{"id":185,"date":"2010-12-13T10:07:42","date_gmt":"2010-12-13T13:07:42","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=185"},"modified":"2024-01-26T09:20:34","modified_gmt":"2024-01-26T12:20:34","slug":"o-amor-transforma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/","title":{"rendered":"O amor transforma&#8230;"},"content":{"rendered":"<p><em>Iniciativas mostram que a simplicidade, a caridade e a compaix\u00e3o podem refletir uma vida plena e a t\u00e3o sonhada paz de esp\u00edrito<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_186\" aria-describedby=\"caption-attachment-186\" style=\"width: 199px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-2.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-186\" title=\"vida 2\" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-2-199x300.jpg\" alt=\"\" width=\"199\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-2-199x300.jpg 199w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-2.jpg 565w\" sizes=\"(max-width: 199px) 100vw, 199px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-186\" class=\"wp-caption-text\">foto: Microfoto<\/figcaption><\/figure>\n<p>O amor sempre esteve presente em toda a hist\u00f3ria da humanidade como propulsor de grandes transforma\u00e7\u00f5es, deixando verdadeiras li\u00e7\u00f5es de vida que foram passadas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o no decorrer de toda a nossa exist\u00eancia. Ensinamentos que nos trouxeram sabedoria e conquistas, sobretudo nas rela\u00e7\u00f5es, possibilitando a proximidade entre os povos e a valoriza\u00e7\u00e3o do ser humano. Valores estes que, infelizmente, aparecem cada vez mais raramente nos dias de hoje. O que fora importante outrora, agora \u00e9 descart\u00e1vel, e tudo parece girar em torno de interesses.<\/p>\n<p>Ao menos \u00e9 o que se v\u00ea a olho nu quando se faz uma an\u00e1lise superficial do que se transformou a sociedade. S\u00e3o exemplos de corrup\u00e7\u00e3o, de mentira, de banaliza\u00e7\u00e3o da vida, de uma pol\u00edtica de venda ou troca de interesses. E diante deste cen\u00e1rio, torna-se indispens\u00e1vel buscar o oposto, mostrar que a ess\u00eancia do viver ainda pulsa, que ainda h\u00e1 esperan\u00e7a. E que o amor \u00e9 a chave para essa felicidade que a maioria n\u00e3o consegue enxergar; s\u00e3o in\u00fameras as iniciativas que visam mostrar que a simplicidade, a caridade e a compaix\u00e3o podem refletir uma vida plena e a t\u00e3o sonhada paz de esp\u00edrito.<\/p>\n<p>\u201c\u00c1gape\u201d, a mais nova publica\u00e7\u00e3o do padre Marcelo Rossi \u00e9 uma delas. O livro tem como tema exatamente o amor divino \u2013 aquele que Deus tem pelos seus filhos, que \u00e9 o mesmo que impulsiona as pessoas a amarem umas as outras. J\u00e1 no pref\u00e1cio da narrativa, escrito por Gabriel Chalita, \u00e9 poss\u00edvel compreender porque \u00e9 t\u00e3o necess\u00e1rio abordar o assunto nesse momento t\u00e3o delicado que vivemos. Logo nas primeiras linhas, o escritor observa: \u201cEstamos acostumados a viver em um mundo em que as pessoas agem na expectativa de reciprocidade. A a\u00e7\u00e3o traz uma rea\u00e7\u00e3o. Infelizmente, n\u00e3o se encontra sabor em rela\u00e7\u00f5es desinteressadas\u201d.<\/p>\n<p>E \u00e9 exatamente esse amor que independe de condi\u00e7\u00f5es que d\u00e1 o tom desta reportagem. Inspirada pela obra mencionada acima, tem como objetivo apresentar a for\u00e7a e o poder desse sentimento, que \u00e9 capaz de tudo, atrav\u00e9s de exemplos emocionantes. Se no livro o autor utiliza passagens b\u00edblicas para relacionar com os aspectos abordados dentro da tem\u00e1tica, como perd\u00e3o, humildade e toler\u00e2ncia, aqui ser\u00e3o utilizadas hist\u00f3rias reais, para que voc\u00ea, leitor, compreenda que todos somos capazes de aflorar esse sentimento.