{"id":21229,"date":"2019-12-13T16:48:47","date_gmt":"2019-12-13T16:48:47","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=21229"},"modified":"2024-01-26T11:01:03","modified_gmt":"2024-01-26T14:01:03","slug":"21229","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2019\/12\/13\/21229\/","title":{"rendered":"O renascimento do Mercad\u00e3o"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_21230\" aria-describedby=\"caption-attachment-21230\" style=\"width: 364px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/2.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-21230\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/2.jpg\" alt=\"\" width=\"364\" height=\"261\" data-id=\"21230\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/2.jpg 2606w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/2-300x215.jpg 300w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/2-1024x734.jpg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/2-150x108.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 364px) 100vw, 364px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-21230\" class=\"wp-caption-text\">O pr\u00e9dio do Mercado Municipal \u00e9 datado de 1905 e \u00e9 tombado como patrim\u00f4nio hist\u00f3rico<\/figcaption><\/figure>\n<p>Um ano de restauro devolve a Itu o hist\u00f3rico pr\u00e9dio do Mercado Municipal. A cidade ganha um espa\u00e7o revitalizado, que promete a recupera\u00e7\u00e3o de uma vida gastron\u00f4mica e noturna no centro hist\u00f3rico<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Mercad\u00e3o de Itu \u00e9 um dos pontos tur\u00edsticos e cart\u00f5es postais da cidade. Entretanto, h\u00e1 muitos anos tornou-se apenas mais um local de com\u00e9rcio, sofrendo o descaso de v\u00e1rias gest\u00f5es municipais. Em julho de 2018, o atual prefeito Guilherme Gazzola anunciou o restauro do pr\u00e9dio hist\u00f3rico, utilizando recursos do Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Munic\u00edpios Tur\u00edsticos), do governo estadual, que chegou a R$ 4,5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Com a obra pronta, a Prefeitura aguarda apenas um documento do Estado para inaugur\u00e1-lo, possivelmente antes do Natal. \u201cEstamos s\u00f3 dependendo de um documento de reprograma\u00e7\u00e3o do governo do Estado, do Dade, mas trata-se de uma medida burocr\u00e1tica que em breve ser\u00e1 resolvida\u201d, explica Gazzola.<\/p>\n<p>O Mercad\u00e3o Municipal de Itu foi inaugurado em 14 de maio de 1905 e logo tornou-se um ponto contato entre fornecedores rurais e citadinos. Muito se ouve que o projeto \u00e9 de Ramos de Azevedo \u2013 mesmo arquiteto do Mercad\u00e3o de S\u00e3o Paulo \u2013 por\u00e9m, segundo pesquisas feitas recentemente pelo diretor de Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico de Itu, dr. Emerson Ribeiro Castilho, n\u00e3o h\u00e1 registros hist\u00f3ricos que atestem essa autoria, j\u00e1 que a ficha catalogr\u00e1fica, elaborada em colabora\u00e7\u00e3o do Iphan (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional), Condephaat (Conselho de Defesa do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, Arqueol\u00f3gico, Art\u00edstico e Tur\u00edstico do Estado de S\u00e3o Paulo) e Secretaria de Cultura, s\u00f3 consta dados gerais. \u201cSegundo consta na ficha catalogr\u00e1fica, o Mercado Municipal de Itu \u00e9 do in\u00edcio do s\u00e9culo XX e foi inaugurado na data de 14 de maio de 1905, correspondendo aos anseios posteriormente propostos pelo ent\u00e3o C\u00f3digo de Posturas da cidade, de 1907\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como o mercado fica ao lado da Igreja de Santa Rita, o muse\u00f3logo ressalta que a capela foi primordial nos processos social e hist\u00f3rico desse entorno. \u201cA capela de Santa Rita, pela proximidade, tomada pelos comerciantes e frequentadores do mercado, como ente de devo\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s das pr\u00e1ticas religiosas e culturais, acabou por perenizar a presen\u00e7a da prociss\u00e3o desta santa em Itu e, desta forma, contribuiu na preserva\u00e7\u00e3o da edifica\u00e7\u00e3o mais antiga no centro hist\u00f3rico. Esta reuni\u00e3o de fatores hist\u00f3ricos propiciou n\u00e3o s\u00f3 a preserva\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria capela e do seu entorno, mas tamb\u00e9m de todo o patrim\u00f4nio imaterial expresso\u201d.<\/p>\n<p>Nos anos de 1960 houve movimentos de expans\u00e3o populacional quadruplicando o n\u00famero de habitantes e ressignificando o uso do centro urbano de Itu. Trinta anos depois, a edifica\u00e7\u00e3o foi inclu\u00edda nos registros e invent\u00e1rios de tombamento praticados pelo Condephaat, com apoio do Iphan e da Secretaria Municipal de Cultura, com grau de prote\u00e7\u00e3o 1, definindo-o como patrim\u00f4nio. \u201cEste espa\u00e7o hoje responde a significados espec\u00edficos para a cultura ituana e, concomitantemente, corresponde a significados de valor patrimonial tanto para S\u00e3o Paulo como para o pa\u00eds, por estar registrado e localizado em \u00e1rea de entorno do Iphan, assumindo car\u00e1ter de atrativo tur\u00edstico e valor de mem\u00f3ria nos tr\u00eas n\u00edveis de acautelamento patrimonial\u201d, explica Emerson.