{"id":2167,"date":"2012-01-30T09:01:52","date_gmt":"2012-01-30T12:01:52","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=2167"},"modified":"2024-01-26T10:52:34","modified_gmt":"2024-01-26T13:52:34","slug":"itu-402-anos-expressoes-da-arte-ituana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2012\/01\/30\/itu-402-anos-expressoes-da-arte-ituana\/","title":{"rendered":"Itu 402 anos: express\u00f5es da arte ituana"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">\n<figure id=\"attachment_2168\" aria-describedby=\"caption-attachment-2168\" style=\"width: 448px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a rel=\"attachment wp-att-2168\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu-1.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2168   \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu-1.jpg\" alt=\"\" width=\"448\" height=\"281\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu-1.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu-1-300x187.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 448px) 100vw, 448px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2168\" class=\"wp-caption-text\">Largo do Carmo: capela possui importante acervo art\u00edstico da cidade <\/figcaption><\/figure>\n<p>O que \u00e9 a arte sen\u00e3o uma abrangente representa\u00e7\u00e3o metaf\u00f3rica de cada \u00e9poca? O patrim\u00f4nio art\u00edstico \u00e9 um legado diferenciado, porque nos permite um contato sens\u00edvel com outro tempo, contato provocativo, cr\u00edtico e profundo, registrado pelo artista, que dimensiona em sua obra, a express\u00e3o de seu olhar alternativo, impressa em cores e formas.<\/p>\n<p>H\u00e1 quatro s\u00e9culos assentada nestes campos de Pirapitingui a gente ituana viu surgir expoentes que encontram na arte a forma de desvendar seu universo, de revelar sua cultura, sua cren\u00e7a, suas afli\u00e7\u00f5es, sua consci\u00eancia de mundo. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel falar em arte ituana sem olhar para o patrim\u00f4nio erigido, fruto de uma sociedade que viveu, entre os s\u00e9culos XVIII e XIX, um dos mais not\u00f3rios enriquecimentos econ\u00f4micos de S\u00e3o Paulo. Temos, hoje, o privil\u00e9gio de viver em uma cidade na qual a compreens\u00e3o de todo se faz din\u00e2mica, pela presen\u00e7a marcante de linguagem art\u00edstica, concebida na motiva\u00e7\u00e3o interior daqueles que se tornaram int\u00e9rpretes das contradi\u00e7\u00f5es de sua realidade, artistas que vivenciaram, em cada tempo, diversos movimentos e tend\u00eancias culturais. O resultado comovente \u00e9 o belo entre n\u00f3s. Havemos de lembrar aqui dos melhores expoentes da nossa arte.<\/p>\n<p>No ep\u00edlogo do s\u00e9culo XVIII ao florescimento do ciclo a\u00e7ucareiro ituano, instalou-se na vila de Itu o mineiro, de Sabar\u00e1, Jos\u00e9 Patr\u00edcio da Silva Manso (1740 \u2013 1801), vindo de S\u00e3o Paulo, contratado pela abastada Maria Francisca Vieira, a fim de decorar o forro da capela mor da igreja matriz, fingir de pedras o ret\u00e1bulo, altares laterais e p\u00falpito, ultimamente constru\u00eddo e dedicado \u00e0 Virgem Candel\u00e1ria. Ele reproduziu, naquele teto, a cena da apresenta\u00e7\u00e3o do Menino Jesus a Sime\u00e3o, no templo de Jerusal\u00e9m, tendo por figura central a Virgem.