{"id":19271,"date":"2019-05-09T14:31:24","date_gmt":"2019-05-09T14:31:24","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=19271"},"modified":"2024-01-26T11:01:12","modified_gmt":"2024-01-26T14:01:12","slug":"tarsila-popular-continua-ate-julho-no-masp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2019\/05\/09\/tarsila-popular-continua-ate-julho-no-masp\/","title":{"rendered":"Tarsila popular continua at\u00e9 julho no Masp"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_19273\" aria-describedby=\"caption-attachment-19273\" style=\"width: 279px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Abaporu.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-19273\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Abaporu.jpg\" alt=\"Cr\u00e9dito: Gustavo Lowry\" width=\"279\" height=\"328\" data-id=\"19273\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Abaporu.jpg 5619w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Abaporu-255x300.jpg 255w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Abaporu-870x1024.jpg 870w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Abaporu-127x150.jpg 127w\" sizes=\"(max-width: 279px) 100vw, 279px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-19273\" class=\"wp-caption-text\">Abaporu, 1928 \u00d3leo sobre tela, 85 x 72,5 cm Cole\u00e7\u00e3o MALBA, Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, Argentina<\/figcaption><\/figure>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o discute a rela\u00e7\u00e3o da obra da artista de Capivari com o popular brasileiro<\/p>\n<p>Tarsila do Amaral (1886-1973), artista que foi figura central do modernismo brasileiro em sua primeira fase, a partir dos anos 1920, ganha sua primeira grande mostra no Masp (Museu de Arte de S\u00e3o Paulo Assis Chateaubriand), com curadoria de Adriano Pedrosa e Fernando Oliva, reunindo 92 obras, entre pinturas e desenhos. A exposi\u00e7\u00e3o integra o ciclo \u201cHist\u00f3rias das mulheres, hist\u00f3rias feministas\u201d, eixo tem\u00e1tico que guiar\u00e1 a programa\u00e7\u00e3o do museu paulistano ao longo de 2019.<\/p>\n<p>Denominada \u201cTarsila Popular\u201d, a mostra ganhou este t\u00edtulo por conta do recorte da obra de Tarsila, pelos curadores, e do programa de revis\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de nomes centrais do modernismo brasileiro, empreendido pela atual dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica do Masp. Em 2016, por exemplo, o museu realizou \u201cPortinari Popular\u201d, uma sele\u00e7\u00e3o de trabalhos de Candido Portinari (1903-1962) relacionados com a cultura popular brasileira. Assim como Portinari, a obra de Tarsila est\u00e1 na base da constru\u00e7\u00e3o de uma identidade nacional nas artes, ao lado de nomes como Lasar Segall (1891-1957) e Anita Malfatti (1889-1964).<\/p>\n<p>Sem abdicar por completo da matriz modernista europeia e formal da qual fez parte, Tarsila voltou-se para personagens, temas e narrativas ligados ao popular no Brasil. Esse aspecto se manifestou em diversos trabalhos, como \u00e9 poss\u00edvel observar em suas cenas de Carnaval, favelas e feiras ao ar livre, al\u00e9m da rela\u00e7\u00e3o de sua obra com a religiosidade e, ainda, com as lendas populares e ind\u00edgenas &#8212; caso das obras &#8220;A cuca&#8221; (1924), &#8220;Abaporu&#8221; (1928) e &#8220;Batizado de Macuna\u00edma&#8221; (1956).