobeStock_517531207-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"496\" height=\"372\" data-id=\"28204\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-1-AdobeStock_517531207-300x225.jpeg 300w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-1-AdobeStock_517531207-1024x767.jpeg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-1-AdobeStock_517531207-1536x1150.jpeg 1536w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-1-AdobeStock_517531207-2048x1534.jpeg 2048w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-1-AdobeStock_517531207-150x112.jpeg 150w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-1-AdobeStock_517531207-413x311.jpeg 413w\" sizes=\"(max-width: 496px) 100vw, 496px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-28204\" class=\"wp-caption-text\">Fachada recuperada do Novo Museu do Ipiranga<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong><em> O Museu do Ipiranga ser\u00e1 reinaugurado com o dobro da \u00e1rea constru\u00edda e 12 exposi\u00e7\u00f5es com itens de acervo inteiramente restaurados<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com a finaliza\u00e7\u00e3o das obras de amplia\u00e7\u00e3o e restauro do Museu do Ipiranga neste m\u00eas de setembro, como marco do Bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia, o Brasil ganhar\u00e1 um dos mais completos e modernos museus da Am\u00e9rica Latina. Nos \u00faltimos tr\u00eas anos, o museu passou por uma reforma que angariou o maior valor j\u00e1 captado entre a iniciativa privada pela Lei Federal de Incentivo \u00e0 Cultura. A expectativa \u00e9 de que, ap\u00f3s as obras, o novo museu passe a receber entre 900 mil e 1 milh\u00e3o de visitantes por ano. O custo da reforma, segundo o governo do Estado, \u00e9 estimado em R$ 211 milh\u00f5es \u2013 al\u00e9m dos recursos incentivados, h\u00e1 investimentos privados sem incentivo fiscal e tamb\u00e9m aportes p\u00fablicos.&nbsp;A cerim\u00f4nia de reinaugura\u00e7\u00e3o est\u00e1 prevista para o dia 06 de setembro, v\u00e9spera do Bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia do Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A obra \u00e9 executada em duas grandes frentes: restauro do Edif\u00edcio-Monumento e constru\u00e7\u00e3o de um edif\u00edcio amplia\u00e7\u00e3o. Na parte da amplia\u00e7\u00e3o, foi realizada uma escava\u00e7\u00e3o em frente ao pr\u00e9dio, na \u00e1rea da esplanada, que retirou 35 mil metros c\u00fabicos de terra, o que equivale \u00e0 capacidade de 2 mil caminh\u00f5es. Com o novo espa\u00e7o, de 6.800m\u00b2, o museu ir\u00e1 dobrar de tamanho. A expans\u00e3o abrigar\u00e1 a nova entrada integrada ao Jardim Franc\u00eas, al\u00e9m de bilheteria, caf\u00e9, loja, audit\u00f3rio para 200 pessoas, espa\u00e7os e salas para atendimento educativo e uma grande sala de exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias, com 900m\u00b2. Pela primeira vez na hist\u00f3ria do Museu do Ipiranga, a institui\u00e7\u00e3o estar\u00e1 apta a receber acervos de outras institui\u00e7\u00f5es, inclusive internacionais, gra\u00e7as \u00e0 instala\u00e7\u00e3o de ar-condicionado.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 no restauro do Edif\u00edcio-Monumento, foram realizados reparos em todos os detalhes da refinada arquitetura, incluindo os 7.600m\u00b2 das fachadas, que pela primeira vez passaram por limpeza, decapagem, recupera\u00e7\u00e3o dos ornamentos, aplica\u00e7\u00e3o de argamassa, tratamento de trincas e, por fim, a pintura. Para pintar, foi utilizada uma tinta mineral \u2013 desenvolvida especialmente para o museu \u2013 que permite a troca de umidade entre pr\u00e9dio de cal e o ambiente. Um estudo estratigr\u00e1fico (ramo da geologia que estuda as camadas de rochas) e o processo de decapagem tamb\u00e9m tornaram poss\u00edvel recuperar a cor original da constru\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XIX. Tetos