<\/p>\n<p>Conforme explica o padre Cl\u00f3vis Wilson Fontenla, p\u00e1roco da Par\u00f3quia de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, em Itu, todos j\u00e1 nascemos com esse amor incondicional dentro de n\u00f3s. \u201cIsso porque somos imagem e semelhan\u00e7a de Deus. O problema \u00e9 que nem todos sabem explorar essa d\u00e1diva\u201d, explica. O que o padre quer dizer \u00e9 que, assim como os m\u00fasculos do corpo humano, como ele mesmo exemplifica, o amor tamb\u00e9m precisa ser exercitado para que possa funcionar. E a melhor forma de se fazer isso \u00e9 praticando a gratuidade: compartilhando testemunhos, fazendo ora\u00e7\u00f5es, possibilitando experi\u00eancias espirituais e buscando cada vez mais embasamento para a pr\u00f3pria f\u00e9.<\/p>\n<p>Quando uma pessoa se abre para o amor, ela passa a enxergar o outro como um irm\u00e3o. N\u00e3o v\u00ea diferen\u00e7as. Os preconceitos se quebram e o que prevalece \u00e9 a vontade de compreender aquela realidade e poder oferecer a si como ferramenta para melhorar o que nela for preciso. E o mais importante: sem esperar nada em troca. O p\u00e1roco lembra que, naturalmente, tudo o que \u00e9 feito \u00e9 recebido de volta, em alguma circunst\u00e2ncia. Mas tamb\u00e9m afirma que o crist\u00e3o n\u00e3o precisa dessa reciprocidade. \u201cSomos como um copo que est\u00e1 transbordando \u00e1gua. \u00c9 involunt\u00e1rio. Essa \u00e1gua precisa ser transbordada, passada adiante, assim como esse sentimento que nos move\u201d, exemplifica. Basta permitir, do mesmo modo que tanta gente aqui da nossa regi\u00e3o tem feito. Algumas dessas hist\u00f3rias voc\u00ea confere agora. Que possam servir de inspira\u00e7\u00e3o para dias dif\u00edceis e de esperan\u00e7a por um futuro de bem!<\/p>\n<p><strong>Amor incompar\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cCom o cora\u00e7\u00e3o apertado, tomou a decis\u00e3o mais dif\u00edcil de sua vida: internar o filho em uma cl\u00ednica de recupera\u00e7\u00e3o\u201d<\/em><\/p>\n<figure id=\"attachment_187\" aria-describedby=\"caption-attachment-187\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-1.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-187\" title=\"vida 1\" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-1-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-1.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-187\" class=\"wp-caption-text\">foto: Microfoto<\/figcaption><\/figure>\n<p>Dizem que amor de m\u00e3e \u00e9 \u00fanico. E, sendo assim, nada mais prop\u00edcio do que a hist\u00f3ria de uma senhora que lutou contra os pr\u00f3prios sentimentos para salvar a vida de um filho para dar in\u00edcio a esta reportagem. Maria Fl\u00favia Isola Ferrarezzi, professora aposentada, sofreu um drama que muitas mulheres \u2013 e fam\u00edlias de modo geral \u2013 t\u00eam enfrentado mundo afora: o envolvimento de um ente querido com as drogas. H\u00e1 aproximadamente 13 anos, Maria Fl\u00favia viu seu \u00fanico filho se tornar um dependente qu\u00edmico e se afundar nesse universo que muitas vezes n\u00e3o tem volta. Foi um per\u00edodo doloroso, de longas esperas, ansiando pela chegada do jovem, que passava tanto tempo fora de casa, entrando cada vez mais no caminho de um futuro incerto. Com o cora\u00e7\u00e3o apertado, tomou a decis\u00e3o mais dif\u00edcil de sua vida: internar o filho em uma cl\u00ednica de recupera\u00e7\u00e3o. Embora soubesse que era a \u00fanica maneira de traz\u00ea-lo de volta a uma vida saud\u00e1vel, como sempre tivera, n\u00e3o foi f\u00e1cil porque se tratava de um ambiente que nenhuma m\u00e3e deseja para seu filho. O trabalho era s\u00e9rio, as recomenda\u00e7\u00f5es eram positivas. Mas, ainda assim, partiu o cora\u00e7\u00e3o daquela m\u00e3e t\u00e3o apegada ao filho ter que deix\u00e1-lo num lugar distante, em meio a pessoas em situa\u00e7\u00f5es iguais ou piores que a dele. Um lugar triste, de atmosfera carregada, como n\u00e3o poderia deixar de ser. S\u00f3 que Maria Fl\u00favia foi forte. Agarrada a uma f\u00e9 inabal\u00e1vel, n\u00e3o se deixou sucumbir e fez o que tinha de ser feito. Agiu pela raz\u00e3o e foi obrigada a deixar a emo\u00e7\u00e3o de lado. Pelo menos at\u00e9 que a decis\u00e3o fosse concretizada. A volta