<\/p>\n<p>\u201cA exposi\u00e7\u00e3o e o cat\u00e1logo que a acompanha pretendem promover reflex\u00f5es mais abrangentes sobre Tarsila, articulando sua vida e obra no contexto de uma vis\u00e3o pol\u00edtica, social e racial da cultura brasileira e do modernismo &#8212; um movimento que, no Brasil, raramente \u00e9 abordado sob esses prismas\u201d, diz Fernando Oliva, curador da exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nascida em uma fazenda em Capivari, cidade que fica entre Salto e Piracicaba, em 1886, Tarsila fez parte da aristocracia brasileira. Estudou as t\u00e9cnicas acad\u00eamicas tradicionais na Europa, onde conviveu com pintores como Andr\u00e9 Lhote (1885-1962) e Fernand L\u00e9ger (1881-1955). Desse per\u00edodo, chamam aten\u00e7\u00e3o retratos que j\u00e1 apontavam para uma ideia de modernidade &#8212; na pincelada, na representa\u00e7\u00e3o n\u00e3o-realista e na tentativa de captar o emocional dos modelos &#8211;, como em \u201cAutorretrato com vestido laranja\u201d (1921).<\/p>\n<p>Apesar disso, foi ao voltar ao Brasil, em 1922, que Tarsila aderiu \u00e0s ideias vanguardistas europeias, incorporando-as \u00e0 sua maneira de representar o Brasil. Foi apresentada por Anita Malfatti ao escritor M\u00e1rio de Andrade (1893-1945), ao futuro marido Oswald de Andrade (1890-1954) e ao poeta e pintor Menotti del Picchia (1892-1988), formando com eles o Grupo dos Cinco.<\/p>\n<p>Guiados pela ideia de encontrar e definir uma arte &#8220;verdadeiramente nacional&#8221;, os cinco fizeram uma viagem de redescoberta do pa\u00eds pelas cidades coloniais mineiras,<\/p>\n<p>acompanhados pelo poeta franco-su\u00ed\u00e7o Blaise Cendrars (1887-1961). Dessa expedi\u00e7\u00e3o, resultaram desenhos de observa\u00e7\u00e3o de Tarsila que estar\u00e3o na mostra.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse momento que se inicia o per\u00edodo conhecido como \u201cPau-Brasil\u201d, uma das tr\u00eas principais fases da carreira de Tarsila, ao lado dos per\u00edodos \u201cAntropof\u00e1gico\u201d e \u201cSocial\u201d, todos presentes na mostra. A fase \u201cPau-Brasil\u201d \u00e9 marcada por telas de cores e temas acentuadamente tropicais, como a exuber\u00e2ncia da fauna e da flora locais, pintadas ao lado de m\u00e1quinas e trilhos, s\u00edmbolos, por sua vez, da modernidade urbana do pa\u00eds. Desse momento, s\u00e3o singulares obras como \u201cEstrada de Ferro Central do Brasil\u201d (1924), \u201cVendedor de frutas\u201d (1925) e \u201cUm pescador\u201d (1925), pintura que faz parte do acervo do museu Hermitage, na R\u00fassia, e ser\u00e1 exposta pela primeira vez no Brasil.<\/p>\n<figure id=\"attachment_19272\" aria-describedby=\"caption-attachment-19272\" style=\"width: 295px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Antropofagia_.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-19272\" src=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Antropofagia_.jpg\" alt=\"Cr\u00e9dito: Romulo Fialdini\" width=\"295\" height=\"263\" data-id=\"19272\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Antropofagia_.jpg 6720w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Antropofagia_-300x267.jpg 300w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Antropofagia_-1024x912.jpg 1024w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Antropofagia_-150x134.