{"id":1177,"date":"2011-05-13T09:38:59","date_gmt":"2011-05-13T12:38:59","guid":{"rendered":"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/?p=1177"},"modified":"2024-01-26T10:52:50","modified_gmt":"2024-01-26T13:52:50","slug":"a-arte-da-restauracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/2011\/05\/13\/a-arte-da-restauracao\/","title":{"rendered":"A arte da restaura\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1178\" aria-describedby=\"caption-attachment-1178\" style=\"width: 384px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a rel=\"attachment wp-att-1178\" href=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/cultura-1-site-640x480.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1178\" src=\"http:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/cultura-1-site-640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"137\" srcset=\"https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/cultura-1-site-640x480.jpg 640w, https:\/\/revistaregional.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/05\/cultura-1-site-640x480-300x106.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1178\" class=\"wp-caption-text\">Parte da Matriz da Candel\u00e1ria, que passou recentemente por restaura\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Mais do que um processo longo e trabalhoso, a restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 uma arte. N\u00e3o h\u00e1 como ser f\u00e1cil a tarefa de trazer de volta os aspectos originais de uma pe\u00e7a ou de um ambiente. Requer conhecimento, estudo e talento acima de qualquer coisa. Tanto que ainda s\u00e3o poucos os profissionais que desenvolvem esse trabalho no Brasil, se comparado com pa\u00edses europeus, por exemplo, onde a pr\u00e1tica \u00e9 mais antiga e constante. Aqui os restauros se tornaram mais comuns a partir da d\u00e9cada de 1970, como especula a artista pl\u00e1stica ituana Nancy Carpi.<\/p>\n<p>Especialista em pintura de \u00f3leo sobre tela e uma retratista de m\u00e3o cheia, tamb\u00e9m j\u00e1 realizou uma s\u00e9rie de restaura\u00e7\u00f5es em diversos cantos da cidade. O mais recente foi um crucifixo da Madre Theodora, pertencente ao museu das freiras da Igreja Nossa Senhora do Patroc\u00ednio, em Itu. \u201cO crucifixo j\u00e1 tinha passado por uma s\u00e9rie de interven\u00e7\u00f5es e uma das m\u00e3os estava quebrada. Eu n\u00e3o tinha muito que fazer, pois sen\u00e3o ele perderia sua originalidade. Ent\u00e3o idealizei que seria interessante folhear as partes danificadas com ouro\u201d, revelou.<\/p>\n<p>Isso mostra que a forma como cada restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 feita depende do profissional que desenvolve o trabalho. Geralmente, o restaurador \u00e9 contratado para melhorar o objeto, permitindo que ele perdure por mais tempo e n\u00e3o necessariamente para deix\u00e1-lo como era no in\u00edcio, quando foi criado. Assim, fica a crit\u00e9rio do artista escolher o tipo de reparo que ser\u00e1 aplicado. H\u00e1 quem goste de deixar sua pr\u00f3pria marca no objeto, h\u00e1 quem opte por retirar de uma vez por todas a parte danificada e tamb\u00e9m quem fique preso aos tra\u00e7os originais. S\u00e3o v\u00e1rias as possibilidades, mas todas elas t\u00eam algo em comum: a etapa inicial.<\/p>\n<p>Independentemente das t\u00e9cnicas usadas por cada restaurador, a limpeza \u00e9 sempre o primeiro passo a ser tomado. Principalmente quando se trata de pe\u00e7as antigas. No caso de Nancy, esta fase foi a mais trabalhosa em quase todas as recupera\u00e7\u00f5es que promoveu. Tanto no processo do crucifixo quanto no que o antecedeu, que foi o restauro das portadas da Igreja Nossa Senhora da Candel\u00e1ria (Matriz), a artista pl\u00e1stica se deparou com uma situa\u00e7\u00e3o de verdadeira deteriora\u00e7\u00e3o, ainda mais em seus interiores. O crucifixo tinha uma estrutura de madeira e estava repleto de bichos, enquanto as portadas, que eram oito no total, estavam cheias de cupim. Somente uma delas estava intacta. O resto s\u00f3 dispunha do batente original.