e paredes do interior receberam tratamento similar. Os elementos de marcenaria, como as 450 portas e janelas, foram catalogados, retirados e restaurados em oficinas no canteiro de obras, e recolocados no mesmo lugar anterior, bem como os 1900m\u00b2 de assoalho que revestem o piso da edifica\u00e7\u00e3o. Os 1500m\u00b2 de pisos de ladrilho hidr\u00e1ulico franco-alem\u00e3o tamb\u00e9m passaram por um refinado processo de restauro. Cerca de 1.300 ladrilhos foram restaurados, enquanto aproximadamente 700 foram reproduzidos e substitu\u00eddos. Com a instala\u00e7\u00e3o de elevadores, o Edif\u00edcio-Monumento ser\u00e1, enfim, totalmente acess\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outro quesito essencial no projeto do Novo Museu do Ipiranga s\u00e3o os m\u00e9todos para preven\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios. O sistema de sprinklers adotado \u00e9 do tipo \u201cpr\u00e9-a\u00e7\u00e3o\u201d com tecnologia que antev\u00ea alarmes falsos, evitando disparos acidentais. J\u00e1 o sistema de detec\u00e7\u00e3o de fuma\u00e7a utiliza a t\u00e9cnica de aspers\u00e3o (suc\u00e7\u00e3o do ar em intervalos fixos) para constante an\u00e1lise, podendo identificar part\u00edculas de res\u00edduos queimados que podem prenunciar um inc\u00eandio. Os sistemas comuns de detec\u00e7\u00e3o de fuma\u00e7a s\u00e3o acionados apenas em caso de muita fuma\u00e7a, ou seja, ap\u00f3s o inc\u00eandio ter tomado certa propor\u00e7\u00e3o. Dessa forma, com a t\u00e9cnica de aspers\u00e3o, garante-se a prote\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio por meio de um sistema mais efetivo. As medidas anti-inc\u00eandio incluem tamb\u00e9m a implanta\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica em toda a estrutura do pr\u00e9dio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O pr\u00e9dio ganhou a instala\u00e7\u00e3o de vidros de baixa transmit\u00e2ncia, que ret\u00eam o calor do raio solar, garantindo conforto t\u00e9rmico do pr\u00e9dio e melhor conserva\u00e7\u00e3o do acervo. A ilumina\u00e7\u00e3o \u00e9 controlada ponto a ponto via sistema de automa\u00e7\u00e3o, com l\u00e2mpadas LED, que gastam menos energia e emitem menos calor. Outra op\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica foi um sistema h\u00edbrido para a circula\u00e7\u00e3o de ar, que inclui aparelhos de ar-condicionado apenas na expans\u00e3o do edif\u00edcio \u2013 o que tamb\u00e9m preserva a integridade da constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Muitas institui\u00e7\u00f5es culturais est\u00e3o repensando o uso de ar-condicionado em seus espa\u00e7os, devido ao alto custo de manuten\u00e7\u00e3o e de consumo de energia, al\u00e9m de poss\u00edveis patologias ao edif\u00edcio e ao acervo.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Prezando pela integridade do conjunto, o Novo Museu do Ipiranga tamb\u00e9m ter\u00e1 restaurado o Jardim Franc\u00eas, localizado em frente ao Edif\u00edcio-Monumento. Estimada em R$ 19 milh\u00f5es e custeada pelo governo do Estado, a obra previu a restaura\u00e7\u00e3o de toda a \u00e1rea constru\u00edda e de paisagismo, al\u00e9m da reforma do espa\u00e7o da antiga administra\u00e7\u00e3o para instala\u00e7\u00e3o de um restaurante, cria\u00e7\u00e3o de infraestrutura para food bikes, restauro e moderniza\u00e7\u00e3o da ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, requalifica\u00e7\u00e3o das vias de acesso, contemplando tamb\u00e9m equipamentos de acessibilidade, a reativa\u00e7\u00e3o da fonte central e a recupera\u00e7\u00e3o de duas fontes presentes no projeto original do jardim, que foram destru\u00eddas na d\u00e9cada de 1970.