{"id":20179,"date":"2019-10-01T13:35:11","date_gmt":"2019-10-01T13:35:11","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=20179"},"modified":"2024-01-26T09:27:38","modified_gmt":"2024-01-26T12:27:38","slug":"outubro-rosa-brasileiras-desconhecem-fatores-de-risco-ligados-ao-cancer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2019\/10\/01\/outubro-rosa-brasileiras-desconhecem-fatores-de-risco-ligados-ao-cancer\/","title":{"rendered":"Outubro Rosa: brasileiras desconhecem fatores de risco ligados ao c\u00e2ncer"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_20180\" aria-describedby=\"caption-attachment-20180\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-20180 size-medium\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/vida-OUTUBRO-ROSA-okok-300x200.jpg\" alt=\"Foto: AdobeStock\" width=\"300\" height=\"200\" data-id=\"20180\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/vida-OUTUBRO-ROSA-okok-300x200.jpg 300w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/vida-OUTUBRO-ROSA-okok-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/vida-OUTUBRO-ROSA-okok-150x100.jpg 150w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/vida-OUTUBRO-ROSA-okok-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-20180\" class=\"wp-caption-text\">Revista Regional inicia hoje m\u00eas de mat\u00e9rias especiais sobre o Outubro Rosa<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>As constata\u00e7\u00f5es fazem parte de uma pesquisa aplicada em diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds pelo Ibope Intelig\u00eancia, que tamb\u00e9m identificou a for\u00e7a dos mitos sobre o tumor e o estigma associado \u00e0 doen\u00e7a metast\u00e1tica<\/em><\/p>\n<p><em>&nbsp;<\/em>O Brasil come\u00e7ou a participar do movimento mundial Outubro Rosa, dedicado \u00e0 conscientiza\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de mama, h\u00e1 mais de 15 anos. Avan\u00e7os no conhecimento sobre a doen\u00e7a e tratamentos dispon\u00edveis s\u00e3o percept\u00edveis, mas o desconhecimento sobre os fatores de risco ainda \u00e9 uma realidade entre a popula\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m ignora medidas importantes para a detec\u00e7\u00e3o precoce do tumor. Al\u00e9m de prejudicar o combate \u00e0 enfermidade, a falta de informa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m alimenta o preconceito em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pacientes, especialmente no caso dos quadros metast\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Essas s\u00e3o algumas das conclus\u00f5es da pesquisa <strong><em>C\u00e2ncer de mama hoje: como o Brasil enxerga a paciente e sua doen\u00e7a?<\/em><\/strong>, aplicada pelo Ibope Intelig\u00eancia a mais de 2 mil brasileiros, por plataforma on-line, em diferentes regi\u00f5es metropolitanas do pa\u00eds: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Curitiba. Em S\u00e3o Paulo, a amostra de entrevistados foi colhida na capital. A iniciativa, realizada pela Pfizer, aponta um contexto permeado por mitos e desinforma\u00e7\u00e3o, o que refor\u00e7a a import\u00e2ncia de a\u00e7\u00f5es que promovam formas criativas e mais efetivas de dialogar sobre o assunto com a sociedade, contribuindo para que a informa\u00e7\u00e3o chegue e seja realmente assimilada.<\/p>\n<p>&#8220;O segundo ano do projeto Coletivo Pink, que nesta edi\u00e7\u00e3o posiciona a arte como importante ferramenta para se aproximar do p\u00fablico e sensibilizar para o tema, \u00e9 um exemplo dos esfor\u00e7os na busca por alternativas que ajudem a promover a educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade, especialmente quando estamos diante de uma tem\u00e1tica t\u00e3o importante&#8221;, afirma a diretora m\u00e9dica da Pfizer, M\u00e1rjori Dulcine. Afinal, o c\u00e2ncer de mama \u00e9 o tumor mais frequente entre as brasileiras, de acordo com dados do Instituto Nacional de C\u00e2ncer (INCA).