{"id":133,"date":"2010-12-10T14:43:55","date_gmt":"2010-12-10T17:43:55","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=133"},"modified":"2024-01-26T11:36:49","modified_gmt":"2024-01-26T14:36:49","slug":"o-mago-voltou","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2010\/12\/10\/o-mago-voltou\/","title":{"rendered":"O Mago voltou"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_134\" aria-describedby=\"caption-attachment-134\" style=\"width: 288px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/conversa-paulo-coelho.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-134\" title=\"conversa paulo coelho\" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/conversa-paulo-coelho-288x300.jpg\" alt=\"\" width=\"288\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/conversa-paulo-coelho-288x300.jpg 288w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/conversa-paulo-coelho.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 288px) 100vw, 288px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-134\" class=\"wp-caption-text\">foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Consagrado no Brasil e no mundo, Paulo Coelho tem sua obra publicada em mais de 150 pa\u00edses e traduzida em 71 idiomas. Entre seus maiores sucessos est\u00e3o \u201c<em>O alquimista\u201d<\/em>, considerado o livro brasileiro mais vendido de todos os tempos, e \u201c<em>O di\u00e1rio de um mago\u201d<\/em>. Nascido no Rio de Janeiro, em 1947, trabalhou como diretor e autor de teatro, jornalista e compositor, antes de se dedicar \u00e0 literatura. Suas parcerias musicais com o legend\u00e1rio Raul Seixas resultaram em cl\u00e1ssicos do rock brasileiro. Eleito para a Academia Brasileira de Letras em 2002, ocupa a cadeira 21. \u00c9 casado desde 1979 com a artista pl\u00e1stica Christina Oiticica.<\/p>\n<p>No final de julho, Coelho retornou \u00e0s suas origens com o lan\u00e7amento do livro \u201cO Aleph\u201d. De maneira franca e surpreendente, o autor, que j\u00e1 vendeu 135 milh\u00f5es de exemplares, revela na nova obra como suas d\u00favidas de f\u00e9 o levaram a sair \u00e0 procura de um caminho de renova\u00e7\u00e3o e crescimento espiritual. \u201cQuando tinha 22 anos, comecei a me dedicar ao aprendizado da magia. Passei por diversos caminhos, andei \u00e0 beira do abismo, escorreguei e ca\u00ed, desisti e voltei. Imaginava que, quando chegasse aos 59 anos, estaria perto do para\u00edso e da tranquilidade absoluta que penso ver nos sorrisos dos monges budistas. Mas a busca da paz tem seu pre\u00e7o, e me pergunto: at\u00e9 onde estou disposto a chegar?\u201d, questiona o autor.<\/p>\n<p>Nessa nova jornada para se reaproximar de Deus, o mago resolve come\u00e7ar tudo de novo: viajar, experimentar, se reconectar \u00e0s pessoas e ao mundo. Relutante a princ\u00edpio, Coelho entende que \u00e9 o momento de deixar a acomoda\u00e7\u00e3o de lado e voltar a ser peregrino, abrindo-se para o mundo e para novas experi\u00eancias. E, assim,\u00a0entre mar\u00e7o e julho de 2006, guiado por sinais, ele visita diversos continentes \u2013 Europa, \u00c1frica e \u00c1sia \u2013 lan\u00e7ando-se em uma jornada atrav\u00e9s do tempo e do espa\u00e7o, do passado e do presente, em busca de si mesmo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_135\" aria-describedby=\"caption-attachment-135\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/conversa-paulo-coelho-1.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-135\" title=\"conversa paulo coelho 1\" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/conversa-paulo-coelho-1-300x175.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"175\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/conversa-paulo-coelho-1-300x175.jpg 300w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/12\/conversa-paulo-coelho-1.