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O restauro do mercado devolve o pr\u00e9dio ao seu projeto original, as portas abertas posteriormente para a rua Santa Cruz foram fechadas; na fachada lateral oposta, os boxes &#8211; abertos para fora &#8211; foram mantidos, assegurando aspectos de conviv\u00eancia de d\u00e9cadas j\u00e1 estabelecidas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Mercad\u00e3o ser\u00e1 reaberto com boxes e bancas para com\u00e9rcio variado, com espa\u00e7os destinados atrav\u00e9s de licita\u00e7\u00e3o e com o desejo de que ele fa\u00e7a nascer uma vida gastron\u00f4mica e noturna na cidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O desejo de recuperar o orgulho do ituano sempre foi o desejo de Gazzola, e ele afirma que revitalizar o Mercad\u00e3o faz parte disso: \u201cMexer no orgulho da cidade \u00e9 mexer na pr\u00f3pria hist\u00f3ria. Restaurar o Mercad\u00e3o \u00e9 uma obra fant\u00e1stica, que remete \u00e0 inf\u00e2ncia, \u00e0 juventude e \u00e0 hist\u00f3ria de Itu. Estamos devolvendo para o centro sua import\u00e2ncia e valoriza\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os comerciantes que j\u00e1 trabalhavam no local retornar\u00e3o por um prazo determinado e, posteriormente, passar\u00e3o por licita\u00e7\u00e3o. Esses espa\u00e7os ser\u00e3o destinados a com\u00e9rcios em geral e ter\u00e3o limites para cada ramo. \u201cEu vejo uma Itu renascendo, valorizando a regi\u00e3o central, tanto no aspecto econ\u00f4mico quanto no cultural\u201d, finaliza o prefeito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ESCLARECIMENTO<\/p>\n<p>Em raz\u00e3o da mat\u00e9ria publicada no site e na Revista Regional de dezembro, em que o muse\u00f3logo Dr. Emerson Castilho afirma que n\u00e3o h\u00e1 registros, at\u00e9 o momento, que atestem a autoria do projeto do Mercad\u00e3o de Itu pelo arquiteto Ramos de Azevedo, o historiador divulgou o seguinte esclarecimento, ap\u00f3s a repercuss\u00e3o da reportagem. Nela, Castilho ressalta que se posicionou na entrevista apresentando suas pesquisas pessoais e n\u00e3o institucionalmente como diretor de Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico da Secretaria de Cultura e do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico da Est\u00e2ncia Tur\u00edstica de Itu. Veja na \u00edntegra:<\/p>\n<p><em>\u201cComo resultado de pesquisas realizadas em arquivos, jornais de \u00e9poca, universidades, trabalhos acad\u00eamicos e \u00f3rg\u00e3os de tombamento n\u00e3o foi poss\u00edvel localizar uma fonte que determine a autoria do projeto arquitet\u00f4nico do Mercado Municipal de Itu, isso at\u00e9 o presente momento apurado. Lamentavelmente, os arquivos da C\u00e2mara Municipal de Itu acabaram queimados na d\u00e9cada de 1970 deixando uma lacuna informacional; e segundo a ficha catalogr\u00e1fica de tombamento do Condephaat atribui ao arquiteto franc\u00eas Louis Amirat como respons\u00e1vel pela obra, possivelmente ocupou o cargo de mestre de obras. Em Itu, a tradi\u00e7\u00e3o oral atribui a autoria do projeto ao arquiteto campineiro Ramos de Azevedo ou ao seu escrit\u00f3rio de arquitetura. Ramos foi atuante na regi\u00e3o neste per\u00edodo, destacando-se como respons\u00e1vel pelo projeto de reedifica\u00e7\u00e3o da fachada da atual Igreja Matriz Nossa Senhora da Candel\u00e1ria, podendo, assim, tamb\u00e9m ser o autor do projeto do Mercado Municipal. Como a hist\u00f3ria do patrim\u00f4nio \u00e9 constru\u00edda dia a dia, aguardamos que futuras fontes possam garantir a informa\u00e7\u00e3o de nossa tradi\u00e7\u00e3o oral. As informa\u00e7\u00f5es publicadas na edi\u00e7\u00e3o de dezembro da Revista Regional abordando o assunto, o muse\u00f3logo Dr. Emerson Castilho se posiciona apresentando suas pesquisas pessoais e n\u00e3o institucionalmente como diretor de Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico da Secretaria de Cultura e do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico da Est\u00e2ncia Tur\u00edstica de Itu.\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>(mat\u00e9ria de Gisele Scaravelli)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>foto: Setimo Catherini, c. 1930\/Livro \u201cMem\u00f3ria de Itu\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um ano de restauro devolve a Itu o hist\u00f3rico pr\u00e9dio do Mercado Municipal. A cidade ganha um espa\u00e7o revitalizado, que promete a recupera\u00e7\u00e3o de uma vida gastron\u00f4mica e noturna no centro hist\u00f3rico &nbsp; O Mercad\u00e3o de Itu \u00e9 um dos pontos tur\u00edsticos e cart\u00f5es postais da cidade. 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