{"id":1513,"date":"2011-09-08T15:19:03","date_gmt":"2011-09-08T18:19:03","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=1513"},"modified":"2024-01-26T09:47:02","modified_gmt":"2024-01-26T12:47:02","slug":"nas-profundezas-do-mar-sem-fim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/09\/08\/nas-profundezas-do-mar-sem-fim\/","title":{"rendered":"Nas profundezas do mar sem fim&#8230;"},"content":{"rendered":"<p><em><\/p>\n<figure id=\"attachment_1514\" aria-describedby=\"caption-attachment-1514\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-1514\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/mergulho-Microfoto-1-640x480.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1514 \" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/mergulho-Microfoto-1-640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"255\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/mergulho-Microfoto-1-640x480.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/mergulho-Microfoto-1-640x480-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1514\" class=\"wp-caption-text\">O fundo do mar guarda maravilhas inimagin\u00e1veis, como mostram Jefferson e Graziela em suas fotos<\/figcaption><\/figure>\n<p>Cada vez mais, o mergulho tem se tornado a paix\u00e3o dos brasileiros<\/em><\/p>\n<p>Considerado um dos esportes mais radicais praticados em todo o mundo, o mergulho tamb\u00e9m tem sido fortemente difundido como um grande passatempo entre os mais diversos tipos de p\u00fablico. S\u00e3o homens, mulheres, jovens, adultos, empreendedores, aventureiros&#8230; cada um com seus motivos, que v\u00e3o desde a busca por uma experi\u00eancia in\u00e9dita at\u00e9 a fuga do estresse do dia-a-dia. O fato \u00e9 que quem o pratica pela primeira vez n\u00e3o quer nunca mais esquecer a maravilhosa sensa\u00e7\u00e3o de respirar embaixo d\u2019\u00e1gua e conhecer um mundo completamente diferente do qual est\u00e1 habituado. Um mundo cheio de cores, mist\u00e9rios e curiosidades, que encanta pela imensid\u00e3o da sua beleza.<\/p>\n<p>Ao menos foi isso que a fot\u00f3grafa Graziela Scudeler Zani sentiu quando mergulhou pela primeira vez. Ela tinha acabado de se formar na faculdade e estava \u00e0 procura de novas emo\u00e7\u00f5es. Fez um curso b\u00e1sico em Indaiatuba, onde mora, e logo depois partiu para uma viagem ao litoral carioca. O destino? A bela e hist\u00f3rica Paraty \u2013 cidade colonial fundada h\u00e1 mais de 500 anos e que at\u00e9 hoje preserva in\u00fameros encantos naturais e arquitet\u00f4nicos. Graziela lembra como se fosse ontem: um final de semana inteiro para colocar em pr\u00e1tica tudo o que aprendeu em sala de aula. \u201cTive muita sorte. O mar estava claro e a visibilidade \u00f3tima, vi v\u00e1rias esp\u00e9cies, foi muito legal\u201d, recorda.<\/p>\n<p>Pronto. A partir daquele momento, a fot\u00f3grafa tinha certeza de que o mergulho se tornaria uma paix\u00e3o. \u201cEu me tornei uma mergulhadora com carteirinha e tudo o que tenho direito\u201d, afirma. Para chegar at\u00e9 l\u00e1, n\u00e3o precisou de muito esfor\u00e7o. Apenas dedica\u00e7\u00e3o e o acompanhamento profissional pelo qual todos que desejam mergulhar precisam passar. \u201cQuando fiz o curso, aprendi conceitos prim\u00e1rios necess\u00e1rios para mergulhar com cilindro, estudei um pouco sobre a vida marinha e depois passei para a piscina, onde treinei a entrada na \u00e1gua, a comunica\u00e7\u00e3o embaixo dela, montagem do equipamento, respira\u00e7\u00e3o e controle da flutua\u00e7\u00e3o\u201d, compartilha a entrevistada, ressaltando a import\u00e2ncia de cada passo.