{"id":28113,"date":"2022-08-01T11:16:28","date_gmt":"2022-08-01T14:16:28","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=28113"},"modified":"2024-01-26T11:37:53","modified_gmt":"2024-01-26T14:37:53","slug":"jacqueline-sato-a-encantadora-de-pets","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2022\/08\/01\/jacqueline-sato-a-encantadora-de-pets\/","title":{"rendered":"Jacqueline Sato, a encantadora de pets"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_28115\" aria-describedby=\"caption-attachment-28115\" style=\"width: 305px\" class=\"wp-caption alignright\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-28115\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-240x300.jpg\" alt=\"\" width=\"305\" height=\"381\" data-id=\"28115\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-240x300.jpg 240w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-819x1024.jpg 819w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-1229x1536.jpg 1229w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-1638x2048.jpg 1638w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-120x150.jpg 120w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/1-scaled.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 305px) 100vw, 305px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-28115\" class=\"wp-caption-text\">Jacque com os gatinhos que s\u00e3o sua grande paix\u00e3o; ela tem oito gatos e dois cachorros<\/figcaption><\/figure>\n<p>Atriz, apresentadora e ativista ambiental,&nbsp;Jacqueline&nbsp;Sato&nbsp;se destacou em diversos trabalhos na TV, no cinema e no teatro. Entre os mais recentes esta\u0303o as novelas &#8220;Sol Nascente&#8221; e &#8220;Orgulho e Paixa\u0303o&#8221;, ambas da TV Globo, e a se\u0301rie \u201c(Des)Encontros\u201d, do Canal Sony.&nbsp;Atualmente, ela est\u00e1&nbsp;na s\u00e9rie in\u00e9dita&nbsp;&#8220;Os Ausentes&#8221;, da HBO Max.&nbsp;Como apresentadora, comandou a s\u00e9rie&nbsp;&#8220;Bruce Lee: A Lenda&#8221;&nbsp;e&nbsp;o programa &#8220;Encantadores de Pets&#8221;, da&nbsp;Band. Na\u0303o bastasse todo o resto, ela e\u0301 tambe\u0301m \u00e9 CEO da associac\u0327a\u0303o de protec\u0327a\u0303o animal &#8220;House of Cats&#8221;, que j\u00e1 ajudou cerca de 2 mil gatos a encontrarem lares. L\u00e1&nbsp;eles recolhem gatinhos da rua, e s\u00e3o respons\u00e1veis por todos os cuidados at\u00e9 que encontrem um novo lar. \u00c9 algo bem estruturado e que conta com apoio de veterin\u00e1rios que fazem tamb\u00e9m castra\u00e7\u00e3o, vacina\u00e7\u00e3o, vermifuga\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de muitos outros cuidados. Como ativista ambiental, ela tornou-se recentemente a mais nova embaixadora do Greenpeace Brasil. Entre algumas de suas atitudes visando a preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente, Jacque recicla em casa, n\u00e3o compra cotonete que n\u00e3o seja de madeira ou papel, tem em sua resid\u00eancia uma composteira coreana eletr\u00f4nica que reduz em 90% os res\u00edduos alimentares que vira adubo para plantas,&nbsp;n\u00e3o come carne vermelha tamb\u00e9m pela diminui\u00e7\u00e3o de CO2 no planeta,&nbsp;entre outras atitudes,&nbsp;como, por exemplo, ter participado&nbsp;da&nbsp;a\u00e7\u00e3o&nbsp;para limpar a lagoa de Jacarepagu\u00e1, no Rio de Janeiro.