{"id":2213,"date":"2012-01-30T10:06:41","date_gmt":"2012-01-30T13:06:41","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=2213"},"modified":"2024-01-26T09:22:09","modified_gmt":"2024-01-26T12:22:09","slug":"o-riso-como-antibiotico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/01\/30\/o-riso-como-antibiotico\/","title":{"rendered":"O riso como antibi\u00f3tico"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em><\/p>\n<figure id=\"attachment_2214\" aria-describedby=\"caption-attachment-2214\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a rel=\"attachment wp-att-2214\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/vida-riso-640x480.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2214   \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/vida-riso-640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"342\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/vida-riso-640x480.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/vida-riso-640x480-300x267.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2214\" class=\"wp-caption-text\">O riso \u00e9 um importante elemento de combate ao estresse; ligado diretamente ao nosso sistema central, \u00e9 considerado ainda uma v\u00e1lvula de escape \u00e0s in\u00fameras press\u00f5es do dia a dia<\/figcaption><\/figure>\n<p>O bom humor reduz a press\u00e3o sangu\u00ednea e o n\u00edvel de horm\u00f4nios que afetam nosso sistema imunol\u00f3gico<\/em><\/p>\n<p><strong><em> <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 sorriu hoje? Pergunta simples, mas que muita gente vai parar para pensar. Talvez fique mais f\u00e1cil arrancar um sorriso do seu rosto se souber que o bom humor, segundo especialistas, reduz a press\u00e3o sangu\u00ednea e o n\u00edvel de horm\u00f4nios que afetam nosso sistema imunol\u00f3gico. \u00c9 ou n\u00e3o \u00e9 um bom motivo?<\/p>\n<p>A risada \u00e9 um importante elemento de combate ao estresse, ligado diretamente ao nosso sistema central, \u00e9 considerada, ainda, uma v\u00e1lvula de escape \u00e0s in\u00fameras press\u00f5es do dia a dia e, inclusive, \u00f3tima ferramenta no aux\u00edlio \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o de pacientes internados em hospitais. \u201cDiversas pesquisas comprovam os benef\u00edcios do riso e seus efeitos positivos na recupera\u00e7\u00e3o do paciente, como diminui\u00e7\u00e3o da ansiedade, aumento das defesas imunol\u00f3gicas e relaxamento\u201d, fala a psic\u00f3loga da Unimed, Estela Ramires.<\/p>\n<p>O riso \u00e9 uma ferramenta de comunica\u00e7\u00e3o inata ao ser humano e, de acordo com especialistas, entre suas diversas fun\u00e7\u00f5es est\u00e1 a de auxiliar a produ\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas que previnem infec\u00e7\u00f5es e de aumentar a produ\u00e7\u00e3o de endorfina, subst\u00e2ncia que diminui a dor. \u201cNa psicologia, a rela\u00e7\u00e3o entre as emo\u00e7\u00f5es e a sa\u00fade \u00e9 abordada h\u00e1 bastante tempo e, por causa dela, surgiu o termo psicossom\u00e1tico, ou seja, as emo\u00e7\u00f5es afetando o soma (corpo). Muitos conflitos psicol\u00f3gicos encontram no corpo sua forma de express\u00e3o. Sentimentos negativos, como tristeza, ansiedade e \u00f3dio, t\u00eam efeito cumulativo no organismo, podendo causar, com o passar dos anos, problemas s\u00e9rios de sa\u00fade. Algumas doen\u00e7as bastante conhecidas t\u00eam em sua base um importante fator emocional, como as coronarianas e as de pele\u201d, fala a psic\u00f3loga Mariana Azevedo.<\/p>\n<p>O riso \u00e9 uma express\u00e3o genu\u00edna de alegria desencadeada por nosso sistema nervoso, originada pelo centro imag\u00e9tico, que fica no chamado sistema l\u00edmbico, localizado embaixo do c\u00f3rtex cerebral. Isso quer dizer que geralmente \u00e9 estimulado por meio da mem\u00f3ria afetiva e n\u00e3o exige compreens\u00e3o racional, explicado quando rimos espontaneamente de nossos erros. \u201cAcredito que todas as doen\u00e7as t\u00eam uma liga\u00e7\u00e3o com o psicol\u00f3gico, mas as pessoas ainda n\u00e3o est\u00e3o preparadas para lidar com esse lado subjetivo. Muitas vezes n\u00e3o damos, ou n\u00e3o aprendemos a dar valor aos nossos sentimentos, negligenciando ou ignorando nosso pr\u00f3prio estado mental como se o corpo n\u00e3o fosse uma integridade entre f\u00edsico e emocional. Entrar em contato com nossas emo\u00e7\u00f5es \u00e0s vezes pode parecer aterrorizador, ent\u00e3o, passamos a vida \u2018jogando a sujeira embaixo do tapete\u2019 e, quando percebemos, estamos acometidos por graves doen\u00e7as. Vamos buscar o autoconhecimento, entender e tratar nossas emo\u00e7\u00f5es para vivermos melhor e mais bem humorados, assim, poderemos rir da vida e de n\u00f3s mesmos!\u201d, completa a psic\u00f3loga Mariana.