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Restauro do Acervo&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Juntamente \u00e0s obras de restauro e amplia\u00e7\u00e3o, acontecem os trabalhos de conserva\u00e7\u00e3o dos itens que estar\u00e3o expostos na reabertura. S\u00e3o mais de 3 mil objetos do acervo que est\u00e3o passando ou j\u00e1 passaram por restaura\u00e7\u00e3o. Dentre eles, encontram-se 122 pinturas e duas maquetes de grande porte. Ao longo de sua hist\u00f3ria, os acervos sempre foram tratados e conservados. Em momentos pontuais, algumas pe\u00e7as passaram por restauro, mas essa \u00e9 a primeira ocasi\u00e3o em que as cole\u00e7\u00f5es s\u00e3o objeto de um plano amplo de restaura\u00e7\u00e3o, com diversas obras sendo restauradas ao mesmo tempo.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Desde 2013, quando o museu foi fechado, diversas medidas foram tomadas para garantir sua seguran\u00e7a e tornar poss\u00edvel a realiza\u00e7\u00e3o de um projeto de restauro do acervo. Ap\u00f3s realizar um extenso plano de log\u00edstica para esvaziar todo o edif\u00edcio e transferir o acervo presente no Edif\u00edcio-Monumento para as reservas t\u00e9cnicas localizadas no bairro do Ipiranga, foi lan\u00e7ado novo plano museol\u00f3gico, que norteou a cria\u00e7\u00e3o das 12 novas exposi\u00e7\u00f5es que ser\u00e3o abertas ao p\u00fablico, contemplando cerca de 3.500 itens do acervo. No total, o acervo do Museu do Ipiranga chega a 450 mil itens e documentos.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O quadro mais conhecido do acervo do museu \u2013 a ic\u00f4nica tela \u201cIndepend\u00eancia ou Morte\u201d, de Pedro Am\u00e9rico \u2013 foi um dos primeiros trabalhos a serem restaurados, ainda em 2019. Mas a pesquisa para o restauro do quadro come\u00e7ou ainda em 2017. Em um processo bastante singular, o restauro foi realizado simultaneamente \u00e0 obra, no Sal\u00e3o Nobre, espa\u00e7o onde o quadro permaneceu, devido ao seu tamanho. A tela, com dimens\u00f5es de 415 cm x 760 cm, \u00e9 maior do que as portas e janelas do sal\u00e3o, e foi montada originalmente no local onde est\u00e1 at\u00e9 hoje, sem nunca ter sido retirada. A equipe do museu teve, portanto, a importante tarefa de proteg\u00ea-la dos res\u00edduos do restauro da sala, com um tecido especial que impede a entrada de p\u00f3 permitindo que a obra \u201crespire\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Espa\u00e7o mais importante do museu, o Sal\u00e3o Nobre possui 182 m\u00b2 e mais de dez metros de p\u00e9-direito. Foi projetado para abrigar a tela de Pedro Am\u00e9rico, que figura o momento em que se anunciou a ruptura pol\u00edtica com Portugal. O ambiente \u00e9 o ponto culminante do chamado Eixo Monumental, que come\u00e7a no sagu\u00e3o, no piso t\u00e9rreo, passa pelas escadarias, at\u00e9 chegar nesse espa\u00e7o, que fica no ponto central do edif\u00edcio. Todo o acervo art\u00edstico do Eixo Monumental \u00e9 patrim\u00f4nio cultural tombado pelos \u00f3rg\u00e3os de preserva\u00e7\u00e3o, e ser\u00e1 conservado em sua integridade na reabertura. Parte dos quadros a\u00ed expostos foi encomendada e produzida cerca de cem anos atr\u00e1s, para as celebra\u00e7\u00f5es do primeiro Centen\u00e1rio da Independ\u00eancia. Outros, por\u00e9m, s\u00e3o mais antigos, como o pr\u00f3prio \u201cIndepend\u00eancia ou Morte\u201d, conclu\u00eddo em 1888.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A maquete do Museu do Ipiranga tamb\u00e9m far\u00e1 parte das novas exposi\u00e7\u00f5es e j\u00e1 se encontra restaurada. Para elucidar a todos qual era sua ideia, o arquiteto italiano respons\u00e1vel pelo projeto do museu \u2013 Tommaso Gaudencio Bezzi \u2013 construiu uma maquete com todos os detalhes da obra. A pe\u00e7a causava espanto pelo seu tamanho de cinco metros e, na \u00e9poca, impressionou D. Pedro II, que em uma visita a S\u00e3o Paulo foi \u00e0 casa do arquiteto conhecer o modelo em gesso. O pr\u00e9dio do museu tem 123 metros de comprimento e 16 metros de profundidade, e a maquete foi feita numa escala 1:32. Uma de suas principais