&nbsp;Inclusive, em 2019, no&nbsp;Dia do Meio Ambiente, a atriz, juntamente com&nbsp;o ator Mateus&nbsp;Solano, a empres\u00e1ria e ativista Fe Cortez, e outros artistas brasileiros, foi \u00e0&nbsp;Bras\u00edlia, para entregar uma carta-den\u00fancia endere\u00e7ada ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal contra o desmonte das pol\u00edticas que protegem a vida, a sa\u00fade, os direitos ind\u00edgenas e as riquezas naturais do Brasil. A carta assinada tamb\u00e9m por L\u00e1zaro Ramos, Dira Paes, Gl\u00f3ria Pires, Mait\u00ea Proen\u00e7a, Malu Mader, Ta\u00eds Ara\u00fajo, entre outros, foi entregue em m\u00e3os \u00e0 at\u00e9 ent\u00e3o procuradora-geral da Rep\u00fablica, Raquel Dodge, que conversou com eles por duas horas e meia e ressaltou a necessidade da aproxima\u00e7\u00e3o da sociedade civil com o Minist\u00e9rio P\u00fablico.&nbsp;Nessa entrevista exclusiva, a atriz fala sobre sustentabilidade, preserva\u00e7\u00e3o&nbsp;da&nbsp;natureza, prote\u00e7\u00e3o dos animais, diversidade na TV e de seus pr\u00f3ximos projetos.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>REVISTA REGIONAL: Dentro dos lares brasileiros, cada vez mais fala-se em mundo pet, mas pouco ainda se discute sobre meio ambiente, esp\u00e9cies amea\u00e7adas, aquecimento global e o futuro do planeta. Voc\u00ea como uma figura p\u00fablica e ativista ambiental, acha que podemos, atrav\u00e9s da quest\u00e3o dos animais dom\u00e9sticos, instigar a sociedade a pensar na natureza como um todo?<\/strong><\/p>\n<p>JACQUELINE SATO: \u00c9 triste pensar que temas t\u00e3o urgentes e importantes como todos estes que voc\u00ea elencou permanecem pouco discutidos. \u00c9 cada vez mais importante que todos tomem consci\u00eancia para que haja mudan\u00e7a nas atitudes individuais e coletivas. Sem sabermos dos problemas, e do que \u00e9 necess\u00e1rio fazer para tentar resolv\u00ea-los, nem cobrar dos outros conseguimos. Acho que s\u00e3o muitos os caminhos que podem levar cada indiv\u00edduo a refletir sobre o momento que estamos vivendo. Como cada um de n\u00f3s tem agido, colaborado, ou combatido as quest\u00f5es. Tem gente que s\u00f3 acorda com algo mais alarmista, ou seja, mais pelo medo; mas eu acredito que tem muita gente que pode se conectar sim atrav\u00e9s do amor e empatia. Se as pessoas t\u00eam empatia, e desenvolvem o mais alto grau de amor e cuidado com um animal de estima\u00e7\u00e3o, por que n\u00e3o poderiam estender essa empatia e amor por todos os outros seres, de outras esp\u00e9cies e, inclusive, pela humanidade como um todo? Saber que o que a humanidade vem fazendo tem destru\u00eddo muitas vidas, e ainda destruir\u00e1 muito mais se seguirmos assim, \u00e9 desesperador. Saber que muita gente tem amor pelo seu animal de estima\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o est\u00e1 nem a\u00ed para todos os outros,&nbsp;\u00e9 muito triste.&nbsp;E infelizmente, tem muita gente assim.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea \u00e9 uma das embaixadoras do&nbsp;Greenpeace no Brasil. Como surgiu esse desafio e de que forma \u00e9 sua atua\u00e7\u00e3o e da ONG em terras brasileiras?<\/strong><\/p>\n<p>Foi um presente maravilhoso! Eu j\u00e1 divulgava as campanhas deles, j\u00e1 colaborava mensalmente, durante a pandemia fizemos algumas lives, e creio que perceberam em mim algu\u00e9m que realmente se importa com a causa, da\u00ed o surgimento do convite. A ONG tem um imenso trabalho de coleta de dados e distribui\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es id\u00f4neas e cient\u00edficas, tanto para conscientizar a popula\u00e7\u00e3o, quanto como provas de crimes e formas de pressionar os respons\u00e1veis para que o que \u00e9 certo seja feito. Trabalham com a prote\u00e7\u00e3o da natureza e dos povos origin\u00e1rios de maneira muito organizada e t\u00eam, cada vez mais, unido for\u00e7as para que haja mudan\u00e7a eficaz e r\u00e1pida. Eu colaboro com a parte de Comunica\u00e7\u00e3o, dando ideias para a\u00e7\u00f5es, tentando