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 295px) 100vw, 295px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-19272\" class=\"wp-caption-text\">Antropofagia, 1929 \u00d3leo sobre tela, 131 x 146 cm Acervo da Funda\u00e7\u00e3o Jos\u00e9 e Paulina Nemirovsky, em comodato com a Pinacoteca do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Foi ainda nos anos 1920 que Tarsila deu in\u00edcio \u00e0 fase \u201cAntropof\u00e1gica\u201d, em que conseguiu criar algo de \u00fanico e particular. Em 1926, Tarsila casou-se com Oswald e apresentou sua primeira individual, em Paris. Dois anos depois, pintou \u201cAbaporu\u201d, cujo nome de origem ind\u00edgena significa \u201chomem que come carne humana\u201d &#8212; tipo de ritual praticado por algumas tribos brasileiras, especialmente os tupinamb\u00e1s. A obra inspirou o Manifesto Antrop\u00f3fago, de Oswald, que propunha a apropria\u00e7\u00e3o e degluti\u00e7\u00e3o, pela cultura nacional, do legado cultural europeu, para devolv\u00ea-lo ao mundo sob a forma de uma produ\u00e7\u00e3o cultural pr\u00f3pria, brasileira. Trabalhos como \u201cUrutu\u201d (1928) e \u201cAntropofagia\u201d (1929) est\u00e3o na mostra.<\/p>\n<p>A chamada fase \u201cSocial\u201d, que se segue a \u201cPau-Brasil\u201d, e \u201cAntropof\u00e1gica\u201d, deixa clara a aproxima\u00e7\u00e3o de Tarsila com as quest\u00f5es pol\u00edticas e sociais. No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1930, a artista, empobrecida pela perda da fortuna da fam\u00edlia na crise de 1929, teve de se desfazer de obras de sua cole\u00e7\u00e3o particular. Assim, reuniu recursos para viajar \u00e0 Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, acompanhada pelo ent\u00e3o marido, o psiquiatra Os\u00f3rio C\u00e9sar. Juntos, foram para Moscou, Leningrado e Berlim, entre outras cidades. De volta ao Brasil, foi presa, considerada suspeita de \u201catividades subversivas\u201d por ter visitado pa\u00edses comunistas. Esses eventos marcaram sua fase de tem\u00e1tica social, representada por obras como \u201cSegunda classe\u201d (1933) e \u201cOper\u00e1rios\u201d (1933).<\/p>\n<p>Hist\u00f3rias das mulheres, hist\u00f3rias feministas<\/p>\n<p>\u201cTarsila Popular\u201d integra um ano de exposi\u00e7\u00f5es, simp\u00f3sios, palestras, workshops, filmes e publica\u00e7\u00f5es em torno do tema \u201cHist\u00f3rias das mulheres, hist\u00f3rias feministas\u201d no Masp. O ciclo tem\u00e1tico de 2019 agrega diversas mostras monogr\u00e1ficas, com nomes da arte contempor\u00e2nea internacional, caso de Gego e Leonor Antunes, ao lado de artistas brasileiras dos s\u00e9culos 20 e 21, como Lina Bo Bardi, Djanira da Motta e Silva e Anna Bella Geiger, al\u00e9m de duas mostras coletivas, \u201cHist\u00f3rias das mulheres, artistas antes de 1900\u201d e \u201cHist\u00f3rias das mulheres, artistas depois de 2000\u201d.<\/p>\n<p>MAIS: Exposi\u00e7\u00e3o fica at\u00e9 28 de julho de 2019<\/p>\n<p>Local: 1\u00ba andar do Masp &#8211; avenida Paulista, 1578, S\u00e3o Paulo &#8211; telefone: (11) 3149-5959; hor\u00e1rios: quarta a domingo: das 10h \u00e0s 18h (bilheteria aberta at\u00e9 as 17h30); ter\u00e7a-feira: das 10h \u00e0s 20h (bilheteria at\u00e9 19h30); ingressos: R$ 40 (entrada); R$ 20 (meia-entrada); o Masp tem entrada gratuita \u00e0s ter\u00e7as-feiras, durante o dia todo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exposi\u00e7\u00e3o discute a rela\u00e7\u00e3o da obra da artista de Capivari com o popular brasileiro Tarsila do Amaral (1886-1973), artista que foi figura central do modernismo brasileiro em sua primeira fase, a partir dos anos 1920, ganha sua primeira grande mostra no Masp (Museu de Arte de S\u00e3o Paulo Assis Chateaubriand), com curadoria de Adriano Pedrosa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":19273,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[533],"class_list":["post-19271","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura","tag-cultura"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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