curiosidades \u00e9 revelar como seria a apar\u00eancia do museu, caso tivesse sido constru\u00eddo conforme o sonho de seu projetista. Al\u00e9m do Edif\u00edcio-Monumento que conhecemos hoje, a proposta inclu\u00eda duas grandes alas laterais, nunca constru\u00eddas, mas vis\u00edveis no modelo em gesso e que dariam ao pr\u00e9dio quase o dobro do tamanho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em outra das salas expositivas, estar\u00e1 uma segunda maquete importante, que tamb\u00e9m est\u00e1 sendo inteiramente restaurada. Trata-se da representa\u00e7\u00e3o da cidade de S\u00e3o Paulo. A miniatura retrata a capital paulista no ano de 1841, e foi projetada e confeccionada pelo holand\u00eas Henrique Bakkenist, que a terminou em 1922, ano em que o item passou a integrar o Museu do Ipiranga. A maquete come\u00e7ou a ser produzida em 1920, a partir de plantas e mapas da cidade, com o objetivo principal de reproduzir a S\u00e3o Paulo de 1822, ano da proclama\u00e7\u00e3o da Independ\u00eancia. No entanto, pela escassez de documentos sobre a capital paulista naquele per\u00edodo, a maquete foi elaborada para reproduzir a configura\u00e7\u00e3o da cidade no ano de 1841.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_28205\" aria-describedby=\"caption-attachment-28205\" style=\"width: 511px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-28205 \" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-2-AdobeStock_517533218-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"511\" height=\"383\" data-id=\"28205\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-2-AdobeStock_517533218-300x225.jpeg 300w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-2-AdobeStock_517533218-1024x767.jpeg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-2-AdobeStock_517533218-1536x1150.jpeg 1536w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-2-AdobeStock_517533218-2048x1534.jpeg 2048w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-2-AdobeStock_517533218-150x112.jpeg 150w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-2-AdobeStock_517533218-413x311.jpeg 413w\" sizes=\"(max-width: 511px) 100vw, 511px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-28205\" class=\"wp-caption-text\">Vista a\u00e9rea da reforma do jardim e da fachada do museu<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Novas exposi\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>No Novo Museu do Ipiranga, o p\u00fablico se deparar\u00e1 com 12 exposi\u00e7\u00f5es \u2013 11 de longa dura\u00e7\u00e3o e uma mostra tempor\u00e1ria. As de longa dura\u00e7\u00e3o s\u00e3o divididas em dois eixos tem\u00e1ticos: \u201cPara entender a sociedade\u201d e \u201cPara entender o museu\u201d. A exposi\u00e7\u00e3o de curta dura\u00e7\u00e3o, denominada \u201cMem\u00f3rias da Independ\u00eancia\u201d, estar\u00e1 aberta por quatro meses. O tema foi escolhido por estar diretamente relacionado ao ano de reabertura do museu e ao Bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia, e trar\u00e1 acervos de outras institui\u00e7\u00f5es brasileiras, especialmente do Rio de Janeiro e da Bahia.&nbsp;No total, ser\u00e3o expostos 3.058 itens pertencentes ao acervo do museu, 509 itens de outras cole\u00e7\u00f5es e 76 reprodu\u00e7\u00f5es e fac-s\u00edmiles. A maior parte dos objetos data dos s\u00e9culos XIX e XX, mas h\u00e1 itens mais antigos, que remontam ao Brasil colonial. S\u00e3o pinturas, esculturas, moedas, documentos textuais, fotografias, objetos em tecido e madeira que foram conservados e preparados para fazer parte do novo projeto expogr\u00e1fico.