<\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00f5es desencontradas sobre o diagn\u00f3stico precoce do c\u00e2ncer de mama se destacam no levantamento. Quase 80% da amostra est\u00e1 convencida, por exemplo, de que o autoexame das mamas, ou seja, o toque feito pela pr\u00f3pria mulher, constitui a principal medida para a identifica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a em seus est\u00e1gios iniciais. Na verdade, quando o tumor \u00e9 palp\u00e1vel, muitas vezes j\u00e1 se encontra em est\u00e1gios avan\u00e7ados.<\/p>\n<p>&#8220;Tocar as pr\u00f3prias mamas \u00e9 uma pr\u00e1tica importante para conhecimento corporal. Mas, nos \u00faltimos anos, muitas sociedades m\u00e9dicas deixaram de recomendar o autoexame como m\u00e9todo preventivo, uma vez que, ao n\u00e3o detectar altera\u00e7\u00f5es durante essa pr\u00e1tica, a mulher pode acabar se afastando do m\u00e9dico e atrasando a realiza\u00e7\u00e3o da mamografia, que \u00e9 um exame essencial&#8221;, destaca M\u00e1rjori. &#8220;A mamografia pode detectar altera\u00e7\u00f5es muito pequenas e ainda n\u00e3o palp\u00e1veis, que muitas vezes medem mil\u00edmetros, aumentando as chances de sucesso no tratamento&#8221;, completa.<\/p>\n<p>Outros dados da pesquisa refor\u00e7am a percep\u00e7\u00e3o de que as entrevistadas desconhecem as recomenda\u00e7\u00f5es oficiais para a realiza\u00e7\u00e3o da mamografia. Quase um ter\u00e7o das participantes acredita que, se o exame de mamografia n\u00e3o detectar altera\u00e7\u00f5es na mama, a paciente poder\u00e1 ficar liberada para fazer a preven\u00e7\u00e3o apenas por meio do autoexame, em casa. Esse dado chega a 35% entre as participantes com 55 anos ou mais de idade, que representam justamente a popula\u00e7\u00e3o mais suscet\u00edvel \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Ainda em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mamografia, um quarto das mulheres ouvidas pelo levantamento est\u00e3o convencidas de que esse exame s\u00f3 \u00e9 necess\u00e1rio quando outros procedimentos realizados previamente, como o ultrassom, apontarem altera\u00e7\u00f5es. O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade recomenda, contudo, que todas as mulheres entre 50 e 75 anos se submetam ao exame de mamografia a cada dois anos. J\u00e1 a maioria das sociedades m\u00e9dicas do pa\u00eds indica que o procedimento seja realizado anualmente, a partir dos 40 anos.<\/p>\n<p><strong>Causas e fatores de risco<\/strong><\/p>\n<p>O c\u00e2ncer de mama \u00e9 uma doen\u00e7a multifatorial, de modo que muitos elementos contribuem para o aumento do risco. A heran\u00e7a gen\u00e9tica \u00e9 um desses aspectos, mas s\u00f3 est\u00e1 presente em 5% a 10% dos tumores mam\u00e1rios. Na opini\u00e3o de 71% dos entrevistados, contudo, a heran\u00e7a gen\u00e9tica seria a principal causa da doen\u00e7a. Esse n\u00famero sobe para 76% no Rio de Janeiro. Por outro lado, fatores de maior impacto para o desenvolvimento do tumor, como os h\u00e1bitos de vida, s\u00e3o menos citados: 24% das pessoas mencionam esse item, que aparece em terceiro lugar entre as causas apontadas.