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-135\" class=\"wp-caption-text\">foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Paulo Coelho percorreu seu terceiro caminho sagrado, depois da transformadora peregrina\u00e7\u00e3o a Santiago de Compostela, em 1986, e do perturbador Caminho de Roma, tr\u00eas anos depois. \u201cA viagem n\u00e3o foi para encontrar a resposta que estava faltando na minha vida, mas para voltar a ser rei do meu mundo. Estou de novo conectado comigo e com o universo m\u00e1gico \u00e0 minha volta. \u00c9 isto que faz a vida interessante: acreditar em tesouros e milagres\u201d, explica.<\/p>\n<p>Ao longo da viagem, ele foi, pouco a pouco, saindo do seu isolamento, se despindo do ego e do orgulho e se abrindo \u00e0 amizade, ao amor, \u00e0 f\u00e9 e ao perd\u00e3o, sem medo de enfrentar os desafios inerentes \u00e0 vida. O escritor p\u00f4de reconhecer a sabedoria contida nas palavras de seu guia espiritual, J., que o incentivou a sair da acomoda\u00e7\u00e3o: \u201cNossa vida \u00e9 uma constante viagem, do nascimento \u00e0 morte. A paisagem muda, as pessoas mudam, as necessidades se transformam, mas o trem segue adiante. A vida \u00e9 o trem, n\u00e3o a esta\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Nesta entrevista, o escritor fala sobre \u201cO Aleph\u201d e suas experi\u00eancias nessa fascinante viagem, que resultou no novo livro.<\/p>\n<p><strong>Em \u201cO Aleph\u201d, o senhor menciona que em 2006 estava passando por um momento de questionamento de sua f\u00e9. O que desencadeou essa crise?<\/strong><\/p>\n<p>A f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 algo est\u00e1tico, mas uma din\u00e2mica constante. Um famoso m\u00edstico alem\u00e3o j\u00e1 disse que muitas vezes ele estava com muita f\u00e9 antes de atravessar uma rua, e quando chegava na outra cal\u00e7ada toda a sua devo\u00e7\u00e3o havia desaparecido. Portanto, eu n\u00e3o chamaria isso de crise,\u00a0mas de um comportamento normal, com altos e baixos. Uma f\u00e9 que se cristaliza perde o seu sentido e se transforma em fanatismo.  A f\u00e9 cresce quando \u00e9 alimentada pela d\u00favida e pelos questionamentos interiores. Deus \u00e9 verbo,\u00a0 Deus \u00e9 a\u00e7\u00e3o \u2013 e nosso contato com Ele, que chamamos de \u201cf\u00e9\u201d, tamb\u00e9m faz parte dessa a\u00e7\u00e3o. Ou seja: minha busca espiritual passa por um questionamento di\u00e1rio, e \u00e9 isso que a faz mais forte, mesmo que em determinados momentos \u2013 como em 2006 \u2013 esse per\u00edodo se prolongue por muito tempo.<\/p>\n<p><strong>Em determinado momento, o senhor chega a dizer que n\u00e3o se sentia mais perto de Deus. Como se sente hoje em rela\u00e7\u00e3o a isso?<\/strong><br \/>\nO fato de n\u00e3o me sentir perto de Deus em determinados momentos jamais significou que Ele n\u00e3o estivesse ao meu lado todo o tempo. Era apenas uma quest\u00e3o de reconhecer isso \u2013 algo de que nunca duvidei. Ou seja, o ser humano, com suas limita\u00e7\u00f5es, cria suas fantasias, mas a alma desse mesmo ser humano diz: \u201cEst\u00e1 bem, curta seu momento de fraqueza, mas voc\u00ea sabe que \u00e9 uma bobagem. Deus jamais lhe abandonou e jamais lhe abandonar\u00e1\u201d. Com o passar do tempo, essa realidade se imp\u00f5e.<br \/>\n<strong>No come\u00e7o da sua carreira, t\u00edtulos como \u201cO di\u00e1rio de um mago\u201d e \u201cO alquimista\u201d mostravam bastante seu fasc\u00ednio pela busca espiritual. Em <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u201cO Aleph\u201d, o senhor chegou a pensar que \u201clivros sagrados, revela\u00e7\u00f5es, manuais e cerim\u00f4nias\u201d podiam parecer coisas absurdas e sem efeito duradouro.\u00a0 O senhor n\u00e3o teve medo de expor esses questionamentos?<\/strong><strong> <\/strong><br \/>\nDepois que escrevi \u201cO di\u00e1rio de um mago\u201d e fiz a peregrina\u00e7\u00e3o a Santiago de Compostela, tive a revela\u00e7\u00e3o mais importante da minha vida: o extraordin\u00e1rio reside no caminho das pessoas comuns. Em 1986 eu vinha havia quase 20 anos acreditando nos \u201csegredos, revela\u00e7\u00f5es, etc.