<\/p>\n<p>A est\u00e9tica acompanhava os padr\u00f5es coloniais que, por sua vez, ainda eram consoantes ao Barroco\/Rococ\u00f3 europeu. O altar, elegantemente talhado em estilo Joanino, foi coroado com a pintura de um majestoso forro c\u00f4ncavo, que oferece especo mais amplo \u00e0 cena do templo do velho sacerdote judeu. Silva Manso, conhecido em S\u00e3o Paulo, pelas pinturas em igrejas conventuais, executou em Itu uma bela e expressiva pintura, no per\u00edodo colonial paulista. O medalh\u00e3o central, cercado de dezenas de elementos decorativos e imagens de santos da Igreja, \u00e9 inspirado no rococ\u00f3 em decl\u00ednio. A obra se completa nas paredes, em telas na quais reproduz alguns personagens j\u00e1 dispostos no entablamento. Distingue-se a obra pela qualidade do artista, senhor de poucos e inexpressivos modelos, mas que ofereceu aspectos not\u00f3rios \u00e0 exagerada igreja m\u00e3e ituana.<\/p>\n<p>O primeiro artista efetivamente da terra, se bem que nascido em Santos, mas completamente radicado em Itu, foi o Padre Jesu\u00edno do Monte Carmelo (1764 \u2013 1819), talvez disc\u00edpulo de Silva Manso. Sua obra, ancorada no mestre, inspirou-se naquela, mas representou certa concep\u00e7\u00e3o de liberdade, que o pintor, compositor, arquiteto e orador vivenciou aqueles interessantes anos de florescimento iluminista em Itu. M\u00e1rio de Andrade escreveu o primeiro estudo acad\u00eamico jesu\u00ednico no qual buscou delinear tra\u00e7os psicossom\u00e1ticos a fim de compreender esse curioso invencionismo do padre artista.<\/p>\n<figure id=\"attachment_2169\" aria-describedby=\"caption-attachment-2169\" style=\"width: 403px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-2169\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2169  \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu.jpg\" alt=\"\" width=\"403\" height=\"362\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu-300x269.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 403px) 100vw, 403px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2169\" class=\"wp-caption-text\">Menino Deus, de Jesuino do Monte Carmelo<\/figcaption><\/figure>\n<p>A obra de Jesu\u00edno teve in\u00edcio na matriz ituana, na d\u00e9cada de 1780, segundo Andrade, a partir da composi\u00e7\u00e3o de seis das 12 telas que ostentam a capela mor, fazendo conjunto com o forro. Os modelos &#8211; no forro e nas telas \u2013 se repetem, denunciando parceria entre mestre e aprendiz, aquele, autor das superiores, relacionadas \u00e0 Virgem Maria e este das inferiores, ligadas \u00e0 vida de Jesus. Sua segunda e mais interessante atividade, no entanto, foi a pintura dos forros e paredes laterais da igreja do Carmo, na qual destaca-se da capela mor: a Virgem aparece sustentando o escapul\u00e1rio, cercada de uma profus\u00e3o alegr\u00edssima de anjos, em esplendor de luz e cores. Ali o autor abandonou o reflexivo barroco colonial a caminho da ruptura de modelos. No Carmo, v\u00ea-se com clareza a mudan\u00e7a de inten\u00e7\u00e3o de Jesu\u00edno, j\u00e1 que o artista se preocupou em retratar gente viva, anjos com rostos de crian\u00e7as ituanas, algumas delas amulatadas como ele, todo mundo cercado de not\u00e1vel fest\u00e3o de flores \u2013 coisa das quermesses daquele tempo \u2013 fruto da tal liberdade que o artista conseguiu dimensionar. Sua pintura anterior, da matriz, \u00e9 catequ\u00e9tica, educativa, para servir \u00e0 gente iletrada compreender os rigores da f\u00e9, \u00e9 abarrocada, sob os modelos do mestre, enquanto a carmelita \u00e9 dele e gloriosa, em busca de autonomia, inten\u00e7\u00e3o que ir\u00e1 acompanhar o artista at\u00e9 o fim, nas escuras telas do Patroc\u00ednio. Estes retratos de santos representavam sua obstina\u00e7\u00e3o por imortalizar rostos de gente real, a natureza das pessoas que o cercavam, dos seus parentes, seu mundo.<\/p>\n<p>Jesu\u00edno trabalhou em S\u00e3o Paulo por alguns anos e deixou interessante legados nas igrejas carmelitas. Deixou tamb\u00e9m disc\u00edpulos, talvez aparentados seus, entre os quais se destacou Joaquim Janu\u00e1rio do Monte Carmelo. H\u00e1 obras an\u00f4nimas espalhadas por Itu, que lhes podem ser atribu\u00eddas, como que seguindo os modelos jesu\u00ednicos, sua escola.