<\/p>\n<p>Outros entrevistados relacionam o aparecimento da doen\u00e7a \u00e0 conduta da pr\u00f3pria mulher: 33% dos participantes afirmam que o c\u00e2ncer se manifestou porque a paciente n\u00e3o teria feito todos os exames preventivos necess\u00e1rios. &#8220;Vale lembrar, por\u00e9m, que existem alguns tipos de c\u00e2ncer muito agressivos, que podem se desenvolver entre uma mamografia e outra, em poucos meses. Transferir a culpa para a mulher s\u00f3 alimenta o preconceito e dificulta o enfrentamento do problema&#8221;, comenta M\u00e1rjori. Sob outra \u00f3tica, 10% dos entrevistados mais velhos, com 55 anos ou mais de idade, acreditam que o c\u00e2ncer se manifestou porque esse era o &#8220;destino da pessoa e estava nos planos de Deus&#8221;. Essa vis\u00e3o \u00e9 compartilhada por 10% dos participantes de Belo Horizonte e tamb\u00e9m se destaca entre os entrevistados do Recife.<\/p>\n<p>O desconhecimento dos entrevistados sobre a rela\u00e7\u00e3o que existe entre o consumo de \u00e1lcool, mesmo em baixas doses, e um risco aumentado para o c\u00e2ncer de mama tamb\u00e9m chama a aten\u00e7\u00e3o. Apenas 10% das mulheres e 8% dos homens reconhecem essa associa\u00e7\u00e3o como verdadeira. Por outro lado, a literatura m\u00e9dica aponta que o consumo frequente da bebida, mesmo em pequenas quantidades, aumenta a probabilidade de desenvolver o tumor. Segundo o INCA, isso ocorre porque o \u00e1lcool pode alterar os n\u00edveis de estrog\u00eanio, horm\u00f4nio que est\u00e1 relacionado a uma porcentagem elevada de tumores mam\u00e1rios.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ignorar o impacto do \u00e1lcool para o desenvolvimento da doen\u00e7a, os brasileiros ouvidos pela pesquisa tamb\u00e9m subestimam a interfer\u00eancia do excesso de peso, principalmente ap\u00f3s a menopausa, nesse processo: 39% dos entrevistados n\u00e3o sabem dizer se esse aspecto interfere no risco de desenvolver c\u00e2ncer de mama e 24% acreditam que essa rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 verdadeira. J\u00e1 a pr\u00e1tica de exerc\u00edcios f\u00edsicos \u00e9 reconhecida como medida de preven\u00e7\u00e3o contra a doen\u00e7a pela maioria dos participantes (ou 58% da amostra). E essa taxa chega a 64% no Recife.<\/p>\n<p><strong>Mulher moderna e c\u00e2ncer de mama<\/strong><\/p>\n<p>Assim como o estilo de vida, alguns aspectos reprodutivos, t\u00edpicos da mulher moderna, tamb\u00e9m se apresentam como elementos que ajudam a compor o painel de fatores de risco do c\u00e2ncer de mama. &#8220;O n\u00famero de filhos \u00e9 cada vez menor e as gesta\u00e7\u00f5es t\u00eam ocorrido mais tarde. Ou, ainda, muitas mulheres optam por n\u00e3o ter filhos. Essas situa\u00e7\u00f5es exp\u00f5em mais o organismo feminino ao estr\u00f3geno, um horm\u00f4nio frequentemente relacionado aos tumores de mama&#8221;, afirma M\u00e1rjori.<\/p>\n<p>De fato, a maioria dos entrevistados ignora que n\u00e3o ter filhos ou passar pela primeira menstrua\u00e7\u00e3o muito jovem, antes dos 12 anos de idade, aumentam as probabilidades de desenvolver o tumor. J\u00e1 a amamenta\u00e7\u00e3o, ao contr\u00e1rio, emerge como um fator protetor para a mulher, uma vez que reduz a exposi\u00e7\u00e3o dela a determinados horm\u00f4nios e ajuda a remover c\u00e9lulas mam\u00e1rias que podem apresentar danos no DNA. Assim, quanto maior o tempo de aleitamento, maior o benef\u00edcio. Mas a maioria dos entrevistados (54%) ou tem d\u00favidas sobre o papel protetor da amamenta\u00e7\u00e3o ou acredita que esse benef\u00edcio n\u00e3o \u00e9 real.<\/p>\n<p><strong>Outros mitos<\/strong><\/p>\n<p>Os dados da pesquisa tamb\u00e9m apontam que outros mitos antigos associados ao c\u00e2ncer de mama ainda persistem no imagin\u00e1rio popular. Apenas 38% dos entrevistados est\u00e3o certos, por exemplo, de que esquentar alimentos no<br \/>\nmicro-ondas n\u00e3o aumenta o risco de ter a doen\u00e7a. Al\u00e9m disso, 39% dos participantes n\u00e3o sabem dizer se \u00e9 verdadeira a hip\u00f3tese de que usar suti\u00e3s com bojo, ou estruturados, poderia deixar a mulher mais suscet\u00edvel ao tumor.