encontrar formas dessas mensagens chegarem a um n\u00famero cada vez maior de pessoas, e uso da minha voz e visibilidade para fortalecer e&nbsp;espalhar as informa\u00e7\u00f5es e a&nbsp;luta. Uma das a\u00e7\u00f5es que fizemos durante o per\u00edodo de isolamento foi a Brigada Digital. Uma vez que o presencial tinha que ser evitado, convocamos e seguimos convocando as pessoas a se tornarem parte da Brigada Digital, pois uma vez inscritas, receber\u00e3o as informa\u00e7\u00f5es em primeira m\u00e3o e poder\u00e3o agir junto conosco. A press\u00e3o dos cidad\u00e3os no meio digital surte efeito em diversas situa\u00e7\u00f5es, principalmente quando h\u00e1 algum PL (projeto de lei no Congresso Nacional) que pode ser danoso prestes a ser votado. Quando percebem que a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 ciente e contr\u00e1ria, muitas vezes alteram ou postergam, e isso nos ajuda na luta contra a destrui\u00e7\u00e3o. Agora em junho (m\u00eas em que a entrevista foi feita), pela primeira vez, farei uma expedi\u00e7\u00e3o \u00e0 Amaz\u00f4nia com eles. Estou muito feliz em poder colaborar de alguma forma, e de visitar este lugar sagrado que sonho conhecer desde criancinha. Fazer isto n\u00e3o apenas como algu\u00e9m que ama a&nbsp;natureza e est\u00e1 a passeio, mas como algu\u00e9m que est\u00e1 lutando ativamente pela prote\u00e7\u00e3o dela \u00e9 uma das melhores sensa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio dos demais pa\u00edses, principalmente na Europa, n\u00e3o vemos aqui no Brasil uma manifesta\u00e7\u00e3o estudantil em prol do meio ambiente, como aconteceu recentemente no resto do mundo, com a lideran\u00e7a da Greta Thunberg. Isso se deve a que, em sua opini\u00e3o? Falta incentivo por parte de professores, pol\u00edticos e tamb\u00e9m dos formadores de opini\u00e3o?<\/p>\n<p>Acho que falta tudo isso que voc\u00ea mencionou. Falta tanta coisa em nosso pa\u00eds, entre elas,&nbsp;Educa\u00e7\u00e3o e acesso a recursos b\u00e1sicos para grande parte da popula\u00e7\u00e3o. Tem tanta gente que est\u00e1 vivendo na mis\u00e9ria, mal sabe se conseguir\u00e1 comer, est\u00e1 com toda a energia voltada na sobreviv\u00eancia. \u00c9 muito dif\u00edcil esperar que quem est\u00e1 com fome, sem emprego, sem perspectiva nenhuma de um futuro, lutando apenas para sobreviver dia ap\u00f3s dia, pare para pensar no todo, no futuro, em causas ambientais; mas tem muita gente que n\u00e3o est\u00e1 vivendo nessa condi\u00e7\u00e3o limite, que tem razo\u00e1vel ou muito conforto, que tiveram acesso \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o e muito mais, \u00e9 com estas&nbsp;pessoas que eu, particularmente, n\u00e3o me conformo&nbsp;quando elas&nbsp;n\u00e3o&nbsp;t\u00eam&nbsp;um m\u00ednimo de consci\u00eancia.&nbsp;O colapso da natureza \u00e9 uma amea\u00e7a \u00e0 sobreviv\u00eancia de todos n\u00f3s. Mas as pessoas, em geral, sempre pensam que \u00e9 algo que&nbsp;\u201cpoder\u00e1 acontecer\u201d, sem se dar conta que j\u00e1 est\u00e1 acontecendo. Somos o pa\u00eds que det\u00e9m&nbsp;a&nbsp;maior floresta,&nbsp;com a maior biodiversidade,&nbsp;do mundo!