{"id":15491,"date":"2018-05-23T13:22:51","date_gmt":"2018-05-23T13:22:51","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=15491"},"modified":"2024-01-26T11:38:46","modified_gmt":"2024-01-26T14:38:46","slug":"a-arte-e-a-beleza-de-tais-araujo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2018\/05\/23\/a-arte-e-a-beleza-de-tais-araujo\/","title":{"rendered":"A arte e a beleza de Ta\u00eds Ara\u00fajo"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_15492\" aria-describedby=\"caption-attachment-15492\" style=\"width: 249px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/CONTIGO_TAIS_ARAUJO-213.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-15492\" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/CONTIGO_TAIS_ARAUJO-213.jpg\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"373\" data-id=\"15492\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/CONTIGO_TAIS_ARAUJO-213.jpg 4912w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/CONTIGO_TAIS_ARAUJO-213-200x300.jpg 200w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/CONTIGO_TAIS_ARAUJO-213-683x1024.jpg 683w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/CONTIGO_TAIS_ARAUJO-213-100x150.jpg 100w\" sizes=\"(max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-15492\" class=\"wp-caption-text\">Ta\u00eds Ara\u00fajo em ensaio especial para o fot\u00f3grafo Fred Othero<\/figcaption><\/figure>\n<p>Uma das atrizes mais cobi\u00e7adas da TV brasileira, Ta\u00eds Ara\u00fajo sabe as dores e as del\u00edcias de ser uma mulher comum. Sim, embora a m\u00eddia venda a perfei\u00e7\u00e3o e a felicidade, ela tem consci\u00eancia plena sobre o seu lugar no mundo, bem como a import\u00e2ncia de suas personagens, que apesar de fic\u00e7\u00e3o, tem papel importante numa sociedade, segundo ela, machista e preconceituosa. <em>\u201cSempre que apresent\u00e1vamos algum assunto social, muitas pessoas comentavam. N\u00f3s percebemos que elas estavam a fim de discutir o que est\u00e1 acontecendo na sociedade de uma maneira leve e divertida. Eu acredito que a com\u00e9dia \u00e9 a melhor maneira de voc\u00ea alcan\u00e7ar e fazer refletir, mesmo com temas que n\u00e3o sejam t\u00e3o leves. Estamos numa mudan\u00e7a de estrutura na sociedade geral, que urge. Poder fazer isso atrav\u00e9s de um programa de televis\u00e3o num canal aberto, num seriado de com\u00e9dia, d\u00e1 muito orgulho\u201d<\/em>, diz sobre sua personagem Michele na quarta temporada de \u201cMister Brau\u201d, da TV Globo. Corajosa e cheia de fibra, Ta\u00eds n\u00e3o se limita a falar sobre preconceitos, fam\u00edlia, em especial o trabalho ao lado do marido e ator L\u00e1zaro Ramos, no qual contracena na s\u00e9rie de TV e na pe\u00e7a \u201cO Topo da Montanha\u201d. <em>\u201cEle \u00e9 um ator que me inspira. \u00c9 criativo e interessante. Ir para o set com ele \u00e9 muito especial. N\u00f3s conversamos sobre como fazer determinada cena. Quando n\u00e3o estamos trabalhando num mesmo projeto, observo como ele se prepara, e depois acompanho o resultado. \u00c9 muito natural trabalharmos juntos\u201d<\/em>, conta.&nbsp; Aos 39 anos e mais serena do que nunca, Ta\u00eds leva uma vida em equil\u00edbrio, embora admita ser supercontroladora com os filhos. A partir daqui, descubra um pouco mais sobre essa sagitariana de personalidade forte!<\/p>\n<p><strong>REVISTA REGIONAL: Antes de se tornar atriz, voc\u00ea chegou a estudar Jornalismo, e mesmo ap\u00f3s se formar na \u00e1rea, preferiu seguir a carreira na televis\u00e3o. Como voc\u00ea avalia sua trajet\u00f3ria profissional?