{"id":22978,"date":"2020-07-28T11:04:34","date_gmt":"2020-07-28T14:04:34","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=22978"},"modified":"2024-01-26T09:48:47","modified_gmt":"2024-01-26T12:48:47","slug":"a-escola-no-pos-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2020\/07\/28\/a-escola-no-pos-pandemia\/","title":{"rendered":"A escola no p\u00f3s-pandemia"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_22979\" aria-describedby=\"caption-attachment-22979\" style=\"width: 469px\" class=\"wp-caption alignright\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-22979\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/AdobeStock_340840247-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"469\" height=\"313\" data-id=\"22979\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/AdobeStock_340840247-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/AdobeStock_340840247-300x200.jpg 300w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/AdobeStock_340840247-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/AdobeStock_340840247-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/AdobeStock_340840247-150x100.jpg 150w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/AdobeStock_340840247-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 469px) 100vw, 469px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-22979\" class=\"wp-caption-text\">Estudante tem aula online; retorno \u00e0s escolas depende de muita cautela, apontam os especialistas<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>A pandemia de covid-19 deixou evidente o quanto a escola brasileira n\u00e3o acompanhou as mudan\u00e7as da educa\u00e7\u00e3o moderna e que retomar as atividades educacionais vai muito al\u00e9m de uma quest\u00e3o de seguran\u00e7a sanit\u00e1ria. Ser\u00e3o necess\u00e1rias medidas que mudem a educa\u00e7\u00e3o geral como um todo, da forma\u00e7\u00e3o de professores \u00e0 transi\u00e7\u00e3o de uma cultura digital humanizadora educacional<\/strong><\/p>\n<p>A volta \u00e0s aulas, prevista para setembro no Estado, ainda \u00e9 um assunto delicado, j\u00e1 que o pa\u00eds concentra um dos maiores n\u00fameros de casos de coronav\u00edrus no mundo. O maior debate em torno do tema se d\u00e1 exatamente por uma parte dos pais que teme levar os filhos para a escola e a outra n\u00e3o tem com quem deixar as crian\u00e7as, com o poss\u00edvel retorno ao trabalho.<\/p>\n<p>A realidade \u00e9 que a retomada escolar d\u00e1 pesadelos e mexe com o emocional n\u00e3o apenas dos pais e fam\u00edlias, mas tamb\u00e9m dos educadores, diretores e donos de escolas. Como garantir seguran\u00e7a sanit\u00e1ria sem perder o diferencial e a pedagogia? A volta \u00e9 muito mais complexa e desafiadora e encontrar o plano ideal n\u00e3o \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil.<\/p>\n<p>Antes de falarmos em adequa\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias e espa\u00e7os delimitados vamos tratar da educa\u00e7\u00e3o em si, de uma forma geral. O mestre e doutor C\u00e9sar Nunes, titular da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da Unicamp, na \u00e1rea de Filosofia da Educa\u00e7\u00e3o, afirma que a pandemia acentuou e acelerou o processo de transforma\u00e7\u00e3o do modelo pedag\u00f3gico no Brasil. \u201cA covid-19 nos tirou a venda dos olhos e vai acentuar o decl\u00ednio do modelo da pedagogia tradicional, nas escolas p\u00fablicas e particulares brasileiras\u201d.<\/p>\n<p>Professor C\u00e9sar, defensor de uma escola menos tradicional e mais humanizada, explica que a educa\u00e7\u00e3o brasileira n\u00e3o acompanhou as mudan\u00e7as da educa\u00e7\u00e3o moderna e seguiu o lado conservador do magistrocentrismo, que \u00e9 a escola centrada no poder do professor. E foi exatamente esse modelo de escola tradicional que foi muito afetado com a pandemia e agora \u00e9 a hora de estudar e adaptar uma mudan\u00e7a para a volta \u00e0 escola. \u201cFicou evidente que a escola n\u00e3o \u00e9 um lugar para falar o tempo inteiro e a cada dois meses fazer uma avalia\u00e7\u00e3o para ele lembrar o que foi dito. Atualmente, os grandes exames e vestibulares inteligentes t\u00eam que ajudar o aluno a pensar, a sentir e a ter opini\u00e3o. Vai al\u00e9m de um dep\u00f3sito de informa\u00e7\u00e3o, pois ela est\u00e1 dispon\u00edvel na internet, em site de buscas. A informa\u00e7\u00e3o a servi\u00e7o da vida \u00e9 a pedagogia e o professor\u201d.