{"id":21308,"date":"2020-01-03T18:39:13","date_gmt":"2020-01-03T18:39:13","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=21308"},"modified":"2024-01-26T11:38:25","modified_gmt":"2024-01-26T14:38:25","slug":"os-90-anos-de-fernanda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2020\/01\/03\/os-90-anos-de-fernanda\/","title":{"rendered":"Os 90 anos de Fernanda"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_21309\" aria-describedby=\"caption-attachment-21309\" style=\"width: 289px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/01-FERNANDA-MONTENEGRO-CR\u00c9DITO-GLOBO-PAULO-BELOTE.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-21309\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/01-FERNANDA-MONTENEGRO-CR\u00c9DITO-GLOBO-PAULO-BELOTE-682x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"289\" height=\"434\" data-id=\"21309\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/01-FERNANDA-MONTENEGRO-CR\u00c9DITO-GLOBO-PAULO-BELOTE-682x1024.jpg 682w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/01-FERNANDA-MONTENEGRO-CR\u00c9DITO-GLOBO-PAULO-BELOTE-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/01-FERNANDA-MONTENEGRO-CR\u00c9DITO-GLOBO-PAULO-BELOTE-100x150.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 289px) 100vw, 289px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-21309\" class=\"wp-caption-text\">: Fernanda, aos 90 anos, est\u00e1 em grande estilo no filme \u201cA Vida Invis\u00edvel\u201d, pr\u00e9-indicado ao Oscar<\/figcaption><\/figure>\n<p>Fernanda Montenegro comemora seus 90 anos em grande estilo. Ela est\u00e1 no aclamado filme \u201cA Vida Invis\u00edvel de Eur\u00eddice Gusm\u00e3o\u201d, em cartaz nos grandes cinemas do pa\u00eds, principalmente nas capitais. H\u00e1 anos o Brasil n\u00e3o ficava t\u00e3o perto de um Oscar de melhor filme internacional. A \u00faltima vez foi justamente com outro filme de Fernanda, \u201cCentral do Brasil\u201d, em que tamb\u00e9m concorreu ao in\u00e9dito Oscar de melhor atriz. \u201cA Vida Invis\u00edvel\u201d, do cineasta cearense Karim A\u00efnouz foi escolhido para representar o pa\u00eds na premia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s sair vencedor de \u201cUm Certo Olhar\u201d, a mostra paralela mais importante do Festival de Cannes, na Fran\u00e7a, e j\u00e1 apareceu em lista da revista The Hollywood Reporter, uma das mais respeitadas do meio cinematogr\u00e1fico, como um dos prov\u00e1veis cinco indicados que ser\u00e3o revelados pela Academia de Hollywood no in\u00edcio de janeiro. O filme trata do desencontro de duas irm\u00e3s, Eur\u00eddice e Guida. Carol Duarte (na juventude) e Fernanda Montenegro (no tempo atual) dividem o papel da talentosa e reprimida Eur\u00eddice Gusm\u00e3o; j\u00e1 Julia Stockler vive a rebelde Guida. Na entrevista abaixo, Fernanda Montenegro, aos 90 anos, fala de sua atua\u00e7\u00e3o no longa-metragem e tamb\u00e9m de sua trajet\u00f3ria em mais de cinco d\u00e9cadas de profiss\u00e3o. A Revista Regional esteve na coletiva e traz os principais trechos dessa conversa.<\/p>\n<p>REVISTA REGIONAL: S\u00e3o muitos anos de carreira e in\u00fameros trabalhos que escreveram sua hist\u00f3ria na dramaturgia brasileira, mas quais personagens te representa?