<\/p>\n<p>Para este segundo projeto, a artista pl\u00e1stica contou com a ajuda de uma grande equipe. As portadas foram todas retiradas para poderem ser mexidas. A estrutura de muitas delas tiveram que ser trocadas, justamente por estarem em m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es. Quando come\u00e7ou a mexer na pintura, Nancy percebeu que havia duas ou tr\u00eas camadas de tinta, pois antigamente n\u00e3o se pintava as igrejas com muita frequ\u00eancia. \u201cDiferente do crucifixo, ali eu tinha uma refer\u00eancia, pois uma das portadas ainda guardava seus tra\u00e7os iniciais\u201d, lembrou. Depois de limpar, reestruturar e pintar as portadas, ela ainda cobriu o entorno de cada uma delas com pequenas e delicadas folhas de ouro, que poderiam se dissolver a qualquer descuido. Mas a delicadeza de Nancy foi superior.<\/p>\n<p>Com o cuidado e a paci\u00eancia que um trabalho como esse necessita, a restauradora conseguiu alcan\u00e7ar o resultado que esperava. Nas extremidades onde o ouro n\u00e3o foi suficiente, uma pintura em tom de amarelo faz o mesmo efeito, quase que impercept\u00edvel aos olhos dos fieis que frequentam a igreja. Foi tamb\u00e9m com essa sutileza que a artista pl\u00e1stica recuperou uma tela que retratava a figura de Dom Gabriel. \u201cEla estava com um rasgo em formato de L, dif\u00edcil de ser recuperado. Isso porque eu n\u00e3o trabalho com a tecelagem, como muitos restauradores fazem\u201d, adiantou. Diante disso, teve que procurar outro modo de fazer a recupera\u00e7\u00e3o. E ficou mais do que satisfeita quando terminou. \u201cEu perguntava para todos os amigos que frequentavam minha casa se eles sabiam apontar o local afetado pelo rasgo. Acredite, ningu\u00e9m acertou\u201d, compartilhou, toda feliz.<\/p>\n<p>Outro trabalho do qual Nancy se orgulha de ter feito \u00e9 a restaura\u00e7\u00e3o dos pain\u00e9is da sala do comandante do Quartel de Itu. Ao todo s\u00e3o quatro pinturas enormes que estampam as paredes do escrit\u00f3rio, das quais duas estavam bastante deterioradas. S\u00e3o obras do frei Giovanni Maria Alberani, artista italiano que participou da funda\u00e7\u00e3o do antigo col\u00e9gio S\u00e3o Luiz, que ficava nas depend\u00eancias do Regimento Deodoro e era administrado por jesu\u00edtas. Uma raridade do s\u00e9culo XIX. \u201cInfelizmente n\u00e3o havia nem resqu\u00edcios das obras originais nestes dois pain\u00e9is, pois j\u00e1 tinham sido feitas muitas interven\u00e7\u00f5es\u201d, comentou. \u201cAinda existia um buraco em um deles, que tivemos que cimentar e fechar com massa corrida, para somente depois come\u00e7ar a mexer\u201d.<\/p>\n<p>Com base nas pinturas que se encontravam em melhor estado de conserva\u00e7\u00e3o, a restauradora deu in\u00edcio a um r\u00e1pido processo de recupera\u00e7\u00e3o das obras, recriando as imagens de acordo com o que via nas outras. \u201cEu tive pouco tempo para fazer tudo, ent\u00e3o n\u00e3o consegui pesquisar muito. At\u00e9 porque ningu\u00e9m tinha nenhum registro de como eram os murais antes de terem sido modificados. Diante das possibilidades, tive que idealizar algo que mais se aproximasse \u00e0 realidade\u201d, detalhou. Neste momento, Nancy lembrou que a pesquisa e a contextualiza\u00e7\u00e3o dos objetos a serem restaurados s\u00e3o quesitos fundamentais para que um trabalho seja bem feito. Quem sabe disso \u00e9 o engenheiro Raul de Souza Almeida, um apaixonado por patrim\u00f4nios que atualmente coordena um grande projeto de restauro voltado para adolescentes ituanos que vivem em situa\u00e7\u00f5es de risco social.<\/p>\n<p>O Poeao (Projeto Oficina Escola de Artes e Of\u00edcios) foi criado no ano de 2006 com o objetivo de capacitar esses jovens atrav\u00e9s de servi\u00e7os socioassistenciais e de uma proposi\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica, visando o preparo de sua inclus\u00e3o produtiva e, consequentemente, possibilitando a gera\u00e7\u00e3o de uma renda. O direcionamento \u00e9 todo feito ao mercado de trabalho da constru\u00e7\u00e3o civil (carpintaria, marcenaria, pintura e alvenaria) com foco na restaura\u00e7\u00e3o, preserva\u00e7\u00e3o e revitaliza\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico-cultural do munic\u00edpio. E tem trabalho para muita gente. S\u00f3 em Itu s\u00e3o 235 im\u00f3veis tombados pelos \u00f3rg\u00e3os de preserva\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de 32 fazendas que datam dos s\u00e9culos XVIII e XIX.