para casa foi regada a muitas l\u00e1grimas e questionamentos. A mistura de sentimentos como ang\u00fastia, saudade e a vontade de estar perto se arrastaram pelos meses que o rapaz ficou internado. Mas a espera e o sofrimento valeram \u00e0 pena. O desfecho da hist\u00f3ria n\u00e3o podia ser mais feliz: o filho voltou para casa e logo arrumou um emprego, no qual permanece at\u00e9 hoje, casou e deu um lindo neto para Maria Fl\u00favia. Como forma de agradecimento \u00e0 ben\u00e7\u00e3o recebida, hoje ela ajuda outras fam\u00edlias que passam pelo mesmo problema. \u00c9 a integrante mais antiga do \u201cGrupo Amor Maior\u201d, de Salto, o mesmo que frequentava naquela \u00e9poca t\u00e3o conturbada de sua vida. L\u00e1 ela passa adiante tudo o que aprendeu durante todos esses anos e tamb\u00e9m com sua experi\u00eancia pessoal, colaborando com o prop\u00f3sito da funda\u00e7\u00e3o: que \u00e9 exatamente dar apoio aos familiares de dependentes qu\u00edmicos, que geralmente ficam desestruturados com a descoberta (e conviv\u00eancia) do problema. Um exemplo de que com f\u00e9 e amor tudo \u00e9 poss\u00edvel. At\u00e9 mesmo vencer os pr\u00f3prios limites e fazer disso uma li\u00e7\u00e3o de vida para outros que passam pela mesma situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Amor absoluto<\/strong><\/p>\n<p><em>Depois do assassinato do filho, ela sentiu o cora\u00e7\u00e3o falar mais alto e decidiu que precisava fazer algo para ajudar a fam\u00edlia do criminoso<\/em><\/p>\n<p>A comerciante Daisy Laurino \u00e9 a maior prova de que o amor supera todas as diferen\u00e7as e principalmente os erros do pr\u00f3ximo. V\u00edtima de um drama familiar ainda mais delicado do que o de Maria Fl\u00favia, esta mulher encontrou na dor o caminho para transformar a realidade de pessoas que jamais poderiam esperar. H\u00e1 pouco mais de um ano, Daisy perdeu um de seus filhos em um latroc\u00ednio na cidade de Indaiatuba, onde mora e mant\u00e9m uma padaria. Rafael Laurino tinha apenas 25 anos, era um garoto carism\u00e1tico e amado por todos, com uma vida inteira pela frente. Certo dia, quando sa\u00eda do estabelecimento e fechava as portas para ir embora, o rapaz foi abordado por um assaltante que estava armado e exigia dinheiro. Daisy conta que o filho reagiu, por impulso, e acabou levando dois tiros \u2013 um no peito e outro no abd\u00f4men \u2013 que foram fatais. Apesar do sofrimento, a m\u00e3e nunca sentiu \u00f3dio do autor do crime. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o conseguia imaginar como seria se um dia o encontrasse. No entanto, ao receber uma carta psicografada de Rafael, por interm\u00e9dio de uma senhora que nem a conhecia, como ela mesma diz, Daisy acreditou que seu filho agora estava bem. E diante disso despertou para o fato de que o assassino, j\u00e1 preso, tamb\u00e9m tinha uma fam\u00edlia e que esta poderia estar desamparada sem o pai. Com o aux\u00edlio de amigos e entidades do munic\u00edpio, descobriu quem era o homem respons\u00e1vel pela morte do garoto e que ele estaria desesperado quando ocasionou a trag\u00e9dia. \u201cSoube que ele precisava de dinheiro para pagar aluguel. Estava drogado, em uma situa\u00e7\u00e3o muito dif\u00edcil. Quando foi preso deixou sua mulher e tr\u00eas filhos sozinhos; eu n\u00e3o podia ficar parada diante disso\u201d, relata. Afinal de contas, ela conhecia muito bem a dificuldade que era criar uma fam\u00edlia sem a ajuda do pai. Daisy ficou vi\u00fava muito cedo, aos 30 anos, quando seus dois meninos ainda eram muito pequenos. Foi camel\u00f4, cozinheira e enfrentou muitas outras barreiras para conseguir dar um futuro digno \u00e0s crian\u00e7as. Agora, mesmo depois de tudo o que passou, sentiu o cora\u00e7\u00e3o falar mais alto e decidiu que precisava fazer algo por aquelas pessoas. Arrumou emprego para a mulher do homem que matou Rafael e ainda colocou os filhos dele em creches. Como se n\u00e3o bastasse, at\u00e9 hoje colabora com a doa\u00e7\u00e3o de alimentos para essa fam\u00edlia que nem imagina de onde vem a ajuda que tanto necessitam. \u201cS\u00e3o crian\u00e7as lindas, que n\u00e3o podem pagar pelo erro do pai. \u00c9 importante que possam crescer em uma realidade diferente, longe da viol\u00eancia\u201d, comenta a comerciante. Esta \u00e9, sem d\u00favida nenhuma, uma das mais lindas hist\u00f3rias de perd\u00e3o e amor incondicional que pode existir.