<\/p>\n<p>FERNANDA MONTENEGRO: Eu j\u00e1 fiz in\u00fameros personagens, mas a condi\u00e7\u00e3o da mulher \u00e9 sempre cr\u00edtica, ainda \u00e9 sob um comando e, mesmo quando n\u00e3o \u00e9, existe uma luta pelo comando. H\u00e1 um grande fen\u00f4meno de crise na dramaturgia brasileira, que s\u00e3o as mulheres, mas os homens, coitados, tamb\u00e9m est\u00e3o assustados porque o macho \u00e9 necess\u00e1rio, mas o mach\u00e3o \u00e9 um horror, \u00e9 um monstro. Eu, como mulher, juro para voc\u00ea, o macho \u00e9 essencial assim como a f\u00eamea. Quem quiser ir do macho a f\u00eamea, que fa\u00e7a a sua vida, compreende? Porque passar\u00e1 tamb\u00e9m por experi\u00eancias existenciais inarred\u00e1veis, mas os personagens que eu tenho feito s\u00e3o sempre em busca de uma sa\u00edda para suas vidas. Eu tive pap\u00e9is \u00f3timos sobre mulheres, ora menores, ora maiores, mas sempre numa crise do ponto de vista da dramaturgia, que \u00e9 fundamental para existirmos, seja no cinema ou na televis\u00e3o e at\u00e9 mesmo na vida.<\/p>\n<p>\u201cA Vida Invis\u00edvel\u201d \u00e9 um filme que tem que recebido bons elogios das cr\u00edticas. Como \u00e9 para a senhora ter participado deste projeto?<\/p>\n<p>O que eu acho muito especial neste filme \u00e9 que ele n\u00e3o tem a did\u00e1tica do sentimento, n\u00e3o h\u00e1 uma ret\u00f3rica. O filme tem uma intensidade e intera\u00e7\u00e3o de tal ordem do elenco e tamb\u00e9m do roteiro. N\u00e3o \u00e9 um discurso que se deve fazer diferente na vida, n\u00e3o. Eu fui buscar na personagem da Eurides (Gusm\u00e3o) como ela levava o seu lugar no mundo, a n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Eu costurei esse olhar e essa personagem aos 90 anos. Estou falando do car\u00e1ter mais \u00edntimo porque o filme \u00e9 interino, vaginal e n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de se ver muito no cinema brasileiro, \u00e9 mais premente, partimos para uma posi\u00e7\u00e3o muito mais demonstrativa porque a nossa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre desesperadora.<\/p>\n<p>Como foi trabalhar aos 90 anos ao lado do diretor Karim A\u00efnouz? Como voc\u00ea descreve essa experi\u00eancia?<\/p>\n<p>Um detalhe interessante sobre o diretor \u00e9 que ele chega e pede que a cena seja assim, voc\u00ea faz a cena e quando ele volta, pede tudo diferente do que voc\u00ea havia feito, eu n\u00e3o sei se esse \u00e9 o m\u00e9todo dele, mas nesse filme foi assim, voc\u00ea faz tudo diferente, se antes estava no ch\u00e3o, agora voc\u00ea vai estar na cama, se antes voc\u00ea gritava, agora vai ficar calma, se antes era pauleira, agora n\u00e3o \u00e9 mais&#8230; N\u00e3o \u00e9 para apurar aquilo que talvez se tenha encontrado de definitivo, n\u00e3o tem definitivo, sempre est\u00e1vamos em estado de parto, \u201cagora vai nascer\u201d, isso d\u00e1 um frescor de n\u00e3o buscar algo que deva vir de volta, \u00e0s vezes a gente tem a felicidade de pegar aquele momento espec\u00edfico, ou perder tamb\u00e9m, est\u00e1 sacramentado para o melhor ou para o pior. \u00c9 uma aventura muito alimentadora, cinema \u00e9 uma viagem, talvez maior que interplanet\u00e1ria, porque ali \u00e9 uma exist\u00eancia, \u00e0s vezes tiram algo que voc\u00ea fez e voc\u00ea acha \u00f3timo, mas n\u00e3o era t\u00e3o bom assim, ou \u00e0s vezes voc\u00ea n\u00e3o precisa ir porque daqui a pouco a hist\u00f3ria se explica.<\/p>\n<p>O filme tem muitas cenas interessantes, inclusive algumas muito pesadas, que de alguma forma sobrecarrega o ator. Durante a sua vida na dramaturgia, como \u00e9 lidar com esses sentimentos dos personagens de forma geral?