\u201d, e foi a\u00ed que J., meu mestre, deixou bem claro: olha \u00e0 sua volta, tudo o que estava oculto est\u00e1 revelado. Dediquei \u201cO di\u00e1rio de um mago\u201d ao meu guia, com as seguintes palavras: \u201cQuando come\u00e7amos a peregrina\u00e7\u00e3o, eu achei que havia realizado um dos maiores sonhos da minha juventude. Voc\u00ea era para mim o bruxo D. Juan, e eu revivia a saga de Casta\u00f1eda em busca do extraordin\u00e1rio. Mas voc\u00ea resistiu bravamente a todas as minhas tentativas de transform\u00e1-lo em her\u00f3i. Isto tornou muito dif\u00edcil nosso relacionamento, at\u00e9 que entendi que o extraordin\u00e1rio reside no caminho das pessoas comuns. Hoje em dia, esta compreens\u00e3o \u00e9 o que possuo de mais precioso na minha vida, me permite fazer qualquer coisa e ir\u00e1 me acompanhar para sempre\u201d.<\/p>\n<p><strong>A Transiberiana foi sua terceira peregrina\u00e7\u00e3o. De que maneira ela se assemelha ao Caminho de Santiago de Compostela?<\/strong><br \/>\nO Caminho de Santiago era um movimento importante no espa\u00e7o f\u00edsico: eu partia do ponto A, chegava ao ponto B, e durante essa viagem encontrava e absorvia tudo o que estava diante de mim. O Caminho de Roma (1989) foi uma peregrina\u00e7\u00e3o no tempo: precisei ficar 70 dias no mesmo lugar (nesse caso, Lourdes, na Fran\u00e7a) e, embora as coisas n\u00e3o \u201cacontecessem\u201d como em uma viagem normal, o fato de n\u00e3o poder me mover al\u00e9m de certos limites obrigou minha alma a ver as mesmas\u00a0 coisas de maneira diferente. O Caminho de Jerusal\u00e9m, que incluiu a Transiberiana, onde procurei sintetizar toda a experi\u00eancia ali adquirida, fez com que eu me movesse n\u00e3o apenas no espa\u00e7o f\u00edsico, mas tamb\u00e9m no tempo, trazendo o passado ao presente e levando o presente ao passado. Nunca imaginei que conseguiria escrever a respeito, mas depois de quatro anos amadurecendo a ideia, e sabendo que a melhor maneira que tenho para sedimentar minhas experi\u00eancias \u00e9 atrav\u00e9s da escrita, finalmente consegui.<br \/>\n<strong>\u201cO Aleph\u201d \u00e9 um retorno ao livro em primeira pessoa. Quais as diferen\u00e7as entre escrever fic\u00e7\u00e3o e n\u00e3o fic\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\n\u00c9 muito mais dif\u00edcil escrever n\u00e3o fic\u00e7\u00e3o, porque o autor n\u00e3o tem outra escolha a n\u00e3o ser expor publicamente sua alma. Isso nem sempre \u00e9 agrad\u00e1vel, mas \u00e9 necess\u00e1rio. Como dizia Jesus, \u201ca verdade vos libertar\u00e1\u201d.<br \/>\n<strong>Em uma frase, o Aleph \u00e9 um ponto que cont\u00e9m todo o espa\u00e7o e todo o tempo. Mas o que representa o Aleph para o senhor? \u00c9 apenas um ponto f\u00edsico ou precisa tamb\u00e9m ser um encontro de energia?<\/strong><br \/>\n\u00c9 muito dif\u00edcil resumir isso em uma frase. Mas eu diria que o Aleph \u201c<em>\u00e9\u201d<\/em>.<strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Hilal, que surgiu em sua viagem e \u00e9 citada no livro, foi seu amor em uma vida passada, mas ela o descreve como seu amor nesta vida. Como o senhor lidou com isso? <\/strong><br \/>\nEu estou casado h\u00e1 30 anos com a mesma mulher, e isso me d\u00e1 muito mais tranquilidade para enfrentar esse tipo de situa\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m\u00a0 conta o fator idade: o amor exige uma rela\u00e7\u00e3o apaixonada e madura, que tenho hoje em dia com Christina. Hilal, quando a conheci, tinha 21 anos (embora parecesse mais velha). Conversamos por e-mail recentemente: ela pressentiu que eu estava escrevendo sobre nossa experi\u00eancia e voltamos a ter contato. N\u00e3o perguntei sobre sua vida afetiva, mas tenho certeza de que \u00e9 uma quest\u00e3o de tempo at\u00e9 que ela encontre a pessoa que Deus colocou em sua vida.<\/p>\n<p><strong>texto <\/strong>Marcela Cerqueira e Gustavo Pinheiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Consagrado no Brasil e no mundo, Paulo Coelho tem sua obra publicada em mais de 150 pa\u00edses e traduzida em 71 idiomas. Entre seus maiores sucessos est\u00e3o \u201cO alquimista\u201d, considerado o livro brasileiro mais vendido de todos os tempos, e \u201cO di\u00e1rio de um mago\u201d. 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