&nbsp;Outro aspecto importante das novas exposi\u00e7\u00f5es \u00e9 a tratativa com a presen\u00e7a de monumentos que homenageiam figuras e situa\u00e7\u00f5es controversas, como est\u00e1tuas de bandeirantes e quadros com representa\u00e7\u00f5es que celebram a destrui\u00e7\u00e3o de miss\u00f5es e popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas. Haver\u00e1 um cuidado especial com essas obras, que devem ser tratadas como documentos hist\u00f3ricos, portanto, como obras que nos informam sobre um modo de pensar de determinados grupos sociais em um determinado per\u00edodo de nossa hist\u00f3ria. O objetivo \u00e9 dar ao visitante os elementos necess\u00e1rios para que ele possa compreender criticamente essas cria\u00e7\u00f5es. Outra das premissas do novo projeto \u00e9 a acessibilidade. Al\u00e9m da acessibilidade f\u00edsica do edif\u00edcio, que foi equipado com elevadores e rampas de acesso, as exposi\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m foram pensadas para oferecer condi\u00e7\u00f5es mais amplas de explora\u00e7\u00e3o do acervo por parte do p\u00fablico. Para isso, 379 pe\u00e7as ter\u00e3o tratamento multissensorial. O processo ainda se completar\u00e1 na programa\u00e7\u00e3o educativa a ser oferecida, com a\u00e7\u00f5es e estrat\u00e9gias de media\u00e7\u00e3o que visam contemplar distintos perfis de p\u00fablico. Os recursos multim\u00eddias ser\u00e3o outra importante forma de se relacionar com os visitantes. Ao longo das 49 salas expositivas, haver\u00e1 mesas interativas com m\u00faltiplos recursos como textos, imagens, monitores audiovisuais e objetos t\u00e1teis.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conhe\u00e7a as 12 exposi\u00e7\u00f5es do Novo Museu do Ipiranga:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Para Entender a Sociedade<\/strong><\/p>\n<p>Esse eixo apresenta para o p\u00fablico as pesquisas desenvolvidas pelo corpo docente do Museu e dizem respeito a processos sociais ligados aos imagin\u00e1rios que alimentam hist\u00f3rias do Brasil, ao universo do trabalho, e \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os dom\u00e9sticos como lugares de forma\u00e7\u00e3o de identidades.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li><strong> Uma Hist\u00f3ria do Brasil:<\/strong>a exposi\u00e7\u00e3o compreende o hall, a escadaria principal e o sal\u00e3o nobre e tem como acervo principal as obras de arte que est\u00e3o integradas \u00e0 arquitetura, como a tela Independ\u00eancia ou Morte, de Pedro Am\u00e9rico. Essa decora\u00e7\u00e3o constitui uma vers\u00e3o da hist\u00f3ria do Brasil produzida para as comemora\u00e7\u00f5es do centen\u00e1rio da Independ\u00eancia em 1922. Coloca em quest\u00e3o a no\u00e7\u00e3o de realidade dessa narrativa, a escolha dos personagens que comp\u00f5em uma vers\u00e3o da hist\u00f3ria do Brasil e o modo como esta vers\u00e3o da hist\u00f3ria do Brasil se subordina \u00e0 hist\u00f3ria paulista.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong> Passados Imaginados:<\/strong>exibe as telas de grandes dimens\u00f5es, al\u00e9m da maquete de gesso representando a cidade de S\u00e3o Paulo em 1841. O foco ser\u00e1 demonstrar que os acontecimentos representados nessas obras n\u00e3o s\u00e3o uma janela para o passado que est\u00e1 ali representado, e sim o processo de cria\u00e7\u00e3o de artistas em determinadas \u00e9pocas. Acostumado a entender estas representa\u00e7\u00f5es como cenas ver\u00eddicas, por conta do modo como foram apresentadas nos livros did\u00e1ticos, o p\u00fablico encontra nessa exposi\u00e7\u00e3o a recontextualiza\u00e7\u00e3o das obras de arte para serem compreendidas dentro do sistema que as produziu.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong> Territ\u00f3rios em Disputa:<\/strong>aqui ser\u00e3o expostos os objetos ligados \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o mais antigos do Museu, que remontam aos s\u00e9culos 16 e 17. S\u00e3o objetos, cartas de sesmaria, mapas e outros documentos que contam como os europeus implantaram nas terras coloniais no\u00e7\u00f5es de territ\u00f3rio que se materializaram n\u00e3o apenas por meio de legisla\u00e7\u00e3o ou da for\u00e7a bruta, mas pelo uso de objetos in\u00e9ditos para os povos ind\u00edgenas.