{"id":1799,"date":"2011-11-09T13:37:13","date_gmt":"2011-11-09T16:37:13","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=1799"},"modified":"2024-01-26T09:47:00","modified_gmt":"2024-01-26T12:47:00","slug":"alcool-x-adolescentes-relacao-perigosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/11\/09\/alcool-x-adolescentes-relacao-perigosa\/","title":{"rendered":"\u00c1lcool x adolescentes: rela\u00e7\u00e3o perigosa"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1800\" aria-describedby=\"caption-attachment-1800\" style=\"width: 286px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-1800\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/reporter-regional-alcool-adolescencia-640x480.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1800 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/reporter-regional-alcool-adolescencia-640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"286\" height=\"301\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/reporter-regional-alcool-adolescencia-640x480.jpg 476w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/11\/reporter-regional-alcool-adolescencia-640x480-285x300.jpg 285w\" sizes=\"(max-width: 286px) 100vw, 286px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1800\" class=\"wp-caption-text\">Entre os jovens de 12 a 17 anos, a taxa de dependentes de \u00e1lcool \u00e9 de algo em torno de 7%. A estimativa \u00e9 das \u00faltimas pesquisas realizadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), com o apoio do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/figcaption><\/figure>\n<p>Os jovens est\u00e3o consumindo cada vez mais bebidas alco\u00f3licas e, o que \u00e9 pior, cada vez mais cedo. Dia ap\u00f3s dia vemos nos notici\u00e1rios hist\u00f3rias de acidentes de tr\u00e2nsito e outras situa\u00e7\u00f5es tr\u00e1gicas, como cenas de agress\u00e3o em bares, clubes e baladas, quase sempre envolvendo adolescentes embriagados. No m\u00eas passado, um garoto de 17 anos causou a morte de duas pessoas e deixou outras sete gravemente feridas em uma rodovia da Regi\u00e3o Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. As v\u00edtimas eram todas passageiras de uma van escolar conduzida pelo menor, que perdeu o controle da dire\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo e acabou colidindo violentamente com uma \u00e1rvore. O motorista admitiu ter consumido bebidas alco\u00f3licas antes de dirigir e revelou que o acidente se deu em um momento de distra\u00e7\u00e3o, quando decidiu dar um beijo em sua namorada, que estava no banco ao lado do seu. A menina ficou com o bra\u00e7o esquerdo dilacerado e precisou passar por uma cirurgia delicada.<\/p>\n<p>O caso, que ganhou proje\u00e7\u00e3o nacional, \u00e9 exemplo do quanto essa rela\u00e7\u00e3o entre adolescentes e o \u00e1lcool pode ser perigosa. E, infelizmente, a gera\u00e7\u00e3o atual n\u00e3o tem a m\u00ednima consci\u00eancia da gravidade do assunto. Inclusive aqui na regi\u00e3o. Ao menos \u00e9 o que pensam os especialistas entrevistados para esta reportagem. A conselheira tutelar de Itu, Maria Cristina Pereira Barbosa, conta que est\u00e1 havendo um aumento significativo do problema. Em todas as camadas sociais. \u201cRecentemente, fomos chamados para atender uma menina que estava quase inconsciente de t\u00e3o alcoolizada. Ela saiu de casa para ir ao shopping, mas foi encontrada perto da rua Santa Rita, no Centro. Essa era filha de um policial militar\u201d, lembra. Maria Cristina ocupa o cargo h\u00e1 cinco anos e j\u00e1 viu muita coisa acontecer no que diz respeito ao uso de \u00e1lcool por menores de idade.<\/p>\n<p>Geralmente, os jovens n\u00e3o est\u00e3o onde os seus pais imaginam quando tomam uma atitude imprudente como essa. \u201cAqui a maior parte das ocorr\u00eancias se d\u00e1 em torno de um shopping. Os adultos levam seus filhos at\u00e9 o estacionamento e os deixam livres para aproveitar o momento de lazer com os amigos, acreditando que est\u00e3o seguros. Por\u00e9m, muitos desses adolescentes n\u00e3o permanecem dentro do estabelecimento, como dizem e acabam saindo para ruas pr\u00f3ximas para beber\u201d, explica a conselheira tutelar, que ainda alerta para o fato de que \u00e0s vezes eles nem sabem exatamente o que est\u00e3o consumindo. S\u00e3o misturas de refrigerante com diversos tipos de bebida, algumas com alto teor de \u00e1lcool, como pinga. \u201cTivemos um caso de uma menina de 11 anos que entrou em coma alco\u00f3lico. Quando acordou, n\u00e3o fazia ideia do que tinha bebido\u201d, afirma. E acontece mesmo. Os adolescentes de hoje acabam entrando em qualquer embalo para se sentirem \u201centurmados\u201d.