<\/strong><\/p>\n<p>TA\u00cdS ARA\u00daJO: Eu me formei em Jornalismo, mas exerci pouco a profiss\u00e3o. Sobre a carreira, fiz o que foi poss\u00edvel. Escolhi ser atriz num momento bom. Quando aconteceu foi muito bonito e no jeito certo, com as pessoas certas. Eu amo o meu trabalho e, sem d\u00favida, amo a oportunidade de conhecer e discutir o comportamento humano. A dramaturgia nos permite viver isso em cada personagem que representamos. A Preta (Da Cor do Pecado) foi um sucesso, mas na verdade no caso da Helena (Viver a Vida) eu faria tudo novamente. Depois dessa personagem, eu me tornei e quis ser outra atriz. Esse papel foi determinante na minha vida, de eu poder falar que eu n\u00e3o queria ser atriz para esse tipo de personagem que n\u00e3o foi feito pra mim. S\u00f3 enxerguei isso depois que a novela acabou. \u00c9 importante saber ler e entender que ser protagonista n\u00e3o \u00e9 necessariamente um bom personagem, porque, \u00e0s vezes, enchemos os olhos por ser de destaque, mas, de repente, ele n\u00e3o \u00e9 pra voc\u00ea. N\u00e3o \u00e9 bom. A Helena foi importante nesse sentido. Agora quero ser desafiada, fazer bons textos, diversificar. Parti para fazer com\u00e9dia, e estou tendo uma experi\u00eancia maravilhosa. Tem sido muito prazeroso, um aprendizado gigantesco. \u00c9 dif\u00edcil pra caramba, mas \u00e9 uma conquista. O bom dessa profiss\u00e3o \u00e9 que o tempo est\u00e1 a nosso favor. Conforme ele vai passando, vamos aprendendo e melhorando. Se o ator se empenhar e se dedicar, com certeza ir\u00e1 aprender.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o faz muito tempo, voc\u00ea foi considerada um dos grandes nomes da propaganda. Sendo uma mulher negra, talentosa e representando um n\u00famero significativo de outras pessoas que pensam como voc\u00ea, quais s\u00e3o seus sentimentos?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o sei. N\u00e3o fico dimensionando. Claro que eu acompanho essas listas, afinal \u00e9 a minha carreira, tenho que saber o que pensam sobre mim, pra quem estou falando, como as pessoas recebem, se estou conseguindo me comunicar&#8230; Fico pensando quando eu era crian\u00e7a, adolescente, que n\u00e3o tinha ningu\u00e9m t\u00e3o pr\u00f3ximo da minha idade, que pudesse ser o meu norte. Isso de fato \u00e9 um lado muito fraco na constru\u00e7\u00e3o da minha identidade. Todo mundo precisa saber que \u00e9 poss\u00edvel. Durante muito tempo foi algo meio fl\u00e1cida mesmo. Eu queria ser uma atriz, mas que atriz? Ent\u00e3o, \u00e9 pensando nessa crian\u00e7a que eu fui, e que tem essa lacuna na minha constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea e o L\u00e1zaro Ramos fazem uma parceria incr\u00edvel, tanto na vida pessoal como profissional, mas como tem sido essa constante entre voc\u00eas dois, tanto no teatro quanto na televis\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Ele \u00e9 um ator que me inspira. \u00c9 criativo e interessante. Ir para o set com ele \u00e9 muito especial. N\u00f3s conversamos sobre como \u00e9 melhor fazer determinada cena. Quando n\u00e3o estamos trabalhando num mesmo projeto, observo como ele se prepara, e depois acompanho o resultado. \u00c9 muito natural trabalharmos juntos. N\u00f3s tamb\u00e9m temos outros projetos al\u00e9m desse. Em casa, n\u00f3s temos nossos filhos, a quest\u00e3o da pe\u00e7a, que fazemos juntos, e ele tamb\u00e9m dirige, produz e