&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><strong> Mundos do Trabalho:<\/strong>a exposi\u00e7\u00e3o trata do universo do trabalho num amplo espectro de atividades desde o per\u00edodo colonial at\u00e9 os dias atuais. Pretende lan\u00e7ar luzes sobre o trabalho an\u00f4nimo de ind\u00edgenas, negros escravizados, forros, homens livres, migrantes, imigrantes e, com isso, trazer quest\u00f5es centrais para a compreens\u00e3o do trabalhado nos dias de hoje. Uma delas ser\u00e1 demonstrar que o trabalho manual ou seriado n\u00e3o pode ser desconectado do trabalho intelectual.&nbsp;&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li><strong> Casas e Coisas:<\/strong>exp\u00f5e o processo de transforma\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os da casa que levou ao esvaziamento de suas fun\u00e7\u00f5es produtivas. A casa era um lugar multifuncional \u2013 o lugar onde se cultivava alimentos, se praticava o com\u00e9rcio, se produziam coisas, onde as crian\u00e7as recebiam educa\u00e7\u00e3o, se realizavam encontros culturais. Ao longo do tempo, essas atribui\u00e7\u00f5es foram sendo transferidas para institui\u00e7\u00f5es espec\u00edficas fora da casa. Ao perder essas fun\u00e7\u00f5es tradicionais, a casa se volta para uma experi\u00eancia in\u00e9dita: fazer parte da forma\u00e7\u00e3o da identidade. \u00c9 no s\u00e9culo 19 que a palavra \u201cinterior\u201d passa a conectar artefatos e espa\u00e7os da casa ao interior ps\u00edquico de seus moradores. Essa mostra n\u00e3o trata de decora\u00e7\u00e3o, mas de como a decora\u00e7\u00e3o se torna a express\u00e3o do car\u00e1ter e da personalidade de seus moradores.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li><strong> A Cidade Vista de Cima:<\/strong>a \u00faltima exposi\u00e7\u00e3o do eixo Para entender a Sociedade fica num espa\u00e7o que leva ao mirante do Edif\u00edcio-Monumento. Nela, ser\u00e3o apresentadas imagens que mostram os diferentes momentos da hist\u00f3ria da cidade de S\u00e3o Paulo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Para Entender o Museu<\/strong><\/p>\n<p>As exposi\u00e7\u00f5es deste eixo trar\u00e3o informa\u00e7\u00f5es sobre a hist\u00f3ria do edif\u00edcio, da institui\u00e7\u00e3o e seu ciclo curatorial (aquisi\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o, cataloga\u00e7\u00e3o, exposi\u00e7\u00e3o). Como analisar processos hist\u00f3ricos nunca \u00e9 um trabalho neutro, \u00e9 fundamental tornar transparente o modo de produ\u00e7\u00e3o desses conhecimentos, buscando distinguir mem\u00f3ria, uma categoria social, da Hist\u00f3ria, uma categoria cognitiva que permite o fen\u00f4meno social da mem\u00f3ria. Al\u00e9m de uma exposi\u00e7\u00e3o introdut\u00f3ria sobre esses temas, o eixo conta com mais quatro exposi\u00e7\u00f5es, que exibir\u00e3o as maiores cole\u00e7\u00f5es do Museu \u2013 medalhas, moedas, imagens e objetos do cotidiano, brinquedos e lou\u00e7as nacionais e estrangeiras. Elas ser\u00e3o utilizadas para demonstrar o funcionamento do ciclo curatorial, discutidos a partir de quatro atividades chamadas de 4Cs \u2013 Coletar, Catalogar, Conservar e Comunicar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li><strong> Para Entender o Museu:<\/strong>exposi\u00e7\u00e3o introdut\u00f3ria sobre o eixo. Conta a hist\u00f3ria do edif\u00edcio e da institui\u00e7\u00e3o, explicando como \u00e9 o trabalho na \u00e1rea de Hist\u00f3ria e Cultura Material, como surgiu o Museu e porque ele foi instalado em um edif\u00edcio projetado para ser um monumento \u00e0 mem\u00f3ria da Independ\u00eancia.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li><strong> Coletar: imagens e objetos.<\/strong>Amostras de cole\u00e7\u00f5es s\u00e3o utilizadas para explicar as mudan\u00e7as nas pol\u00edticas de coleta de documentos, que levaram tanto a uma amplia\u00e7\u00e3o da cadeia de segmentos sociais representados quanto a uma variedade de materiais e t\u00e9cnicas.