<\/p>\n<p><strong>Amor ao desconhecido<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cJunto a outras pessoas, ele deu in\u00edcio a um trabalho que preconiza a valoriza\u00e7\u00e3o e a humaniza\u00e7\u00e3o do paciente com c\u00e2ncer\u201d<\/em><\/p>\n<p>Assim como as hist\u00f3rias anteriores, a atitude do terceiro personagem desta reportagem tamb\u00e9m pode servir de inspira\u00e7\u00e3o para voc\u00ea, leitor, que busca estar em paz atrav\u00e9s da pr\u00e1tica da caridade e do amor ao pr\u00f3ximo. Rog\u00e9rio Gottardi \u00e9 exemplo de muitos outros nomes que atuam em prol do desconhecido em nossa regi\u00e3o. Presidente do \u201cMais Vida: Centro de Apoio ao Portador de C\u00e2ncer\u201d, que iniciou suas atividades h\u00e1 cinco anos em Itu e agora conta com unidades em Elias Fausto e Indaiatuba, dedica cada hora de seu dia para oferecer mais qualidade de vida aos pacientes que sofrem com esta doen\u00e7a t\u00e3o devastadora. Quando questionado sobre os motivos que o levaram a criar a ONG, Gottardi revela que foi apenas pela constata\u00e7\u00e3o das dificuldades que essas pessoas enfrentam. Ao acompanhar casos na pr\u00f3pria fam\u00edlia ou de conhecidos, percebeu que h\u00e1 uma car\u00eancia muito significativa especialmente no que diz respeito ao apoio, ao carinho, ao cuidado com estes pacientes. E mais do que isso. Notou que, na maioria das vezes, as fam\u00edlias e os cuidadores tamb\u00e9m ficam muito desamparados. Por isso, junto a outras pessoas, deu in\u00edcio a um trabalho que preconiza a valoriza\u00e7\u00e3o e a humaniza\u00e7\u00e3o do paciente. \u201cQueremos mostrar que eles ainda est\u00e3o vivos, apesar das condi\u00e7\u00f5es. E buscamos ser o porto seguro daqueles que cuidam dos portadores do c\u00e2ncer, pois eles precisam estar bem para dar seguran\u00e7a e esperan\u00e7a para os doentes\u201d, explica o presidente.\u00a0 Para isso, conta com uma equipe que \u00e9 formada por diversos profissionais especializados \u2013 como psic\u00f3logo, fisioterapeuta, assistente social \u2013 e volunt\u00e1rios capacitados. O trabalho de Rog\u00e9rio Gottardi e de seus colaboradores consiste em proporcionar o bem a todas essas pessoas, sem custo, sem esperar nada em troca, a n\u00e3o ser a alegria e o bem-estar dos assistidos. Al\u00e9m do acompanhamento que recebem dentro da ONG, os pacientes contam com a ajuda no encaminhamento de exames, consultas, doa\u00e7\u00e3o de rem\u00e9dios, suplementos alimentares, cestas b\u00e1sicas, atividades em grupo e todo o suporte necess\u00e1rio \u2013 tanto no aspecto f\u00edsico quanto no psicol\u00f3gico. \u00c9 fazer o bem sem olhar a quem.<\/p>\n<p><strong>Hino da caridade<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cAinda que eu fale as l\u00ednguas dos homens e dos anjos, se n\u00e3o tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o c\u00edmbalo que retine. <\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\nAinda que eu tenha o dom de profetizar e conhe\u00e7a todos os mist\u00e9rios e toda a ci\u00eancia. Ainda que eu tenha tamanha f\u00e9, a ponto de transportar montes, se n\u00e3o tiver amor, nada serei.<\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\nE ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu pr\u00f3prio corpo para ser queimado, se n\u00e3o tiver amor, nada disso me aproveitar\u00e1.<\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\nO amor \u00e9 paciente, \u00e9 benigno; o amor n\u00e3o arde em ci\u00fames, n\u00e3o se ufana, n\u00e3o se ensoberbece, n\u00e3o se conduz inconvenientemente, n\u00e3o procura os seus interesses, n\u00e3o se exaspera, n\u00e3o se ressente do mal; n\u00e3o se alegra com a injusti\u00e7a, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo cr\u00ea, tudo espera, tudo suporta.