<\/p>\n<p>Para o psic\u00f3logo Rodrigo Diniz, tanto a necessidade de integra\u00e7\u00e3o quanto a rejei\u00e7\u00e3o por determinados grupos sociais s\u00e3o fatores influentes neste processo de inicia\u00e7\u00e3o ao \u00e1lcool. \u201cAs amizades na inf\u00e2ncia s\u00e3o diferentes das amizades na adolesc\u00eancia, pois, nas primeiras, h\u00e1 um v\u00ednculo com caracter\u00edsticas mais primitivas, em torno de uma atividade em comum entre as crian\u00e7as, indicando \u2018pr\u00e1ticas\u2019 mais narcisistas. \u00c9 um v\u00ednculo diferente das amizades vividas pelos adolescentes, que envolver capacidades ps\u00edquicas mais complexas, como a empatia\u201d, reflete o especialista. O que ele quer dizer \u00e9 que, sendo assim, essa integra\u00e7\u00e3o ou rejei\u00e7\u00e3o tem um profundo impacto na constru\u00e7\u00e3o de identidade que realiza os adolescentes. \u201cQuando a organiza\u00e7\u00e3o desses v\u00ednculos ocorre \u2018em torno\u2019 da bebida como uma pr\u00e1tica inerente \u00e0 identidade do grupo, os modelos de v\u00ednculos primitivos s\u00e3o reeditados\u201d, completa. Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso. H\u00e1 uma s\u00e9rie de quest\u00f5es que tamb\u00e9m podem levar os jovens a beber. As principais apontadas por Diniz s\u00e3o as de cunho afetivo-relacionais, socioculturais, econ\u00f4micos, geogr\u00e1ficos, gen\u00e9ticos, sexuais; din\u00e2mica familiar; fracasso escolar e psicopatologias.<\/p>\n<p>Quem pensa da mesma forma \u00e9 a terapeuta Carla Montalto, que \u00e9 especialista em depend\u00eancia qu\u00edmica. Ela simplifica, dividindo os fatores que influenciam neste processo entre os seguintes aspectos: biol\u00f3gicos, psicol\u00f3gicos e sociais. E ainda prop\u00f5e a reflex\u00e3o de outros pontos considerados importantes para o desenvolvimento dos adolescentes. Sobretudo o papel das fam\u00edlias, que mudaram tanto de duas, tr\u00eas gera\u00e7\u00f5es para c\u00e1. \u201cCom a emancipa\u00e7\u00e3o feminina, hoje em dia os casais permanecem juntos simplesmente porque se gostam, n\u00e3o porque dependem um do outro. Dentro desta realidade, o perfil das fam\u00edlias mudou. Casamentos s\u00e3o desfeitos e refeitos com facilidade. A educa\u00e7\u00e3o dos filhos, muitas vezes, acaba ficando para as escolas, o que n\u00e3o est\u00e1 certo, pois esta \u00e9 uma responsabilidade dos pais. Princ\u00edpios, costumes, \u00e9tica e valores devem ser ensinados em casa\u201d, recomenda.<\/p>\n<p>Para quem questiona, a terapeuta adianta que seus argumentos est\u00e3o de acordo com pesquisas cient\u00edficas, que comprovam a efici\u00eancia da participa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias na preven\u00e7\u00e3o da inicia\u00e7\u00e3o dos jovens ao \u00e1lcool ou outras drogas. E a\u00ed tamb\u00e9m entra a quest\u00e3o da espiritualidade. Estudos revelam que relacionamentos familiares adequados, associados com a pr\u00e1tica da espiritualidade, seguram os jovens na inicia\u00e7\u00e3o ao \u00e1lcool. \u201cIsso porque oferecem mais ferramentas para esses adolescentes se segurarem em momentos dif\u00edceis, de frustra\u00e7\u00f5es, em que precisam ter o controle das emo\u00e7\u00f5es\u201d, explica. A sociedade de consumo em que vivemos estabelece a busca pelo prazer imediato, principalmente na adolesc\u00eancia, que \u00e9 quando o c\u00e9rebro funciona de maneira mais impulsiva, por uma quest\u00e3o de maturidade neurol\u00f3gica. \u201cEssa experimenta\u00e7\u00e3o cada vez mais precoce, tanto do \u00e1lcool quanto de outras drogas, nada mais \u00e9 do que a ansiedade, a aus\u00eancia da capacidade de lidar com problemas\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Algo que, na opini\u00e3o dos especialistas consultados por Regional, somente a conscientiza\u00e7\u00e3o pode mudar. Os adolescentes precisam entender que o \u00e1lcool pode causar impactos grav\u00edssimos no