&nbsp;Mas grande parte da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o se atenta a isto, n\u00e3o valoriza, n\u00e3o se preocupa com o que tem acontecido; uma parte apenas lamenta, mas nada faz para tentar reverter o quadro, seja se engajar botando a m\u00e3o na&nbsp;massa, ou espalhando informa\u00e7\u00e3o. H\u00e1 muito interesse individual e de curto prazo,&nbsp;talvez n\u00e3o seja a maioria das pessoas&nbsp;que&nbsp;pauta suas a\u00e7\u00f5es pensando no coletivo e no impacto a longo prazo. Essa vis\u00e3o do todo, essa vis\u00e3o de que estamos todos interligados, e que o que fazemos agora impacta gravemente no presente e no&nbsp;futuro,&nbsp;\u00e9 algo que muita gente n\u00e3o para para pensar, e segue vivendo suas vidas buscando apenas o benef\u00edcio pr\u00f3prio, ou no&nbsp;m\u00e1ximo da sua fam\u00edlia e amigos. Sem olhar al\u00e9m. Lideran\u00e7as como a Greta, e todas as pessoas que, de fato, se engajam, n\u00e3o est\u00e3o pensando nelas pr\u00f3prias, no benef\u00edcio r\u00e1pido, est\u00e3o pensando no planeta como um todo, na humanidade como um todo, em tudo o que j\u00e1 aconteceu no passado, no que est\u00e1 acontecendo no agora, e no que acontecer\u00e1 no futuro. \u00c9 uma vis\u00e3o muito&nbsp;al\u00e9m&nbsp;da exist\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea continua atuante em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 causa animal com a House of Cats. Como surgiu a entidade?<\/strong><\/p>\n<p>Sim! Continuo! Estou muito feliz que a atitude que tive aos nove anos de idade, quando resgatei os sete primeiros gatinhos na sa\u00edda da escola, tenha resultado em tirar das ruas e encontrar lares para quase 2 mil gatos at\u00e9 agora. Surgiu&nbsp;naturalmente e por uma necessidade. Como eu disse, o primeiro resgate foi quando tinha&nbsp;nove&nbsp;anos. Resgatei sete gatos na sa\u00edda da escola e levei para casa. Meus pais foram uns amores, e toparam cuidar deles at\u00e9 que encontr\u00e1ssemos tutores respons\u00e1veis. E conseguimos! Repetimos esta pr\u00e1tica de amor outras vezes. N\u00e3o tinha jeito, se aparecesse na minha frente, n\u00e3o conseguia ignorar sabendo que eu poderia fazer algo por aquela vida. E \u00e9 assim at\u00e9 hoje. N\u00e3o era um projeto, e nem imaginava&nbsp;que seria. Apenas sent\u00edamos a necessidade de ajudar os que cruzavam nosso caminho. De ninhadas em ninhadas acolhidas esporadicamente, \u00edamos conseguindo doar os filhotes e as m\u00e3es com&nbsp;relativa&nbsp;facilidade, atrav\u00e9s de conhecidos, e das nossas redes sociais.&nbsp;Como&nbsp;em nosso condom\u00ednio tinham muitos gatinhos abandonados, fomos repetindo o que tinha dado certo. Eu mesma resgatava, cuidava, entrevistava os interessados&#8230; Com o tempo, come\u00e7ou a aumentar a procura por gatinhos, e tamb\u00e9m os pedidos de ajuda. A\u00ed tivemos a ideia de criar uma p\u00e1gina&nbsp;destinada a eles&nbsp;no&nbsp;Facebook e no&nbsp;Instagram para que pud\u00e9ssemos concentrar tudo. Escolhemos o nome e criamos em maio de 2016. Coincidentemente, o ano em que fiz \u201cSol Nascente\u201d (novela), e a minha visibilidade l\u00e1, trouxe visibilidade pela causa animal, e ajudou muitos gatinhos a serem adotados. Mesmo antes j\u00e1 usava da minha imagem e visibilidade para a&nbsp;causa animal, e com o tempo isso s\u00f3 foi se intensificando, tanto para esta causa, como para todas as outras com as quais eu me envolvo. Desde sempre tratamos&nbsp;dos nossos resgatados com muito carinho,&nbsp;como&nbsp;se fossem nossos. Em 2020, em plena pandemia, reformei um espa\u00e7o destinado apenas a eles, todo&nbsp;\u201cgatificado\u201d para garantir que tenham a melhor qualidade de vida poss\u00edvel at\u00e9 encontrarem seus lares.&nbsp;Geralmente, quem j\u00e1 adotou com a gente, recomenda para outras pessoas. E assim seguimos em frente.