<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 que os alunos possam colocar em pr\u00e1tica o que aprendem em sala de aula. Preferencialmente atuando nesses patrim\u00f4nios. O projeto j\u00e1 existe no papel e deve ser aprovado em breve.  At\u00e9 agora, os assistidos j\u00e1 realizaram uma s\u00e9rie de trabalhos de restauro, come\u00e7ando pela sede do Poeao. \u201cCome\u00e7amos com calma. N\u00e3o adianta querer arrumar o mundo l\u00e1 fora se nossa casa n\u00e3o estiver em ordem\u201d, justificou Raul. E j\u00e1 foi um aprendizado e tanto, uma vez que as oficinas s\u00e3o feitas em um pr\u00e9dio bastante antigo da cidade, que atualmente abriga a Guarda Civil Municipal. Com a ajuda do estagi\u00e1rio Antonio Rodrigues de Souza Filho, que participa desde o in\u00edcio como um habilidoso instrutor de carpintaria, os meninos recuperaram portas e janelas do pr\u00e9dio, que estavam completamente danificadas pela a\u00e7\u00e3o do tempo.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m reformaram os arm\u00e1rios da cozinha, onde s\u00e3o feitas as refei\u00e7\u00f5es que recebem diariamente enquanto fazem uma pausa nos estudos, j\u00e1 que passam um per\u00edodo inteiro no local. Se antes de participarem do projeto esses meninos sa\u00edam das escolas e ficavam vulner\u00e1veis \u00e0 marginalidade das ruas, agora eles t\u00eam a oportunidade de aprender uma profiss\u00e3o e vislumbrar um futuro promissor. Para tanto, contam com aulas de inform\u00e1tica, lecionadas por um aluno da Fatec, uma das maiores parceiras do projeto \u2013que inclusive ajudou na coordena\u00e7\u00e3o e estrutura\u00e7\u00e3o do curso, com suporte t\u00e9cnico e m\u00e3o de obra. O curso tem dura\u00e7\u00e3o de dois anos, tempo bastante para que possam aprender as mais variadas disciplinas, desde te\u00f3ricas at\u00e9 as pr\u00e1ticas, que s\u00e3o separadas por m\u00f3dulos. E eles adoram. Sob o olhar atento de Antonio, os alunos desenvolvem sua criatividade, elaboram pequenos projetos e at\u00e9 ajudam o professor a criar suas pr\u00f3prias ferramentas. Tudo com a maior boa vontade e capricho, quesitos b\u00e1sicos para um restaurador, como bem refor\u00e7ou Nancy Carpi.<\/p>\n<p>Enquanto se preparam para colocar as m\u00e3os \u00e0 obra em prol do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico-cultural ituano, os jovens do projeto v\u00e3o realizando trabalhos menores, por\u00e9m bastante significativos. O de maior destaque pode ser considerado o de restauro das imagens da Igreja S\u00e3o Luiz Gonzaga. As telas retratam os passos de Jesus Cristo a caminho do calv\u00e1rio e foram pintadas no s\u00e9culo XIX. Uma bela maneira de se inserir neste grandioso universo da restaura\u00e7\u00e3o. Por se tratar de uma entidade sem fins lucrativos, firmada a partir de um conv\u00eanio entre o Comtur (Conselho Municipal de Cultura e Turismo de Itu) e a Prefeitura de Santana de Parna\u00edba, onde o trabalho j\u00e1 era realizado anteriormente, o Poeao depende de doa\u00e7\u00f5es para sobreviver. Portanto, para aqueles que acreditam na recupera\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio ituano, bem como na oportunidade dada a esses jovens, mais informa\u00e7\u00f5es podem ser obtidas na sede do projeto, que fica na rua Madre Maria Bas\u00edlia, 64 , Centro de Itu.<\/p>\n<p><strong>texto Caroline Rizzi<\/strong><\/p>\n<p><strong>foto Rapha Bathe<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais do que um processo longo e trabalhoso, a restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 uma arte. N\u00e3o h\u00e1 como ser f\u00e1cil a tarefa de trazer de volta os aspectos originais de uma pe\u00e7a ou de um ambiente. Requer conhecimento, estudo e talento acima de qualquer coisa. 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