<\/p>\n<p>Quando questionada sobre o que \u00e9 mais prazeroso no mergulho, Graziela at\u00e9 se perde. \u201cS\u00e3o tantas coisas, mas adoro flutuar na \u00e1gua. Apesar de estar com o peso do cilindro nas costas e mais o do lastro que ajuda a afundar, l\u00e1 embaixo a gente flutua \u2018gostoso\u2019 sem muito esfor\u00e7o, a gente nada tranquilo e toda a vida marinha est\u00e1 l\u00e1 para que a gente possa apreciar e interagir com ela. Sempre com cuidado, claro\u201d, responde. E o modo ao qual ela se refere \u00e0 experi\u00eancia deixa qualquer pessoa, no m\u00ednimo, curiosa. \u201c\u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o incr\u00edvel! Dif\u00edcil de explicar. O ambiente diferente do nosso, saber lidar com ele a seu favor e ainda encontrar peixes de diferentes cores e tamanhos, tartarugas, arraias, corais, enfim&#8230; \u00e9 tudo muito lindo\u201d, descreve.<\/p>\n<p>Entre os lugares que j\u00e1 visitou a mergulho, Graziela guarda dois com um carinho especial: Abrolhos e Fernando de Noronha. Para a fot\u00f3grafa, que leva a atividade como um hobby, cada mergulho \u00e9 muito intenso, principalmente porque n\u00e3o o pratica com tanta frequ\u00eancia como aqueles que o encaram como esporte. \u201cEm Abrolhos foi demais! Eu estava distra\u00edda olhando para corais, lagostas imensas e muitos peixes que brilhavam com a luz do sol quando de repente dei de cara com um Nero, um peixe enorme, parado em minha frente. Nos olhamos, ele passou por mim, voltou e nadou me acompanhando por um temp\u00e3o. Achei o m\u00e1ximo. J\u00e1 em Fernando de Noronha mergulhei entre cardumes, rochedos, peixinhos que vinham at\u00e9 mim achando que eu estava segurando comida e uma arraia gigante\u201d, contou, empolgada, nos permitindo imaginar as descobertas deliciosas que podemos fazer embaixo d\u2019\u00e1gua.<\/p>\n<p>Quem sabe exatamente como \u00e9 essa sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 Jefferson Navarro. Nosso segundo entrevistado \u00e9 t\u00e3o apaixonado pelo esporte que decidiu viver dele. Instrutor respons\u00e1vel pela ScubaItu, escola de mergulho em Itu, despertou interesse pelo assunto quando ainda era muito jovem. \u201cAos 15 anos de idade, assistindo a um seriado sobre mergulho na televis\u00e3o, achei que deveria experimentar aquela sensa\u00e7\u00e3o de respirar embaixo d\u2019\u00e1gua. A\u00ed comecei a perseguir todo tipo de programa que envolvesse o esporte, como Jacques Cousteau, por exemplo\u201d, explica. Alguns anos mais tarde, em 1994, fez seu primeiro curso. E n\u00e3o parou mais.<\/p>\n<p>\u201cDepois que fiz meu curso b\u00e1sico, fui mergulhando e conhecendo alguns lugares, me relacionando com outros mergulhadores mais experientes e tentando absorver um pouco do conhecimento deles. As dificuldades surgem e para isso s\u00e3o necess\u00e1rios cursos e treinamentos espec\u00edficos. Leva muito tempo para se tornar um bom instrutor\u201d, reflete. Naquela \u00e9poca, Jefferson n\u00e3o pensava em trabalhar com isso. Ele conta que foi tudo natural. \u201cQuando voc\u00ea \u00e9 apaixonado pelo mergulho, o esporte vai se tornando parte da sua vida, da sua personalidade e voc\u00ea vai se especializando at\u00e9 que se torna um instrutor. Um dos motivos de se trabalhar com o mergulho \u00e9 o fato de poder estar sempre envolvido com ele\u201d, argumenta o profissional.<a rel=\"attachment wp-att-1515\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/mergulho-Microfoto-2-640x480.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-1515\" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/mergulho-Microfoto-2-640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"256\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/mergulho-Microfoto-2-640x480.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/mergulho-Microfoto-2-640x480-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Assim como para Graziela, s\u00e3o in\u00fameros os fatores que tornam o mergulho t\u00e3o encantador, mesmo para quem o pratica com frequ\u00eancia. Sempre h\u00e1 uma novidade. Para Jefferson, enquanto instrutor, ver o sorriso no rosto de uma pessoa que mergulha pela primeira vez \u00e9 algo impag\u00e1vel. \u201c\u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o muito boa, \u00e9 muito legal poder proporcionar isso\u201d, diz, com orgulho do que faz. E s\u00f3 algu\u00e9m que conhece o mergulho t\u00e3o a fundo pode explicar por que esse esporte fascina tanto e tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil e em toda a nossa regi\u00e3o. \u201cNa verdade o mergulho \u00e9 encarado como uma atividade de lazer, um passeio, um hobby. As pessoas se acham nessa atividade por v\u00e1rios motivos: explora\u00e7\u00e3o de um ambiente novo, sensa\u00e7\u00e3o de liberdade, aventura, fazer algo diferente, conhecer lugares, viajar e at\u00e9 mesmo por socializa\u00e7\u00e3o\u201d, acredita.