{"id":1627,"date":"2011-10-07T10:02:04","date_gmt":"2011-10-07T13:02:04","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=1627"},"modified":"2024-01-26T10:48:22","modified_gmt":"2024-01-26T13:48:22","slug":"a-cidade-perdida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/10\/07\/a-cidade-perdida\/","title":{"rendered":"A cidade perdida"},"content":{"rendered":"<p><em><\/p>\n<figure id=\"attachment_1628\" aria-describedby=\"caption-attachment-1628\" style=\"width: 288px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-1628\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/site-diario-peru-21.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1628 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/site-diario-peru-21.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/site-diario-peru-21.jpg 480w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/10\/site-diario-peru-21-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1628\" class=\"wp-caption-text\">Em Machu Picchu \u00e9 poss\u00edvel sentir a energia da ancestralidade; a cidade \u00e9 o principal marco do Imp\u00e9rio Inca; suas edifica\u00e7\u00f5es t\u00eam seu alinhamento coincidindo com os per\u00edodos de Solst\u00edcios e foram baseadas em crit\u00e9rios astron\u00f4micos e rituais de consagra\u00e7\u00e3o ao Sol, \u00e0 Lua e \u00e0s estrelas <\/figcaption><\/figure>\n<p>O fogo que \u00e9 a nossa ess\u00eancia vem das estrelas, e \u00e9 para as estrelas que nossas ess\u00eancias retornar\u00e3o&#8230;<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>&#8230;Aceitar o caminho do c\u00e9u e da terra \u00e9 \u201cser\u201d receptivo!<\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 (re)conhecer o curso do universo&#8230; <\/em><\/p>\n<p><em>E, (re)conhec\u00ea-lo \u00e9 fazer parte do mesmo. \u00c9 ser grande! <\/em><\/p>\n<p><em>Sendo grande, podemos ir longe&#8230; <\/em><\/p>\n<p><em>Muito longe, e indo longe, atingimos &#8211; por fim \u2013 nosso ponto de partida, <\/em><\/p>\n<p><em>que \u00e9 retornar \u00e0 nossa ancestralidade, \u00e0s nossas origens,<\/em><\/p>\n<p><em>fazendo parte de um todo muito maior&#8230; <\/em><\/p>\n<p>Atualmente, nosso maior problema &#8211; sen\u00e3o o fundamental deles &#8211; \u00e9 termos nos afastado muito de nossa ancestralidade mais remota. Tudo isso por conta do imediatismo, do \u201cmomento\u201d, da necessidade de consumir, etc.<\/p>\n<p>Acabamos nos esquecendo, pela pressa e agita\u00e7\u00e3o, de observar um p\u00f4r-do-sol, as nuvens no entardecer, a lua cheia no c\u00e9u, um vento no rosto, chuvas no nosso corpo, entrar em uma cachoeira numa tarde de ver\u00e3o, e o cantar de um p\u00e1ssaro em uma \u00e1rvore bem pertinho de n\u00f3s&#8230; Resgatar essa ess\u00eancia e nossa ancestralidade \u00e9 fundamental!<\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p><strong>Machu Picchu<\/strong><\/p>\n<p>Em Qu\u00edchua, Machu Picchu significa \u201cVelha Montanha\u201d, mas tamb\u00e9m \u00e9 conhecida como \u201ca cidade perdida dos Incas\u201d. Ela est\u00e1 localizada no topo de uma montanha, no vale do rio Urubamba, a mais de 2.400 metros de altitude. Foi constru\u00edda no s\u00e9culo XV, sob as ordens do Pachacuti, e \u00e9 um s\u00edmbolo do Imp\u00e9rio Inca.<\/p>\n<p>Infelizmente, hoje somente cerca de 30% da cidade \u00e9 considerada \u2018original\u2019; o restante foi reconstru\u00eddo. Na constru\u00e7\u00e3o mais antiga podemos observar todos os encaixes entre as pedras maiores e as menores, com muito pouco espa\u00e7o entre as mesmas.<\/p>\n<p>A cidade perdida \u00e9 constitu\u00edda por duas grandes \u00e1reas: a agr\u00edcola \u2013 formada por recintos de armazenagem de alimentos e grandes terra\u00e7os, e outra a urbana \u2013 onde se destaca a zona sagrada, com pra\u00e7as, templos, e os mausol\u00e9us reais. No meio dessas grandes montanhas, todos os templos, casas, etc., est\u00e3o distribu\u00eddos de maneira extremamente organizada, destacando a grande capacidade dessa sociedade naquela \u00e9poca sem tantos recursos e materiais t\u00e9cnicos; tudo organizado e planejado para a passagem do Deus Sol.