<\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\nO amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecer\u00e3o; havendo l\u00ednguas, cessar\u00e3o; havendo ci\u00eancia, passar\u00e1; porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos.<\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\nQuando, por\u00e9m, vier o que \u00e9 perfeito, ent\u00e3o, o que \u00e9 em parte ser\u00e1 aniquilado.<\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em>Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas pr\u00f3prias de menino.<\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\nPorque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; ent\u00e3o, veremos face a face. Agora, conhe\u00e7o em parte; ent\u00e3o, conhecerei como tamb\u00e9m sou conhecido.<\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><em>Agora, pois, permanecem a f\u00e9, a esperan\u00e7a e o amor, estes tr\u00eas; por\u00e9m o maior destes \u00e9 o amor\u201d.<\/em><\/p>\n<p><em>(carta de S\u00e3o Paulo aos Cor\u00edntios)<\/em><\/p>\n<p><strong>texto Caroline Rizzi<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Iniciativas mostram que a simplicidade, a caridade e a compaix\u00e3o podem refletir uma vida plena e a t\u00e3o sonhada paz de esp\u00edrito O amor sempre esteve presente em toda a hist\u00f3ria da humanidade como propulsor de grandes transforma\u00e7\u00f5es, deixando verdadeiras li\u00e7\u00f5es de vida que foram passadas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o no decorrer de toda a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":189,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[525],"class_list":["post-185","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude-e-beleza","tag-saude-e-beleza"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O amor transforma... - Revista Regional<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O amor transforma... - Revista Regional\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Iniciativas mostram que a simplicidade, a caridade e a compaix\u00e3o podem refletir uma vida plena e a t\u00e3o sonhada paz de esp\u00edrito O amor sempre esteve presente em toda a hist\u00f3ria da humanidade como propulsor de grandes transforma\u00e7\u00f5es, deixando verdadeiras li\u00e7\u00f5es de vida que foram passadas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o no decorrer de toda a [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista Regional\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2010-12-13T13:07:42+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-01-26T12:20:34+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-3.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"600\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"340\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"contato@revistaregional.com.br\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"contato@revistaregional.com.br\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"12 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"contato@revistaregional.com.br\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\"},\"headline\":\"O amor transforma&#8230;\",\"datePublished\":\"2010-12-13T13:07:42+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-26T12:20:34+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/\"},\"wordCount\":2464,\"commentCount\":1,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2010\\\/12\\\/vida-3.jpg\",\"keywords\":[\"Sa\u00fade e Beleza\"],\"articleSection\":[\"Sa\u00fade e Beleza\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/\",\"name\":\"O amor transforma... - Revista Regional\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2010\\\/12\\\/vida-3.jpg\",\"datePublished\":\"2010-12-13T13:07:42+00:00\",\"dateModified\":\"2024-01-26T12:20:34+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2010\\\/12\\\/vida-3.