<\/p>\n<p>Jefferson encara mais por esse lado do que pelo esportivo porque no mergulho ningu\u00e9m compete com ningu\u00e9m e nem precisa ser atleta para poder pratic\u00e1-lo. Qualquer pessoa pode mergulhar, contanto que esteja em perfeito estado de sa\u00fade f\u00edsica e mental. O mergulho aut\u00f4nomo (com cilindro) pode ser iniciado com idade m\u00ednima de 12 anos. Para as crian\u00e7as menores, existe o snorkeling, que \u00e9 o mergulho livre, praticado na superf\u00edcie com m\u00e1scara, snorkel e nadadeiras. Imprescind\u00edvelmente com a supervis\u00e3o de um respons\u00e1vel. \u201cO mergulho n\u00e3o exige tanto preparo quanto se imagina. Se a pessoa tiver vontade e quiser praticar, j\u00e1 \u00e9 quase o suficiente. A\u00ed ela tem a op\u00e7\u00e3o de fazer um curso ou um batismo acompanhado de um instrutor para ver se gosta. E eu duvido que n\u00e3o v\u00e1 gostar\u201d, esclarece.<\/p>\n<p>Para quem deseja se aventurar a mergulhar, o profissional sugere procurar uma escola ou um instrutor com credibilidade que possa oferecer treinamento e capacita\u00e7\u00e3o. \u201cUma boa dica \u00e9 conversar com algum amigo ou conhecido que j\u00e1 mergulha para buscar refer\u00eancias. Outra coisa importante \u00e9 verificar se essa escola ou instrutor est\u00e1 em status ativo e, com isso, pode certificar o aluno\u201d, ensina. No Brasil, o que n\u00e3o faltam s\u00e3o lugares para mergulhar. E o mergulho est\u00e1 t\u00e3o difundido por aqui que \u00e9 poss\u00edvel encontrar escolas em quase todos os Estados, como S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Bras\u00edlia, Belo Horizonte, Manaus, Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Pernambuco, entre outros.<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Onde mergulhar?<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil possui quase 8.000 quil\u00f4metros de litoral, o que o torna um pa\u00eds rico em op\u00e7\u00f5es para a pr\u00e1tica do mergulho. Para n\u00f3s, que moramos no Sudeste, os lugares mais indicados s\u00e3o a famosa Laje de Santos; Ubatuba; Ilhabela e Paraty. Em n\u00edvel nacional, ainda h\u00e1 muitos outros pontos de mergulho que valem a pena ser visitados, como Bonito, Arraial do Cabo, Angra dos Reis, B\u00fazios, Ilha Grande, Recife, Porto de Galinhas e o mais famoso de todos: Fernando de Noronha.<\/p>\n<p><strong>Quanto custa?<\/strong><\/p>\n<p>O candidato a mergulhador precisar\u00e1 gastar em algumas etapas, enquanto durar seu treinamento. O curso te\u00f3rico e o pr\u00e1tico em piscina saem em torno de aproximadamente R$ 350,00. Depois h\u00e1 uma segunda etapa, que consiste em uma viagem para o litoral e o credenciamento. O tempo do curso todo depender\u00e1 da disponibilidade do aluno para fazer a viagem para o litoral e executar os mergulhos de um modo satisfat\u00f3rio para receber sua credencial. Geralmente dois finais de semana s\u00e3o o suficiente.<\/p>\n<p><em><strong>reportagem de Caroline Rizzi<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>fotos: Microfoto e Arquivo pessoal<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cada vez mais, o mergulho tem se tornado a paix\u00e3o dos brasileiros Considerado um dos esportes mais radicais praticados em todo o mundo, o mergulho tamb\u00e9m tem sido fortemente difundido como um grande passatempo entre os mais diversos tipos de p\u00fablico. 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