<\/p>\n<p>S\u00e3o cenas muito dif\u00edceis para quem n\u00e3o tem voca\u00e7\u00e3o, para quem n\u00e3o \u00e9 da nossa \u00e1rea, essa dita profiss\u00e3o \u00e9 para professar mesmo, n\u00e3o somos n\u00f3s ali, s\u00e3o os personagens, esse \u00e9 o grande mist\u00e9rio da nossa vida, dos artistas, dos atores e atrizes, eles podem at\u00e9 se envolver conosco, mas no nosso intr\u00ednseco \u00e9 dif\u00edcil de entender. Uma coisa \u00e9 uma cena pornogr\u00e1fica em que os dois profissionais fazem sexo em fun\u00e7\u00e3o de vender essa cena, mas quando se trata de uma interpreta\u00e7\u00e3o de um personagem, n\u00e3o s\u00e3o eles, e temos que dar credibilidade porque aquela doen\u00e7a, aquele terror, n\u00e3o somos n\u00f3s. Esse \u00e9 o nosso mist\u00e9rio. Eu acho que a gente sobrevive durante mil\u00eanios por causa disso, somos inexplic\u00e1veis e n\u00e3o somos priorit\u00e1rios, mas somos inexplic\u00e1veis. N\u00f3s carregamos conosco o mist\u00e9rio da exist\u00eancia. No filme, por exemplo, \u00e9 uma brutalidade impens\u00e1vel no distrato social e a mulher aguenta o tormento. O mach\u00e3o tem seu instrumento de prazer e na loucura de chegar ao orgasmo, ele faz o que a m\u00e3e dele jamais poderia imaginar que aquele monstro seria capaz. \u00c9 uma \u00e1rea misteriosa da nossa vida, e nem a gente consegue explicar, estamos h\u00e1 um bom tempo falando sobre isso, n\u00e3o sabemos onde chegamos e de uma maneira m\u00edstica, sei l\u00e1, nos envolvemos impensavelmente. Depois que sa\u00edmos do set temos que ser um ser humano comum, e \u00e0s vezes n\u00e3o somos.<\/p>\n<p>Apesar de voc\u00ea ser uma inspira\u00e7\u00e3o na classe art\u00edstica quem te inspira?<\/p>\n<p>Estar viva me inspira! Na minha idade \u00e9 saber ter uma cogna\u00e7\u00e3o ps\u00edquica, algum f\u00f4lego f\u00edsico, porque ainda me convidam para fazer filmes: \u2018eu existo meu Deus!\u2019 Metade da minha vida foi resolvida porque eu vim para uma voca\u00e7\u00e3o e no inimagin\u00e1vel, realizei essa viagem. Agora, na outra viagem a gente tem que lutar por ela, mas quando se tem uma voca\u00e7\u00e3o, um chamado, que tamb\u00e9m n\u00e3o se p\u00f5e e n\u00e3o se sabe onde fica, \u00e9 fazer algum tipo de trabalho ou de of\u00edcio, vamos chamar de doen\u00e7a para entendermos um pouco melhor, voc\u00ea sofre com prazer numa voltagem que ningu\u00e9m segura, nem um sistema que est\u00e1<\/p>\n<p>contra n\u00f3s. Essas frentes de filmes que n\u00f3s temos no Brasil neste momento, entre os quais o nosso tamb\u00e9m est\u00e1, voc\u00ea imagina que nessas circunst\u00e2ncias, sem verba suficiente, temos uma filmografia de primeira, por for\u00e7a da voca\u00e7\u00e3o e ningu\u00e9m vai nos calar porque \u00e9 vital. Estou viva! Estou no filme.<\/p>\n<p>Quando voc\u00ea era mais jovem, gostava de ler os folhetins com a sua fam\u00edlia? Ou hist\u00f3rias \u00e9picas que faziam sucesso?<\/p>\n<p>Quando eu era crian\u00e7a no sub\u00farbio do Rio de Janeiro, passavam os vendedores de folhetins. Toda a minha fam\u00edlia morava junto, e a minha m\u00e3e queria que as minhas tias analfabetas e primas vissem o folhetim, eram toneladas de cap\u00edtulos dentro de malas porque n\u00e3o se jogava fora, at\u00e9 hoje eu n\u00e3o sei porqu\u00ea. Ela esperava os folhetins, era um absurdo, \u00e1rabes, pr\u00edncipes salvando condessas, holandesas, elas se alimentavam semanalmente disso, eu achava um sentimento muito bonito, porque n\u00e3o \u00e9 descontrolado, \u00e9 humanizado naquilo que tem de mais poss\u00edvel de suportar a dor. N\u00e3o podemos ter preconceito. Por que n\u00e3o ir do folhetim ao \u00e9pico e do \u00e9pico