atua. No meu caso, s\u00f3 produzo e atuo. S\u00e3o muitos os assuntos que, para n\u00f3s dois, \u00e9 muito natural. Estamos sempre discutindo algo que vamos desenvolver, mas quando tamb\u00e9m n\u00e3o estamos trabalhando, estamos conversando sobre novos projetos, porque temos a mesma profiss\u00e3o. Essa troca sempre existiu entre n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>Com a estreia que aconteceu no final de abril, voc\u00ea est\u00e1 de volta com a quarta temporada de \u201cMister Brau\u201d na TV e, claro, o p\u00fablico agradece, j\u00e1 que faz muito sucesso. Voc\u00ea esperava receber esse acolhimento?<\/strong><\/p>\n<p>Quando n\u00f3s come\u00e7amos, era pra ser apenas uma temporada. N\u00e3o t\u00ednhamos a pretens\u00e3o de ser uma s\u00e9rie que durasse todo esse tempo. Por isso, hoje n\u00f3s temos que criar o que vai acontecer, conforme a demanda das temporadas. Nessa, a Michele est\u00e1 \u00e0 frente. Ela se torna uma cantora com fama internacional. Dentro da dramaturgia discutimos assuntos, como, por exemplo, o homem que n\u00e3o segura a onda quando a mulher tem destaque, quando ela sai pra trabalhar e a vida prospera muito. Como fica a quest\u00e3o da casa, dos filhos, da fam\u00edlia? Discutimos a quest\u00e3o da idade, principalmente quando chega a Yasmin (personagem interpretada por Lellezinha), uma menina mais jovem. Falamos tamb\u00e9m sobre os refugiados, enfim, n\u00f3s fomos criando. Na verdade, eu acho que o autor (Jorge Furtado) faz algo super legal, que \u00e9 olhar para a sociedade, e o que ela est\u00e1 discutindo. Ele pega tudo isso, e coloca dentro da s\u00e9rie. Nosso hist\u00f3rico tem sido assim. N\u00e3o \u00e9 uma s\u00e9rie pra ficar no ar por dez anos. N\u00e3o \u00e9. O que vai acontecendo durante o ano, eles v\u00e3o escrevendo. N\u00f3s s\u00f3 sabemos o que vai rolar, quando acaba a temporada. Ent\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel ficar muito pr\u00f3ximo do que est\u00e1 acontecendo na sociedade. E nesse ano, n\u00f3s estamos com a Michele bombando profissionalmente, enquanto o Brau tem um desencontro com a arte. Fica esse contraponto, de um que est\u00e1 acontecendo muito artisticamente, e do outro que est\u00e1 perdido. At\u00e9 que gra\u00e7as a Deus e aos c\u00e9us, ele tem um reencontro com a identidade art\u00edstica dele, que \u00e9 quando termina o epis\u00f3dio, e como todos sabem, n\u00f3s filmamos na Angola. N\u00f3s estamos inventando uma hist\u00f3ria para fazermos essa quarta temporada diferente das outras tr\u00eas primeiras, mas o Brau continua a ser o protagonista.<\/p>\n<p><strong>E como foi essa experi\u00eancia em Luanda?<\/strong><\/p>\n<p>Muito lindo ver como o povo angolano gosta de Brau, o quanto eles se identificam com nossos personagens e com nosso pa\u00eds. O n\u00famero de crian\u00e7as nas nossas grava\u00e7\u00f5es me emocionou demais. Fiquei com l\u00e1grimas nos olhos muitas vezes. O que mais me impressionou \u00e9 o quanto as pessoas faziam quest\u00e3o de contribuir para que tudo desse certo. Essa viagem fecha com chave de ouro o que temos buscado nesses anos de s\u00e9rie: o fortalecimento da identidade das nossas personagens.<\/p>\n<p><strong>A Michele canta e dan\u00e7a, ou seja, o trabalho \u00e9 muito mais intenso, ainda mais nessa temporada, j\u00e1 que ela est\u00e1 com a carreira internacional decolando. Como voc\u00ea tem dado conta dessa jornada intensa de trabalho?