&nbsp;\u00c9 lindo saber que contribu\u00edmos para a transforma\u00e7\u00e3o de tantas vidas. O aumento do abandono foi enorme nos \u00faltimos anos, mas tamb\u00e9m muita gente decidiu adotar. O problema \u00e9 que a conta continua n\u00e3o fechando, o abandono \u00e9 muito maior. E a\u00ed entramos na coisa da conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia de castrar seus animais. A pessoa que maltrata ou abandona um animal, eu&nbsp;costumo dizer que \u00e9 praticamente caso perdido, muito dif\u00edcil a gente conseguir mostrar pra ela a import\u00e2ncia de cuidar e zelar por uma vida; mas para todas aquelas que gostam dos seus animais, mas deixam eles darem uma voltinha pelas ruas de vez em quando, que n\u00e3o castram por acharem que n\u00e3o precisa ou por que acham caro, \u00e9 pra essas pessoas que fortale\u00e7o o chamado para a conscientiza\u00e7\u00e3o e responsabilidade. Pois existem campanhas de castra\u00e7\u00e3o que s\u00e3o gratuitas, privar o seu animal de estima\u00e7\u00e3o de zanzar pelas ruas garante que ele n\u00e3o morra atropelado, envenenado, ou sofra maus tratos, e tamb\u00e9m ajuda que as organiza\u00e7\u00f5es cuidem apenas daqueles que, realmente, est\u00e3o nas ruas por abandono. Se cada um se responsabilizar e agir no que estiver ao seu alcance, muitas pequenas mudan\u00e7as acontecem e podem se tornar algo maior.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Na dramaturgia como seria poss\u00edvel abordar assuntos importantes relacionados ao meio ambiente e ao futuro do planeta? Voc\u00ea acha que a novela Pantanal pode ser a chance de se colocar essa quest\u00e3o em evid\u00eancia?<\/strong><\/p>\n<p>Eu acredito que sim, que atrav\u00e9s da arte tocamos as pessoas, fazemos com que reflitam e vejam a vida sob uma nova perspectiva, levantamos discuss\u00f5es, inspiramos e geramos mudan\u00e7as. Tor\u00e7o, quero, e tenho muita vontade de me envolver com projetos que tragam estas quest\u00f5es em suas hist\u00f3rias. Acho extremamente relevante. Uma coisa \u00e9 verdade, dificilmente se desenvolve afeto e cuidado com algo que voc\u00ea n\u00e3o conhece, nunca viu; poder ver a&nbsp;natureza, os animais, e as transforma\u00e7\u00f5es todas que v\u00eam acontecendo inseridas numa&nbsp;obra aproxima as pessoas do tema, da quest\u00e3o, e pode ajudar sim a fazer com que elas se importem mais.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Falando em dramaturgia, novelas, filmes e s\u00e9ries ampliaram bastante a diversidade de seus personagens nos \u00faltimos anos, por\u00e9m ainda n\u00e3o vemos elencos asi\u00e1ticos. Como voc\u00ea analisa essa lacuna? Isso dificulta para voc\u00ea e seus colegas?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, \u00e9 curioso pensar, perceber e ouvir de muita gente que, em geral, as pessoas pensam na diversidade sem nos incluir, n\u00f3s amarelos, brasileiros asi\u00e1ticos. J\u00e1 conversei com muita gente, super inteligente e que buscava trazer diversidade e representatividade em seus trabalhos, que confessou nunca ter parado para pensar nisto, de que realmente h\u00e1 uma lacuna enorme. Fomos invisibilizados por muitos e muitos anos, seguimos sendo considerados&nbsp;\u201cestrangeiros\u201d dentro do nosso pr\u00f3prio pa\u00eds em diversas situa\u00e7\u00f5es, o que \u00e9 um grande equ\u00edvoco. A falta de representatividade de pessoas amarelas \u00e9 algo grave e pouco discutido, mas a minha gera\u00e7\u00e3o e as gera\u00e7\u00f5es mais novas t\u00eam levantado, cada vez mais, esta discuss\u00e3o e jogado luz a algo que precisa ser visto e modificado com urg\u00eancia. Nosso pa\u00eds est\u00e1 muito atr\u00e1s neste quesito, e n\u00e3o podemos ficar caladas. Quando voc\u00ea v\u00ea obras internacionais valorizando os talentos asi\u00e1ticos, e sendo um sucesso, que \u00e9 algo crescente, gra\u00e7as a Deus, voc\u00ea fica feliz, mas ao mesmo tempo se questiona do porqu\u00ea aqui ainda n\u00e3o estar havendo este movimento. Sempre me preparei ao&nbsp;m\u00e1ximo, estudei muito para que pudesse realizar meus trabalhos da melhor forma, mas vejo que o preparo n\u00e3o \u00e9 o suficiente quando estamos frente \u00e0 injusti\u00e7a e ao preconceito. H\u00e1 mais coisas a serem constru\u00eddas que v\u00e3o al\u00e9m da nossa pr\u00f3pria capacidade profissional. H\u00e1 que se discutir, levantar esta pauta e fazer com que o maior n\u00famero poss\u00edvel de pessoas perceba que h\u00e1 algo errado.