<\/p>\n<p>Quando ainda vivia o padre artista, nasceu em Itu  Miguel Archanjo Ben\u00edcio da Assun\u00e7\u00e3o Dutra (1812 \u2013 1875), filho do ourives Thomaz Dutra. Sem exagero podemos consider\u00e1-lo poli\u00e9drico, como o chamou Pietro Maria Bardi, dado seu car\u00e1ter de m\u00faltiplo artista e artes\u00e3o: desenhista, pintor, escultor, decorador, arquiteto, m\u00fasico, compositor, memorialista e outras tantas e talentosas atividades de um homem que viveu cerca de 40 anos em sua terra. A espontaneidade de sua obra revela-o preocupado em registrar seu tempo, sua cidade, sua gente, os momentos significativos, celebra\u00e7\u00f5es, bem como indiv\u00edduos, inclusive tipos populares. Interessou-se pelo curioso, pelo inusitado, pela experi\u00eancia em dominar determinadas t\u00e9cnicas para representar novos assuntos. Utilizou-se na pintura, da aquarela pouco usada no Brasil, mais comum aos viajantes. No dizer de Bardi, Miguelzinho tamb\u00e9m foi um realista: \u201credutor de real \u00e0 sua percep\u00e7\u00e3o, nua e crua, a realidade assimilada, sem a media\u00e7\u00e3o de um modo, intui\u00e7\u00e3o pura desligada de qualquer conven\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Alguns estrangeiros passaram por Itu e registraram a cidade, caso de Jean Baptiste Debret (1768 \u2013 1848) e Hercule Florence (1804 \u2013 1879) viajantes franceses. Outros se instalaram na cidade, como o jesu\u00edta ituano Giovanni Alberani (1830 \u2013 1913), um dos fundadores do Col\u00e9gio S\u00e3o Luiz, inventor, h\u00e1bil ourives, por\u00e9m notabil\u00edssimo na pintura decorativa. Registrou paisagens e imagens religiosas em pontos estrat\u00e9gicos do monumental edif\u00edcio do col\u00e9gio; as pinturas murais na sala de visitas lembram o neo-Classicismo tardio, sublimado pela Companhia de Jesus e a sele\u00e7\u00e3o de temas da Antiguidade Cl\u00e1ssica para sua educa\u00e7\u00e3o. O Anjo da Guarda, no corredor da grande sala de estudos, \u00e9 um magn\u00edfico exemplo da usan\u00e7a do recurso de trompe-l\u2019oiel, que sugere profundidade \u00e0 cena. Visto \u00e0 dist\u00e2ncia a imagem representa uma escultura cl\u00e1ssica, esculpida em m\u00e1rmore. Ainda neste estilo atuou em Itu, Carlo De Servi, conhecido artista italiano, radicado em S\u00e3o Paulo. Trabalhou ao longo de 1904, na decora\u00e7\u00e3o interna do Santu\u00e1rio Nacional de Apostolado da Ora\u00e7\u00e3o. A obra tamb\u00e9m se distingue pela leveza neo-Cl\u00e1ssica da composi\u00e7\u00e3o e o conjunto de alegorias que comp\u00f5em a pintura da capela, aproximando os frequentadores \u00e0 realidade da Roma renascentista.<\/p>\n<figure id=\"attachment_2170\" aria-describedby=\"caption-attachment-2170\" style=\"width: 282px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-2170\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu-2.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2170 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu-2.jpg\" alt=\"\" width=\"282\" height=\"448\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu-2.jpg 403w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2012\/01\/site-cultura-itu-2-188x300.jpg 188w\" sizes=\"(max-width: 282px) 100vw, 282px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2170\" class=\"wp-caption-text\">Matriz da Candel\u00e1ria preserva grandes obras do patrim\u00f4nio art\u00edstico local<\/figcaption><\/figure>\n<p>Tamb\u00e9m italiana, Lav\u00ednia Cereda, em 1878 produziu um conjunto de 14 telas, afixadas no forro da sacristia da Igreja Matriz, muito caracter\u00edstica da pintura acad\u00eamica, preocupada em estabelecer cores fortes, que ampliam o dramatismo das cenas; minimizou, entretanto, os acentos de movimento, sugerido pelo estilo. Vivendo em Itu tornou-se a primeira mestra do grande Almeida J\u00fanior.