<\/strong><\/p>\n<p>Estou dando truque em tudo, como sempre, n\u00e9? Truque na dan\u00e7a, no canto, mas ao mesmo tempo \u00e9 muito divertido. Desde \u201cAs Empreguetes\u201d (Cheias de Charme, 2012) eu j\u00e1 sabia que n\u00e3o tinha talento pra cantora. Eu n\u00e3o tenho voca\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 necess\u00e1rio ter, porque \u00e9 muito ensaio, dedica\u00e7\u00e3o&#8230; Mas divertido brincar de pop star n\u00e3o vou dizer que n\u00e3o \u00e9. Quando fomos gravar os shows, o est\u00fadio lotado, figura\u00e7\u00e3o, e eles todos muito empolgados, comentei que eles que deveriam acreditar que eu era a pop star, porque eles precisavam me ajudar (risos). Trabalhamos muito em conjunto. Eu comecei a fazer aulas de dan\u00e7a antes de todo mundo, justamente pra facilitar a vida da produ\u00e7\u00e3o. Fazia aulas de canto em casa, s\u00f3 que chega uma hora que eu n\u00e3o canto e nem dan\u00e7o. A realidade \u00e9 essa. Mas estou um pouco mais preparada. Havia uma m\u00fasica e quando fomos gravar, eu chorava tanto, porque estava cansada e n\u00e3o conseguia alcan\u00e7ar a nota. O diretor (Ricardo Spencer) falou pra eu ir pra casa. Fui chorando, aos prantos, achando que n\u00e3o ia conseguir, mas n\u00f3s temos uma equipe de p\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o. Na dan\u00e7a, depois que aprendi toda a coreografia, quando foram tirar o espelho da minha frente, eu n\u00e3o sabia dan\u00e7ar. Eu copiava das meninas o tempo inteiro, mas s\u00f3 fomos perceber no palco. Da\u00ed falei: \u2018ferrou!\u2019. E agora? Por pura falta de t\u00e9cnica. Voltamos a ensaiar tudo de novo, sem o espelho na frente. Agora vem o microfone. Se eu estiver com o microfone na frente, como vou fazer? Eu n\u00e3o conseguia levantar o bra\u00e7o. Fui estudar as cantoras, e descobrir que ningu\u00e9m usa headset (microfone auricular para cantar) s\u00f3 a Britney Spears. Elas d\u00e3o o truque na dan\u00e7a. A backing vocal \u00e9 que canta, e elas (cantoras) n\u00e3o fazem nada, s\u00f3 canta o que tem que cantar mesmo, entendeu? Fui entender, \u00e9 t\u00e9cnica e eu n\u00e3o tenho, n\u00e3o consigo aprender em dois meses de prepara\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, o que fa\u00e7o s\u00e3o truques. Quando estou com o microfone, me liberto da coreografia. Fa\u00e7o o que d\u00e1. Hoje o microfone \u00e9 um amuleto pra mim, pra quem \u00e9 cantora de verdade, n\u00e3o, elas usam pra cantar, mas no meu caso \u00e9 dar o truque nos dois. \u00c0s vezes esque\u00e7o a m\u00fasica, e coloco o microfone na frente.<\/p>\n<p><strong>Sua personagem tem caracter\u00edsticas muito parecidas com voc\u00ea. Ela tem atitude, \u00e9 batalhadora e corre atr\u00e1s de seus objetivos, al\u00e9m de cuidar da fam\u00edlia&#8230;&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>Faz tr\u00eas anos que estou nessa rotina intensa, mas dizem que filho vem com um saco de p\u00e3o debaixo do bra\u00e7o, n\u00e9? A minha filha (Maria Ant\u00f4nia) trouxe muitas coisas pra mim. S\u00e3o tr\u00eas anos que eu tenho trabalhado muito. Essa \u00e9 uma quest\u00e3o minha. Quando come\u00e7o a gravar mais, vejo pouco os meus filhos. Normalmente consigo v\u00ea-los pela manh\u00e3, \u00e0 noite, ou \u00e0s vezes nem consigo porque quando saio, est\u00e3o dormindo, quando chego tamb\u00e9m, mas eu tenho uma profiss\u00e3o que me proporciona, um bom descanso. Posso ficar dois, tr\u00eas meses dedicados a eles. Eu tenho esse equil\u00edbrio na minha carreira. Eles s\u00e3o filhos de dois