&nbsp;Recentemente, indignada com uma situa\u00e7\u00e3o de Whitewashing, eu criei um grupo de whatsapp com algumas amigas atrizes que tamb\u00e9m t\u00eam suas carreiras consolidadas, apesar das oportunidades pra n\u00f3s serem infinitamente menores, e cada uma foi chamando outras amigas que tamb\u00e9m estavam indignadas com a situa\u00e7\u00e3o e, em menos de 24 horas \u00e9ramos 60 atrizes amarelas conversando sobre este e outros problemas e buscando estrat\u00e9gias de como podemos mudar este cen\u00e1rio. Em menos de uma semana j\u00e1 \u00e9ramos cem atrizes e atores amarelos unidos. E quando voc\u00ea percebe que as dificuldades, as dores, e as injusti\u00e7as n\u00e3o s\u00e3o individuais, fica n\u00edtido o quanto h\u00e1 uma quest\u00e3o maior, e que precisa ser modificada na sociedade como um todo. Fora que te d\u00e1 ainda mais for\u00e7a para lutar e, somando mais vozes, chegamos a mais ouvidos. Nossos v\u00eddeos viralizaram e muita gente ficou chocada com a quantidade de artistas amarelos que existem. Muita gente acreditava que n\u00e3o tinha, e que por isso n\u00e3o nos viam nas obras. Mas somos muitos, e queremos ocupar nossos espa\u00e7os, contar nossas e outras hist\u00f3rias atrav\u00e9s do jeito e olhar \u00fanico que podemos trazer para os projetos. Quanto mais diversidade, mais abrangente, enriquecido e condizente com a vida ficam os projetos. Espero que cada vez mais gente perceba isso e aja nesta dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>E quais s\u00e3o os seus pr\u00f3ximos projetos na \u00e1rea? Pode nos antecipar?<\/strong><\/p>\n<p>Este ano, em princ\u00edpio,&nbsp;desenvolverei projetos pr\u00f3prios, pois se a mudan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 representatividade como eu espero n\u00e3o est\u00e1 vindo de fora, que ela venha de dentro. De fato, s\u00e3o poucos os talentos asi\u00e1tico-brasileiros na frente das telas, mas&nbsp;detr\u00e1s tamb\u00e9m. N\u00e3o s\u00e3o muitos os roteiristas, produtores e diretores. Mas estes cargos s\u00e3o decisivos na hora de determinar quais hist\u00f3rias ser\u00e3o contadas e por quem. Por isso, decidi me movimentar tamb\u00e9m nesta \u00e1rea de cria\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de projetos. Algo completamente novo para mim, mas que certamente trar\u00e1 um novo olhar e novas oportunidades. J\u00e1 tenho um projeto aprovado e em desenvolvimento, mas que n\u00e3o posso falar nada ainda. Mas estou muito feliz em saber que estarei \u00e0 frente de algo que eu sempre quis ver, mas nunca, ou raramente, vi. E tem muitos outros pelo caminho!&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_28117\" aria-describedby=\"caption-attachment-28117\" style=\"width: 214px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-28117 size-medium\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/modelo-capa-2-214x300.jpg\" alt=\"\" width=\"214\" height=\"300\" data-id=\"28117\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/modelo-capa-2-214x300.jpg 214w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/modelo-capa-2-732x1024.jpg 732w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/modelo-capa-2-1098x1536.jpg 