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2010\\\/12\\\/vida-3.jpg\",\"width\":\"600\",\"height\":\"340\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/2010\\\/12\\\/13\\\/o-amor-transforma\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"O amor transforma&#8230;\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Revista Regional\",\"description\":\"Salto - Itu - Indaituba\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d\",\"name\":\"contato@revistaregional.com.br\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"contato@revistaregional.com.br\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/revistaregional.com.br\\\/site\\\/author\\\/contato@revistaregional.com.br\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O amor transforma... - Revista Regional","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O amor transforma... - Revista Regional","og_description":"Iniciativas mostram que a simplicidade, a caridade e a compaix\u00e3o podem refletir uma vida plena e a t\u00e3o sonhada paz de esp\u00edrito O amor sempre esteve presente em toda a hist\u00f3ria da humanidade como propulsor de grandes transforma\u00e7\u00f5es, deixando verdadeiras li\u00e7\u00f5es de vida que foram passadas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o no decorrer de toda a [&hellip;]","og_url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/","og_site_name":"Revista Regional","article_published_time":"2010-12-13T13:07:42+00:00","article_modified_time":"2024-01-26T12:20:34+00:00","og_image":[{"width":600,"height":340,"url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-3.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"contato@revistaregional.com.br","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"contato@revistaregional.com.br","Est. tempo de leitura":"12 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/"},"author":{"name":"contato@revistaregional.com.br","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d"},"headline":"O amor transforma&#8230;","datePublished":"2010-12-13T13:07:42+00:00","dateModified":"2024-01-26T12:20:34+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/"},"wordCount":2464,"commentCount":1,"image":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-3.jpg","keywords":["Sa\u00fade e Beleza"],"articleSection":["Sa\u00fade e Beleza"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/","name":"O amor transforma... - Revista Regional","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-3.jpg","datePublished":"2010-12-13T13:07:42+00:00","dateModified":"2024-01-26T12:20:34+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-3.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/vida-3.jpg","width":"600","height":"340"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/13\/o-amor-transforma\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O amor transforma&#8230;"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#website","url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/","name":"Revista Regional","description":"Salto - Itu - Indaituba","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/#\/schema\/person\/382af97c580dc1b18f55107bc316010d","name":"contato@revistaregional.com.br","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/869822917e96b2e292d5827e4635855396934485e7c4a0af84e9a214e32ca0cd?s=96&d=mm&r=g","caption":"contato@revistaregional.com.br"},"url":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/author\/contato@revistaregional.com.br\/"}]}},"views":141,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/185","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=185"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/185\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":191,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/185\/revisions\/191"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/189"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=185"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=185"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=185"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}