<\/p>\n<p>Um s\u00e9culo de arte se passou e a cidade chega \u00e0 segunda metade do s\u00e9culo XIX; foi o momento em que viu surgir \u00e0 maturidade, em uma das maiores consci\u00eancias nacionais, o Patrono da Arte Brasileira, Jos\u00e9 Ferraz de Almeida J\u00fanior (1850 \u2013 1899). Nascido e criado em ambiente extremamente promissor e um aprendiz de artista, pela quantidade e qualidade das obras das igrejas de sua terra, recebeu apoio necess\u00e1rio de Padre Miguel Correa Pacheco, vig\u00e1rio ituano e mecenas das artes, para o despertar de seu estudo acad\u00eamico.<\/p>\n<p>Em 1869 ingressou na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro cujo ensino era fundamentado na escola francesa. Quando retornou, em 1875, passou a viver em Itu, onde instalou atelier e vivia de fazer retratos. A idealiza\u00e7\u00e3o dos modelos sublimava os personagens, salientando sua qualidade morais e fun\u00e7\u00f5es sociais. Almeida J\u00fanior, como os outros retratistas, atuava como corretor da natureza.<\/p>\n<p>Em sua tem\u00e1tica religiosa utilizou-se de express\u00f5es faciais que lembram a pintura italiana do s\u00e9culo XVII. Representantes desse per\u00edodo: \u201cS\u00e3o Paulo Ap\u00f3stolo\u201d e \u201cJesus no Horto\u201d, obra em que incorpora dramaticidade rom\u00e2ntica \u00e0 cena.<\/p>\n<p>Por especial obs\u00e9quio do Imperador Pedro II, em 1878, matriculou-se na Escola Superior de Belas Artes, em Paris onde foi aluno de Alexandre Cabanel. Neste segundo per\u00edodo de estudos Almeida J\u00fanior desenvolveu a parte mais madura de sua obra, pois se desprendeu do pelo ideal, dos retratos, e ingressou em um novo movimento, de olhar para a realidade vivida, mas pouco valorizada, como Coubert a via na Fran\u00e7a. Ao retornar definitivamente ao Brasil instalou-se em S\u00e3o Paulo e se dedicou a pintar cenas da vida burguesa e costumas paulistas. Aqui viu melhor e dilatou seu olhar para o mundo real, para sua gente, no conv\u00edvio com ela, lembrando-se da tranquilidade atraente de Itu, do falar, dos causos, da natureza pr\u00f3diga, do modo de vida despretensioso de seu tempo, meio urbano, meio rural; sentiu motiva\u00e7\u00e3o para valorizar este universo como tema central em sua obra: os personagens chamados pelos citadinos por caipiras. \u00c9 o salto de qualidade em Almeida J\u00fanior, absolutamente inspirado em sua hist\u00f3ria ituana, no conv\u00edvio com sua gente. Se sua terra n\u00e3o foi deposit\u00e1ria de obras da tem\u00e1tica caipira, foi fonte inspira\u00e7\u00e3o e lugar ideal para retratar o real que o artista viu, a realidade n\u00e3o desejada, mas vivida. Abriu caminho para que os modernistas de 1922 pudessem mergulhar \u00e0 procura de um Brasil verdadeiro. Not\u00e1veis s\u00e3o \u201cCaipira picando fumo\u201d, \u201cO violeiro\u201d, \u201cAmola\u00e7\u00e3o interrompida\u201d e \u201cNh\u00e1 Chica\u201d.<\/p>\n<p>Seu aluno, Jonas de Barros (1875 \u2013 1939), ituano, inspirado na leitura aguda de Almeida J\u00fanior, concedeu, em 1900, \u201cCaipira Pitando\u201d, que permanece no Espa\u00e7o Cultural Almeida J\u00fanior, como que imortalizando o momento magn\u00edfico da arte ituana, na qual, olhando de dentro, nunca se viu com tanta coragem os tra\u00e7os da cultura local que permanece viva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>texto Lu\u00eds Roberto de Francisco<\/em><\/p>\n<p><em>fotos Livro Mem\u00f3ria de Itu\/Arquivo Museu da M\u00fasica Itu<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que \u00e9 a arte sen\u00e3o uma abrangente representa\u00e7\u00e3o metaf\u00f3rica de cada \u00e9poca? 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