1098w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/modelo-capa-2-1464x2048.jpg 1464w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/modelo-capa-2-107x150.jpg 107w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/modelo-capa-2-scaled.jpg 1830w\" sizes=\"(max-width: 214px) 100vw, 214px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-28117\" class=\"wp-caption-text\">A atriz tamb\u00e9m \u00e9 CEO da House of Cats, ONG que resgata animais de rua<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Com o sucesso do streaming, h\u00e1 um leque maior de op\u00e7\u00f5es fora das emissoras abertas e mais vagas de trabalho para os atores brasileiros. Como voc\u00ea analisa esse mercado no pa\u00eds?<\/strong><\/p>\n<p>Acho maravilhoso! Quanto mais ve\u00edculos e oportunidades, melhor. O que a gente torce \u00e9 para que sejam feitas escolhas que estejam de acordo com esse movimento de diversidade, abarcando todas as frentes poss\u00edveis. Na matriz destes streamings a gente percebe que j\u00e1 h\u00e1 este cuidado, tor\u00e7o para que aqui eles tamb\u00e9m tenham esta cautela. E a\u00ed, de novo, que incluam amarelos na tal diversidade. Estive recentemente no Rio2C, que re\u00fane os maiores nomes da ind\u00fastria audiovisual. Fui a palestras de todos os grandes streamings: Prime Video, Netflix, GloboPlay, HBO Max; e todos falaram que a diversidade era um dos focos deles. De fato, havia projetos lindos contemplando a representatividade de muita gente que seguiu anos sendo sub representada. Fiquei muito feliz em ver a concretude do que eles falam, nos projetos que ali foram apresentados. Mas, quando se fala da nossa parcela da popula\u00e7\u00e3o, n\u00f3s asi\u00e1tico-brasileiros, de novo, seguimos invisibilizados. At\u00e9 quando? Neste ponto, fiquei triste. Mas tenho usado esse buraco, esse n\u00e3o conformismo para criar, e espero que em breve a gente tamb\u00e9m fa\u00e7a parte deste&nbsp;\u201cpainel da diversidade\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Para terminar, fale-nos um pouco sobre os seus pets. Quantos s\u00e3o e qual sua rotina com cada um deles?<\/strong><\/p>\n<p>Ah os amores da minha vida! (risos) Nossa, o amor que a gente tem por eles \u00e9 algo muito \u00fanico, n\u00e9? Eu tenho uma conex\u00e3o profunda com cada um deles. \u00c9 incr\u00edvel&nbsp;como eles conseguem transformar nosso dia, sempre para melhor. Tenho tr\u00eas gatos: Linda, Paul e Moti. Mas na casa dos meus pais tem mais cinco: Guinness, Mew, Chaplin, Paola e Yuki; que seguem sendo meus tamb\u00e9m. E tem meus dois cachorros: Paul e Liza. Todos os meus animais foram adotados ou resgatados. Amo demais cada um deles. Cada um com sua personalidade e jeito \u00fanico de existir. Com os gatinhos, brinco duas vezes por dia e logo em seguida dou sach\u00ea, \u00e9 sagrado, \u00e9 um momento nosso de intera\u00e7\u00e3o e divers\u00e3o; e eles me acompanham sempre no que eu estiver fazendo em casa, seja aqui respondendo entrevista, assistindo a uma s\u00e9rie, arrumando a bagun\u00e7a&#8230; S\u00e3o muito parceiros. N\u00e3o conhece gato quem diz que gato \u00e9 independente e n\u00e3o liga para a dona. Eles s\u00e3o mega carinhosos. E com os cachorros, amo sair para caminhar com eles; \u00e9 um momento de me desligar de tudo e estar presente apenas com eles. E, nossa, como isso recarrega a barrinha de energia e de alegria!&nbsp;<\/p>\n<p>entrevista e texto: Renato Lima<\/p>\n<p>fotos: Gigi Kassis<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atriz, apresentadora e ativista ambiental,&nbsp;Jacqueline&nbsp;Sato&nbsp;se destacou em diversos trabalhos na TV, no cinema e no teatro. 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