atores, e est\u00e3o super acostumados. N\u00f3s vamos negociando o tempo todo. Nesse momento, \u00e9 assim, mas daqui a pouco n\u00f3s vamos pra algum lugar, e vai acontecer isso, vamos viajar, da\u00ed eles v\u00e3o se acalmando. Eu tenho a minha m\u00e3e que est\u00e1 sempre em casa, meu sogro, meu pai, as meninas que trabalham com a gente, ent\u00e3o, tenho muita ajuda, que faz com que eu fique muito mais segura de poder vir trabalhar, apesar de eu ser supercontroladora. Fico o tempo inteiro querendo saber o que eles est\u00e3o fazendo, mas nada se compara com a presen\u00e7a. \u00c9 uma vida de equil\u00edbrio. &nbsp;<\/p>\n<p><strong>Uma quest\u00e3o muito pertinente \u00e9 tratada nessa temporada, que \u00e9 a mulher crescendo profissionalmente, enquanto o homem fica frustrado. Como voc\u00ea v\u00ea a import\u00e2ncia de abordar essa quest\u00e3o, mesmo sendo do ponto de vista da com\u00e9dia?<\/strong><\/p>\n<p>Na verdade, n\u00e3o t\u00ednhamos a pretens\u00e3o de discutir, apesar de o primeiro cap\u00edtulo ser forte, dessa fam\u00edlia comprar uma casa com piscina e acharem que eles haviam roubado, que eram ladr\u00f5es. Ent\u00e3o, ela j\u00e1 dava um toque que gostaria de discutir alguma coisa, mas de uma maneira mais leve. N\u00f3s recebemos uma demanda da sociedade, atrav\u00e9s das redes sociais, muito grande. Sempre que apresent\u00e1vamos algum assunto social, muitas pessoas comentavam. N\u00f3s percebemos que elas estavam a fim de discutir, o que est\u00e1 acontecendo na sociedade de uma maneira leve e divertida. Eu acredito que a com\u00e9dia \u00e9 a melhor maneira de voc\u00ea alcan\u00e7ar e fazer refletir, mesmo com temas que n\u00e3o sejam t\u00e3o leves. Estamos numa mudan\u00e7a de estrutura na sociedade geral, que urge. Poder fazer isso atrav\u00e9s de um programa de televis\u00e3o, num canal aberto, num seriado de com\u00e9dia, d\u00e1 muito orgulho.<\/p>\n<p><strong>Infelizmente ainda vivemos desigualdades no pa\u00eds, mas tamb\u00e9m temos a quest\u00e3o do racismo&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Sofro preconceitos at\u00e9 hoje. E infelizmente n\u00e3o aconteceu apenas uma vez, mas \u00e9 diariamente. N\u00f3s vivemos num pa\u00eds preconceituoso. \u00c9 claro que quando voc\u00ea se torna uma pessoa conhecida, existe um preconceito amenizado. Ele \u00e9 um pouco mais velado do que j\u00e1 \u00e9.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>texto ESTER JACOPETTI<\/em><\/p>\n<p><em>fotos FRED OTHERO<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das atrizes mais cobi\u00e7adas da TV brasileira, Ta\u00eds Ara\u00fajo sabe as dores e as del\u00edcias de ser uma mulher comum. Sim, embora a m\u00eddia venda a perfei\u00e7\u00e3o e a felicidade, ela tem consci\u00eancia plena sobre o seu lugar no mundo, bem como a import\u00e2ncia de suas personagens, que apesar de fic\u00e7\u00e3o, tem papel importante [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":15492,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"ngg_post_thumbnail":0,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[534],"class_list":["post-15491","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conversa","tag-conversa"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A arte e a beleza de Ta\u00eds Ara\u00fajo - Revista Regional<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Ta\u00eds Ara\u00fajo em ensaio especial para o fot\u00f3grafo Fred Othero. 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