<\/p>\n<p><strong>Met\u00e1stase e estigma<\/strong><\/p>\n<p>Mais de 40% da amostra est\u00e1 convencida de que um c\u00e2ncer de mama se torna metast\u00e1tico porque a mulher teria demorado muito tempo para fazer os exames preventivos, uma percep\u00e7\u00e3o que refor\u00e7a o estigma e o sentimento de culpa em rela\u00e7\u00e3o aos tumores avan\u00e7ados. Na contram\u00e3o desse pensamento, a literatura m\u00e9dica aponta que 30% dos tumores mam\u00e1rios v\u00e3o progredir para met\u00e1stase, mesmo quando identificados precocemente.<\/p>\n<p>&#8220;Ter met\u00e1stase n\u00e3o significa, necessariamente, que a paciente se descuidou da sa\u00fade&#8221;, refor\u00e7a M\u00e1rjori. &#8220;Mesmo quando descobertos em fase inicial, alguns tumores s\u00e3o bastante agressivos e podem evoluir muito rapidamente. Alguns s\u00e3o chamados de tumores de intervalo pois, muitas vezes, progridem de forma bastante consider\u00e1vel em poucos meses, no per\u00edodo entre a mamografia que a mulher j\u00e1 fez e a data do pr\u00f3ximo exame&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Os dados tamb\u00e9m expressam uma vis\u00e3o equivocada da sociedade sobre a paciente metast\u00e1tica. Metade dos entrevistados n\u00e3o est\u00e1 convencida de que essas mulheres poderiam trabalhar, por exemplo. N\u00e3o por acaso, 10% das pessoas ouvidas afirmam que n\u00e3o contratariam uma mulher com c\u00e2ncer de mama porque acreditam que ela poderia ter v\u00e1rias necessidades que comprometeriam o trabalho. Al\u00e9m disso, 17% da amostra acredita que essa mulher deveria estar 100% focada no tratamento e que o momento n\u00e3o seria o ideal para buscar emprego \u2013 esse porcentual sobe para 24% entre os entrevistados com 55 anos ou mais.<\/p>\n<p>Ainda em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 imagem que a sociedade tem da paciente metast\u00e1tica, os dados mostram que a vis\u00e3o de uma mulher fr\u00e1gil e abatida \u00e9 recorrente. Cerca de 30% dos participantes acreditam que essas pacientes est\u00e3o muito debilitadas para fazer exerc\u00edcios f\u00edsicos, por exemplo, e 31% t\u00eam d\u00favidas a esse respeito. Quase 60% dos entrevistados tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e3o convencidos de que as pacientes poderiam ter uma vida sexual ativa.<\/p>\n<p>Por outro lado, quando convidados a pensar sobre as atuais possibilidades de tratamento para o c\u00e2ncer de mama metast\u00e1tico, os entrevistados evidenciam um tom de otimismo. Mais de um ter\u00e7o dos participantes, ou 33% da amostra, acredita que a oncologia est\u00e1 avan\u00e7ando e que, hoje, j\u00e1 existem mulheres vivendo h\u00e1 muitos anos com a doen\u00e7a. Essa foi a principal resposta escolhida pelos brasileiros para a quest\u00e3o que avaliou a percep\u00e7\u00e3o que eles tinham sobre o tratamento. &#8220;De fato, se antigamente est\u00e1vamos diante de um cen\u00e1rio sem alternativas, hoje a realidade \u00e9 outra. Essas mulheres t\u00eam tido, com o avan\u00e7o da oncologia, a oportunidade de viver mais e melhor&#8221;, conclui M\u00e1rjori.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As constata\u00e7\u00f5es fazem parte de uma pesquisa aplicada em diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds pelo Ibope Intelig\u00eancia, que tamb\u00e9m identificou a for\u00e7a dos mitos sobre o tumor e o estigma associado \u00e0 doen\u00e7a metast\u00e1tica &nbsp;O Brasil come\u00e7ou a participar do movimento mundial Outubro Rosa, dedicado \u00e0 conscientiza\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de mama, h\u00e1 mais de 15 anos. 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