<\/p>\n<p>O mundo p\u00f3s-pandemia infelizmente n\u00e3o nos permite voltar \u00e0 normalidade de antes. Assim como todos os demais setores, a educa\u00e7\u00e3o deve passar por uma revolu\u00e7\u00e3o na maneira de trabalhar, devido aos impactos das tecnologias digitais. Para isso ser\u00e1 necess\u00e1rio percorrer um longo caminho, fazer uma transi\u00e7\u00e3o de antigos e novos tempos a m\u00e9dio e curto prazo, investir em uma pol\u00edtica p\u00fablica de forma\u00e7\u00e3o de professores e novas tecnologias para que eles possam seguir suas aulas e, principalmente, ter uma pol\u00edtica trabalhista que os assegure melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho.<\/p>\n<p>Assim que decretada a pandemia, as escolas foram fechadas e, do dia para a noite, professores trocaram a lousa pela tela do computador e passaram a ministrar aulas online, totalmente despreparados, \u00e0s pressas, com o \u00fanico objetivo de n\u00e3o parar o calend\u00e1rio escolar. O resultado foi simplesmente desastroso: pais sem um pingo de metodologia viraram professores do dia para a noite, alunos n\u00e3o absorveram os conte\u00fados e os professores trabalharam exaustivamente, muito com precariedade e sem<\/p>\n<p>recurso algum, afinal nenhuma escola no pa\u00eds estava preparada para aulas \u00e0 dist\u00e2ncia e conte\u00fados que pudessem ser absorvidos de tal forma.<\/p>\n<p>\u201cO que os professores fizeram lamentavelmente durante esta pandemia no Brasil foi tomar consci\u00eancia da nossa trag\u00e9dia educacional, porque em nome da aula remota, com muita boa vontade, n\u00f3s acabamos por fazer uma gambiarra tecnol\u00f3gica, uma improvisa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o torna as aulas org\u00e2nicas. Eu n\u00e3o os condeno, muito pelo contr\u00e1rio, her\u00f3is foram os que fizeram o que puderam. Por isso, \u00e9 importante incluir uma pol\u00edtica p\u00fablica que a m\u00e9dio e longo prazo produza nos professores uma alfabetiza\u00e7\u00e3o e uma pedagogiza\u00e7\u00e3o digital. Que fa\u00e7a a professora da educa\u00e7\u00e3o infantil aprender a mexer em um computador ou smartphone e aplicar em sala de aula da forma correta, para que a digitalidade seja um instrumento pedag\u00f3gico e n\u00e3o simplesmente uma transmiss\u00e3o remota de uma aula tradicional\u201d, afirma o professor.<\/p>\n<p>Ele completa que \u201ca cultura digital que temos que construir precisa ser humanizadora, com elementos de narrativas afetivas e socioemocionais qualificantes, criativas, n\u00e3o substituindo o professor e n\u00e3o autorizando as fam\u00edlias a tomar o lugar de um professor\u201d. C\u00e9sar ressalta que tamb\u00e9m ser\u00e1 preciso um novo relacionamento com as fam\u00edlias e n\u00e3o conversar apenas quando o filho tem algum problema de nota ou comportamento na escola. \u201cN\u00f3s teremos que ter uma alimenta\u00e7\u00e3o cont\u00ednua no desenvolvimento pedag\u00f3gico das crian\u00e7as, se quisermos os pais acompanhando o processo pedag\u00f3gico\u201d.<\/p>\n<p><strong>Retomada sem pressa e segura<\/strong><\/p>\n<p>Educadores e psic\u00f3logos afirmam que as determina\u00e7\u00f5es de uma retomada \u00e0 escola devem ser definidas de uma forma muito bem estudada e sem pressa, colocando em evid\u00eancias todos os riscos sanit\u00e1rios e emocionais das crian\u00e7as, fam\u00edlias e profissionais envolvidos. Al\u00e9m disso, exige uma remodelagem do espa\u00e7o e da din\u00e2mica da escola, medidas que envolvem investimento em recursos humanos e at\u00e9 mesmo espa\u00e7o f\u00edsico, contrapartida financeira que as escolas dificilmente ter\u00e3o no atual momento pand\u00eamico.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma outra escola que est\u00e1 nascendo. Precisamos adequar padr\u00f5es de mobilidade, conviv\u00eancia, espa\u00e7o, de tudo. Teremos uma nova era e se conseguirmos garantir as qualidades humana e pedag\u00f3gica, a inclus\u00e3o da cultura digital como instrumento de manejo do professor, n\u00f3s seremos muito melhores do que fomos todos os demais anos\u201d, comenta C\u00e9sar.<\/p>\n<p>J\u00e1 a psic\u00f3loga especialista em Neuropsicologia, Julyany Rodrigues Gon\u00e7alves, de Salto, afirma que a pandemia alterou a rotina de pais, filhos e educadores de forma abrupta e diante do atual cen\u00e1rio, voltar demanda um preparo n\u00e3o apenas para as crian\u00e7as, mas de toda a comunidade escolar, no sentido de construir o maior n\u00famero de informa\u00e7\u00f5es e orienta\u00e7\u00f5es poss\u00edveis para auxiliar professores, funcion\u00e1rios e fam\u00edlias para um retorno acolhedor e seguro. \u201cA escola nunca mais ser\u00e1 a mesma, uma vez que demandar\u00e1 novas formas de lidar com os conte\u00fados escolares, com os procedimentos de rotina e, em especial, com as rela\u00e7\u00f5es humanas\u201d, afirma.