<\/p>\n<p>Em 24 de julho, deste ano, foram comemorados os cem anos da descoberta de Machu Picchu pelo americano Hiram Bingham (professor da Universidade de Yale). Na realidade, foi redescoberta, pois em 1865 o italiano A. Raimondi passou a p\u00e9 pelas ru\u00ednas e comentou qu\u00e3o escassamente povoada era essa regi\u00e3o; e em 1867, o empres\u00e1rio alem\u00e3o Augusto Berns estava interessado em explorar todas as riquezas do lugar.<\/p>\n<p>Bingham, ao adentrar nessa regi\u00e3o pelo c\u00e2nion Urubamba, encontrou-se com o campon\u00eas Melchor Artega, que descreveu para ele que no alto daquela serra, cobertas por densa vegeta\u00e7\u00e3o existiam ru\u00ednas de uma civiliza\u00e7\u00e3o muito antiga. Chegando ao cume, n\u00e3o acreditou no que viu, e descreveu em seu di\u00e1rio pessoal:<\/p>\n<p><em> <\/em><em>\u201cWould anyone believe what I have found?\u201d<\/em><\/p>\n<p><em> (Acreditar\u00e1 algu\u00e9m no que eu encontrei?)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Partindo de Cuzco&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Saindo de Cuzco por trem, a viagem at\u00e9 \u00c1guas Calientes, leva em m\u00e9dia tr\u00eas horas e meia, com um visual fant\u00e1stico entre vales, e montanhas cobertas com neve. Depois, s\u00e3o mais 30 minutos pela rodovia n\u00e3o pavimentada (Hiram Bingham) at\u00e9 chegarmos a esse lugar especial, considerado patrim\u00f4nio mundial pela Unesco.<\/p>\n<p>No local, temos a vis\u00e3o completa do vale sagrado, do templo principal, do Intihuatana (rel\u00f3gio e calend\u00e1rio solar), templo do Sol (Torre\u00f3n), das tr\u00eas portas sobre os tr\u00eas terra\u00e7os, dentre outros locais espetaculares.<\/p>\n<p>V\u00e1rios cientistas, pesquisadores, acreditam que todas essas constru\u00e7\u00f5es foram baseadas em crit\u00e9rios astron\u00f4micos e em rituais de consagra\u00e7\u00e3o ao Sol, Lua e \u00e0s estrelas. V\u00e1rias edifica\u00e7\u00f5es t\u00eam seu alinhamento coincidindo com os per\u00edodos de Solst\u00edcios, com o azimute; e com o nascer e p\u00f4r-do-sol, em determinados per\u00edodos do ano, bem como o topo dessas montanhas que circundam esse local sagrado.<\/p>\n<p>Uma vez s\u00f3 \u00e9 pouco&#8230; Vale a pena voltar! Quem sabe na pr\u00f3xima pela trilha Inca (quatro dias de muita emo\u00e7\u00e3o, energia, ancestralidade, cora\u00e7\u00e3o&#8230;)<\/p>\n<p><em>\u201cN\u00e3o desistiremos de explorar&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>E o fim de toda a nossa explora\u00e7\u00e3o ser\u00e1 chegarmos ao lugar de onde partirmos&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>E conhecer o lugar pela primeira vez\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>(Eliot, T.S)<\/em><\/p>\n<p><em> <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>* Tarso Marraccini esteve este ano com a fam\u00edlia conhecendo o Peru e a cidade perdida de Machu Picchu; ele escreveu este artigo especialmente para esta se\u00e7\u00e3o da Revista Regional.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em> <\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>VEJA MAIS FOTOS NA GALERIA ABAIXO<\/em><\/p>\n<p><em>ngg_shortcode_0_placeholder<br \/>\n<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O fogo que \u00e9 a nossa ess\u00eancia vem das estrelas, e \u00e9 para as estrelas que nossas ess\u00eancias retornar\u00e3o&#8230; &nbsp; &#8230;Aceitar o caminho do c\u00e9u e da terra \u00e9 \u201cser\u201d receptivo! \u00c9 (re)conhecer o curso do universo&#8230; E, (re)conhec\u00ea-lo \u00e9 fazer parte do mesmo. \u00c9 ser grande! 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