desenvolvimento cerebral, al\u00e9m de trazer in\u00fameros preju\u00edzos ao resto do organismo. Em longo prazo, pode at\u00e9 gerar quadros demenciais irrevers\u00edveis. Sem contar que abre portas para a utiliza\u00e7\u00e3o de outras drogas, sejam l\u00edcitas, como o tabaco, ou il\u00edcitas, como a maconha. \u201cAt\u00e9 ent\u00e3o, ningu\u00e9m estava mostrando esse lado para os adolescentes. Ao contr\u00e1rio. As campanhas de bebidas alco\u00f3licas, especialmente as de cerveja, associam o consumo desses produtos ao sucesso. Est\u00e3o cheias de mulheres bonitas e rapazes se dando bem. Exatamente o <em>status<\/em> que os jovens tanto querem\u201d, observa Carla. Hoje, com a nova lei antialcool, surge a esperan\u00e7a por uma mobiliza\u00e7\u00e3o maior no sentido da preven\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o do \u00e1lcool por crian\u00e7as e adolescentes.<strong><\/strong><\/p>\n<p>Sancionada no final do m\u00eas passado pelo governador do Estado de S\u00e3o Paulo, Geraldo Alckmin, a referente legisla\u00e7\u00e3o pro\u00edbe o consumo de bebidas alco\u00f3licas por menores de idade em estabelecimentos comerciais. A venda j\u00e1 era proibida por lei, mas a diferen\u00e7a \u00e9 que, antes, o consumo n\u00e3o era regulamentado de algum adulto comprasse a bebida para um adolescente. Neste caso, ningu\u00e9m poderia ser multado. Agora, haver\u00e1 puni\u00e7\u00e3o com multas que podem chegar a R$ 87 mil e puni\u00e7\u00e3o do local. A medida foi tomada diante da preocupa\u00e7\u00e3o com os n\u00fameros crescentes de casos de menores envolvidos com o \u00e1lcool. Para se ter ideia, entre os jovens de 12 a 17 anos, a taxa de dependentes de \u00e1lcool \u00e9 de algo em torno de 7%. A estimativa \u00e9 das \u00faltimas pesquisas realizadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), com o apoio do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Um percentual consideravelmente alto para um assunto t\u00e3o grave. A expectativa \u00e9 que, mesmo dependendo de fiscaliza\u00e7\u00e3o, um servi\u00e7o ainda t\u00e3o defasado no Estado de S\u00e3o Paulo (e no Brasil), o \u00edndice venha a cair daqui para frente. Pelo bem desses jovens e de outras gera\u00e7\u00f5es que est\u00e3o por vir.<\/p>\n<p>Por enquanto, para quem n\u00e3o sabe como agir perante uma situa\u00e7\u00e3o envolvendo o tema, o psic\u00f3logo Rodrigo Diniz d\u00e1 a dica. <strong>\u201c<\/strong>Tentar manter o jovem longe dos ambientes onde circulam bebidas alco\u00f3licas, atrav\u00e9s de proibi\u00e7\u00f5es ou puni\u00e7\u00f5es, n\u00e3o orientar\u00e1 o jovem sobre os seus preju\u00edzos. \u00c9 claro, os pais t\u00eam o dever de n\u00e3o incentivar o uso de bebidas alco\u00f3licas por adolescentes em qualquer lugar. Mas, quando falamos em orienta\u00e7\u00e3o, penso que os pais devem lidar com essa tem\u00e1tica de maneira preventiva, atrav\u00e9s da escuta e da comunica\u00e7\u00e3o. \u00c9 muito importante que se estabele\u00e7a o h\u00e1bito da comunica\u00e7\u00e3o entre os familiares, para que os pais possam acompanhar de maneira \u2018mais aproximada\u2019 qual rela\u00e7\u00e3o se estabelece entre seus filhos e a bebida alco\u00f3lica. Este h\u00e1bito pode vir atrav\u00e9s de reuni\u00f5es familiares di\u00e1rias, na hora do jantar ou almo\u00e7o, por exemplo, nas quais \u00e9 poss\u00edvel estimular os v\u00ednculos familiares e o exerc\u00edcio de conversas que favore\u00e7am o jovem quanto \u00e0s diferen\u00e7as entre beber socialmente ou se embriagar. Atrav\u00e9s de \u2018constru\u00e7\u00f5es\u2019 deste tipo, o jovem ir\u00e1 dispor de um \u2018repert\u00f3rio maior\u2019 para poder criar seus pr\u00f3prios meios de estabelecer tais limites\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>reportagem de Caroline Rizzi<\/strong><\/p>\n<p><strong>foto Microfoto<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os jovens est\u00e3o consumindo cada vez mais bebidas alco\u00f3licas e, o que \u00e9 pior, cada vez mais cedo. Dia ap\u00f3s dia vemos nos notici\u00e1rios hist\u00f3rias de acidentes de tr\u00e2nsito e outras situa\u00e7\u00f5es tr\u00e1gicas, como cenas de agress\u00e3o em bares, clubes e baladas, quase sempre envolvendo adolescentes embriagados. 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