&nbsp;&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"9\">\n<li><strong> Catalogar: moedas e medalhas. <\/strong>A pr\u00e1tica da cataloga\u00e7\u00e3o ser\u00e1 explorada a partir da tradicional cole\u00e7\u00e3o de moedas e medalhas, que tem formas muito estabelecidas de identifica\u00e7\u00e3o e descri\u00e7\u00e3o de seus materiais e suas simbologias.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"10\">\n<li><strong> Conservar: brinquedos. <\/strong>S\u00e3o centenas de objetos de brincar de casinha ao lado de carrinhos, espa\u00e7onaves e foguetes. Ser\u00e1 poss\u00edvel mostrar o trabalho de conserva\u00e7\u00e3o desde a avalia\u00e7\u00e3o na entrada do item na cole\u00e7\u00e3o, as atividades de higieniza\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o, os modos de embalar e a guarda nas reservas t\u00e9cnicas.&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"11\">\n<li><strong> Comunicar: lou\u00e7as<\/strong>. Ser\u00e1 poss\u00edvel mostrar como se produz uma exposi\u00e7\u00e3o, bem diferente da pr\u00e1tica de simplesmente expor os objetos, relacionada \u00e0 sele\u00e7\u00e3o, cria\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o, portanto, de um processo de conhecimento que est\u00e1 longe de ser neutro ou de atestar uma verdade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_28206\" aria-describedby=\"caption-attachment-28206\" style=\"width: 439px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-28206 \" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-3-300x164.jpg\" alt=\"\" width=\"439\" height=\"240\" data-id=\"28206\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-3-300x164.jpg 300w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-3-1024x560.jpg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-3-150x82.jpg 150w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/foto-3.jpg 1215w\" sizes=\"(max-width: 439px) 100vw, 439px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-28206\" class=\"wp-caption-text\">Detalhe do projeto de restaura\u00e7\u00e3o do museu que celebra a Independ\u00eancia do Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Exposi\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mem\u00f3rias da Independ\u00eancia&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o com dura\u00e7\u00e3o de quatro meses inaugurar\u00e1 a \u00e1rea nova de expans\u00e3o do Museu sob a Esplanada. Aqui, ser\u00e3o tratadas as diferentes pr\u00e1ticas memoriais e comemorativas relacionadas ao processo de Independ\u00eancia, que resultaram em sucessivas celebra\u00e7\u00f5es ao longo dos s\u00e9culos 19, 20 e 21. Por ela, o p\u00fablico poder\u00e1 entender como o processo de ruptura foi tamb\u00e9m disputado por projetos celebrativos e festividades que ocorreram em S\u00e3o Paulo, no Rio de Janeiro (a antiga capital) e em Salvador (onde o processo de Independ\u00eancia s\u00f3 foi conclu\u00eddo em 1823).&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu do Ipiranga ser\u00e1 reinaugurado com o dobro da \u00e1rea constru\u00edda e 12 exposi\u00e7\u00f5es com itens de acervo inteiramente restaurados &nbsp; Com a finaliza\u00e7\u00e3o das obras de amplia\u00e7\u00e3o e restauro do Museu do Ipiranga neste m\u00eas de setembro, como marco do Bicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia, o Brasil ganhar\u00e1 um dos mais completos e modernos museus [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":28204,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[449,5],"tags":[526],"class_list":["post-28203","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque-lateral","category-reporter-regional","tag-reporter"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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