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Os hospitais e o riso<\/strong><\/p>\n<p>Riso e hospital. Duas palavras que n\u00e3o combinam entre si, afinal, ningu\u00e9m vai dar uma \u201cvoltinha\u201d por entre macas, rem\u00e9dios, seringas, aparelhos e diagn\u00f3sticos. N\u00e3o \u00e9 mesmo? Para o analista de Marketing Fernando Gardiolo, \u201cpassear\u201d pelos hospitais de nariz vermelho e roupas coloridas, \u00e9 programa fixo aos s\u00e1bados. \u201cEsse \u00e9 meu programa desde 2006, das 14h \u00e0s 17h\u201d, comenta. \u201cAlguns pacientes n\u00e3o recebem visitas e contam com a nossa companhia para ter um momento de conversa e descontra\u00e7\u00e3o. Nossa presen\u00e7a faz com que eles passem pelo dif\u00edcil momento com mais facilidade\u201d, completa.<\/p>\n<p>Fernando, assim como muitos outros volunt\u00e1rios, encontrou nos hospitais a alegria que faltava para a sua vida, pois tirar um sorriso de quem est\u00e1 em uma cama de hospital, \u00e9 uma tremenda alegria para quem se disp\u00f5e ao ato. \u201c\u00c9 uma experi\u00eancia muito valiosa onde me sinto bem e vejo pessoas muito boas, que apesar de estarem em situa\u00e7\u00f5es ruins, tiram de letra a fase com alegria e muita for\u00e7a. Faz minha vida valer um pouco mais a pena!\u201d, exemplifica.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica de humanizar os ambientes hospitalares tornou-se conhecida no Brasil gra\u00e7as a Wellington Nogueira, que em 1991, fundou o grupo Doutores da Alegria. O m\u00e9dico especialista em besteirol integrou o Clown Care Unit, formado por artistas treinados para levar alegria a crian\u00e7as internadas em hospitais de Nova York. No Brasil, os Doutores da Alegria se tornaram bastante respeitados e disseminaram o conceito de utilizar a arte do palha\u00e7o no processo de recupera\u00e7\u00e3o, minimizando os traumas da hospitaliza\u00e7\u00e3o e as dificuldades com as doen\u00e7as graves, principalmente das crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Com fantoches, hist\u00f3rias, brinquedos, bexigas e muita alegria, diversos grupos similares come\u00e7aram a surgir pelo pa\u00eds, como \u00e9 o caso do Hospitalha\u00e7os, no qual Fernando faz parte, e o Plant\u00e3o da Alegria, que visita o Hospital da Unimed Salto-Itu. O cirurgi\u00e3o pedi\u00e1trico da Unimed, Paulo Roberto Bueno, concorda que o contato entre o profissional e o paciente \u00e9 vital para que haja cumplicidade e ele se sinta seguro. Para ganhar a confian\u00e7a das crian\u00e7as, ele utiliza instrumentos musicais como o pandeiro, que alia cor, movimento e som; viol\u00e3o e flauta. \u201cA gente toca junto at\u00e9 o centro cir\u00fargico e o adormecer \u00e9 mais tranquilo\u201d, conta Paulo.<\/p>\n<p>Com brincadeiras, roupas coloridas e criatividade, o ambiente come\u00e7a a mudar logo que os palha\u00e7os entram no ambiente, geralmente branco. Parece que a alegria vai fazendo um rastro por onde a trupe passa, e at\u00e9 os profissionais, t\u00e3o acostumados a conviverem com a dor do pr\u00f3ximo, se sentem bem e esbo\u00e7am um sorriso. O ambiente fica mais leve, e todos voltam a ser crian\u00e7as. \u201cN\u00e3o h\u00e1 como negar que a risada \u00e9 um elemento importante no combate do estresse, inclusive com fun\u00e7\u00e3o no auxilio \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o de pacientes internados em hospitais, e a\u00ed temos o belo trabalho dos Doutores da Alegria, por exemplo. Os doentes se tornam mais motivados a lutarem contra suas doen\u00e7as, mostrando uma resposta melhor ao tratamento\u201d, finaliza Mariana.<\/p>\n<p>E a\u00ed, j\u00e1 sorriu hoje?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O limite \u00e9 a gargalhada <\/strong><\/p>\n<p>No aspecto f\u00edsico, o riso mexe com todos os m\u00fasculos da face e de outras partes do nosso corpo. Provoca contra\u00e7\u00f5es que atingem a parede tor\u00e1cica, o abd\u00f4men, o diafragma e aumentam o fluxo sangu\u00edneo nos \u00f3rg\u00e3os. Ao acelerar a frequ\u00eancia card\u00edaca, proporciona a dilata\u00e7\u00e3o das art\u00e9rias, levando tamb\u00e9m \u00e0 queda de press\u00e3o arterial.<\/p>\n<p>\u00c9 um verdadeiro exerc\u00edcio, que favorece a descontra\u00e7\u00e3o e o relaxamento. O limite dessa zona de bem-estar \u00e9 a gargalhada cont\u00ednua, que \u00e9 uma sensa\u00e7\u00e3o de prazer pr\u00f3xima ao orgasmo. Segundo estudos isso ocorre porque a frequ\u00eancia do cora\u00e7\u00e3o aumenta em 45%. Em casos extremos, pode provocar desmaios, estado chamado de tetania, em que h\u00e1 uma hiperoxigena\u00e7\u00e3o, causando o enrijecimento da musculatura, por isso o sinal de alerta \u00e9 dado quando o riso come\u00e7a a causar dor, que pode irradiar da face para o peito, a barriga, fazendo at\u00e9 com que saia urina sem querer.<\/p>\n<p><em>reportagem de Yara Alvarez<\/em><\/p>\n<p><em>foto: Microfoto<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O bom humor reduz a press\u00e3o sangu\u00ednea e o n\u00edvel de horm\u00f4nios que afetam nosso sistema imunol\u00f3gico Voc\u00ea j\u00e1 sorriu hoje? Pergunta simples, mas que muita gente vai parar para pensar. 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