<\/p>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que pa\u00edses com mais estrutura econ\u00f4mica como China e Fran\u00e7a investiram recursos em seguran\u00e7a sanit\u00e1ria para garantir a volta \u00e0s escolas e recuaram assim que novos casos de covid-19 come\u00e7aram a surgir. Para o professor C\u00e9sar, se o Brasil tiver clareza e racionalidade, o ideal \u00e9 n\u00e3o retomar as aulas em 2020 e nos espelharmos em pa\u00edses com realidades econ\u00f4micas diferentes da nossa n\u00e3o \u00e9 a forma<\/p>\n<p>correta de conduzir uma retomada escolar p\u00f3s-pandemia. \u201cCom muita coragem e responsabilidade teremos que olhar para n\u00f3s mesmos e caminhar sozinhos, sem ajuda do governo\u201d, observa.<\/p>\n<p>Para a psic\u00f3loga Julyany Rodrigues, tudo indica que o retorno presencial seja gradual, levando em considera\u00e7\u00e3o a necessidade de uma nova adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es que ser\u00e3o impostas. Essas medidas devem contemplar a mescla de atividades remotas e presenciais, de forma que a nova din\u00e2mica escolar seja constru\u00edda daqui para frente.<\/p>\n<p>\u201cPensando no retorno gradual, as escolas tamb\u00e9m precisar\u00e3o incluir em suas aulas remotas, informa\u00e7\u00f5es, orienta\u00e7\u00f5es e conte\u00fados que abordem a quest\u00e3o da sa\u00fade individual e coletiva com as crian\u00e7as, com as fam\u00edlias e construindo novos combinados de conviv\u00eancia social que garantam a seguran\u00e7a de todos. \u00c9important\u00edssimo destacar que agora, mais do que nunca, o desenvolvimento das habilidades socioemocionais de toda a comunidade escolar \u00e9 indispens\u00e1vel para esse novo cen\u00e1rio que se imp\u00f5e e talvez seja um momento prop\u00edcio para aprofundarmos a reflex\u00e3o e a pr\u00e1tica de novos valores que permitam a t\u00e3o necess\u00e1ria humaniza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es em todo os \u00e2mbitos da sociedade\u201d, afirma Julyany.<\/p>\n<p><strong>Ano letivo perdido?<\/strong><\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 perda do ano letivo de 2020, professor C\u00e9sar Nunes afirma que infelizmente j\u00e1 tivemos as perdas social e ps\u00edquica e que n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel consertar tudo agora, de uma hora para a outra. Ele ressalta que \u00e9 importante n\u00e3o pensar apenas na escola eletiva, pois o mais importante para o aluno \u00e9 n\u00e3o perder a cultura vivencial e para garantir isso \u00e9 preciso inventar narrativas para as crian\u00e7as, melhorar a compreens\u00e3o da sociedade, desenvolver a quest\u00e3o da ambientabilidade e da familiaridade. \u201cCom isso, aquele ano que a gente n\u00e3o foi para a escola por causa de um v\u00edrus foi tamb\u00e9m o que mais se conviveu com os pais, que mais se brincou em casa. Temos que ressignificar 2020, ter criatividade, paci\u00eancia e disposi\u00e7\u00e3o afetiva para construir uma experi\u00eancia humanizadora que venha diminuir os impactos das perdas letivas deste ano. \u00c9 mais prudente permanecer em casa do que fazer uma volta insegura, pois n\u00e3o h\u00e1 seguran\u00e7a nem nos protocolos mundiais de sa\u00fade\u201d, afirma.<\/p>\n<p>\u201cNesse momento \u00e9 prefer\u00edvel que a gente perca a presen\u00e7a com a escola do que perder a rela\u00e7\u00e3o com a escola. Precisamos refor\u00e7ar que conseguimos com um ou dois anos recuperar o que foi perdido at\u00e9 o momento. Nossa educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mais de s\u00e9rie e sim de ciclo e isso \u00e9 poss\u00edvel se a gente planejar e tirar aquela vis\u00e3o do professor tradicional. D\u00e1 para planejar com serenidade a educa\u00e7\u00e3o infantil, fundamental e m\u00e9dia e para isso precisamos de intelig\u00eancia, media\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica e cuidado para poder fazer a travessia\u201d, finaliza C\u00e9sar.<\/p>\n<p>Reportagem de Aline Queiroz<\/p>\n<p>Foto: AdobeStock<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pandemia de covid-19 deixou evidente o quanto a escola brasileira n\u00e3o acompanhou as mudan\u00e7as da educa\u00e7\u00e3o moderna e que retomar as atividades educacionais vai muito al\u00e9m de uma quest\u00e3o de seguran\u00e7a sanit\u00e1ria. 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