ao folhetim? O que \u00e9 a literatura do s\u00e9culo 19? As hist\u00f3rias? N\u00e3o, os escritores, porque eles d\u00e3o a dimens\u00e3o das hist\u00f3rias absolutamente folhetinescas, inclusive a maioria escrevia folhetins nos jornais, eram hist\u00f3rias a serem lidas em cap\u00edtulos, Dostoi\u00e9vski, \u201cO Vermelho Negro\u201d, eu acho que h\u00e1 um mal estar na palavra folhetim. \u00c9 t\u00e3o dif\u00edcil fazer um folhetim como \u00e9 dif\u00edcil fazer um \u00e9pico, h\u00e1 um trabalho obstinado em cima do andamento da hist\u00f3ria. O nosso filme \u00e9 maravilhoso, porque \u00e9 folhetim feito por um artista absoluto que \u00e9 o Karim (diretor), que toma uma dimens\u00e3o humana, ent\u00e3o, por que ele teria que ser \u00e9pico? No folhetim, algumas cenas t\u00eam uma dimens\u00e3o tr\u00e1gica, se fosse no \u00e9pico, j\u00e1 estava tudo resolvido.<\/p>\n<p>No filme, Eurides Gusm\u00e3o \u00e9 uma mulher sofrida que abre m\u00e3o do sonho de se tornar uma grande pianista. No seu caso, o que te livrou de ser essa mulher na vida real?<\/p>\n<p>A voca\u00e7\u00e3o! A grande trag\u00e9dia da personagem \u00e9 que ela se crucificou, se suicidou diante do processo da vida. A voca\u00e7\u00e3o dela n\u00e3o foi t\u00e3o absoluta a ponto de passar por cima, porque n\u00e3o tem como segurar uma real voca\u00e7\u00e3o. Eu penso que h\u00e1 um ponto de trag\u00e9dia na personagem, que n\u00e3o teve aquela voca\u00e7\u00e3o e talvez a irm\u00e3 tenha tido, mas n\u00e3o na arte, mas de si mesma em busca da liberdade. O que \u00e9 a voca\u00e7\u00e3o se n\u00e3o a busca da liberdade? Do seu existir? Seja contra quem for, \u00e9 assim que a gente sobrevive na arte, basta a ideia de que n\u00e3o somos priorit\u00e1rios, n\u00e3o somos. Mas somos imortais dentro dessa vida pelo qual agradecemos h\u00e1 s\u00e9culos e s\u00e9culos, ainda mais n\u00f3s mulheres que viemos para o campo de trabalho muito tarde, na antiguidade n\u00e3o exist\u00edamos, n\u00e3o sei como se resolviam, mas a partir da hora em que permitiram que sub\u00edssemos num palco, ven\u00e7a quem \u00e9 o melhor, seja homem, seja mulher.<\/p>\n<p>Como \u00e9 ter participado de um filme que fala sobre o empoderamento feminino na d\u00e9cada de 1950, e hoje, em pleno 2019, voc\u00ea ainda \u00e9 alvo de cr\u00edticas, v\u00edtima do machismo?<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o posso falar com conhecimento porque n\u00e3o sou eu, essa pessoa viu algu\u00e9m que n\u00e3o sou eu, n\u00e3o sei se estou respondendo a sua pergunta, como n\u00e3o sou eu, tinha que procurar quem \u00e9 essa pessoa&#8230; Estou sendo sincera ao te responder, n\u00e3o estou fazendo uma<\/p>\n<p>brincadeira ou piada, n\u00e3o. Esse \u00e9 um problema dessa pessoa, ela precisa de um tratamento, um psicanalista, \u00e9 isso, mas j\u00e1 passou, se vier mais tamb\u00e9m, n\u00e3o sou eu, \u00e9 um problema que esse ser humano precisa resolver com ele, um tratamento como eu falei que o conduza para uma realidade de vida.<\/p>\n<p>entrevista e texto: Ester Jacopetti<\/p>\n<p>foto: Paulo Belote<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fernanda Montenegro comemora seus 90 anos em grande estilo. Ela est\u00e1 no aclamado filme \u201cA Vida Invis\u00edvel de Eur\u00eddice Gusm\u00e3o\u201d, em cartaz nos grandes cinemas do pa\u00eds, principalmente nas capitais. H\u00e1 anos o Brasil n\u00e3o ficava t\u00e3o perto de um Oscar de melhor filme internacional. 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